terça-feira, 22 de agosto de 2006

O tempo...

"Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez a tua rosa tão
importante".

Antoine de Saint-Exupéry


domingo, 20 de agosto de 2006

Regresso do futebol

Regressam os jogos à televisão.

Pode ser que mesmo com o também regresso do calor, os fogos abrandem…

Talvez a melhor solução para ter árvores, seja dentro de campos de futebol…

sábado, 19 de agosto de 2006

É como acertar no totoloto!

Saíram os concursos.

Não fui colocado.

Tal como colegas que trabalham há 7, 8 anos…

E professores com 12 e mais anos de serviço foram parar longe das escolas onde sempre leccionaram.

Já ouvi expressões e frases de lamento e desespero que mexem com qualquer um. Afinal, é a vida de milhares de pessoas que estão em causa.

Mais do que isso. É o sacrifício de alterações, mudanças, dúvidas de reformas políticas dúbias e questionáveis.

sexta-feira, 18 de agosto de 2006

Que tal o Bush, ali...

Porque não foi aspirada uma pessoa de média idade?

Porque é que não foi aspirado um objecto pesado?

Porque é que meteram aquela senhora, cheia de saber ganho pelo passar dos anos, numa posição tão incómoda…?

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

A espera...

A partir de hoje aguardo a saída das colocações.

Resta saber até quando, onde ou se serei colocado até Dezembro deste ano…

domingo, 13 de agosto de 2006

Explicações...

Podem haver mil e uma formas de explicar acontecimentos, factos, ocorrências…

Mas, existirem mais de 500 fogos num só dia, num país tão pequeno, não passa por desleixo das populações, foguetes ou pic-niques…

Como na Torre...

sábado, 12 de agosto de 2006

terça-feira, 8 de agosto de 2006

Fogos em Ourém

Ontem os fogos voltaram em força no concelho de Ourém.

Gostava de ajudar. Mas, como não posso, acabe por passar por uma superfície comercial e comprar leite e água que deixei no Quartel dos Bombeiros de Ourém.

Sei que foi pouco. Mas, foi de coração.

Espero que não voltem a deflagrar fogos daquelas dimensões, muitos deles resultantes de desleixo… outros de fogo posto.

domingo, 6 de agosto de 2006

Pena original...

Este devia ser o castigo e a aflição para aqueles que entram nas casas alheias, levam o que não lhes pertence e continuam impunes…

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

Pensamento VII

"Se todos os meus amigos morrerem, eu desabo!

Por isso é que sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E envergonho-me porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar".

Vinicius de Moraes

segunda-feira, 31 de julho de 2006

Até quando?

A recente guerra entre Israel e o Hezbollah entra em nossas casas com os destroços materiais e os relatos de perdas de vidas humanas.

Nesta região, onde os fundamentalismos religiosos condicionam o valor da vida humana, questionamos a importância da religião, quando comparada com o ver, o respirar, o ouvir, o crescer e o viver… em paz...

sábado, 29 de julho de 2006

Regresso...

Foram curtos e poucos os dias de algum descanso.

Mas, compensaram pelos novos locais visitados, pelas novas pessoas conhecidas, pela perspectiva de vida que se adquire após novas vivências…

domingo, 23 de julho de 2006

Não se admirem...

Se nos próximos dias me virem por aqui, não se admirem…

Contrariedades...

Para a maioria dos portugueses que estão na praia, esta será uma realidade muito próxima, daquilo que muitos consideram o descanso…

quarta-feira, 19 de julho de 2006

Pensamento V

"Não existe outro caminho para a solidariedade humana senão a
procura e o respeito da dignidade individual".

Leconte du Noüy


Crítica com humor...

O nosso Primeiro Ministro, tanto fala em Choque Tecnológico, Banda Larga e outras tecnologias, que já lhe atribuíram uma foto muito explícita…

segunda-feira, 17 de julho de 2006

Fogo em Ourém

Está a lavrar um fogo na freguesia de Atouguia, com grande intensidade. Mesmo às portas da cidade de Ourém.

Combatido pelos Bombeiros de Ourém, com a ajuda de um helicóptero e de um avião.

Esta é a imagem desoladora que leva mata e alguma floresta, junto a habitações…

Só podem ser coincidências...

Coincidências, ou não, durante o Mundial de Futebol poucos foram os incêndios registados a nível nacional. Incêndios de grandes dimensões…

Curiosamente, em Ourém, a partir de sábado (dia em que Portugal disputou o 3º lugar)começaram a soar as sirenes dos bombeiros…

E no resto do país é o que se sabe...

Coincidências…

quarta-feira, 12 de julho de 2006

Em Ourém há mais...

Passem por Ourém, que há muitas situações que dão boas fotos para o “Portugal no Seu Melhor”…

domingo, 9 de julho de 2006

Parabéns Portugal!

O 4º lugar num Mundial é um feito superior que merece ser enaltecido e destacado.

Tendo em conta o imediatismo e o peso do futebol na economia mundial, e as ligações históricas dos povos aos seus representantes dentro do campo, ser português, hoje, é motivo de orgulho e satisfação.

De parabéns estão todos os jogadores, equipa técnica e médica que nos permitiram um lugar cimeiro sob as cores verdes e vermelhas das bandeiras que decoram o país…

sábado, 8 de julho de 2006

Seres humanos ou animais....?

O individualismo impera na nossa sociedade, assim como o atropelo na procura de mais e melhor para cada um, mesmo que tenham de passar por cima dos outros... comentava um destes dias um respeitável cidadão deste país através de artigo de opinião num jornal nacional.

Infelizmente, talvez mais do que isso.

A cada dia que passa assistimos, e relatam-nos situações do dia a dia, entre pessoas, que mais parecem histórias da Savana Africana onde os animais caçam as suas presas pela sua sobrevivência…

Mas, não será o raciocínio e o caminho que este nos permite desenvolver, que nos distingue dos seres animais irracionais?

sexta-feira, 7 de julho de 2006

Brasão de valores...

Este brasão, que da história de Ourém faz parte, na história nacional é referência de homens de moral e costumes irrepreensíveis...
Pena já não haverem tantos homens e mulheres assim, nos dias de hoje...

Carta Aberta à Sr.ª Ministra da Educação


Esta carta tem como objectivo contribuir para a reflexão acerca da Qualidade da Educação do nosso país. Neste sentido, e ao invés de contestar ponto por ponto a proposta de alteração ao Estatuto da Carreira Docente, os docentes deste país ficam-se pelas suas consequências, o tal efeito prático que a Ministra prefere dissimular num jogo falacioso, atirando-nos, pais e professores, uns contra os outros. O facto de chamar os pais à escola e a avaliação dos Docentes pelos Pais e Encarregados de Educação, representa apenas a ponta de um iceberg, uma linha de texto num documento de 54 páginas... Interessa apenas a quem se limita a promover manobras de diversão facilmente identificáveis, parecendo ignorar que nenhum professor sério irá temer se for avaliado de forma séria. É vergonhoso, verificar o calculismo e a facilidade com que a Ministra aborda a questão complexa, como é a de avaliar os desempenhos dos professores, sem o mínimo de profundidade. Recorrendo à mera hipótese do novo estatuto ser aprovado, o docente teria um número fechado de vagas para Muito Bons e Excelentes. Assim, e se, num acaso, os professores de uma escola excederem o número premeditado de Excelentes? Escolher-se-iam os melhores dos melhores e passar-se-iam os outros para Muito Bom e os que tinham a dita nota para o Bom? Ou, numa outra eventualidade, rasurar-se-iam as notas, de forma a não se levantarem polémicas no seio de uma escola que se quer unida e sempre controlada? Talvez se vislumbre uma resposta se se conhecerem melhor os dezasseis pontos em que o hipotético docente será avaliado, previsto no artigo 46º do hipotético novo estatuto: .. o professor será avaliado pelos resultados escolares dos alunos. Explicar-nos-á a Sr.ª Ministra como pode um professor de uma má escola, e em muitas “má” será sempre um doce eufemismo, ter o mesmo nível de qualidade na sua avaliação de um colega seu numa boa escola? Será então que os professores têm as mesmas medidas e oportunidades de uma boa avaliação? Ou, por outro lado, bastará que se avalie positivamente os alunos, independentemente da realidade? ... o professor será avaliado pelas taxas de abandono escolar? Certamente que no Ministério anda à procura de uma resposta coerente a esta pergunta. Imaginemos que existe uma comunidade de etnia cigana numa escola ou que em determinada localidade, e não são assim tão poucas, os pais querem retirar os filhos da escola para que trabalhem com eles. Como pode o professor ser penalizado por uma situação como esta onde a responsabilidade não lhe cabe? Não se deveriam criar medidas coerentes para um mundo real? Neste caso como seria, então? Seriam penalizados todos os docentes daquela escola ou apenas daquela turma? Não será esta uma medida, em que se acusam os professores sem que se criem segundas verdadeiras opções para os jovens que abandonam o ensino ou que simplesmente querem mais? Terá a Sr.ª Ministra intenção de instigar ao mau ambiente na sala de professores ou a de tornar menos transparentes algumas avaliações? Haverá aqui uma vontade de tornar ambíguo o que se quer simples e preciso? Consegue a Sr.ª Ministra avaliar com a exacta certeza uma pessoa que nunca viu e cuja imagem foi construída apenas por uma criança ou pelos comentários de outras? Serão todos os pais capazes de avaliar os professores através de quase nada? É essa a avaliação que pede aos professores, quando se trata de avaliar os seus alunos? Avaliar com pouco? Mas sempre num nível positivo, de forma a não transtornar os pais? A Sr.ª Ministra quer que acreditemos que uma avaliação realizada desta forma irá ser objectiva e transparente? Muito embora cada um dos pontos tenha um peso, tal questão parece-nos condenada ao fracasso, sendo observada de um ponto de vista rigoroso. .. avaliação através da observação de aulas? Quais são os critérios adoptados pela Sr.ª Ministra? Imaginemos que decorre a avaliação de dois docentes distintos em dois locais diversos. Cada um dos quais está a ser medido por um hipotético professor titular. Imaginemos que são duas escolas em meios diferentes. Encontra-se a Sr.ª Ministra capaz de nos assegurar que ambas as avaliações serão correctas ou que, sendo invertidos os lugares, os docentes manteriam a mesma qualificação ou quase? Nestas contas entram factores demasiado subjectivos. Numa mesma escola, o mesmo professor pode obter dois níveis diferentes, se for avaliado, por exemplo, por titulares de distintas sensibilidades. Suponhamos, por outro lado, que a aula corre mal, porque o professor está engripado ou porque os alunos vieram de uma visita de estudo. Será sério avaliar todo um ano escolar com três visitas à sala? Os docentes passariam a ser avaliados em dezasseis pontos ou itens de classificação como lhe chama a Sr.ª Ministra. Destes, quinze são perfeitamente subjectivos, e um deles, o que respeita à assiduidade, o único preciso porque se trata de um número, a Sr.ª Ministra trata-o com ligeireza. A Sr.ª Ministra não se nega a coarctar aos docentes qualquer esperança, ainda que infeliz, de poderem assegurar o seu desempenho se caírem doentes numa cama. O professor passa, assim, a ser obrigado a cumprir 97% do seu serviço lectivo, se quiser progredir na carreira. Será assim tão óbvia e tão simples esta leitura? Três por cento de faltas como máximo, representa cinco dias de faltas por ano? Explique-nos, por favor, a Sr.ª Ministra como justifica o facto de não poder estar doente. Fazemos notar que não falamos apenas de nós próprios, aqui também cabe a assistência à família. Repare a Sr.ª Ministra que os professores lidam com crianças, cerca de vinte e cinco por cada uma das cinco turma (em média), e que estas mesmas crianças adoecem e se constipam e nos constipam. E mais vale ficarmos um dia em casa e recuperar a saúde, do que prestar um mau serviço público. Os docentes têm respeito pela sua profissão. Nenhum professor sério falta para ficar a dormir. Teremos que “contagiar” toda uma escola necessariamente, em nome da graduação profissional, uma vez que só serão devidamente justificadas as doenças em regime ambulatório?!? Por outro lado, repare Sr.ª Ministra, que a grande maioria dos docentes está deslocada da sua casa, longe dos seus familiares. Esta enorme massa humana que se desloca pelo país, em milhares de quilómetros mensais, aos princípios e fins-de-semana, em veículo próprio, e que entrega dinheiro ao estado nos impostos de combustíveis, está muito sujeita a ter contratempos na estrada ou com a mecânica do seu automóvel, e que, a partir de agora, estes mesmos cidadãos manterão esta distância durante três e depois quatro anos... No que diz respeito às mães ou futuras mães, não compreendemos como pode a Sr.ª Ministra querer avançar com um estatuto que as espartilhará – a maternidade é um direito protegido pela Constituição da República Portuguesa. É-nos dito que, no decorrer desse ano, a docente não será avaliada, pelo que a mãe terá nesse ano a mesma classificação que lhe for atribuída no seguinte, ou seja, bastar-lhe-á faltar seis dias para que... Saberá a Sr.ª Ministra o complexo que é cuidar de uma criança durante os primeiros meses e anos de vida? Numa primeira fase, a do período do parto, o novo estatuto salvaguarda as mães para depois as deixar desamparadas numa segunda fase, como se a maternidade se esgotasse no acto de “dar à luz”. Contempla alguns destes dados na sua proposta, Sr.ª Ministra? Como quer a Sr.ª Ministra estabilidade docente, aquela que tanto aclama, convencendo apenas quem ignora a realidade do que é ser educador, se qualquer uma das acções que toma vai no sentido de criar instabilidade e insatisfação? Como quer a Sr.ª Ministra um alto nível de rendimento escolar e uma enorme qualidade para a Educação quando atira medidas laças para cima de uma mesa, onde se discute o futuro? Este é um assunto sério, Sr.ª Ministra, nenhum professor está aqui para brincar!

Junho de 2006

Um grupo de Professores desrespeitados

domingo, 2 de julho de 2006

Fases...


1ª fase (antes de 1974): O aluno ao matricular-se ficava automaticamente chumbado. Teria de provar o contrário ao professor.

2ª fase (até 1992): O aluno ao matricular-se arriscava-se a passar.

3ª fase (actual): O aluno ao matricular-se já transitou automaticamente de ano, salvo casos muito excepcionais e devidamente documentados pelo professor, que terá de incluir no processo, obrigatoriamente um "curriculum vitae" extremamente detalhado do aluno e nalguns casos da própria família.

4ª fase ( em vigor a partir de 2007): O professor está proibido de chumbar o aluno; nesta fase quem é avaliado é o próprio professor, pelo aluno e respectiva família, correndo o risco (quase certo) de chumbar...

Financiado pela Blogotinha!

quarta-feira, 28 de junho de 2006

terça-feira, 27 de junho de 2006

Paixão Made in Portugal!

Atenção a quem compra no IKEA, na Moviflor…

Por vezes os materiais deles não suportam a paixão portuguesa…


sábado, 24 de junho de 2006

Eterna questão...

As dicotomias sociais vivem lado a lado, perante a indiferença do poder económico e daqueles que a ele têm acesso…

Será este o mundo que perpetua dia após dia a indiferença humana, o egocentrismo e o egoísmo?

quarta-feira, 21 de junho de 2006

Alternativa...

Há quem se queixe de não viajar.

Há quem viaje muito.

Esta é sempre uma alternativa…

domingo, 18 de junho de 2006

A Ministra está atenta... Está, está!!!

Instada na Maia acerca da assustadora realidade da violência nas escolas, que há muito faz parte do quotidiano de professores, funcionários e alunos, mas que só agora, em virtude de uma reportagem da RTP, chegou à agenda mediática, a ministra da Educação limitou-se a dizer que "está atenta". Podemos, pois, ficar tranquilos. Só até Abril deste ano, a PSP já detectou, em escolas de todo o país, 50 armas na posse de alunos, facas, navalhas, mas também sete armas de fogo, mas a ministra está atenta. Os furtos e roubos multiplicam-se, mas a ministra está atenta. Em mês e meio, a PSP instaurou 22 processos por venda de álcool a menores nas proximidades de escolas, apreendeu 40 doses de cocaína, 52 de heroína, 1498 de haxixe e recebeu 49 queixas de atentado ao pudor, mas a ministra está atenta. No ano lectivo 2004/2005, o próprio Ministério registou mais de 1200 agressões no interior das escolas (às vezes dentro da sala de aula) e 191 alunos, professores e funcionários tiveram que receber tratamento hospitalar, mas não temos que nos preocupar porque a ministra está atenta. E, provavelmente, virá um dia destes a público dizer que a culpa é dos professores e que a coisa se resolve pondo os pais dos delinquentes a avaliar a sua competência.

sexta-feira, 16 de junho de 2006

Como diz a Gotinha: como se fosse muito estúpida...!

Na Proposta da Ministra, um professor só se pode candidatar à progressão se não tiver dado mais de 5 faltas por ano.

Mas quais são os tipos de faltas que contam…?

Se um filho adoecer e o professor tiver que ir ao médico e ou ficar com ele em casa 2 dias já não pode progredir…

Se um professor for hospitalizado por acidente ou se tiver que fazer acompanhamento a um familiar doente já não pode progredir…?

Se um professor chegar 5 minutos atrasado à escola, porque apanhou um acidente pelo caminho, como já me aconteceu, tem de fazer um pré-aviso de falta? Como…?

quinta-feira, 15 de junho de 2006

Precisa do Ferreira...

O que os responsáveis do Ministério da Educação querem alterar no Estatuto da Carreira Docente irá deixar marcas que se repercutirão durante anos e que marcarão várias gerações…

Estará Sócrates ciente das injustiças que querem implementar…?

Uma coisa é certa: esta Ministra já está marcada…!

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Fernando Pessoa...

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas
vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do
mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um "não".

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta...
Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo.”

Antena em Mansão...

Que ninguém perca os jogos do mundial…

quarta-feira, 7 de junho de 2006

segunda-feira, 5 de junho de 2006

quarta-feira, 31 de maio de 2006

Fala, fala, mas...

“A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, responsabilizou segunda-feira os professores pelo insucesso escolar e a falta de qualificação dos alunos e criticou o funcionamento dos estabelecimentos de ensino.

Na abertura de uma série de seminários, promovidos pelo Conselho Nacional de Educação, no Fórum da Maia, Maria de Lurdes Rodrigues disse que o trabalho dos professores «não se encontra aos serviço dos resultados e das aprendizagens».

Maria de Lurdes Rodrigues lamentou também que a escola não esteja a combater as desigualdades sociais.

E considerou os professores como uma classe com uma cultura profissional (que comparou com os médicos) que não têm como objectivo o sucesso educativo dos alunos, como escreveu o Diário de Notícias.

Alguns docentes presentes no evento não gostaram das palavras da ministra e protestaram, exortando a governante a adoptar um discurso que respeite a sua dignidade profissional.

A governante já apontou várias vezes a falta de mobilização da escola para os resultados dos alunos.”

l

Esta notícia dá aos professores a motivação que precisamos para desempenharmos as nossas funções com energia, alegria...

Aliás, a reportagem que passou ontem na RTP 1 onde assistimos a actos de violência, desrespeito pelos professores e ausência de condições mínimas para exercer uma profissão e aprender, dá toda a razão à Ministra.

Realmente, com alunos assim, não são precisos professores nas escolas. Talvez polícias. Talvez Ministros, como a actual, da Educação...

Gostava de a ver a dar uma aula a certas turmas que tenho…

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Mais uma afronta aos professores...


O Ministério da Educação está a rever o Estatuto da Carreira Docente. Prevê alterações incomportáveis para os professores, mais uma vez.

Sem necessidade, vai comprar “uma guerra” com custos para o país…

Há reformas que não precisam de ser feitas. Há temas que não precisam de ser alterados. Para que é que vão mexer nestes temas? Temos o exemplo de outros países onde o que estão a querer mudar em Portugal, já deu “buraco”…

Eu, como Socialista, farei greve, manifestar-me-ei e estarei contra estas medidas caso as mesmas sejam implementadas.

Há limites, e os responsáveis do Ministério da Educação, estão a afrontar uma classe que tem um peso e uma importância social, demasiado importante para o futuro do país...

domingo, 28 de maio de 2006

Onde está a moral?

Recebi um mail de uma amiga que me dava conta desta situação. Apesar da mesma não me ser desconhecida, fiquei admirado ao constatar a realidade total, da mesma. Independentemente de quem seja Governador ou membro do Banco de Portugal, acho que esta situação, entre outras, é uma vergonha e um atentado aos trabalhadores portugueses que diariamente se empenham para construir um Portugal melhor, próspero e desenvolvido…

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É sabido que no Banco de Portugal existem mordomias, mas o salário do Conselho de Administração era segredo até os jornais divulgarem que só o governador Vítor Constâncio recebe 280.000 Euros anuais, fora outras despesas.

Consultando o congénere dos EUA, o Federal Reserve o salário de Alan Greenspan, Chairman é de 180.100 USD anuais fixados pelo Congresso, não por eles próprios!

ver: http://www.federalreserve.gov/generalinfo/faq/faqbog.htm#3

Ora convertendo em euros temos : 149.771 Euros.

Então o homem que é escutado atentamente pelo mundo financeiro, cuja decisão sobre as taxas de juro nos afecta a todos, ganha menos que outro de um país pobre, pequeno, periférico e que depende das taxas fixadas por outros bancos…?

Até a reforma do Mira Amaral é superior..... à do ALAN GREENSPAN!...

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Nada mais certo...

"Há pessoas que amam o poder e outras que têm o poder de amar".
Bob Marley

Lixo... ou...?

Por vezes menosprezamos coisas e imagens, por não as olharmos profundamente e retirarmos o que de positivo e bonito elas têm… A beleza reside, também, na forma como olhamos, como dedicamos tempo e intensidade a tudo o que nos rodeia…

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Tempo de...?

Esse mesmo.

Esse que nos consome.

Esse que nos acompanha na vida.

Esse que nos condiciona e nos ajuda em várias e díspares situações.

Esse que nos falta, para a família e amigos.

Esse que consumimos desenfreadamente, sem o aproveitarmos da melhor forma.

Esse…

sábado, 20 de maio de 2006

Olham e olham...

Por vezes, talvez por excesso de zelo, o carro da polícia e os dois agentes circulam a 5 km à hora, olham-me como se um criminoso ou delinquente eu seja.

Isto é estranho na minha terra, na minha rua, à porta de minha casa…

Conhecem-me... Será que tenho cara de psicopata? Tenho de ir fazer uma plástica!

quarta-feira, 17 de maio de 2006

Campos, Inovação e Poemas...

"A raça humana não pode prosperar enquanto não aprender que há tanta
dignidade em cultivar campos quanto em escrever um poema"

Booker T. Washington

terça-feira, 16 de maio de 2006

sexta-feira, 12 de maio de 2006

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Leis...

"A primeira lei da amizade consiste em pedir aos amigos coisas honestas e fazer por eles coisas honestas".

domingo, 7 de maio de 2006

Produção pessoal :)

Mesmo sem tempo ainda vou cuidando das plantas que se encontram à porta de casa.

Esta foto é de flores que plantei e que cuido à entrada do prédio.

Não sou jardineiro, mas gosto de ver as “coisas tratadas” e cuidadas…