terça-feira, 8 de março de 2011

Sobre problemas, caneleiras e obrigações morais...

Há quem goste de ser assim…

A principal oposição vai mais para além da política.

Vai para a oposição do que se pode construir, por quem o quer fazer, impedido por outros.

Há quem se resguarde nas suas ombreiras intelectuais, outros na sua mediocridade, outros ainda na posição negativa em jeito de dizer: "estou aqui", ou "penso logo existo".

De entre todos estes cidadãos, uns estão na política activa, outros dela vieram, havendo ainda quem gostasse de nela participar.

A nobreza de servir a causa pública tem o alto preço do constante julgamento daqueles que nunca concordam, mas que também não ajudam a encontrar soluções.

É do tipo: “Por aí não!” Então por onde? “Não sei, só sei que por aí não” Mesmo que no meio de um pântano as pernas se afundem nas areias que não esperam pela incapacidade de decidir ou encontrar alternativas.

Como facilmente se cai na crítica, sem base de credibilidade, ou competência, quiçá nobre pergaminhos, estamos condicionados à fruta que existe na fruteira, porque já não há árvores, e, o circo, já não é como antigamente…

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