Au Moulin de
É aquele que nos alimenta e nos reforça. O que emerge do nosso ser face às turbulências sociais, políticas, económicas e pessoais, que dia a dia nos molham, nos aquecem e nos gelam. Com toda a nossa Alma, que nos alimenta o coração e o pensamento!
Quando roubamos a um amigo um lugar que tínhamos prometido ajudá-lo a conquistar, ou quando nos divorciamos de um amigo poderoso porque ele não nos deu o lugar de poder que ambicionávamos estamos a escolher um valor: o valor supremo do nosso protagonismo, do nosso poder(...)Em certos casos, de que a política recente nos tem oferecido exemplos copiosos, assistimos até a situações em que o brado à ética surge, alteroso, daqueles que a têm por sinónimo de "interesse".Inês Pedrosa na revista ÚNICA do Expresso
Post via: http://retorica-pt.blogspot.com/
onde pode continuar a ler a reflexão.
Eu fico-me por aqui…
Há pouco, à volta de Fátima e Ourém lavravam 9 incêndios.Neste momento, em Ourém mal se vê o sol.
O ar tornou-se irrespirável. O calor abafador.
Felizes estarão, decerto, os incendiários, que com o fogo arrasam florestas, matas e bens das pessoas que aflitas vivem momentos de pânico.
Por muitos helicópteros e viaturas que os bombeiros tivessem, quem é que com 9 incêndios distintos a lavrar ao mesmo tempo num raio de 20km, conseguia fazer melhor?
Corajosos e destemidos bombeiros que se encontram a defender as populações…
Bem hajam!
Desde a publicação do Códio da Vinci que as pessoas despertaram para uma realidade que desconheciam. Passaram a questionar alguns factos históricos da vida do Homem na terra ao longo dos últimos 2000 anos. Redescobriram os Templários…Questionaram-se sobre as sociedades secretas…Estaria assim tudo tão escondido ou inacessível?
“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”Muita gente usa este pensamento, desconhecendo o seu autor.
Fernando Pessoa de seu nome.
Como há coisas que o tempo não muda.
As palavras são, uma delas…
A eventual candidatura de Mário Soares à próxima Eleição Presidencial ganha maior acuidade com o apoio de José Sócrates e com as pressões que o ex-Presidente da República tem sofrido de vários sectores Soares já emitiu um comunicado onde afirma estar a equacionar a questão.
Antes de se saber mais alguma coisa, é já certo que as Presidenciais de 2006 ganharam uma nova dinâmica com a eventual chegada de um dos maiores e mais importantes homens da democracia em Portugal…
Repentinamente o país despertou para os ordenados elevados que os gestores de Institutos e empresas públicas ganham.
Levantam-se vozes contra os salários que estes nomeados
pelos governos auferem.
Recentemente choveram críticas à nomeação de Fernando Gomes, ex-Presidente da Câmara Municipal do Porto, para a administração da GALP.
Os críticos devem-se ter esquecido que o Porto deve a Fernando Gomes o Metro, o Parque da Cidade, o Porto
a Casa da Música…
Além de ser licenciado em Economia e de ter gerido orçamentos camarários de milhões e milhões de euros por ano… Se um homem desta estripe não tem capacidades para integrar um Conselho de Administração da GALP,
em Portugal, quem terá?
As luzes e o som imprimiam o ritmo dos corpos que se agitavam, em movimentos de libertação para uns, quiçá de moda para outros.Foi mais uma noite onde se encontram caras conhecidas, colegas de escola…
A noite continua a ser um palco onde algumas pessoas encarnam noutras personagens que na vida real jamais poderiam ou conseguiriam ter.
Um palco de encontros e desencontros, onde os problemas da vida, por umas horas, estão a dormir…
Ela perguntou-lhe se era bonita… ele disse que não...
Ela perguntou então se ele queria ficar com ela para sempre… e ele disse que não...
Depois disse: e se eu morresse… choravas?
E ele… sempre não...
Quando ela estava para ir embora a chorar... ele agarrou no braço dela… e disse:
Tu não és bonita… ÉS LINDA...
Eu não quero ficar contigo para sempre...
EU PRECISO DE FICAR CONTIGO PARA SEMPRE...
E se morresses… eu não chorava…
MORRIA TAMBÉM CONTIGO...
Recebi este email de uma amiga. Acreditando na informação que o mesmo contém, e entendendo ser nossa responsabilidade agir de acordo com as regras e normas ambientais, aqui o publico de forma a sensibilizar, mais uns quantos cidadãos.
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Onde colocamos o óleo dos alimentos que fritamos? Também o deita na sanita da sua casa de banho ou talvez, no seu lava loiças, certo? Este é um dos maiores erros que podemos cometer! E porque o fazemos? Talvez, porque ninguém nos diz como o fazer ou não nos informamos. Sendo assim, o melhor que temos de fazer é colocar os óleos utilizados numa daquelas garrafas de plástico, fechá-las e colocá-las no lixo normal (ou seja, o doméstico/orgânico).Todo o lixo orgânico que colocamos nos sacos vai para um local onde são abertos e triados. Assim, as nossas garrafinhas são abertas e vazadas no local adequado, em vez de irem juntamente com os esgotos para uma ETAR - Estação de Tratamento de Águas Residuais, e ser necessário despender milhares de Euros a mais para o seu tratamento.
Um litro de óleo contamina cerca de 1 milhão de litros de água (o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos). De nada adianta criticar os responsáveis pela poluição dos cursos de água se não fizermos a nossa parte. Vamos colaborar!
Depois de citar o filósofo grego Xenofonte para sustentar que "hoje o poder político não se traduz apenas pela capacidade de mando, mas também pela capacidade de persuasão", Freitas do Amaral considera que o Governo "tem tido bastante, mas porventura seria necessário mais". E assume que "se alguma deficiência se pode apontar" a José Sócrates e à sua equipa, "é de não se ter explicado suficientemente a inevitabilidade da subida dos impostos."
O resto na notícia em:
http://dn.sapo.pt/2005/07/19/nacional/freitas_aponta_falhas_comunicacao.html
"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
Miguel Sousa Tavares... (Escritor português, a propósito da perda de sua Mãe, a escritora e poetisa Sophia de Mello-Breyner)
"Um dia uma dona de casa, apanhava gravetos e lenha miúda para o fogão, para fazer o almoço para a família. Ao cortar um galho de uma árvore já tombada na margem do rio, o machado caiu dentro da água.
A mulher suplica a Deus que lhe aparece e pergunta:
- Porque choras?".
A mulher responde que o machado se tinha perdido no rio. E Deus entra nas águas, das quais tira um machado de ouro, e pergunta:
- É este o teu machado?"
A nobre mulher responde:
Não Deus, não é esse."
Deus entra novamente no rio e desta vez tira um machado de prata:
- E este é o teu?"
- Também não", responde a Dona de casa.
Deus volta ao rio de onde tira um machado de ferro e pergunta:
- É este o teu machado?"
- Sim, responde a nobilíssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa dando-lhe de presente os 3 machados.
Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido estavam a passear pela margem do rio quando ele tropeçou e caiu à água. A infeliz mulher então, chora, grita e suplica a Deus que aparece e pergunta:
- Mulher, porque choras?"
A mulher responde que o seu esposo caiu no rio, e imediatamente Deus mergulha e retira das águas o Tom Cruise, e pergunta:
- É este o seu marido?"
- Sim, sim. É ele." - responde a mulher, e Deus enfurece-se.
- "Mulher mentirosa e pecaminosa !!!", exclama.
Mas a mulher rapidamente explica:
- Deus perdoe-me, foi um mal entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor tiraria o Brad Pitt do rio, depois se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria o meu marido, e quando eu dissesse sim o Senhor mandaria que eu ficasse com os 3. Mas eu sou uma humilde e honesta mulher e não poderia cometer tamanho adultério... só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e perdoou-a.
Moral da história:
"As mulheres mentem de um jeito tal que até Deus acredita."
Agora é o PSD da Madeira que não quer o Marques Mendes na festa do Chão da Lagoa… http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1227867
Isto parece a República das Bananas… J
Os recentes ataques terroristas em Londres trouxeram-me à memória a famosa Cimeira das Lajes, que antecedeu o ataque ao Iraque.
Cimeira essa,
Os EUA sofreram o ataque nas Twin Towers. E por isso, Bush exigiu a Cimeira das Lajes.
Aznar nem tinha razões para estar naquela Cimeira. Mas, numa trágica manhã, na estação ferroviária de Atocha, Espanha sentiu o peso do terrorismo…
Blair também não tinha razões directas para estar na Cimeira das Lajes. Mas esta semana os ataques em Londres tiraram a vida a mais de 5 dezenas de pessoas, estando cerca de 700 feridas, algumas com gravidade…
Mas, mesmo em bicos dos pés, o que é que Durão Barroso estava a fazer na Cimeira da Guerra?!?!?
É que dos presentes na Cimeira das Lajes, só Portugal ainda não foi atacado...
Todos os restantes chefes de estado dos países presentes já viveram o terror…
E as grandes quantidades de explosivos apreendidos no Norte de Portugal, recentemente…
Tudo isto não dá que pensar???
Até que enfim que alguém neste país faz alguma coisa relativamente a este senhor.
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A JS Nacional, está, por esta iniciativa, de parabéns. Podem pegar noutros temas e pessoas e continuar...
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A JS vai apresentar queixa no Alto-Comissário para as Minorias Étnicas Imigração e vai apresentar uma participação à Procuradoria-Geral da República no sentido de averiguar se as graves declarações proferidas pelo Presidente do Governo Regional da Madeira são susceptíveis de gerar responsabilidade jurídica.
Para a JS o Presidente do Governo Regional da Madeira violou o princípio da igualdade consagrado na Constituição da República Portuguesa e violou a lei 18/2004 que proíbe a discriminação racial ou étnica ao ter proferido declarações discriminatórias que insultam comunidades de imigrantes.
A JS fará de igual modo uma participação ao Procurador Geral da República no sentido de averiguar da existência de responsabilidade criminal por parte do Presidente do Governo Regional da Madeira pelas declarações proferidas.
Pedro Nuno Santos, Secretário Geral da Juventude Socialista, afirma que “a JS sente-se chocada com as declarações proferidas pelo Presidente do Governo Regional da Madeira. É inadmissível que seja quem for, muito menos um detentor de um alto cargo político possa proferir declarações racistas e xenófobas.”
Pedro Nuno Santos adianta, ainda, que “é inaceitável que se ataquem comunidades imigrantes e que se ignore, ao mesmo tempo, o contributo que as comunidades imigrantes têm dado para o desenvolvimento do nosso país.
É também de uma grande irresponsabilidade política ignorar que Portugal tem uma grande comunidade emigrante espalhada pelo mundo, incluindo na Ásia, grande parte da mesma constituída por emigrantes Madeirenses.”
A JS condena todos os actos que promovam a discriminação e o ódio. Mais do que ninguém os detentores de altos cargos políticos devem promover a solidariedade, a tolerância e o respeito pelos outros. Esta é a obrigação de todos os que fazem política.
“Não foi isto que o Presidente do Governo Regional da Madeira fez. E por isso deve ser punido, pelo menos politicamente”, conclui Pedro Nuno Santos.
As últimas declarações de Alberto João Jardim, contra a presença na Madeira de cidadãos indianos, chineses e de países de Leste consubstanciam ideias xenófobas e de descriminação racial.
Expressões desta índole deviam ser alvo de processo judicial, de acordo com o Código Penal.
Existirá, todavia, alguém que efectue a queixa para que o processo se inicie?
E aos Sociais Democratas, estas expressões e “tiradas” não dizem nada?
A Central Nuclear que Patrick Monteiro de Barros quer instalar no nosso país, segundo alguma imprensa, vai ser «empurrada» para o Norte do país, em plena bacia do Douro.
Os ambientalistas já se manifestaram contra a iniciativa.
Todavia, as alterações climatéricas que uma Central Nuclear provoca, afectariam, naquela zona do país, as culturas da vinha, que nos dão o tão famoso vinho do Porto…
Mas antes mesmo destas questões, importa reflectir sobre a necessidade de construir uma Central Nuclear
Aliás, à medida que as Centrais Nucleares da maioria dos países europeus estão a chegar ao “terminus do seu ciclo de vida” os responsáveis estão a desmantela-las…
Será que Portugal deve adoptar, agora, um caminho que está a ser abandonado por outros?
Com que vantagens?
Sob que argumentos?
Ontem decorreu o Live 8, em 10 cidades por todo o mundo. Joanesburgo, Filadélfia, Cornualha e Londres, Edimburgo, Berlim, Moscovo, Tóquio, Barrie, Paris e Roma. O grande objectivo da iniciativa foi o de denunciar a pobreza em África e pressionar os líderes dos G8 (os países mais industrializados do mundo), a agirem, antes da cimeira na Escócia que irá decorrer entre quarta e sexta-feira. Milhões de espectadores e telespectadores ouviram e viram grandes compositores, cantores e grupos cantar, em torno de uma nobre causa. A solidariedade, foi, sem dúvida, palavra de ordem…
Duas das três mulheres que começaram a ser julgadas por aborto em Junho de 2004 regressam hoje ao Tribunal de Setúbal, depois da juíza ter decidido separar o processo da enfermeira-parteira do das mulheres que recorreram aos seus serviços.
Parece impossível, mas estas questões permanecem inalteráveis, sem que alguns sectores políticos e sociais deste país se incomodem.
Talvez porque nenhuma das senhoras em causa pertença a alguma família influente…
E há quem não se importe com estas situações, porque se o “azar” bater à porta de algum deles, ou de suas famílias, há dinheiro para ir até Espanha ou Inglaterra resolver a situação…
Uma colega minha falava na sala de professores, na semana passada, argumentando que a greve é um direito consagrado na Constituição da República. Os professores sentem-se injustiçados, pois trabalham um ano inteiro, esforçam-se para dar o melhor de si e chegam ao final do ano lectivo e vêem congelada a sua carreira e o tempo de serviço não lhes é contado para efeitos de progressão. É injusto! Pois é!
Mas não será preferível o diálogo à manifestação? Não dará melhores resultados o debate? Que efeitos teve a greve? Foi uma forma de pressionar o governo a alterar as suas medidas? E os alunos?
Os alunos também merecem o nosso respeito, a greve afectou-os e afectá-los –á. Eles podem ter feito os exames, mas será que o seu espírito e concentração foram os necessários? E aqueles que não os realizaram, mereceram chegar à escola e voltar para trás?
Os meses de empenho, trabalho e estudo destes alunos são dignos de desprezo? Tantas horas a estudar, tantos livros e folhas a “voarem” pelos quartos, tanto nervosismo, para quê?
É verdade que terão mais tempo para estudar, mas compensará? E a nova data, será que não afectará os outros exames, os outros planos de estudo?
Duas coisas são certas: Não lhes foi dada uma oportunidade e o exame não será o mesmo…
Um amigo enviou-me este poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, dedicando-mo por toda a minha vida política e pessoal, numa fase onde alguns questionam o meu valor.
Obrigado por me reconheceres como tal. Tenho procurado ser vertical e sincero nos meus percursos. Nem sempre é fácil, mas "... a luta continua...".
Aquele abraço.
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Porque
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Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
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Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
i
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.
Para ti mãe, um poema de Eugénio de Andrade. Aquele autor, aquele poema que tanto gostas…
:)
Urgentemente
M
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
A
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
E
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
!
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
10 de Junho dia de Portugal, Camões e das Comunidades.
Dia da morte de Luís Vaz de Camões.
Em sua memória fica um dos seus poemas mais bonitos (para mim…).
Amor é fogo que arde sem se verAmor é fogo que arde sem se ver;É ferida que dói e não se sente;É um contentamento descontente;É dor que desatina sem doer; É um não querer mais que bem querer;É solitário andar por entre a gente;É nunca contentar-se de contente;É cuidar que se ganha em se perder; É querer estar preso por vontade;É servir a quem vence, o vencedor;É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favorNos corações humanos amizade,Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís de Camões
A globalização é hoje um novo conceito de economia. É numa nova ordem económica mundial.
Este novo processo de organização da economia tem-se constituído como um desafio de competição e de sobrevivência para os pequenos grupos empresariais.
Alguns não estão a aguentar a pressão face à liberalização dos mercados.
As leis do mercado, a competitividade, a formação profissional e a qualificação dos recursos humanos são factores decisivos para a continuidade do desenvolvimento e da estabilidade económica das empresas que até agora aguentaram o embate inicial.
O aparecimento de grandes grupos económicos, as fusões e absorção de empresas mais vulneráveis é hoje uma constante.
Até quando o tecido económico nacional aguentará?
O aumento de falências e o consequente aumento do desemprego não estarão cada vez mais a contribuir para a debilidade da economia nacional?
Será este mais um ciclo? Ou o princípio do fim?
O governo abriu várias frentes de combate na sociedade portuguesa, ao procurar alterar e acabar com regimes especiais de vencimentos, reformas, progressões nas carreiras…
Algumas, talvez, injustas e demasiado penalizadoras para os afectados.
Resta saber se este governo vai aguentar a contestação social que aí se avizinha.
"Eu vou receber aquilo a que tenho direito como todos os cidadãos em Portugal".
“Esta celeuma surgiu por causa de alguns bastardos no continente que decidiram desabafar o ódio que têm contra mim.”
“Há uns bastardos da comunicação social do continente. Eu digo bastardos para não ter de lhes chamar filhos da puta.”
Meus senhores e senhoras, este é o Presidente da República das Bananas!!!
Alberto João Jardim, Presidente do Governo Regional da Madeira.
Apetece-me escrever a sua música preferida…
“Quem é que não vê, quem é que não acha que o PSD põe Portugal em marcha…”
Foram várias as medidas de contenção orçamental e de combate ao défice que o governo de Sócrates anunciou nos últimos dias.
As mais faladas, são indiscutivelmente a subida do IVA de 19 para 21%; o congelamento de salários da função pública; o aumento da idade de reforma dos funcionários públicos para os 65 anos… Injustas para uns, e justas para outros.
Porém, o governo também acabará com as benesses para os titulares de cargos políticos ao nível das reformas; retirará benefícios aos administradores de Institutos Públicos e criará uma taxa de IRS de 42% para pessoas que auferem um salário anual superior a 60 mil euros…Outra medida que tornará a vida económica mais transparente é o levantamento do sigilo bancário que aguarda a alteração da legislação em vigor.
Ou seja, desta vez, as medidas também irão afectar os mais ricos.
Assim, o discurso das centrais sindicais e dos partidos que estão à esquerda do PS, que assentam num cínico lamento de que estas medidas afectam só os mais desfavorecidos, cai por terra.
A sobrevivência de pequenos partidos, e dos seus dirigentes, não pode ser feita à custa das graves crises económicas, que comprometem o futuro deste país, e que seriamente urgem ser solucionadas.
Esse é o propósito de Sócrates. Num esforço nacional, feito por todos, resolver a crise com rigor, determinação e seriedade.
Ou será que Sócrates como 1º Ministro tem prazer em aumentar impostos e perder a popularidade e a simpatia do povo português?