A multiplicidade de utilizações de uma bengala…
É aquele que nos alimenta e nos reforça. O que emerge do nosso ser face às turbulências sociais, políticas, económicas e pessoais, que dia a dia nos molham, nos aquecem e nos gelam. Com toda a nossa Alma, que nos alimenta o coração e o pensamento!
Saíram as colocações e nem por isso a sorte (que já acredito ser importante no mundo do ensino), me bateu à porta. Até lá aguardo.
O pensamento e o estado de espírito estão a preto e branco.
Chegam chamadas e mensagens de ânimo e força.
Chegam outras, talvez inesperadas, em tons e formas de conversa desprovidas de sentido… Prova-se, mais uma vez, que gente “parva” também são nossos conhecidos e habitam o mundo…
Mas, compreende-se.
Nem todas as pessoas sabem o que são dificuldades, barreiras, problemas na vida.
Eu já tive a minha quota-parte.
Nem por isso desisto ou baixo os braços.
Olhar sempre em frente, como o meu pai me ensinou e me deixou como lema de vida.
O que mais custa é sempre, o embate inicial. E esse, já se está a dissipar…
Amanhã, já olharei o sol de outra forma!
Não entendo muitas decisões tomadas pelo poder local da terra onde vivo…Não entendo muitas decisões tomadas pelos Ministros e Secretários de Estado…
Decididamente, tenho de voltar à escola, mas desta feita para aprender, porque por vezes acho que ou estou ignorante, ou há pessoas com responsabilidades políticas que devem andar distraídas, mal aconselhadas ou com falta de tacto…
E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos
E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se envolam tantos anos.
David Mourão-Ferreira
Alfredo Keil- Pai do Hino Nacional
Nasceu no ano de 1850, na cidade de Lisboa. Tinha 12 anos quando fez imprimir a sua primeira obra, intitulada "Pensée Musicale", que dedicou à
mãe. A música sempre o seduziu e nela veio a ocupar um lugar de muito destaque. Mas, ainda adolescente, enveredou pela Pintura e, também aí, deu provas de um génio. Por isso, ao longo da vida manteve e cultivou esses dois grandes amores: Música e Belas-Artes. Pintou cerca de dois mil quadros paisagísticos, românticos e cenas geniais. Na música produziu centenas de
trechos sonoros Como pintor, introduziu em Portugal cores e temas germânicos, já que o nosso país era um protector cultural francês.
Quanto à música, estando a nossa produção muito enfeudada aos italianos, porque quase só as óperas italianas eram aplaudidas e postas em cena, imprimiu à sua música um cunho e uma componente nacionalista. A ópera "Serrana" dá início a esse grande ciclo de viragem para um género puramente português.
Os reis obsequiaram-no com vénias, ordens e comendas. Os republicanos conspiraram contra o seu hino, "A Portuguesa", inspirado pela ofensa do ultimato inglês - 1891. Todos, porém, o coroaram: os monárquicos e os republicanos. E ele, com o seu hino (onde se enquadram maravilhosamente as estrofes escritas por Henrique Lopes Mendonça) coroou a República.
A actividade política de Bernardino Machado tem início em 1882, ao ser eleito deputado por Lamego, pelo Partido Regenerador. Em 1886, é novamente eleito para o mesmo cargo, mas agora pelo círculo de Coimbra. Em 1893, faz parte do governo de Hintze Ribeiro, ocupando a pasta de ministro das Obras Públicas. A sua acção vai incidir na elaboração da legislação protectora do trabalho das mulheres e dos menores. Data dessa época a Criação do Tribunal dos Árbitros Avindores, considerado por alguns autores o primeiro Tribunal de Trabalho.
Adere ao Partido Republicano em 31 de Outubro de
Bernardino Machado foi mais do que um político. Foi um ilustre português que amou e trabalhou pela sua pátria com dedicação e competência.
Da janela do meu quarto vejo as chamas que a menos de 2km, e já em zona urbana, queimam tudo por onde passam.
Numa pequena volta que dei pelo concelho, passaram por mim dezenas de carros de várias corporações.
Há chamas com mais de 20m de altura, com casas em perigo e indústrias.
Que nos valham os Bombeiros…
Quando roubamos a um amigo um lugar que tínhamos prometido ajudá-lo a conquistar, ou quando nos divorciamos de um amigo poderoso porque ele não nos deu o lugar de poder que ambicionávamos estamos a escolher um valor: o valor supremo do nosso protagonismo, do nosso poder(...)Em certos casos, de que a política recente nos tem oferecido exemplos copiosos, assistimos até a situações em que o brado à ética surge, alteroso, daqueles que a têm por sinónimo de "interesse".Inês Pedrosa na revista ÚNICA do Expresso
Post via: http://retorica-pt.blogspot.com/
onde pode continuar a ler a reflexão.
Eu fico-me por aqui…
Há pouco, à volta de Fátima e Ourém lavravam 9 incêndios.Neste momento, em Ourém mal se vê o sol.
O ar tornou-se irrespirável. O calor abafador.
Felizes estarão, decerto, os incendiários, que com o fogo arrasam florestas, matas e bens das pessoas que aflitas vivem momentos de pânico.
Por muitos helicópteros e viaturas que os bombeiros tivessem, quem é que com 9 incêndios distintos a lavrar ao mesmo tempo num raio de 20km, conseguia fazer melhor?
Corajosos e destemidos bombeiros que se encontram a defender as populações…
Bem hajam!
Desde a publicação do Códio da Vinci que as pessoas despertaram para uma realidade que desconheciam. Passaram a questionar alguns factos históricos da vida do Homem na terra ao longo dos últimos 2000 anos. Redescobriram os Templários…Questionaram-se sobre as sociedades secretas…Estaria assim tudo tão escondido ou inacessível?
“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”Muita gente usa este pensamento, desconhecendo o seu autor.
Fernando Pessoa de seu nome.
Como há coisas que o tempo não muda.
As palavras são, uma delas…
A eventual candidatura de Mário Soares à próxima Eleição Presidencial ganha maior acuidade com o apoio de José Sócrates e com as pressões que o ex-Presidente da República tem sofrido de vários sectores Soares já emitiu um comunicado onde afirma estar a equacionar a questão.
Antes de se saber mais alguma coisa, é já certo que as Presidenciais de 2006 ganharam uma nova dinâmica com a eventual chegada de um dos maiores e mais importantes homens da democracia em Portugal…
Repentinamente o país despertou para os ordenados elevados que os gestores de Institutos e empresas públicas ganham.
Levantam-se vozes contra os salários que estes nomeados
pelos governos auferem.
Recentemente choveram críticas à nomeação de Fernando Gomes, ex-Presidente da Câmara Municipal do Porto, para a administração da GALP.
Os críticos devem-se ter esquecido que o Porto deve a Fernando Gomes o Metro, o Parque da Cidade, o Porto
a Casa da Música…
Além de ser licenciado em Economia e de ter gerido orçamentos camarários de milhões e milhões de euros por ano… Se um homem desta estripe não tem capacidades para integrar um Conselho de Administração da GALP,
em Portugal, quem terá?
As luzes e o som imprimiam o ritmo dos corpos que se agitavam, em movimentos de libertação para uns, quiçá de moda para outros.Foi mais uma noite onde se encontram caras conhecidas, colegas de escola…
A noite continua a ser um palco onde algumas pessoas encarnam noutras personagens que na vida real jamais poderiam ou conseguiriam ter.
Um palco de encontros e desencontros, onde os problemas da vida, por umas horas, estão a dormir…
Ela perguntou-lhe se era bonita… ele disse que não...
Ela perguntou então se ele queria ficar com ela para sempre… e ele disse que não...
Depois disse: e se eu morresse… choravas?
E ele… sempre não...
Quando ela estava para ir embora a chorar... ele agarrou no braço dela… e disse:
Tu não és bonita… ÉS LINDA...
Eu não quero ficar contigo para sempre...
EU PRECISO DE FICAR CONTIGO PARA SEMPRE...
E se morresses… eu não chorava…
MORRIA TAMBÉM CONTIGO...
Recebi este email de uma amiga. Acreditando na informação que o mesmo contém, e entendendo ser nossa responsabilidade agir de acordo com as regras e normas ambientais, aqui o publico de forma a sensibilizar, mais uns quantos cidadãos.
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Onde colocamos o óleo dos alimentos que fritamos? Também o deita na sanita da sua casa de banho ou talvez, no seu lava loiças, certo? Este é um dos maiores erros que podemos cometer! E porque o fazemos? Talvez, porque ninguém nos diz como o fazer ou não nos informamos. Sendo assim, o melhor que temos de fazer é colocar os óleos utilizados numa daquelas garrafas de plástico, fechá-las e colocá-las no lixo normal (ou seja, o doméstico/orgânico).Todo o lixo orgânico que colocamos nos sacos vai para um local onde são abertos e triados. Assim, as nossas garrafinhas são abertas e vazadas no local adequado, em vez de irem juntamente com os esgotos para uma ETAR - Estação de Tratamento de Águas Residuais, e ser necessário despender milhares de Euros a mais para o seu tratamento.
Um litro de óleo contamina cerca de 1 milhão de litros de água (o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos). De nada adianta criticar os responsáveis pela poluição dos cursos de água se não fizermos a nossa parte. Vamos colaborar!
Depois de citar o filósofo grego Xenofonte para sustentar que "hoje o poder político não se traduz apenas pela capacidade de mando, mas também pela capacidade de persuasão", Freitas do Amaral considera que o Governo "tem tido bastante, mas porventura seria necessário mais". E assume que "se alguma deficiência se pode apontar" a José Sócrates e à sua equipa, "é de não se ter explicado suficientemente a inevitabilidade da subida dos impostos."
O resto na notícia em:
http://dn.sapo.pt/2005/07/19/nacional/freitas_aponta_falhas_comunicacao.html
"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
Miguel Sousa Tavares... (Escritor português, a propósito da perda de sua Mãe, a escritora e poetisa Sophia de Mello-Breyner)
"Um dia uma dona de casa, apanhava gravetos e lenha miúda para o fogão, para fazer o almoço para a família. Ao cortar um galho de uma árvore já tombada na margem do rio, o machado caiu dentro da água.
A mulher suplica a Deus que lhe aparece e pergunta:
- Porque choras?".
A mulher responde que o machado se tinha perdido no rio. E Deus entra nas águas, das quais tira um machado de ouro, e pergunta:
- É este o teu machado?"
A nobre mulher responde:
Não Deus, não é esse."
Deus entra novamente no rio e desta vez tira um machado de prata:
- E este é o teu?"
- Também não", responde a Dona de casa.
Deus volta ao rio de onde tira um machado de ferro e pergunta:
- É este o teu machado?"
- Sim, responde a nobilíssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa dando-lhe de presente os 3 machados.
Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido estavam a passear pela margem do rio quando ele tropeçou e caiu à água. A infeliz mulher então, chora, grita e suplica a Deus que aparece e pergunta:
- Mulher, porque choras?"
A mulher responde que o seu esposo caiu no rio, e imediatamente Deus mergulha e retira das águas o Tom Cruise, e pergunta:
- É este o seu marido?"
- Sim, sim. É ele." - responde a mulher, e Deus enfurece-se.
- "Mulher mentirosa e pecaminosa !!!", exclama.
Mas a mulher rapidamente explica:
- Deus perdoe-me, foi um mal entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor tiraria o Brad Pitt do rio, depois se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria o meu marido, e quando eu dissesse sim o Senhor mandaria que eu ficasse com os 3. Mas eu sou uma humilde e honesta mulher e não poderia cometer tamanho adultério... só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e perdoou-a.
Moral da história:
"As mulheres mentem de um jeito tal que até Deus acredita."