Por problemas pessoais e familiares estarei ausente até que a vida me ajude.
Obrigado.
É aquele que nos alimenta e nos reforça. O que emerge do nosso ser face às turbulências sociais, políticas, económicas e pessoais, que dia a dia nos molham, nos aquecem e nos gelam. Com toda a nossa Alma, que nos alimenta o coração e o pensamento!
Quando estiveres sentado à mesa, faz círculos com o pé direito no sentido dos ponteiros de um relógio.O movimento do teu pé vai mudar de direcção...
Vai circular ao contrário dos ponteiros de um relógio!
Foi assim que estes caíram...
No dia do casamento Samira levou para casa um grande baú, e pediu a Salim respeitasse a sua individualidade, e que nunca abrisse o baú. Durante 50 anos de casamento, apesar da curiosidade Salim nunca abriu o baú. "Até que te posso perdoar, quatro batatas em cinquenta anos, isso significa uma traição em cada 12,5 anos".
Perguntou então o que significavam os 60.000 dólares...
Foi quando ela respondeu:
"Cada vez que o baú se enchia de batatas, eu vendia-as".
Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas.(Jornal das Moças, 1957)
Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afecto.
(Revista Cláudia, 1962)
A desarrumação numa casa de banho desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa.
(Jornal das Moças, 1965)
A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos.
(Jornal das Moças, 1959)
Se o seu marido fuma, não arranje zanga pelo simples facto de cair cinza nos tapetes. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa.
(Jornal das Moças, 1957)
A mulher deve estar ciente que dificilmente um homem pode perdoar a uma mulher que não tenha resistido a experiências pré-nupciais, mostrando que era perfeita e única, exactamente como ele a idealizara.
(Revista Cláudia, 1962)
Mesmo que um homem consiga divertir-se com sua namorada ou noiva, na verdade ele não irá gostar de ver que ela cedeu.
(Revista Querida, 1954)
O noivado longo é um perigo.
(Revista Querida, 1953)
É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido.
(Jornal das Moças, 1957)
E para finalizar, a mais de todas:
O LUGAR DA MULHER É NO LAR. O TRABALHO FORA DE CASA MASCULINIZA.
(Revista Querida, 1955)
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Revistas didácticas, carregadas de moral e amor...
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor, português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém
posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passouPedro Paulo.
Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo
pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por
pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo...
Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. -Paris! Paris!
Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando
pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.
Porque pintas porcarias?
- Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles,
primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram,
porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...
Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
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E há quem ache o máximo dizer: "O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma!"
Ajuda-te
Pai. No Gavião, cortaram os eucaliptos.Porém, as folhas dos plátanos, ano após ano, continuam a cair.
Tal como as saudades. Que não caem. Sentem-se.
Saudades de até quando me contrariavas.
E tinhas razão em muita coisa.
Avisavas-me.
Como que querias poupar-me ao embate das “pancadas da vida”.
E nestes últimos quatro anos tenho-os sentido.
Mas, de pé.
Ainda que com as pernas a fraquejar, por vezes.
Que um homem fraqueja, como ser humano, falível e sentimental.
Essas coisas dos homens serem fortes, só nas películas dos filmes devem existir...
Ou, se fortes homens há, no silêncio da noite devem chorar, às escondidas.
Eu, de peito aberto, como sempre, e com as vicissitudes que isso comporta, cá vou andando.
Umas vezes bem, outras, revoltado.
Sabes, as injustiças são cada vez maiores.
Os conhecidos aumentam, à medida que percorro outros caminhos.
Mas, os amigos vão diminuindo.
Provavelmente, há vários anos que assim era.
Eu é que não tinha dado conta...
Talvez as relações humanas estejam diferentes.
Tal como a rotatividade da Terra e a ilusão que as nuvens nos dão...
Já estou a divagar.
E tu, que sempre me quiseste com os pés bem assentes na terra.
Nada melhor, pai.
Pés firmes e de cara erguida.
Não pela prepotência, que aqueles que a trazem, tristes figuras fazem de si.
Mas, pela tranquilidade de assumir e praticar os valores fundamentais que tu me transmitiste.
Cá continuam.
Sólidos, como os laços sinceros.
Os valores presentes nos actos.
Tenho limitado os sonhos utópicos ao significado mais singelo que o dicionário lhe atribui. A utopia…
Já vai longo este monólogo, pai.
Todavia, desde há quatro anos que recordo todos os dias o teu olhar e a carícia das tuas mãos, quando, com ternura, me tocavas no rosto…
Longe vão os tempos em que o pôr-do-sol nos parecia belo, quando desconhecíamos a realidade do mundo. Aquela realidade da luta constante e desenfreada pelo poder.
O poder, pelo poder.
O poder, pela riqueza.
O poder, pelo pedestal que desejam alcançar e de onde se querem ostentar.
Tudo vale, e vale tudo!
Quem muito tem para dar e distribuir, à sua volta os corvos vão poisar...
Mediatismo efémero?
Talvez. Para uns.
Porém, para outros, de tanto se colocarem em bicos dos pés e de tanta escova e graxa passar, lá continuam, ano após ano...
Desilusões? Quem não as tem…
Só quem não vai à luta...
Mas a luta cansa! Até os mais corajosos…
Agora não me peçam para seguir em carreira como nos rebanhos!
Fui há pouco tempo ao barbeiro e lã, aqui não há!
E como diria o outro: “para esse peditório já dei”…
O que nos faz continuar?
Talvez o resto do sonho.
O da utopia, que em jovem vi na política como meio de ajudar o próximo.
Mas, as decisões e essa possibilidade nunca me foi permitida.
Há sombras que não podem ofuscar o brilho dos holofotes da ribalta…
Há pessoas que convém estarem na sombra.
E se possível a continuar a ajudar e a subir alguém…
Nem que seja para cima do escadote…
É assim que se mudam lâmpadas, montam aquecimentos e vendem telemóveis...
E eu que só queria ter uma escola, alunos para ensinar e dar aulas, que é a minha profissão!
Passaram 15 anos?!?
Talvez tivesse dado mais ouvidos aos sábios e preocupantes conselhos do meu pai...
Mas, valeu a pena.
Vale-me o respeito dos que me acompanharam e o reconhecimento do esforço, mérito e capacidades que na rua me transmitem.
Se isto tem alguma coisa a ver com o Congresso do PS?!?
Não.
… qualquer coincidência com os factos relatados e a vida real, é pura coincidência…
Para ver estrelas, não há nada melhor que as noites frias de Inverno, em que o céu está limpo e limpidamente podemos desabafar…
Manter o equilíbrio nem sempre é fácil.Há quem goste de andar na corda bamba.
Outros há que qualquer que seja a corda, não se equilibram.
Até há quem defenda que essa coisa do equilíbrio é mais uma das regras impostas pela sociedade.
A moda também é culpada por equilíbrios de tendências.
Eu, no meio de tanta dúvida e questão, prefiro sentir a chuva no rosto quando saio à rua, ou o sol que evapora as águas deste Outono, onde dia após dia, olho o mundo e os outros com outra calma e paz de espírito.
Hoje foi mais um dia. Aquele dia em que as famílias se deslocam para visitar os familiares que já partiram, deste mundo.Nestes dias encontramos os cemitérios cheios de gente.
Mais um talhão foi aberto, mais uns quantos homens e mulheres partiram naquela viagem a que todos nos espera, um dia.
Depois da nascença, a morte é o facto mais certo da vida. Assunto melindroso. Mas, que mexe cá dentro.
Saibamos viver com alegria, paixão, dedicação e carinho. Saibamos partilhar o positivo e desvalorizar o negativo.
Consigamos viver de cabeça erguida, conscientes do nosso percurso e da honra que os nossos nomes carregam, pela memória dos nossos antepassados…
Leio e releio este pensamento. Vezes sem conta. É uma fonte inspiradora. Uma bússola a guiar-nos, aquando das tempestades da vida...l
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
Pablo Neruda
O Presidente da República, Cavaco Silva, participou hoje em Budapeste nas cerimónias do 50º aniversário da Revolução Húngara de 1956.Curiosamente, em declarações à televisão disse estar feliz por estar a comemorar a Revolução Russa…?
Comemoração Russa? Quando foram os Húngaros que fizeram uma Revolução na conquista da sua liberdade face ao domínio Russo…
Se fosse Mário Soares a trocar os nomes, percebia-se e desculpava-se, pelo avançar dos seus mais de 80 anos.
Agora o Sr. Professor Cavaco Silva???
Quem diria…
Por vezes seguimos caminhos secundários e ignoramos as estradas principais.
Mesmo com GPS há quem se perca.
Com veículos ecológicos ou não, melhor do que andar a pé não há, dizem os médicos…
Há duas realidades essenciais ligadas aos problemas do ensino em Portugal em primeiro lugar, a ministra da educação tem razão na absoluta maioria das medidas adoptada (contesto fortemente o papel despropositado concedido aos pais e encarregados de educação na avaliação dos professores, que terá consequências muito perigosas na estabilidade das escolas); em segundo lugar, se há culpas a atribuir pelo estado calamitoso de que se revestem alguns aspectos do ensino em Portugal, elas cabem - por maioria - aos técnicos do próprio ministério e à burocracia "pedagógica e ideológica" que se instala periodicamente na Avenida 5 de Outubro (sindicatos incluídos).
Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.
“É sexta-feira, 13 de Outubro do Ano da Graça de 1307... Os Cavaleiros do Templo são "surpreendidos" pela inveja e sede de poder de Filipe o Belo, rei de França, com o intuito de extinguir a Ordem e apoderar-se dos seus bens. Todo a Europa fica chocada pelas acusações feitas aos cavaleiros e em Esta é a explicação histórica que podemos encontrar em algumas enciclopédias de editoras nacionais e estrangeiras, para a sexta-feira 13. Dia em que foi extinta a Ordem dos Templários.
Não sei qual será a conclusão que Sócrates, o governo e o PS, retiraram hoje após a manifestação da Função Pública, onde milhares de pessoas encheram as ruas de Lisboa.Era bom não ignorarem estes sinais.
A manifestação do passado dia 5 de Outubro, com 20 mil professores foi o primeiro sinal...
Este o segundo...
Na época das gripes, voltam as galinhas e os pássaros a também terem de receber a vacina, que não foi produzida em número suficiente, a fim de ser vendida nas farmácias.Eu até precisava de comprar.
Não é que tenha galinhas, mas anda por aí boa gente, com a crista levantada, que bem precisava de uma picada…
20 mil professore manifestaram-se na passada quinta feira, dia 5 de Outubro, naquela que foi a maior manifestação desta classe desde o 25 de Abril.Não fizeram greve. Foi num dia feriado, que abdicaram de estar com as suas famílias que se manifestaram, pelos seus direitos e por uma Educação em Portugal, assente em políticas justas e correctas. Caíram por terra os argumentos dos habituais “cronistas” que diziam que as greves dos professores e consequentes manifestações só se realizavam às sextas feiras, para não trabalharem. Resta agora saber até que ponto o Governo, o Presidente da República e as demais cabeças pensantes deste país, ponderam, ou não, as reformas anunciadas pelo Ministério da Educação. Não só pelos professores, mas também pelos alunos e pelas famílias de Portugal.
Durante o breve reinado de Manuel II de Portugal - D. Manuel II; que ascendeu ao trono logo após o Regicídio de 1908 - atentado a Carlos I de Portugal - D. Carlos, donde resultou também a morte do seu filho herdeiro Luís Filipe, Duque de Bragança, o republicanismo - movimento republicano acentuou-se, chegando mesmo a ridicularizar a monarquia. A 3 de Outubro de 1910 estalou a Revolução de 5 de Outubro de 1910 - revolta republicana que já se avizinhava no contexto da instabilidade política. Embora muitos envolvidos se tenham esquivado à participação; chegando mesmo a parecer que a revolta tinha falhado; foi também graças à incapacidade de resposta do Governo em reunir tropas que dominassem os cerca de duzentos revolucionários que resistiam de armas na mão. Comandava as forças monárquicas, em Lisboa, o General Manuel Rafael Gorjão Henriques, que se viu impotente para impedir a progressão das forças comandadas por Machado dos Santos. Com a adesão de alguns navios de guerra, o Governo rendia-se, os republicanos proclamavam a República e D. Manuel II era exilado.Blog em remodelações.
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Mas, vamos trabalhar para dar um novo look ao espaço!
Ainda me lembro da polícia da minha terra ter carros que deitavam mais fumo, do que andavam.
Hoje, as forças policiais parecem ter melhores veículos.
Só faltam mesmo, os subsídios de risco, os coletes à prova de bala e os uniformes também serem fornecidos pelo Ministério…
Mas isso é uma fatia muito grande do orçamento, dizem os governantes, mandato após mandato.
É pena. Porque a polícia para exercer a sua função em pleno, merece as condições mínimas de segurança.