sábado, 30 de setembro de 2006
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
Alternativa, ecológica!
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Língua Portuguesa
domingo, 24 de setembro de 2006
Piada com nível...
A Ministra da Educação estava apaixonada por Sócrates, mas este nem percebia... Um dia depois do expediente, entrou na sala dele com um vestido provocante, bastante decotado e colante, fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até à mesa, com ares de Monica Lewinski e propôs-lhe:- Sr. Primeiro Ministro, vamos fazer uma sacanice?
- Vamos! Onde é que eu assino?
sábado, 23 de setembro de 2006
E mais uma Câmara nova...
O Governo divulgou a lista das câmaras municipais impedidas de recorrer ao crédito com a aprovação da nova Lei das Finanças Locais.
E lá está Ourém. Com 110% de endividamento da autarquia…
Sem mais palavras…
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
Esse senhõr...
Hugo Chaves não se cansa de chamar alcoólico e cowboy a Bush.Acho que esta é a forma de Chaves ganhar popularidade e de se manter vivo.
De outra forma Chaves arriscava-se a desaparecer misteriosamente ou a sofrer um golpe de estado…
Enquanto isso, fica aqui uma das fotos mais recentes de Bush, neste Verão.
terça-feira, 19 de setembro de 2006
Júlio Dinis
segunda-feira, 18 de setembro de 2006
domingo, 17 de setembro de 2006
Voltamos ao tempo do Santana
sábado, 16 de setembro de 2006
quarta-feira, 13 de setembro de 2006
Relações de poder...
Esta imagem reflecte bem a ligação que sempre existiu e perdura na sociedade, quando analisamos as relações entre poderes.Os que detêm o poder de decidir face aos que detêm o dever de cumprir.
Talvez esta tenha de ser uma eterna situação e questão, sem alternativa possível.
Todavia, o que pode mudar, o que pode ser diferente, o que pode diminuir a distância entre poderes, assenta na forma como o poder é exercido e comunicado.
Depende da forma como o poder é estabelecido, na dualidade de critérios que se podem dissipar.
Em suma, havendo diálogo, compreensão, flexibilidade, humanismo e sentido de responsabilidade, a relação de poder efectivar-se-á com mais sucesso e empenho de ambas as partes.
E onde encaixamos isto?
Nas relações laborais, nas relações de política camarária, ministerial, governamental.
Nas relações entre povos…
sábado, 9 de setembro de 2006
Docência com Ética e Brio - artigo de opinião
Na véspera de início de mais um ano lectivo, a colocação de professores constitui um momento decisivo para a classe docente, órgãos de gestão, pais e alunos.
Talvez encontremos problemas e injustiças nos concursos mais recentes. Talvez um docente no início de carreira tenha de se habituar a ficar deslocado da sua residência, auferindo 700 euros para pagar aluguer de casa/quarto, mais as despesas de deslocação e viver com o restante... Talvez os professores sejam uma classe “nómada”, sem terra fixa, enviados para onde os mandam, sem recursos ou privilégios, como muitos dizem possuírem.
O que talvez ainda leve a maioria dos professores a continuarem no ensino, seja o gosto de ensinar e educar.
Todavia, a cada dia que passa encontramos escolas e políticos apenas preocupados com o sucesso escolar dos alunos e vocacionadas para as qualificações profissionais. E estas, só assim, não respondem inteiramente aos interesses da sociedade.
A formação do carácter dos alunos não pode ser ignorada. Pelo contrário, deve estar sempre presente de modo a ministrar-lhes hábitos costumes e valores.
Possuir uma estrutura ética que nos permita raciocinar sobre os valores morais que regem a sociedade, é tão importante como saber ler, escrever, contar ou possuir outras competências.
A docência tem também uma função socializadora, que passa pela transmissão de normas e valores. O professor, ao contribuir para a formação dos seus alunos, está igualmente a ajudar na configuração da sociedade, dentro dos interesses gerais e valores que a orientam.
A função docente assume, assim, um serviço público, uma função social, uma actividade profissional ao serviço dos interesses gerais.
Perante este mandato da sociedade, o professor, individualmente considerado, imprime uma dimensão ética à sua actividade.
O que se espera do professor não é apenas a formação dos indivíduos, mas também uma prática de autoridade moral.
Que os docentes, neste ano lectivo que se inicia, consigam, apesar das contrariedades, medidas questionáveis e dúbias impostas pelo Ministério da Educação, continuar a possuir o rigor e brio profissional, para a prossecução dos seus fins, nas responsabilidades que sobre si recaem.
João Heitor
quarta-feira, 6 de setembro de 2006
Malmequer bicicleta
Na Conservatória do Registo Civil um angolano residente em Portugal quer registar o seu filho recém-nascido:
-Bô dia! Eu quer registrar meu minino que nasceu otem.
-Muito bem. O seu filho nasceu ontem, é do sexo masculino... e qual é o nome?
-Marmequer Bicicreta.
-Desculpe! Quer chamar ao seu filho Malmequer Bicicleta?
-É.
-Desculpe, mas não posso aceitar esse nome.
-Não pode, porque tu é racista! Si meu minino fosse branco, tu punha.
-Não tem nada a ver com racismo. Esse não é um nome admitido em Portugal.
-Tu é racista. Si meu minino fosse branco, tu punha esse nome a ele. Tu não põe, porque meu minino é preto.
-Já lhe disse que não tem nada a ver com racismo. Malmequer Bicicleta não é nome de gente.
-Ai não! Então porque é que tu tem uma branca chamada Rosa Mota?
domingo, 3 de setembro de 2006
Voltas que as pessoas dão...
Pina Moura era um destacado comunista que se desfiliou do PCP e filiou no Partido Socialista. Chegou a ser Ministro das Finanças num governo de Guterres. Elaborou e legislou para a área das energias.
Hoje é representante da empresa espanhola Iberdrola (energias e combustíveis) em Portugal.
De Comunista, passou a Socialista e agora apelidam-no de Capitalista…
Para mim, para rimar, não passa de um oportunista!
sexta-feira, 1 de setembro de 2006
Eu se fosse a si...
José Sócrates abre Fórum Novas Fronteiras no Porto
"A Alfândega do Porto vai ser palco de mais um Fórum Novas Fronteiras, que terá como tema "Os Desafios para um Portugal com Futuro". A sessão de abertura, às 15 horas, contará com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates. Logo a seguir, estarão em discussão três painéis temáticos: o papel da Europa num mundo em mudança, o quadro de Referência Estratégico Nacional – horizonte 2013 e emprego – novas oportunidades. "
Recebi esta informação pelo meu mail.
24 horas depois das segundas colocações do Ministério da Educação.
José Sócrates não devia abrir o Fórum das Novas Fronteiras. Devia era analisar as injustiças que a Ministra e o Secretário de Estado da Educação estão a fazer aos professores.
Mas não são aos contratados como eu. São mesmo os professores com mais de 12 anos de ensino, que foram colocados longe das suas casas e das escolas onde sempre leccionaram…
E nessas escolas foram colocados, posteriormente, professores com menos experiência e anos de serviço…
Anda meio país com professores cuja residência é no outro meio. Ganham a GALP, as oficinas e a quebra dos laços familiares...
É esta a estabilidade que se almeja para corpo docente nacional durante 3 anos?
Sócrates vá abrir os dossiers e analisar a forma como os concursos estão a decorrer.
Conselho de um apoiante seu, que viu uma das razões da queda de Santana Lopes nos índices de popularidade e suporte político após um injusto concurso de professores há 3 anos atrás…
domingo, 27 de agosto de 2006
terça-feira, 22 de agosto de 2006
domingo, 20 de agosto de 2006
sábado, 19 de agosto de 2006
É como acertar no totoloto!
Saíram os concursos.Não fui colocado.
Tal como colegas que trabalham há 7, 8 anos…
E professores com 12 e mais anos de serviço foram parar longe das escolas onde sempre leccionaram.
Já ouvi expressões e frases de lamento e desespero que mexem com qualquer um. Afinal, é a vida de milhares de pessoas que estão em causa.
Mais do que isso. É o sacrifício de alterações, mudanças, dúvidas de reformas políticas dúbias e questionáveis.
sexta-feira, 18 de agosto de 2006
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
domingo, 13 de agosto de 2006
sábado, 12 de agosto de 2006
terça-feira, 8 de agosto de 2006
Fogos em Ourém
Ontem os fogos voltaram em força no concelho de Ourém.Gostava de ajudar. Mas, como não posso, acabe por passar por uma superfície comercial e comprar leite e água que deixei no Quartel dos Bombeiros de Ourém.
Sei que foi pouco. Mas, foi de coração.
Espero que não voltem a deflagrar fogos daquelas dimensões, muitos deles resultantes de desleixo… outros de fogo posto.
domingo, 6 de agosto de 2006
sexta-feira, 4 de agosto de 2006
segunda-feira, 31 de julho de 2006
Até quando?
A recente guerra entre Israel e o Hezbollah entra em nossas casas com os destroços materiais e os relatos de perdas de vidas humanas.Nesta região, onde os fundamentalismos religiosos condicionam o valor da vida humana, questionamos a importância da religião, quando comparada com o ver, o respirar, o ouvir, o crescer e o viver… em paz...
sábado, 29 de julho de 2006
domingo, 23 de julho de 2006
quarta-feira, 19 de julho de 2006
segunda-feira, 17 de julho de 2006
Só podem ser coincidências...
Coincidências, ou não, durante o Mundial de Futebol poucos foram os incêndios registados a nível nacional. Incêndios de grandes dimensões…Curiosamente, em Ourém, a partir de sábado (dia
E no resto do país é o que se sabe...
Coincidências…
quarta-feira, 12 de julho de 2006
domingo, 9 de julho de 2006
Parabéns Portugal!
O 4º lugar num Mundial é um feito superior que merece ser enaltecido e destacado.Tendo em conta o imediatismo e o peso do futebol na economia mundial, e as ligações históricas dos povos aos seus representantes dentro do campo, ser português, hoje, é motivo de orgulho e satisfação.
De parabéns estão todos os jogadores, equipa técnica e médica que nos permitiram um lugar cimeiro sob as cores verdes e vermelhas das bandeiras que decoram o país…
sábado, 8 de julho de 2006
Seres humanos ou animais....?
O individualismo impera na nossa sociedade, assim como o atropelo na procura de mais e melhor para cada um, mesmo que tenham de passar por cima dos outros... comentava um destes dias um respeitável cidadão deste país através de artigo de opinião num jornal nacional.Infelizmente, talvez mais do que isso.
A cada dia que passa assistimos, e relatam-nos situações do dia a dia, entre pessoas, que mais parecem histórias da Savana Africana onde os animais caçam as suas presas pela sua sobrevivência…
Mas, não será o raciocínio e o caminho que este nos permite desenvolver, que nos distingue dos seres animais irracionais?
sexta-feira, 7 de julho de 2006
Brasão de valores...
Carta Aberta à Sr.ª Ministra da Educação

Esta carta tem como objectivo contribuir para a reflexão acerca da Qualidade da Educação do nosso país. Neste sentido, e ao invés de contestar ponto por ponto a proposta de alteração ao Estatuto da Carreira Docente, os docentes deste país ficam-se pelas suas consequências, o tal efeito prático que a Ministra prefere dissimular num jogo falacioso, atirando-nos, pais e professores, uns contra os outros. O facto de chamar os pais à escola e a avaliação dos Docentes pelos Pais e Encarregados de Educação, representa apenas a ponta de um iceberg, uma linha de texto num documento de 54 páginas... Interessa apenas a quem se limita a promover manobras de diversão facilmente identificáveis, parecendo ignorar que nenhum professor sério irá temer se for avaliado de forma séria. É vergonhoso, verificar o calculismo e a facilidade com que a Ministra aborda a questão complexa, como é a de avaliar os desempenhos dos professores, sem o mínimo de profundidade. Recorrendo à mera hipótese do novo estatuto ser aprovado, o docente teria um número fechado de vagas para Muito Bons e Excelentes. Assim, e se, num acaso, os professores de uma escola excederem o número premeditado de Excelentes? Escolher-se-iam os melhores dos melhores e passar-se-iam os outros para Muito Bom e os que tinham a dita nota para o Bom? Ou, numa outra eventualidade, rasurar-se-iam as notas, de forma a não se levantarem polémicas no seio de uma escola que se quer unida e sempre controlada? Talvez se vislumbre uma resposta se se conhecerem melhor os dezasseis pontos em que o hipotético docente será avaliado, previsto no artigo 46º do hipotético novo estatuto: .. o professor será avaliado pelos resultados escolares dos alunos. Explicar-nos-á a Sr.ª Ministra como pode um professor de uma má escola, e em muitas “má” será sempre um doce eufemismo, ter o mesmo nível de qualidade na sua avaliação de um colega seu numa boa escola? Será então que os professores têm as mesmas medidas e oportunidades de uma boa avaliação? Ou, por outro lado, bastará que se avalie positivamente os alunos, independentemente da realidade? ... o professor será avaliado pelas taxas de abandono escolar? Certamente que no Ministério anda à procura de uma resposta coerente a esta pergunta. Imaginemos que existe uma comunidade de etnia cigana numa escola ou que em determinada localidade, e não são assim tão poucas, os pais querem retirar os filhos da escola para que trabalhem com eles. Como pode o professor ser penalizado por uma situação como esta onde a responsabilidade não lhe cabe? Não se deveriam criar medidas coerentes para um mundo real? Neste caso como seria, então? Seriam penalizados todos os docentes daquela escola ou apenas daquela turma? Não será esta uma medida, em que se acusam os professores sem que se criem segundas verdadeiras opções para os jovens que abandonam o ensino ou que simplesmente querem mais? Terá a Sr.ª Ministra intenção de instigar ao mau ambiente na sala de professores ou a de tornar menos transparentes algumas avaliações? Haverá aqui uma vontade de tornar ambíguo o que se quer simples e preciso? Consegue a Sr.ª Ministra avaliar com a exacta certeza uma pessoa que nunca viu e cuja imagem foi construída apenas por uma criança ou pelos comentários de outras? Serão todos os pais capazes de avaliar os professores através de quase nada? É essa a avaliação que pede aos professores, quando se trata de avaliar os seus alunos? Avaliar com pouco? Mas sempre num nível positivo, de forma a não transtornar os pais? A Sr.ª Ministra quer que acreditemos que uma avaliação realizada desta forma irá ser objectiva e transparente? Muito embora cada um dos pontos tenha um peso, tal questão parece-nos condenada ao fracasso, sendo observada de um ponto de vista rigoroso. .. avaliação através da observação de aulas? Quais são os critérios adoptados pela Sr.ª Ministra? Imaginemos que decorre a avaliação de dois docentes distintos em dois locais diversos. Cada um dos quais está a ser medido por um hipotético professor titular. Imaginemos que são duas escolas em meios diferentes. Encontra-se a Sr.ª Ministra capaz de nos assegurar que ambas as avaliações serão correctas ou que, sendo invertidos os lugares, os docentes manteriam a mesma qualificação ou quase? Nestas contas entram factores demasiado subjectivos. Numa mesma escola, o mesmo professor pode obter dois níveis diferentes, se for avaliado, por exemplo, por titulares de distintas sensibilidades. Suponhamos, por outro lado, que a aula corre mal, porque o professor está engripado ou porque os alunos vieram de uma visita de estudo. Será sério avaliar todo um ano escolar com três visitas à sala? Os docentes passariam a ser avaliados em dezasseis pontos ou itens de classificação como lhe chama a Sr.ª Ministra. Destes, quinze são perfeitamente subjectivos, e um deles, o que respeita à assiduidade, o único preciso porque se trata de um número, a Sr.ª Ministra trata-o com ligeireza. A Sr.ª Ministra não se nega a coarctar aos docentes qualquer esperança, ainda que infeliz, de poderem assegurar o seu desempenho se caírem doentes numa cama. O professor passa, assim, a ser obrigado a cumprir 97% do seu serviço lectivo, se quiser progredir na carreira. Será assim tão óbvia e tão simples esta leitura? Três por cento de faltas como máximo, representa cinco dias de faltas por ano? Explique-nos, por favor, a Sr.ª Ministra como justifica o facto de não poder estar doente. Fazemos notar que não falamos apenas de nós próprios, aqui também cabe a assistência à família. Repare a Sr.ª Ministra que os professores lidam com crianças, cerca de vinte e cinco por cada uma das cinco turma (em média), e que estas mesmas crianças adoecem e se constipam e nos constipam. E mais vale ficarmos um dia em casa e recuperar a saúde, do que prestar um mau serviço público. Os docentes têm respeito pela sua profissão. Nenhum professor sério falta para ficar a dormir. Teremos que “contagiar” toda uma escola necessariamente, em nome da graduação profissional, uma vez que só serão devidamente justificadas as doenças em regime ambulatório?!? Por outro lado, repare Sr.ª Ministra, que a grande maioria dos docentes está deslocada da sua casa, longe dos seus familiares. Esta enorme massa humana que se desloca pelo país, em milhares de quilómetros mensais, aos princípios e fins-de-semana, em veículo próprio, e que entrega dinheiro ao estado nos impostos de combustíveis, está muito sujeita a ter contratempos na estrada ou com a mecânica do seu automóvel, e que, a partir de agora, estes mesmos cidadãos manterão esta distância durante três e depois quatro anos... No que diz respeito às mães ou futuras mães, não compreendemos como pode a Sr.ª Ministra querer avançar com um estatuto que as espartilhará – a maternidade é um direito protegido pela Constituição da República Portuguesa. É-nos dito que, no decorrer desse ano, a docente não será avaliada, pelo que a mãe terá nesse ano a mesma classificação que lhe for atribuída no seguinte, ou seja, bastar-lhe-á faltar seis dias para que... Saberá a Sr.ª Ministra o complexo que é cuidar de uma criança durante os primeiros meses e anos de vida? Numa primeira fase, a do período do parto, o novo estatuto salvaguarda as mães para depois as deixar desamparadas numa segunda fase, como se a maternidade se esgotasse no acto de “dar à luz”. Contempla alguns destes dados na sua proposta, Sr.ª Ministra? Como quer a Sr.ª Ministra estabilidade docente, aquela que tanto aclama, convencendo apenas quem ignora a realidade do que é ser educador, se qualquer uma das acções que toma vai no sentido de criar instabilidade e insatisfação? Como quer a Sr.ª Ministra um alto nível de rendimento escolar e uma enorme qualidade para a Educação quando atira medidas laças para cima de uma mesa, onde se discute o futuro? Este é um assunto sério, Sr.ª Ministra, nenhum professor está aqui para brincar!
Junho de 2006
Um grupo de Professores desrespeitados
domingo, 2 de julho de 2006
Fases...

1ª fase (antes de 1974): O aluno ao matricular-se ficava automaticamente chumbado. Teria de provar o contrário ao professor.
2ª fase (até 1992): O aluno ao matricular-se arriscava-se a passar.
3ª fase (actual): O aluno ao matricular-se já transitou automaticamente de ano, salvo casos muito excepcionais e devidamente documentados pelo professor, que terá de incluir no processo, obrigatoriamente um "curriculum vitae" extremamente detalhado do aluno e nalguns casos da própria família.
4ª fase ( em vigor a partir de 2007): O professor está proibido de chumbar o aluno; nesta fase quem é avaliado é o próprio professor, pelo aluno e respectiva família, correndo o risco (quase certo) de chumbar...
Financiado pela Blogotinha!
quarta-feira, 28 de junho de 2006
terça-feira, 27 de junho de 2006
sábado, 24 de junho de 2006
quarta-feira, 21 de junho de 2006
domingo, 18 de junho de 2006
A Ministra está atenta... Está, está!!!
Instada na Maia acerca da assustadora realidade da violência nas escolas, que há muito faz parte do quotidiano de professores, funcionários e alunos, mas que só agora, em virtude de uma reportagem da RTP, chegou à agenda mediática, a ministra da Educação limitou-se a dizer que "está atenta". Podemos, pois, ficar tranquilos. Só até Abril deste ano, a PSP já detectou, em escolas de todo o país, 50 armas na posse de alunos, facas, navalhas, mas também sete armas de fogo, mas a ministra está atenta. Os furtos e roubos multiplicam-se, mas a ministra está atenta. Em mês e meio, a PSP instaurou 22 processos por venda de álcool a menores nas proximidades de escolas, apreendeu 40 doses de cocaína, 52 de heroína, 1498 de haxixe e recebeu 49 queixas de atentado ao pudor, mas a ministra está atenta. No ano lectivo 2004/2005, o próprio Ministério registou mais de 1200 agressões no interior das escolas (às vezes dentro da sala de aula) e 191 alunos, professores e funcionários tiveram que receber tratamento hospitalar, mas não temos que nos preocupar porque a ministra está atenta. E, provavelmente, virá um dia destes a público dizer que a culpa é dos professores e que a coisa se resolve pondo os pais dos delinquentes a avaliar a sua competência.sexta-feira, 16 de junho de 2006
Como diz a Gotinha: como se fosse muito estúpida...!
Na Proposta da Ministra, um professor só se pode candidatar à progressão se não tiver dado mais de 5 faltas por ano. Mas quais são os tipos de faltas que contam…?
Se um filho adoecer e o professor tiver que ir ao médico e ou ficar com ele em casa 2 dias já não pode progredir…
Se um professor for hospitalizado por acidente ou se tiver que fazer acompanhamento a um familiar doente já não pode progredir…?
Se um professor chegar 5 minutos atrasado à escola, porque apanhou um acidente pelo caminho, como já me aconteceu, tem de fazer um pré-aviso de falta? Como…?
quinta-feira, 15 de junho de 2006
quarta-feira, 14 de junho de 2006
segunda-feira, 12 de junho de 2006
Fernando Pessoa...
“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas
vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do
mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta...
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo.”
































