segunda-feira, 2 de abril de 2007
domingo, 1 de abril de 2007
Uma ponte para a Madeira...
O Tribunal de Contas avançou com dados sobre os custos de contratações de adjuntos, secretários e assessores dos governos de Barroso, Santana e Sócrates e concluiu que os gastos davam para construir 3 aeroportos da Ota.Também era interessante saber quais foram os gastos dos últimos 30 anos de Alberto João Jardim, em nomeações e outras decisões na Madeira.
Interessava saber, para termos um elemento comparativo e quiçá ilustrativo da grandeza da Madeira…
sexta-feira, 30 de março de 2007
quinta-feira, 29 de março de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
terça-feira, 27 de março de 2007
A distância custa...
Olhei o ponto de encontro, daquela paragem onde dois amantes se juntavam, num só, pelo amor e vida portilhada.Não eramos nós.
Tu estás longe da vista.
Nem mesmo a campainha da chegada do metro me faz mover do banco de madeira em que me sento.
A saudade, que é amiga da distância e cúmplice da tristeza, andam-me a atormentar os minutos em que não penso em ti.
São minutos de horas duras, quando olho a felicidade alheia, e mais intensamente sinto a tua falta...
segunda-feira, 26 de março de 2007
Fátima, Futebol e Fado... Que triste sina...
A série Prision Break tem-me prendido a atenção.Mais do que uma série televisiva, ela transporta o telespectador para as vidas que estão por detrás dos reclusos.
Mais do que retratar a vida dentro de uma prisão, ela ilustra a sobrevivência.
É a minha série de eleição.
Prefiro vê-la, do que saber que António de Oliveira Salazar foi escolhido como o maior português de sempre. Um ditador. Um homem que mandou encerrar universidades, que fez descer a escolaridade obrigatória para a 3ª classe e que dizia que o povo só precisava de saber ler, escrever e contar...
Talvez quem tenha votado em Salazar, tenham sido aqueles que contentemente, ainda hoje, só saibam ler, escrever e contar...
E o que é que isso tem a ver com o Prision Break? Ah, porque morreram muitos portugueses que afrontaram e discordaram de Salazar... Pagaram caro, pelo maior português de sempre...
sexta-feira, 23 de março de 2007
O meu Português de Sempre! Aristides de Sousa Mendes

Aristides de Sousa Mendes foi um Homem de causas.
O seu destino passou a estar inelutavelmente ligado ao destino colectivo de dezenas de milhares de pessoas desaparecidas.
Assumiu-se como homem certo no lugar e momento certos.
Aquilo que muitos poderiam considerar como defeitos de personalidade num diplomata - a natureza demasiado emotiva e o seu carácter impulsivo - tornaram-se força motora de um heroísmo.
Sacrificou tudo quanto amava e presava - uma família, uma carreira - por estranhos de quem se apiedou associando ao seu honroso desempenho a espiritualidade e dignidade humana então raras, mas que, afinal, caracterizam o povo português. Numa altura em que pairava a rebeldia pelo mundo, Sousa Mendes não só era um digno diplomata como também se desenhava como o modelo do português crítico, o representante ideal da nação que todos gostaríamos que Portugal sempre fosse.
As suas atitudes tinham o cheiro do perfume cuja marca a lei portuguesa só viria a reconhecer tardiamente. Ainda assim, aos olhos dos poucos que um dia ouviram falar de Sousa Mendes, a mais viva recordação que resta deste "
Salazar e seus discípulos condenaram-no à "pena de um ano de inactividade" com direito apenas a "metade do vencimento da categoria", tendo sido colocado "na disponibilidade aguardando aposentação", situação da qual só viria a se livrar com a morte, mais de 13 anos depois.
Ainda que nada dissipe o sofrimento de um conjunto de acusações e processos fundados numa ideologia retrógrada e desumana, e a humilhação de uma sentença cheia de vícios, feita a rogo das leis de uma ditadura nacional, nada explica que obra de tão grande valor e prestígio seja comprada a tão barato preço.
Quando os Nazis invadiram a França em 1940, Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português em Bordéus, contrariando as ordens de Salazar, assinou vistas para fugitivos. Assim conseguiu salvar milhares de vidas, antes de ser afastado do cargo pelo ditador.
Em 1940, dado o avanço das tropas alemãs de Norte para Sul e de Leste para Oeste, só
Aristides começou por ignorar a circular para, depois de instado a fazê-lo, a desrespeitar totalmente. Passava vistos a quantos lho solicitassem. Quando a 8 de Julho de 1940, já sem mais hipóteses de transgressão, regressou a
Nada na biografia de Aristides, até então, fazia prever este acto. Com 55 anos à data dos acontecimentos, casado e pai de 14 filhos, servia o "salazarismo (fascismo) tal
Regressando a
Do recheado solar da família, em Cabanas de Viriato (Viseu), tudo ia sendo vendido. Os filhos de Aristides iam-se dispersando, a mulher Angelina, morreu em 1948 , e ele casou novamente mais tarde.
No dia 3 de Abril de 1954, Aristides morre de uma trombose cerebral e de uma pneumonia no Hospital da Ordem
Mais do que ser um descobridor, um escritor, um pensador, um político ou um conquistador, para mim Aristides de Sousa Mendes foi um Homem Livre, de Bons Costumes, Valores e Dignidade Humana.
E tempo para viver?
No metro, nas ruas, as pessoas cruzam-se de cabeça baixa, sorriso escondido, sobrancelha cerrada e um silêncio só quebrado pelas músicas dos modernos MP3 que carregam ao pescoço.Esta é a sociedade da desconfiança, do medo, do individualismo e do corre – corre imposto pela economia.
Entre todos estes momentos, quais são os segundos em que as pessoas, mesmo as mais íntimas, se olham nos olhos?
quarta-feira, 21 de março de 2007
sábado, 17 de março de 2007
País erótico...
sexta-feira, 16 de março de 2007
sábado, 10 de março de 2007
sexta-feira, 9 de março de 2007
terça-feira, 6 de março de 2007
domingo, 4 de março de 2007
quinta-feira, 1 de março de 2007
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Se gosto de ti...
Tomar um banho de chuva,ou percorrer uma estrada escura.
Entre as duas, as gotas que me molhem,
os caminhos que se escondam.
Porque saio cedo, e sem saber mentir,
nunca é tarde para um beijo te dar.
Ontem, hoje e amanhã.
Mesmo com o mundo ao contrário,
mesmo com a chuva, do caminho, que não consigo evitar...
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Socialistas????

Desde que terminei o curso, leccionei sempre.
No 1º ano, fui colocado no início do ano lectivo em Leiria e trabalhei até Agosto.
No 2º ano, fui colocado no início do ano lectivo em Setúbal e trabalhei até Agosto.
No 3º ano, fui colocado no início do ano lectivo em Santarém e trabalhei até Agosto.
Este ano lectivo não fui colocado.
Estive no último mês
Vou trabalhar para Lisboa.
Cansei-me de lutar por uma profissão que abracei com o coração, tendo somente como recompensa as aprendizagens dos alunos a quem dei aulas, os seus sorrisos e as reacções espontâneas de relação aluno/professor.
Com esta Ministra da Educação e respectivos Secretários de Estado, por muito gosto e amor que se tenha pela profissão, encontramos salas de professores onde o desalento e o descrédito reinam, sobrepondo-se a outros sentimentos que outrora existiram.
Por muitas reformas que se pretendam fazer, a classe docente não pode ser o exemplo do corte constante, das mudanças permanentes, das leis e decretos inconstitucionais, dos silêncios e políticas do “quero, posso e mando”.
Este Ministério da Educação não tem nada de Socialista.
Tem de autoritário, prepotente e irracional, uma Ministra e dois Secretários de Estado.
Estão a hipotecar o futuro da educação em Portugal.
Estão a delapidar a estrutura da educação portuguesa.
Não se encontram ou vislumbram melhorias, muito pelo contrário...
Escrevo estas linhas, com lamento e sentimento, por aqueles que se encontram a leccionar, por aqueles que se encontram a saltar e a percorrer o país de escola em escola, mês após mês, e por aqueles que estão desempregados.
Em França e em Espanha os Ministros e serviços de Educação louvam e apoiam os professores. Em Portugal, atacam-nos.
Por tudo isto, regressar ao ensino público, a médio prazo, não está nos meus horizontes.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Trabalhar para aquecer...
Hoje regressei a casa.1 mês
Boas pessoas. Alunos empenhados.
Bonitas paisagens.
Porém, feitas as contas dos €uros gastos e recebidos, acabo por chegar à conclusão que gastei mais 130 euros do que recebi. Tendo em conta as despesas de quarto, combustível...
Ou seja, paguei para dar aulas!
Um dia destes, o Ministério da Educação, esta Ministra e os seus Secretários de Estado, vão querer professores e não os vão ter…
E quem sairá prejudicado, serão sempre os alunos, e em consequência o país…
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Hoje, batam em latas...
Há 2 anos atrás, e nos anteriores, por esta hora, em Ourém, as Escolas, os Grupos Recreativos e Culturais davam cor, vida e alegria às ruas e gentes deste concelho.Hoje, os carros passam em direcção aos concelhos vizinhos, onde a cultura e a folia, são tidas em conta, pelo esforço e dedicação das suas populações e colectividades.
Prioridades e opções duvidosas, que nós, enquanto cidadãos, podemos e devemos equacionar.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
sábado, 17 de fevereiro de 2007
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
domingo, 11 de fevereiro de 2007
Esforço grande = grande valor!
O esforço nem sempre é reconhecido.Nosso ou de outros.
Por vezes até há quem se concentre tanto no seu umbigo, que se esquece daqueles que ao seu lado existem.
A formiga trabalhadora, é a metáfora transposta para os seres humanos que não baixam os braços.
Para aqueles que perante as adversidades da vida procuram, inventam e encontram alternativas.
Também nós somos pequenas formigas, neste planeta, onde cada um de nós, é só mais um entre biliões de habitantes…
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
sábado, 3 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
Votar
A adaptação ao ritmo do Alentejo, tem-me desviado as atenções e energias, para outras actividades.Todavia, e ao regressar a casa para passar o fim-de-semana, reapresento-me no Suplemento de Alma, para em diário, loucura, desabafo, protesto, gozo, riso ou ternura, depositar, partilhar, desafiar estes e outros mundos.
domingo, 28 de janeiro de 2007
Carta a Miguel Sousa Tavares
«Não é a primeira vez que tenho a oportunidade de ler textos escritos pelo jornalista Miguel Sousa Tavares. Anoto que escreve sobre tudo e mais alguma coisa, mesmo quando depois se verifica que conhece mal os problemas que aborda. É o caso, por exemplo, dos temas relacionados com a educação, com as escolas e com os professores. E pensava eu que o código deontológico dos jornalistas obrigava a realizar um trabalho prévio de pesquisa, a ouvir as partes envolvidas, para depois escrever sobre a temática de forma séria e isenta.O senhor jornalista e a ministra que defende não devem saber o que é ter uma turma de
O senhor jornalista falta à verdade quando alude ao «flagelo do absentismo dos professores, sem paralelo em nenhum outro sector de actividade, público ou privado». Tal falsidade já foi desmentida com números e por mais de uma vez. Além do que, em nenhuma outra profissão, um simples atraso de 10 minutos significa uma falta imediata. O senhor jornalista não sabe (embora a ministra tenha obrigação de saber) o que é chegar a uma turma que se não conhece, para substituir uma professora que está a ser operada e ouvir os alunos gritarem contra aquela «filha da puta» que, segundo eles, pouco ou nada veio acrescentar ao trabalho pedagógico que vinha a ser desenvolvido.
O senhor jornalista não imagina o que é leccionar turmas em que um aluno tem fome, outro é portador de hepatite, um terceiro chega tarde porque a mãe não o acordou (embora receba o rendimento mínimo nacional para pôr o filho a pé e colocá-lo na escola), um quarto é portador de uma arma branca com que está a ameaçar os colegas. Não imagina (ou não quer imaginar) o que é leccionar quando a miséria cresce nas famílias, pois «em casa em que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão».
O senhor jornalista não tem sequer a sensibilidade para se por no lugar dos professores e professoras insultados e até agredidos, em resultado de um clima de indisciplina que cresceu com as aulas de substituição, nos moldes em que estão a ser concretizadas.
O senhor jornalista não percebe a sensação que se tem em perder tempo, fazendo uma coisa que pedagogicamente não serve para nada, a não ser para fazer crescer a indisciplina, para cansar e dificultar cada vez mais o estudo sério do professor. Quando, no caso da signatária, até podia continuar a ocupar esse tempo com a investigação em áreas e temas que interessam ao país. O senhor jornalista recria um novo conceito de justiça.
Não castiga o delinquente, mas faz o justo pagar pelo pecador, neste caso o geral dos professores penalizados pela falta dum colega. Aliás, o senhor jornalista insulta os professores, todos os professores, uma casta corporativa com privilégios que ninguém conhece e que não quer trabalhar, fazendo as tais aulas de substituição. O senhor jornalista insulta, ainda, todos os médicos acusando-os de passar atestados, em regra falsos. E tal como o Ministério, num estranho regresso ao passado, o senhor jornalista passa por cima da lei, neste caso o antigo Estatuto da Carreira Docente, que mandava pagar as aulas de substituição. Aparentemente, o propósito do jornalista Miguel Sousa Tavares não era discutir com seriedade. Era sim (do alto da sua arrogância e prosápia) provocar os professores, os médicos e até os juízes, três castas corporativas. Tudo com o propósito de levar a água ao moinho da política neoliberal do governo, neste caso do Ministério da Educação.
Dalila Cabrita Mateus, professora, doutora
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
Próximos tempos
É por aqui, já desde quarta-feira, que tenho estado.Daí a minha ausência.
Estou a dar aulas a duas turmas na EB São João Baptista.
São poucas horas e por pouco tempo, mas dá para me sentir realizado enquanto professor.
Dar aulas, e o gosto de as leccionar, é o que me prende ao ensino.
Isto porque estou a 200km de casa. Tive de alugar quarto e passei a ter umas extensas despesas de deslocação...
Apesar de estar a trabalhar, para pagar as despesas todas, sinto-me bem, enquanto professor e enquanto homem.
Campo Maior é uma Vila bonita!
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
Espelho retrovisor
Não passo muito tempo à frente do espelho.E assim, por vezes ando com a barba maior, o cabelo meio despenteado e as patilhas por acertar.
Mas, à noite, durmo com a consciência tranquila.
Há quem se olhe muito ao espelho.
Por fora brilhe, distribua sorrisos e bom aspecto.
Mas, será que têm a consciência tranquila?
Será o espelho de vidro a reflectir a alma do ser humano, ou serão os passos a ilustrar os caminhos mais certos?
Desabafos no diário virtual
"Não tenho a pretensão de ensinar aqui o método que cada um deveseguir para bem conduzir sua razão. Procuro, apenas, humildemente,
mostrar o modo como tanto me esforço, sem descanso, para conduzir a
minha".
René Descartes
E com este pensamento, justifico a razão da minha ausência nestes últimos dias.
No asfalto da vida e nos hospitais da região.
Tudo terminará em bem.
Contudo, a razão humana, individual e colectivamente partilhada, nem sempre se orienta pelo mesmo horizonte, pela mesma educação, pelo mesmo profissionalismo e pela mesma finalidade.
Aí, perdemos todos. Uns, a crença. Outros, o valor.
Eu fico-me pelo “humildemente me esforço…”.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Professor
Se é jovem, não tem experiência;Se é velho, está ultrapassado.
Se não tem carro, é um coitado;
Se tem carro, chora de barriga cheia.
Se fala em voz alta, grita;
Se fala em tom normal, ninguém o ouve.
Se nunca falta às aulas, é parvo;
Se falta, é um "turista".
Se conversa com outros professores, está a dizer mal do Sistema;
Se não conversa, é um desligado.
Se dá a matéria toda, não tem dó dos alunos;
Se não dá, não prepara os alunos.
Se brinca com a turma, é palhaço;
Se não brinca, é um chato.
Se chama a atenção, é um autoritário;
Se não chama, não se sabe impor.
Se o teste é longo, não dá tempo nenhum;
Se o teste é curto, tira a oportunidade aos alunos bons.
Se escreve muito, não explica;
Se explica muito, o caderno não tem nada.
Se fala correctamente, ninguém entende patavina;
Se usa a linguagem do aluno, não tem vocabulário.
Se o aluno reprova, é perseguição;
Se o aluno passa, o professor facilitou.
É verdade, os professores nunca têm razão... Mas se você conseguiu ler tudo até aqui, agradeça-lhes a eles…
Provérbio: Preso por ter cão e preso por não ter!
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
É isso. Não mexas mais!
Este ano lectivo, pela primeira vez desde que terminei o curso, ainda não fui colocado.Não fui, nem serei, tendo em conta que as colocações cíclicas efectuadas pelo Ministério da Educação terminaram em Dezembro de 2006.
Desde lá, e até à presente data, leio os jornais à procura das ofertas de escola.
Percorro os sites das Direcções Regionais de Educação em busca das ofertas de escolas.
Compro os jornais, imprimo currículos, certificados de curso, declarações de tempo de serviço prestado, fotocópias do bilhete de identidade e até do cartão do contribuinte… Com isto tudo já lá vai mais de uma resma de papel e um cartucho de tinta, para mais de 50 escolas... Algumas obrigam a que os candidatos se apresentem e formalizem a candidatura na secretaria. São filas e filas…
Outras não permitem o envio da candidatura via email ou fax, por contenção de despesas (veio escrito numa publicitação de oferta de horário num jornal de âmbito nacional…). Desconhecia que os emails recebidos se pagavam... (lol)
E passo dias a caminhar para os correios. Já me encontro com outros colegas, ao balcão, numa peregrinação incerta.
Correio normal, azul ou registado - pergunta o funcionário. Azul, pelo menos temos a certeza que chega dentro do prazo da vaga. Ou registado para ser efectivamente entregue.
Os custos monetários são significativos (papel, tinta, envelopes, selos, gasolina...)
Resta saber o que estarão agora a fazer os funcionários do Ministério da Educação, que até Dezembro publicavam as ofertas de horários nas colocações cíclicas...
Resta saber o que espera a população de uma classe docente desanimada e incrédula, face às constantes e inexplicáveis medidas que o Ministério vai processando, em nome de uma reestruturação, que efectivamente não consta no programa eleitoral do Partido Socialista, apresentado nas últimas eleições legislativas…
Resta saber se a profissão que abraçamos com gosto e determinação, será, ou não, aquela que contará com a nossa existência e trabalho num futuro próximo. Amanhã, daqui a um mês ou nunca mais.
Isto porque entretanto há uma vida para viver e outro trabalho a procurar.
E nesta situação já conheço algumas dezenas de colegas que desistiram do ensino e foram para outras áreas.
Mas, o pior, será daqui a uns 10 anos, quando o país precisar de professores e eles não existirem, tendo em conta os processos de reforma, o envelhecimento da classe e o congelamento dos cursos vocacionados para a educação.
E então aí, ou nessa altura, recrutem advogados, engenheiros, arquitectos e outros profissionais, para leccionar...
domingo, 14 de janeiro de 2007
sábado, 13 de janeiro de 2007
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Descrédito!
Diz: “No ano em que se comemora o 90º Aniversário das Aparições de Fátima, Nossa Senhora chora…”?!?
Depois continuam num texto repleto de cinismo, usando a imagem de Nossa Senhora de Fátima, para levar as pessoas a votarem Não no Referendo sobre a Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez a 11 de Fevereiro.
Usar a fé, as convicções religiosas desta forma?
Quem o faz, só está a cavar um fosso mais profundo entre os cidadãos e a Igreja Católica.
Já não basta a Igreja Católica ser contra o uso do preservativo, agora usa a imagem da Nossa Senhora de Fátima num Referendo?!?
Então em Espanha, França e noutros países quem pratica o aborto é herege?
Será que a Nossa Senhora de Fátima vai castigar esses pecadores?!?
As pessoas que fazem estes folhetos deviam respeitar a fé e a Religião Católica, assim como os seus crentes!
Assim, estão a contribuir para o inverso!
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
Brincadeira de mau gosto
Hoje ligaram-me a perguntar se eu também pertencia ao blog Vila Nova de Ourém.
Perguntei a razão de tal pergunta. Disseram-me que o meu nome estava lá.
Estranhei e fui confirmar.
Efectivamente, só mesmo uma brincadeira de mau gosto se trata.
Já enviei um mail ao administrador do blog a manifestar o meu descontentamento e revolta.
Não se brinca com o nome das outras pessoas.
Não aceito situações deste tipo na blogoesfera do concelho, tendo em conta que sempre me pautei pelo respeito e consideração.



























