domingo, 31 de dezembro de 2006
sábado, 30 de dezembro de 2006
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
domingo, 24 de dezembro de 2006
sábado, 23 de dezembro de 2006
quinta-feira, 21 de dezembro de 2006
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
Mas, continuam...
Deprimente?Talvez. Mas, real.
Pelo mundo fora a guerra ainda é uma dura realidade.
Preconizada pelo poder económico, político e pelo egoísmo de outros.
Nestes épocas natalícias, muitas palavras e acções solidárias acontecem e decorrem. Umas com máquinas fotográficas, outras no simples gesto de ajuda e luta contra as injustiças.
Mas, as guerras continuam este Natal.
Tal, como no anterior…
terça-feira, 19 de dezembro de 2006
Algumas verdades
Comentadores, articulistas, políticos e jornalistas, a par com algumas reformas radicais deste governo, baralham-nos os números das Contas Públicas.
Sobre Finanças Públicas não nos atrevemos a dissecar, sob pena de nos confundirmos. Todavia, algumas posições do actual governo levam-nos a reflectir sobre o porquê de determinadas reformas que estão
Contudo, importa relembrar o défice elevado com que Pedro Santana Lopes deixou o país, depois de o ter herdado de Durão Barroso…
Recorrendo às tabelas do Banco de Portugal e do Eurostat analisamos a evolução do deficit público entre 1991 e 2004. Durante este período, Cavaco Silva foi primeiro-ministro de Portugal entre 1991 e 1995. Anos em que o défice andou entre os 3 e os 7%!!! António Guterres que governou entre 1996 e 2001, teve de cumprir o Pacto de Estabilidade e Crescimento, que se estabelecia e estabelece nos 3%. Foi com Sousa Franco como Ministro das Finanças, que o défice foi reduzido, sem recorrer a medidas extraordinárias, ou cortes abruptos.
Na governação de Guterres, os dirigentes do PSD profetizavam negros períodos e metas inatingíveis relativas à adesão ao €uro, entre outras. Felizmente, para o país, os pensadores e economistas Sociais Democratas falharam nas previsões!
Mais tarde, quando Durão Barroso foi eleito para liderar um governo de centro direita, que posteriormente se transformou numa coligação de direita com a entrada de Paulo Portas e Bagão Félix, o défice só foi controlado com medidas extraordinárias, como a venda de património do estado, ao desbarato…
Sócrates chega ao governo e encontra um défice excessivamente alto. Foi o argumento que Sócrates precisou para reforçar as suas políticas reformistas, sustentadas pela confortável maioria parlamentar.
Com isto o PSD, depois de uma amnésia incompreensível, virou-se para Cavaco Silva, como o salvador das Finanças Públicas, ao ser eleito Presidente da República.
Porém, parece que os responsáveis políticos deste país se foram esquecendo da realidade orçamental dos últimos 15 anos. Com o Tratado de Maastricht, assinado em 1992, foi criada a União Económica e Monetária Europeia e a Moeda Única. A existência da Moeda Única obriga ao cumprimento dos Critérios de Convergência que incluem um Défice Público inferior a 3% do Produto Interno Bruto e uma Dívida Pública abaixo dos 60%.
Nos governos de Guterres foi necessário cumprir estas percentagens, apesar dos resultados herdados dos governos de Cavaco Silva, serem de défices superiores e elevados, em anos eleitorais…
As pessoas decerto recordam-se da tese do “monstro”, em que o Estado gastador tinha à proa, como timoneiro, Cavaco Silva. O mesmo Estado que recebia milhões da Europa e que foram investidos em betão, em subsídios agrícolas e formações profissionais pouco consistentes…
Aliás, Miguel Cadilhe, antigo Ministro das Finanças de um governo de Cavaco Silva, há cerca de um ano atrás, atribuía a este a paternidade do “monstro” do défice… Efectivamente, foi durante os anos de governo de Cavaco Silva que se descontrolaram as finanças públicas, através da despesa corrente que cresceu mais de 10 pontos. Efectivamente, isto parece-nos ser factor indiscutível para tal “nomeação” cinematográfica…
Talvez por tudo isto, não nos seja totalmente estranho o facto do actual Presidente da República, Cavaco Silva, ter defendido publicamente as reformas de Sócrates.
Aliás, Sócrates não podia desejar outro Presidente da República, senão Cavaco Silva… Soares seria sempre uma barreira, condicionando as profundas reformas que penalizam a classe média. Alegre, desconhecendo a realidade económica, como o próprio afirmou durante a campanha eleitoral, colocaria demasiadas questões, com que Sócrates se irritaria!
Assim, Cavaco Silva, mesmo sendo o pai do défice das Finanças Públicas, é o par ideal, com que Sócrates conta na gestão da República Portuguesa.
Facilmente, com politiquices, argumenta-se que Sócrates não está a cumprir o programa eleitoral por introduzir portagens
Talvez até exista quem recorra a teorias de concertações e jogos de bastidores para desacreditar as políticas do governo…
Presentemente, até ignoramos tais questões, quanto recordamos a verba atribuída neste último PIDDAC para o Concelho de Ourém, por ter sido a maior de sempre.
Todavia, o que contraria o descontentamento de algumas classes sociais, face às reformas de Sócrates, são as sondagens que continuam a dar a vitória ao Partido Socialista, caso existissem agora eleições legislativas. Estranho? Talvez…
Porém, no meio de tanta argumentação, afirmamos que não é sustentável impor soluções que, à custa dos sacrificados de sempre, afectam o crescimento, o emprego e condicionam a competitividade. Não haverá sustentabilidade orçamental sem crescimento económico e sem coesão social. Os sacrifícios que tantos reclamam são necessários. Mas, têm de ser criteriosos e socialmente justos.
E alguns carecem dessa justiça e equilíbrio…
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
domingo, 17 de dezembro de 2006
Lado a lado
Este sol tem dado para a roupa enxugar.E se nos lembrarmos que quem tem mais de 1.000 euros na sua conta bancária, pertence aos 20% de seres humanos mais ricos do planeta, dá que pensar…
Isto já não falando da habitação, de carro…
E vivemos nós em crise… dizem as pessoas…
O que seria viver sem crise?!?
sexta-feira, 15 de dezembro de 2006
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
Sobremesa do dia...
Ah e tal tens um blog, mas não tens ccomentários. Dizia-me uma pessoa amiga.
Será mesmo preciso comentar o Herman deitado no chão, o Emplastro a abrir a boca ou um camião desfeito porque o motorista olhou para a sogra que ia ao lado?
Claro que não!
Comentadores e comentadores já Portugal está cheio…
E o Sócrates que o diga!
Isto no tempo do Salazar, nem espaço para blogs havia, quanto mais comentários…
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Sócrates irrita mesmo muita gente...
Alberto João Jardim continua igual a si mesmo.Apelou à revolução contra Sócrates.
Esqueceu-se de referir quais deverão ser as flores usadas, após os cravos em Abril de 74…
Talvez, as estrelícias que há lá pela Madeira…
Assim, sempre rendiam uns euros para mais uns electrodomésticos e cabazes de Natal entregues pelo PPD/PSD às famílias menos laranja…
sábado, 9 de dezembro de 2006
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Marilú...
Está um homem descansadinho da vida sentado no seu sofá, a ver o futebol, quando de repente vinda não se sabe muito bem de onde, leva com uma frigideira na cabeça.O desgraçado, de joelhos no chão, vendo estrelas por todo o lado, volta-se para a mulher:
-"Atão!?!?!? Tás parva ou quê??!? O que é que se passou???"
- "Isto é pelo bilhete que acabei de encontrar no bolso das tuas calças, e que tem o nome Marilu e o número 7500589", respondeu ela.
-"És estúpida! Isso foi da última vez que fui às corridas de cavalos. Marilu era o nome do cavalo, 7500 foi o valor que eu apostei, 58 era o nº do cavalo e
E ela:
-"Errei... Mas....Bom...Quer dizer.... Ò meu amor desculpa, desculpa, não volta a acontecer..."
Passados 2 dias está o homem outra vez descansadinho da vida, a ver os resumos da bola, quando...
PUUUMMMMMMMM, leva com a panela de pressão na cabeça! Completamente tonto, deitado no chão e ainda não refeito da pancada, grita:
-Então?!?! Outra vez! O que é que foi agora?"
A mulher responde:
- "O teu cavalo está ao telefone..."
Melhor Escola do Mundo = Portugal!!!
Vejamos o exemplo de uma turma do 7º ano de escolaridade.Entre Disciplinas/Áreas Curriculares e Não Curriculares, temos:
1 - Língua Portuguesa
2 - História
3 - Língua Estrangeira I — Inglês
4 - Língua Estrangeira II — Francês
5 - Matemática
6 - Ciências Naturais
7 - Físico-Químicas
8 - Geografia
9 - Educação Física
10 - Educação Visual
11 - Oferta da escola 1 entre (Tapeçaria, Música, Dança, Fotografia,
Cerâmica, Expressão plástica, Teatro).
12 - Educação Visual e Tecnológica
13 - Educação Moral R.C.
14 - Estudo Acompanhado
15 - Área Projecto
16 - Formação Cívica.
São 16 (dezasseis)
Carga horária = 36 tempos lectivos
Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de todo o país?
E a Escola ainda:
Integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar de
os professores não terem formação para isso;
Integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado, apesar de os professores não terem formação para isso;
Não esquecendo os outros alunos, "atestado-médico-excluídos" que também têm dificuldades de aprendizagem;
Integra alunos oriundos de outros países que, por vezes, não falam uma única
palavra de Português;
Tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos como:
Currículos Alternativos;
Percursos Escolares Próprios;
Percursos Curriculares Alternativos;
Cursos de Educação e Formação.
A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:
Educação sexual;
Prevenção rodoviária;
Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc;
Preservação do meio ambiente;
Prevenção da toxicodependência, etc, etc…
Mas então, pergunta-se: em Portugal as crianças são todas órfãs?
A Escola Secundária de Seia tem 600 alunos e no último plenário da Assembleia de Pais apareceram menos de 20! Como é isto possível?
E depois são estes pais ausentes e desinteressados do percurso escolar dos seus filhos, aqueles que vão avaliar a competência dos professores?
Assim, faz-se dos professores uma cambada de selvagens e incompetentes que não merecem o que ganham e "trabalham" poucas horas. Apenas 35 por semana…
Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que
tragam o material para as aulas, que façam os trabalhos de casa, que estejam atentos e não gritem na sala de aula…
domingo, 3 de dezembro de 2006
Está melhor.
Regressou a casa, neste meu aniversário.
Foi, sem dúvida, a melhor prenda que podia receber.
O regresso daquela que há 31 anos me fez ver a luz do mundo e a chama da vida.
A todos os meus amigos que me desejaram os parabéns, agradeço a amizade, sob a qual jamais conseguirei retribuir.
A amizade, verdadeira, não tem preço ou peso que se possa medir, nos dias de hoje.
Sendo por isso incomportável a retribuição na medida justa...
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
terça-feira, 28 de novembro de 2006
sábado, 25 de novembro de 2006
sexta-feira, 24 de novembro de 2006
Controlo de pés...
Quando estiveres sentado à mesa, faz círculos com o pé direito no sentido dos ponteiros de um relógio.Enquanto estiveres a fazer este movimento, desenha no ar o número '6' com a tua mão direita, começando por cima.
O movimento do teu pé vai mudar de direcção...
Vai circular ao contrário dos ponteiros de um relógio!
Foi assim que estes caíram...
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
Salim casou-se com Samira...
No dia do casamento Samira levou para casa um grande baú, e pediu a Salim respeitasse a sua individualidade, e que nunca abrisse o baú. Durante 50 anos de casamento, apesar da curiosidade Salim nunca abriu o baú.Na comemoração dos 50 anos Salim não agüentou e perguntou a Samira o que estava dentro daquele baú. Ela então resolveu mostrar-lhe o baú. Ao abrir, Salim viu U$ 60.000,00 e quatro batatas. Curioso ele perguntou o porquê das 4 batatas, e então ela confessou: "Cada vez que te traí coloquei uma batata no baú".
Salim nos primeiros momentos ficou atónito e sem palavras, mas depois de pensar bastante, disse:
"Até que te posso perdoar, quatro batatas em cinquenta anos, isso significa uma traição em cada 12,5 anos".
Perguntou então o que significavam os 60.000 dólares...
Foi quando ela respondeu:
"Cada vez que o baú se enchia de batatas, eu vendia-as".
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
Frases retiradas de revistas femininas das décadas de 50 e 60
Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas.(Jornal das Moças, 1957)
Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afecto.
(Revista Cláudia, 1962)
A desarrumação numa casa de banho desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa.
(Jornal das Moças, 1965)
A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos.
(Jornal das Moças, 1959)
Se o seu marido fuma, não arranje zanga pelo simples facto de cair cinza nos tapetes. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa.
(Jornal das Moças, 1957)
A mulher deve estar ciente que dificilmente um homem pode perdoar a uma mulher que não tenha resistido a experiências pré-nupciais, mostrando que era perfeita e única, exactamente como ele a idealizara.
(Revista Cláudia, 1962)
Mesmo que um homem consiga divertir-se com sua namorada ou noiva, na verdade ele não irá gostar de ver que ela cedeu.
(Revista Querida, 1954)
O noivado longo é um perigo.
(Revista Querida, 1953)
É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido.
(Jornal das Moças, 1957)
E para finalizar, a mais de todas:
O LUGAR DA MULHER É NO LAR. O TRABALHO FORA DE CASA MASCULINIZA.
(Revista Querida, 1955)
l
Revistas didácticas, carregadas de moral e amor...
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Língua Portuguesa
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor, português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém
posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passouPedro Paulo.
Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo
pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por
pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo...
Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. -Paris! Paris!
Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando
pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.
Porque pintas porcarias?
- Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles,
primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram,
porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...
Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
l
E há quem ache o máximo dizer: "O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma!"
Um amigo...
Ajuda-teValoriza-te
Respeita-te
Acredita em ti
Nunca te goza
Compreende-te
Nunca se ri de ti
Aceita-te como és
Eleva o teu espírito
Caminha a teu lado
Perdoa os teus erros
Admira-te no teu todo
Acalma os teus medos
Oferece-te o seu apoio
Ajuda-te a levantares-te
Diz coisas lindas sobre ti
Ama-te por aquilo que és
Explica-te o que não entendes
Diz-te tudo sobre o teu coração
Entrega-se incondicionalmente
Diz-te a verdade, quando precisas ouvi-la
Grita-te, se necessário quando não queres "ver" a realidade
domingo, 19 de novembro de 2006
sábado, 18 de novembro de 2006
...
Pai. No Gavião, cortaram os eucaliptos.Porém, as folhas dos plátanos, ano após ano, continuam a cair.
Tal como as saudades. Que não caem. Sentem-se.
Saudades de até quando me contrariavas.
E tinhas razão em muita coisa.
Avisavas-me.
Como que querias poupar-me ao embate das “pancadas da vida”.
E nestes últimos quatro anos tenho-os sentido.
Mas, de pé.
Ainda que com as pernas a fraquejar, por vezes.
Que um homem fraqueja, como ser humano, falível e sentimental.
Essas coisas dos homens serem fortes, só nas películas dos filmes devem existir...
Ou, se fortes homens há, no silêncio da noite devem chorar, às escondidas.
Eu, de peito aberto, como sempre, e com as vicissitudes que isso comporta, cá vou andando.
Umas vezes bem, outras, revoltado.
Sabes, as injustiças são cada vez maiores.
Os conhecidos aumentam, à medida que percorro outros caminhos.
Mas, os amigos vão diminuindo.
Provavelmente, há vários anos que assim era.
Eu é que não tinha dado conta...
Talvez as relações humanas estejam diferentes.
Tal como a rotatividade da Terra e a ilusão que as nuvens nos dão...
Já estou a divagar.
E tu, que sempre me quiseste com os pés bem assentes na terra.
Nada melhor, pai.
Pés firmes e de cara erguida.
Não pela prepotência, que aqueles que a trazem, tristes figuras fazem de si.
Mas, pela tranquilidade de assumir e praticar os valores fundamentais que tu me transmitiste.
Cá continuam.
Sólidos, como os laços sinceros.
Os valores presentes nos actos.
Tenho limitado os sonhos utópicos ao significado mais singelo que o dicionário lhe atribui. A utopia…
Já vai longo este monólogo, pai.
Todavia, desde há quatro anos que recordo todos os dias o teu olhar e a carícia das tuas mãos, quando, com ternura, me tocavas no rosto…
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
terça-feira, 14 de novembro de 2006
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
domingo, 12 de novembro de 2006
sábado, 11 de novembro de 2006
Desabafos privados sobre coisas públicas
Longe vão os tempos em que o pôr-do-sol nos parecia belo, quando desconhecíamos a realidade do mundo. Aquela realidade da luta constante e desenfreada pelo poder.
O poder, pelo poder.
O poder, pela riqueza.
O poder, pelo pedestal que desejam alcançar e de onde se querem ostentar.
Tudo vale, e vale tudo!
Quem muito tem para dar e distribuir, à sua volta os corvos vão poisar...
Mediatismo efémero?
Talvez. Para uns.
Porém, para outros, de tanto se colocarem em bicos dos pés e de tanta escova e graxa passar, lá continuam, ano após ano...
Desilusões? Quem não as tem…
Só quem não vai à luta...
Mas a luta cansa! Até os mais corajosos…
Agora não me peçam para seguir em carreira como nos rebanhos!
Fui há pouco tempo ao barbeiro e lã, aqui não há!
E como diria o outro: “para esse peditório já dei”…
O que nos faz continuar?
Talvez o resto do sonho.
O da utopia, que em jovem vi na política como meio de ajudar o próximo.
Mas, as decisões e essa possibilidade nunca me foi permitida.
Há sombras que não podem ofuscar o brilho dos holofotes da ribalta…
Há pessoas que convém estarem na sombra.
E se possível a continuar a ajudar e a subir alguém…
Nem que seja para cima do escadote…
É assim que se mudam lâmpadas, montam aquecimentos e vendem telemóveis...
E eu que só queria ter uma escola, alunos para ensinar e dar aulas, que é a minha profissão!
Passaram 15 anos?!?
Talvez tivesse dado mais ouvidos aos sábios e preocupantes conselhos do meu pai...
Mas, valeu a pena.
Vale-me o respeito dos que me acompanharam e o reconhecimento do esforço, mérito e capacidades que na rua me transmitem.
Se isto tem alguma coisa a ver com o Congresso do PS?!?
Não.
… qualquer coincidência com os factos relatados e a vida real, é pura coincidência…
Para ver estrelas, não há nada melhor que as noites frias de Inverno, em que o céu está limpo e limpidamente podemos desabafar…































