Estou, a partir do dia de hoje, oficialmente desempregado!
Entreguei no Centro de (Des)Emprego os papéis, visto não ter sido colocado.
Aceito propostas de trabalho…
É aquele que nos alimenta e nos reforça. O que emerge do nosso ser face às turbulências sociais, políticas, económicas e pessoais, que dia a dia nos molham, nos aquecem e nos gelam. Com toda a nossa Alma, que nos alimenta o coração e o pensamento!
O que temos assistido nos EUA só acontece porque a Administração Bush sabe que quem vivia naquela cidade, teve tempo e dinheiro para de lá sair. Não é por acaso que as pessoas que vemos na tv são negros pobres, que deambulam na água por entre as ruínas.
Acham mesmo que os EUA, o país todo-poderoso que vai à lua de um dia para o outro, não consegue socorrer os próprios cidadãos que fazem parte da sua riqueza nacional?
Ou será que com tanta tecnologia, conhecimento, estratégia, economia, armamento, não têm sentimentos, coração e amor-próprio?

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa (me) dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes

Alexandre Herculano nasceu em Lisboa em 1810, faleceu em Vale de Lobos, Santarém em 1877.
Saíram as colocações e nem por isso a sorte (que já acredito ser importante no mundo do ensino), me bateu à porta. Até lá aguardo.
O pensamento e o estado de espírito estão a preto e branco.
Chegam chamadas e mensagens de ânimo e força.
Chegam outras, talvez inesperadas, em tons e formas de conversa desprovidas de sentido… Prova-se, mais uma vez, que gente “parva” também são nossos conhecidos e habitam o mundo…
Mas, compreende-se.
Nem todas as pessoas sabem o que são dificuldades, barreiras, problemas na vida.
Eu já tive a minha quota-parte.
Nem por isso desisto ou baixo os braços.
Olhar sempre em frente, como o meu pai me ensinou e me deixou como lema de vida.
O que mais custa é sempre, o embate inicial. E esse, já se está a dissipar…
Amanhã, já olharei o sol de outra forma!
Não entendo muitas decisões tomadas pelo poder local da terra onde vivo…Não entendo muitas decisões tomadas pelos Ministros e Secretários de Estado…
Decididamente, tenho de voltar à escola, mas desta feita para aprender, porque por vezes acho que ou estou ignorante, ou há pessoas com responsabilidades políticas que devem andar distraídas, mal aconselhadas ou com falta de tacto…
E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos
E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se envolam tantos anos.
David Mourão-Ferreira
Alfredo Keil- Pai do Hino Nacional
Nasceu no ano de 1850, na cidade de Lisboa. Tinha 12 anos quando fez imprimir a sua primeira obra, intitulada "Pensée Musicale", que dedicou à
mãe. A música sempre o seduziu e nela veio a ocupar um lugar de muito destaque. Mas, ainda adolescente, enveredou pela Pintura e, também aí, deu provas de um génio. Por isso, ao longo da vida manteve e cultivou esses dois grandes amores: Música e Belas-Artes. Pintou cerca de dois mil quadros paisagísticos, românticos e cenas geniais. Na música produziu centenas de
trechos sonoros Como pintor, introduziu em Portugal cores e temas germânicos, já que o nosso país era um protector cultural francês.
Quanto à música, estando a nossa produção muito enfeudada aos italianos, porque quase só as óperas italianas eram aplaudidas e postas em cena, imprimiu à sua música um cunho e uma componente nacionalista. A ópera "Serrana" dá início a esse grande ciclo de viragem para um género puramente português.
Os reis obsequiaram-no com vénias, ordens e comendas. Os republicanos conspiraram contra o seu hino, "A Portuguesa", inspirado pela ofensa do ultimato inglês - 1891. Todos, porém, o coroaram: os monárquicos e os republicanos. E ele, com o seu hino (onde se enquadram maravilhosamente as estrofes escritas por Henrique Lopes Mendonça) coroou a República.
A actividade política de Bernardino Machado tem início em 1882, ao ser eleito deputado por Lamego, pelo Partido Regenerador. Em 1886, é novamente eleito para o mesmo cargo, mas agora pelo círculo de Coimbra. Em 1893, faz parte do governo de Hintze Ribeiro, ocupando a pasta de ministro das Obras Públicas. A sua acção vai incidir na elaboração da legislação protectora do trabalho das mulheres e dos menores. Data dessa época a Criação do Tribunal dos Árbitros Avindores, considerado por alguns autores o primeiro Tribunal de Trabalho.
Adere ao Partido Republicano em 31 de Outubro de
Bernardino Machado foi mais do que um político. Foi um ilustre português que amou e trabalhou pela sua pátria com dedicação e competência.
Da janela do meu quarto vejo as chamas que a menos de 2km, e já em zona urbana, queimam tudo por onde passam.
Numa pequena volta que dei pelo concelho, passaram por mim dezenas de carros de várias corporações.
Há chamas com mais de 20m de altura, com casas em perigo e indústrias.
Que nos valham os Bombeiros…
Quando roubamos a um amigo um lugar que tínhamos prometido ajudá-lo a conquistar, ou quando nos divorciamos de um amigo poderoso porque ele não nos deu o lugar de poder que ambicionávamos estamos a escolher um valor: o valor supremo do nosso protagonismo, do nosso poder(...)Em certos casos, de que a política recente nos tem oferecido exemplos copiosos, assistimos até a situações em que o brado à ética surge, alteroso, daqueles que a têm por sinónimo de "interesse".Inês Pedrosa na revista ÚNICA do Expresso
Post via: http://retorica-pt.blogspot.com/
onde pode continuar a ler a reflexão.
Eu fico-me por aqui…
Há pouco, à volta de Fátima e Ourém lavravam 9 incêndios.Neste momento, em Ourém mal se vê o sol.
O ar tornou-se irrespirável. O calor abafador.
Felizes estarão, decerto, os incendiários, que com o fogo arrasam florestas, matas e bens das pessoas que aflitas vivem momentos de pânico.
Por muitos helicópteros e viaturas que os bombeiros tivessem, quem é que com 9 incêndios distintos a lavrar ao mesmo tempo num raio de 20km, conseguia fazer melhor?
Corajosos e destemidos bombeiros que se encontram a defender as populações…
Bem hajam!
Desde a publicação do Códio da Vinci que as pessoas despertaram para uma realidade que desconheciam. Passaram a questionar alguns factos históricos da vida do Homem na terra ao longo dos últimos 2000 anos. Redescobriram os Templários…Questionaram-se sobre as sociedades secretas…Estaria assim tudo tão escondido ou inacessível?
“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”Muita gente usa este pensamento, desconhecendo o seu autor.
Fernando Pessoa de seu nome.
Como há coisas que o tempo não muda.
As palavras são, uma delas…
A eventual candidatura de Mário Soares à próxima Eleição Presidencial ganha maior acuidade com o apoio de José Sócrates e com as pressões que o ex-Presidente da República tem sofrido de vários sectores Soares já emitiu um comunicado onde afirma estar a equacionar a questão.
Antes de se saber mais alguma coisa, é já certo que as Presidenciais de 2006 ganharam uma nova dinâmica com a eventual chegada de um dos maiores e mais importantes homens da democracia em Portugal…
Repentinamente o país despertou para os ordenados elevados que os gestores de Institutos e empresas públicas ganham.
Levantam-se vozes contra os salários que estes nomeados
pelos governos auferem.
Recentemente choveram críticas à nomeação de Fernando Gomes, ex-Presidente da Câmara Municipal do Porto, para a administração da GALP.
Os críticos devem-se ter esquecido que o Porto deve a Fernando Gomes o Metro, o Parque da Cidade, o Porto
a Casa da Música…
Além de ser licenciado em Economia e de ter gerido orçamentos camarários de milhões e milhões de euros por ano… Se um homem desta estripe não tem capacidades para integrar um Conselho de Administração da GALP,
em Portugal, quem terá?
As luzes e o som imprimiam o ritmo dos corpos que se agitavam, em movimentos de libertação para uns, quiçá de moda para outros.Foi mais uma noite onde se encontram caras conhecidas, colegas de escola…
A noite continua a ser um palco onde algumas pessoas encarnam noutras personagens que na vida real jamais poderiam ou conseguiriam ter.
Um palco de encontros e desencontros, onde os problemas da vida, por umas horas, estão a dormir…