sábado, 27 de dezembro de 2008

Direito a pensar

Em todas as épocas festivas e de reflexão, redijo, para os amigos e familiares uma mensagem que envio, via telemóvel.

Há 2 anos atrás, recebi, de uma pessoa conhecida, a mensagem que, no mesmo dia, havia enviado para os meus amigos.

O ano passado, já depois do Natal, numa conversa de café uma pessoa disse-me ter recebido uma mensagem muito engraçada de Boas Festas, que depois de lida, constatei ser a minha.

Este ano voltei a enviar uma mensagem pessoal e, um familiar meu recebeu-a de uma outra pessoa passado um dia.

Não sou escritor, pensador ou poeta, até porque como diz o provérbio Chinês “o novo não é nada mais, do que o velho que caiu no esquecimento”. Todavia, julgo que mais do que copiar as mensagens que recebemos, devemos, efectivamente, escrever o que pensamos.

Se por um lado fico satisfeito, por outro entristece-me a preguiça daqueles que sob os adjectivos do tempo, da falta dele ou de qualquer outra razão, não dão mais de si e não se esforçam…

2 comentários:

Anónimo disse...

E porque não partilhar uma msg bonita e bem escrita por um amigo com outros amigos?

esfinge

João Heitor disse...

É sempre uma boa hipótese amiga!

:)

Bjs