domingo, 18 de setembro de 2005
quinta-feira, 15 de setembro de 2005
quarta-feira, 14 de setembro de 2005
segunda-feira, 12 de setembro de 2005
domingo, 11 de setembro de 2005
Credibilidade?

«Nas mais diversas Câmaras Municipais do País há projectos imobiliários que só podem ter sido aprovados por corruptos ou atrasados mentais».
Paulo Morais, vice-presidente da Câmara do Porto com pelouro do urbanismo
«Visão», 25-8-05.
É este PSD que quer dar um novo rumo a Portugal?
É que o Paulo Morais foi afastado das listas do PSD por alguma razão…
Parabéns Sporting!
sábado, 10 de setembro de 2005
Mamã, mamã...
sexta-feira, 9 de setembro de 2005
Reflexão...
quinta-feira, 8 de setembro de 2005
terça-feira, 6 de setembro de 2005
Daqui a 3 meses...
segunda-feira, 5 de setembro de 2005
Desempregado...
sábado, 3 de setembro de 2005
A vergonha nacional...
O que temos assistido nos EUA só acontece porque a Administração Bush sabe que quem vivia naquela cidade, teve tempo e dinheiro para de lá sair. Não é por acaso que as pessoas que vemos na tv são negros pobres, que deambulam na água por entre as ruínas.
Acham mesmo que os EUA, o país todo-poderoso que vai à lua de um dia para o outro, não consegue socorrer os próprios cidadãos que fazem parte da sua riqueza nacional?
Ou será que com tanta tecnologia, conhecimento, estratégia, economia, armamento, não têm sentimentos, coração e amor-próprio?
sexta-feira, 2 de setembro de 2005
Soneto da Fidelidade...

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa (me) dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes
quinta-feira, 1 de setembro de 2005
Grandes Homens III

Alexandre Herculano nasceu em Lisboa em 1810, faleceu em Vale de Lobos, Santarém em 1877.
quarta-feira, 31 de agosto de 2005
terça-feira, 30 de agosto de 2005
Estados de espírito...
Saíram as colocações e nem por isso a sorte (que já acredito ser importante no mundo do ensino), me bateu à porta. Até lá aguardo.
O pensamento e o estado de espírito estão a preto e branco.
Chegam chamadas e mensagens de ânimo e força.
Chegam outras, talvez inesperadas, em tons e formas de conversa desprovidas de sentido… Prova-se, mais uma vez, que gente “parva” também são nossos conhecidos e habitam o mundo…
Mas, compreende-se.
Nem todas as pessoas sabem o que são dificuldades, barreiras, problemas na vida.
Eu já tive a minha quota-parte.
Nem por isso desisto ou baixo os braços.
Olhar sempre em frente, como o meu pai me ensinou e me deixou como lema de vida.
O que mais custa é sempre, o embate inicial. E esse, já se está a dissipar…
Amanhã, já olharei o sol de outra forma!
segunda-feira, 29 de agosto de 2005
I don't understand...
Não entendo muitas decisões tomadas pelo poder local da terra onde vivo…Não entendo muitas decisões tomadas pelos Ministros e Secretários de Estado…
Decididamente, tenho de voltar à escola, mas desta feita para aprender, porque por vezes acho que ou estou ignorante, ou há pessoas com responsabilidades políticas que devem andar distraídas, mal aconselhadas ou com falta de tacto…
sábado, 27 de agosto de 2005
E por vezes...
E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos
E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se envolam tantos anos.
David Mourão-Ferreira
Novas técnicas...
sexta-feira, 26 de agosto de 2005
Grandes Homens II
Alfredo Keil- Pai do Hino Nacional
Nasceu no ano de 1850, na cidade de Lisboa. Tinha 12 anos quando fez imprimir a sua primeira obra, intitulada "Pensée Musicale", que dedicou à
mãe. A música sempre o seduziu e nela veio a ocupar um lugar de muito destaque. Mas, ainda adolescente, enveredou pela Pintura e, também aí, deu provas de um génio. Por isso, ao longo da vida manteve e cultivou esses dois grandes amores: Música e Belas-Artes. Pintou cerca de dois mil quadros paisagísticos, românticos e cenas geniais. Na música produziu centenas de
trechos sonoros Como pintor, introduziu em Portugal cores e temas germânicos, já que o nosso país era um protector cultural francês.
Quanto à música, estando a nossa produção muito enfeudada aos italianos, porque quase só as óperas italianas eram aplaudidas e postas em cena, imprimiu à sua música um cunho e uma componente nacionalista. A ópera "Serrana" dá início a esse grande ciclo de viragem para um género puramente português.
Os reis obsequiaram-no com vénias, ordens e comendas. Os republicanos conspiraram contra o seu hino, "A Portuguesa", inspirado pela ofensa do ultimato inglês - 1891. Todos, porém, o coroaram: os monárquicos e os republicanos. E ele, com o seu hino (onde se enquadram maravilhosamente as estrofes escritas por Henrique Lopes Mendonça) coroou a República.
quinta-feira, 25 de agosto de 2005
quarta-feira, 24 de agosto de 2005
terça-feira, 23 de agosto de 2005
segunda-feira, 22 de agosto de 2005
Solução...
Grandes Homens I
A actividade política de Bernardino Machado tem início em 1882, ao ser eleito deputado por Lamego, pelo Partido Regenerador. Em 1886, é novamente eleito para o mesmo cargo, mas agora pelo círculo de Coimbra. Em 1893, faz parte do governo de Hintze Ribeiro, ocupando a pasta de ministro das Obras Públicas. A sua acção vai incidir na elaboração da legislação protectora do trabalho das mulheres e dos menores. Data dessa época a Criação do Tribunal dos Árbitros Avindores, considerado por alguns autores o primeiro Tribunal de Trabalho.
Adere ao Partido Republicano em 31 de Outubro de
- Ministro dos Negócios Estrangeiros no Governo Provisório;
- Deputado à Câmara Alta até 1915;
- Candidato à Presidência da República nas eleições de 24 de Agosto de 1911, em que é eleito Manuel de Arriaga por 121 votos contra 86;
- Ministro e embaixador no Brasil, desde 20 de Janeiro de 1912;
- Presidente do Ministério, Ministro dos Negócios Estrangeiros e do Interior entre 9 de Fevereiro de 1914 e 23 de Junho do mesmo ano;
- Presidente do Ministério e Ministro do Interior desde aquela última data até 12 de Dezembro de 1914. Ministro da Justiça interino até 22 de Julho;
- Presidente da República, eleito no escrutínio de 6 de Agosto de 1914 por 134 votos a favor contra 18 de Correia Barreto. Foi deposto na sequência do movimento comandado por Sidónio Pais e expulso do país. Após a queda do sidonismo regressa em força à actividade política;
- Eleito senador em 1919;
- Presidente do Ministério e ministro do Interior entre 2 de Março de 1921 e 23 de Maio do mesmo ano; ministro da Agricultura interino, no mesmo Ministério até 4 de Maio;
- Candidato à Presidência da República em 1923, nas eleições de 6 de Agosto de 1923, em que foi eleito Manuel Teixeira Gomes por 121 votos contra 5 de Bernardino Machado;
- Presidente da República, desde 1925, na sequência da resignação de Teixeira Gomes. Eleito por 148 votos. Não terminou o mandato que foi interrompido na sequência do movimento militar do 28 de Maio de 1926.
Bernardino Machado foi mais do que um político. Foi um ilustre português que amou e trabalhou pela sua pátria com dedicação e competência.
sábado, 20 de agosto de 2005
Ourém continua a arder...
Da janela do meu quarto vejo as chamas que a menos de 2km, e já em zona urbana, queimam tudo por onde passam.
Numa pequena volta que dei pelo concelho, passaram por mim dezenas de carros de várias corporações.
Há chamas com mais de 20m de altura, com casas em perigo e indústrias.
Que nos valham os Bombeiros…
Apanhado!
sexta-feira, 19 de agosto de 2005
quinta-feira, 18 de agosto de 2005
quarta-feira, 17 de agosto de 2005
terça-feira, 16 de agosto de 2005
Amar pode doer... Mas...
Nem que seja, para cair...
sábado, 13 de agosto de 2005
sexta-feira, 12 de agosto de 2005
Trocadilho...
Sem alcool!
quinta-feira, 11 de agosto de 2005
Valores superiores...
terça-feira, 9 de agosto de 2005
As voltas da vida política...
Quando roubamos a um amigo um lugar que tínhamos prometido ajudá-lo a conquistar, ou quando nos divorciamos de um amigo poderoso porque ele não nos deu o lugar de poder que ambicionávamos estamos a escolher um valor: o valor supremo do nosso protagonismo, do nosso poder(...)Em certos casos, de que a política recente nos tem oferecido exemplos copiosos, assistimos até a situações em que o brado à ética surge, alteroso, daqueles que a têm por sinónimo de "interesse".Inês Pedrosa na revista ÚNICA do Expresso
Post via: http://retorica-pt.blogspot.com/
onde pode continuar a ler a reflexão.
Eu fico-me por aqui…
segunda-feira, 8 de agosto de 2005
Oh yes!
sábado, 6 de agosto de 2005
Quando e onde?
sexta-feira, 5 de agosto de 2005
quinta-feira, 4 de agosto de 2005
Incêndios!
Há pouco, à volta de Fátima e Ourém lavravam 9 incêndios.Neste momento, em Ourém mal se vê o sol.
O ar tornou-se irrespirável. O calor abafador.
Felizes estarão, decerto, os incendiários, que com o fogo arrasam florestas, matas e bens das pessoas que aflitas vivem momentos de pânico.
Por muitos helicópteros e viaturas que os bombeiros tivessem, quem é que com 9 incêndios distintos a lavrar ao mesmo tempo num raio de 20km, conseguia fazer melhor?
Corajosos e destemidos bombeiros que se encontram a defender as populações…
Bem hajam!
quarta-feira, 3 de agosto de 2005
A criação...
segunda-feira, 1 de agosto de 2005
2005 anos depois...
Desde a publicação do Códio da Vinci que as pessoas despertaram para uma realidade que desconheciam. Passaram a questionar alguns factos históricos da vida do Homem na terra ao longo dos últimos 2000 anos. Redescobriram os Templários…Questionaram-se sobre as sociedades secretas…Estaria assim tudo tão escondido ou inacessível?



































