terça-feira, 30 de março de 2010

Do anónimo ao nobre de distinção académica...

Situações como esta (a da imagem) resultam de um amor muito forte aos animais (seja ele um papagaio, um peru ou um cavalo).

Podem resultar também do isolamento intelectual (aquele raciocínio que só na cabeça do animal racional tem aplicabilidade, mas que não se enquadra, de todo, no amplo e vasto leque social de normalidade).

Há aí muita gente assim. Respeitamo-los porque no fundo eles são vítimas deles próprios.

Do altruísmo ao fanatismo da “partidarite”, passando pela canalhice, de braço dado com a incompetência…

4 comentários:

Valéria Gomes disse...

Não sei o que pensar. Sei apenas que não devo julgar. Contudo, porém, todavia, não foi um belo quadro de se ver. O curioso...

Um abraço!!!

Rosa dos Ventos disse...

Tu lá sabes...
Eu estou fora do contexto mas confesso que a imagem é arrepiante...por causa do frio, como é óbvio! :-))

Abraço

maria mar disse...

Olá amigo. Tal como na imagem -tanta parra para tao pouca uva!-(lol) com essa gente tb assim é: o essencial é igual ao assessorio e vice-versa. Bluffs completos...o respeito é relativo. Muitas vezes há que gramá-los e só!...

João Heitor disse...

Imagem arrepiante, como muita parra e pouca uva, essencial e dispensável...
Eles andam aí, e temos de ter cuidado...
:)