segunda-feira, 23 de junho de 2008

Olé!

A Associação ANIMAL avançou hoje com uma acção judicial contra Durão Barroso e Jorge Sampaio, por estes, aquando das suas funções como 1º Ministro e Presidente da república, respectivamente, terem autorizado os “touros de morte” em Barrancos.

Qualquer dia, nas praças de touros em Portugal podemos ter a “Corrida a Galinhas” por exemplo...

11 comentários:

loira disse...

Os fulanos desta associação nem devem ser sequer vegetarianos, porque arrancar uma couve ou uma alface é estar a matar as coitadinhas...
Se lidar um toiro é violência que as crianças não devem ver, então qu dizer dos desenhos animados que passam em todos os canais e que são de uma violência extrema?
Vivam os toiros, as touradas os forcados especialmente os de Santrém...

loira disse...

deu-me uma de loira e escrevi mal " Santarém ", as minhas desculpas

Anónimo disse...

Nem as galinhas merecem morrer em praça publica.
Viva a Associação Animal!!!

Esfinge

Anónimo disse...

Então diga-me lá a menina qdo tá a comer as pernocas deliciosas de uma galinha tbm acha que ela deveria continuar viva????

Viva a Tourada!!!

Olé!!!

João Heitor disse...

É verdade Loira, a violência televisiva é uma realidade, incontrolável, que entra pelas casas das pessoas.
E às Touradas só vai quem quer...
:)

João Heitor disse...

Galinhas e Touradas...
E a carne de vaca dos bons bifes da Portugália, Esfinge???

Anónimo disse...

Os bifes da Portugália já foram mais famosos.
Quanto às vacas, galinhas, porcos e outros animais que fazem parte da nossa alimentação, são mortos em locais apropriados sem os aplausos do publico.
Já os touros...

esfinge

João Heitor disse...

Esfinge.
Mas os bifes da Portugália são bons pela fama ou pela qualidade?
Ou será do molho?
Há quem goste é do molho.
É verdade que os animais que nos sustentam, alimentarmente, são "abatidos" nos matadouros, sem palmas.
Mas, na tourada em Santarém, por exemplo, ou em Almeirim, os touros não são mortos na arena.
Todavia, percebo a posição.
:)

Anónimo disse...

A qualidade já não é o que era, actualmente é mais fama.
De facto não são mortos na arena, mas é na arena que começam a morrer lentamente da forma mais cruel. No matadouro é o golpe de misericórdia.

Esfinge

Anónimo disse...

Para mim a questão não está em comer mas na forma como se mata o que se come. Ou seja, nunca vi a minha Avó, para matar uma galinha ou um porco, andar atrás dos bichos em questão a dar golpes e a dizer "olés" ou "tomá lá Galinha" ou a gritar histericamente: "Porco!Porco!Porco!" e depois espetar-lhe uma navalha no lombo e repetir o gesto durante 10 ou 15 minutos ou até se fartar e pedir ao meu Avô se pode cravar mais uma navalhinha!!
O facto de sermos carnívoros não tem de fazer de nós uns selvagens! Comemos pela necessidade de nos alimentarmos. Daí até fazermos disso um ritual bárbaro que tenha de passar pelo sofrimento e tortura (morte lenta...) da bicharada vai uma grande diferença.
Já a minha Avó dizia: "Com a comida não se brinca".

Joca

João Heitor disse...

Joca:

Tal como com a comida não se brinca, também com os sentimentos e sentires, de animais e racionais, não devemos questionar.
Teremos, decerto, a cultura enraizada, pelas tradições impostas e justificadas, de um povo que há 900 anos atrás lutava contra os Mouros.
Mas, os Mouros ainda perduram na sociedade do século XXI.
Desta feita, infiéis por pecarem, e a consciência dos erros pessoais terem repercurssões públicas e longínquas, sobre gerações de outros, mais acomodados, mais inertes ou vencidos pela falta de força de ir à luta...
Abraço