Quando roubamos a um amigo um lugar que tínhamos prometido ajudá-lo a conquistar, ou quando nos divorciamos de um amigo poderoso porque ele não nos deu o lugar de poder que ambicionávamos estamos a escolher um valor: o valor supremo do nosso protagonismo, do nosso poder(...)Em certos casos, de que a política recente nos tem oferecido exemplos copiosos, assistimos até a situações em que o brado à ética surge, alteroso, daqueles que a têm por sinónimo de "interesse".Inês Pedrosa na revista ÚNICA do Expresso
Post via: http://retorica-pt.blogspot.com/
onde pode continuar a ler a reflexão.
Eu fico-me por aqui…
Sem comentários:
Enviar um comentário