quinta-feira, 22 de maio de 2008

Horizonte???

“Na corrida à liderança do PSD, e nas auscultações que fez às bases do partido, Santana Lopes diz que tem ouvido apelos «no sentido de impor a ordem, a autoridade e fazer uma limpeza na bagunça que é este partido». A sua resposta tem sido clara: «Pois digo, vou ser intransigente nesse caminho».”

A questão mais importante passa pela necessidade de ter um partido da oposição credível, activo, interventivo e participativo na política nacional.

Se em Ourém o PSD está igual ou pior do que a nível nacional, a vantagem da direcção nacional passará pelas eleições internas que estão a decorrer escolhendo o líder. A nível local, parece-nos não haver solução…

Assim, nas próximas eleições autárquicas funcionará, decerto, a alternância democrática, a bem do concelho de Ourém…

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Quinze dias depois da passagem do ciclone Nargis, as autoridades militares de Myanmar continuam a recusar a ajuda internacional de socorro aos milhares de habitantes que sobreviveram, mas que estão famintos, doentes e feridos.

Porque é que os generais birmaneses não distribuem alimentos para todos, não aceitam a ajuda externa em nome do valor da vida humana?

Que homens são estes que desprezam os seus concidadãos?

domingo, 11 de maio de 2008

Imitar ou piorar...

"Não podemos entrar na modernidade com a vergonha de se ser pobre e o
culto das aparências; com a passividade perante a injustiça e a
ideia de que, para sermos modernos, temos de imitar os outros".

Mia Couto

segunda-feira, 28 de abril de 2008

A foto é para aliviar o stress...

Falam, falam, falam, mas o Benfica continua em três frentes…

Frente ao Colombo…

Frente à Repsol…

Frente ao Media Market…

sexta-feira, 25 de abril de 2008

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Eleições no PSD

«Estou aqui, mais uma vez, disponível para o combate». A frase é de Santana Lopes, no final do seu discurso ao Conselho Nacional. À saída, garantiu que a candidatura «tem de valer a pena; para que tudo não fique na mesma».

E assim, o derrotado político das últimas legislativas, como que se “alevanta” e salta para a corrida. 6 candidatos é obra!

Como diria o outro: “À meia dúzia é mais barato!”

sábado, 19 de abril de 2008

Próximo candidato ao PSD!

Se este homem apanhar uma câmara à frente, já sabemos que teremos mais um candidato a candidato, para a liderança do PSD.

E aí, os já candidatos, pseudo-candidatos e desejáveis candidatos: Patinha Antão, Pedro Passos Coelho, Aguiar Branco, Marcelo Rebelo de Sousa, Rui Rio, Manuela Ferreira Leite… tenham cuidado!

Caso Luís Filipe Menezes não se recandidate, não nos esqueçamos do sempre surpreendente Santana Lopes.

O “emplastro” deve ser mais conhecido do que a maioria destes candidatos.

Em termos de audiência televisiva ,e para provocar sorrisos e gargalhadas, só mesmo Santana Lopes poderá concorrer com ele (o “emplastro”).

Manuela Ferreira Leite afrontou os estudantes e vendeu património do estado ao desbarato… Má memória…

Patinha Antão… quem é?

Pedro Passos Coelho é mais um, dos muitos ex-líderes das juventudes partidárias, que na sua juventude lhe projectaram uma carreira política brilhante, mas que depois de “perder o peso” dos votos, foi “abafado” pelas cúpulas de poder partidária.

Aguiar Branco… quem é?

Rui Rio terá algum crédito, não pela sua teimosia mesmo quando sabe que não tem razão, mas porque provou que o Porto não é o Futebol Clube do Porto…

Menezes, depois desta tentativa de vitimização, arriscou demais, e à presente data, as “tropas” que ele tem e que Jardim gostava de ter, estão a desmobilizar… Arriscou demais…

Santana Lopes colar-se-á à candidatura mais promissora, mais astrológica, mais mediática, mesmo nem sendo, a candidatura vencedora. Todavia, será uma com estas características...

Resta, ao PSD, e ao país (porque qualquer estado democrático precisa de bons governos e fortes oposições) Marcelo Rebelo de Sousa. Respeitado. Douto. Astuto. Tem a tempo de antena semanal a seu gosto, e foi aquele que infligiu as derrotas de Guterres, enquanto Presidente do PSD.

Com Cavaco a sorrir e sem saber o que dizer ao ver o PSD a despedaçar-se em candidatos, e com Sócrates a credibilizar o PS face à instabilidade dos Social Democratas, o “emplastro”, se é para continuar a rir em cada noticiário da rádio e da televisão, é, sem dúvida, uma boa hipótese…

Entre os dias e as horas...

As semanas vão passando, pelas horas e pelos dias, que de manhã ou de noite, sobre forma de máquinas e gestos mecânicos repetimos práticas, sobre o instinto de sobrevivência, a par das práticas sociais impostas.

Chegamos ao fim de semana cansados e de agenda cheia de tarefas domésticas. Ouvimos a chuva que bate forte, empurrada pelo vento que agita as árvores da rua.

Entre tudo isto há um outro mundo lá fora, onde, decerto, alguém, em comum, tem estas e outras rotinas.

Ainda que cada pessoa seja uma só, que cada família seja uma só, que ligações se estabelecem entre o viver, o sobreviver, o fazer e o querer?


segunda-feira, 14 de abril de 2008

Se "Céu", ou um outro mundo existir...

Pai. Se fosses vivo, hoje fazias 65 anos.

Onde quer que estejas (porque a existência e o pensamento humano se refugiam na crença de que há "um outro lugar"), relembro-te com saudade, carinho e amor.

domingo, 13 de abril de 2008

Definição da "Avó", por uma criança.

«Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.
As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali.
Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas.
Nunca dizem "Despacha-te!"
Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos.
Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior.
As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.
Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.
As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo.
Não são tão fracas como dizem, apesar de morreram mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, principalmente se não tiver televisão.»

sábado, 12 de abril de 2008

...

"A bondade é silenciosa como a semente, mas contém a força da transformação."

Sonia Rinaldi

domingo, 30 de março de 2008

Teoria explicativa sobre o "Mercado de Acções"

Um dia, numa aldeia apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por 10€ cada. Os aldeões sabendo que haviam muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça. O homem comprou centenas de macacos a 10€ e então os aldeões diminuíram o seu esforço na caça. De seguida o homem anunciou que pagaria 20€ por cada macaco. Logo os aldeões renovaram os seus esforços e foram novamente à caça. Assim, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para 25€ e a quantidade de macacos foi reduzindo tanto, que a procura diminuiu. Então, o homem anunciou que passaria a pagar 50€ por cada macaco. Entretanto, como ia à cidade grande, deixaria o seu assistente responsável pela compra dos macacos. Na ausência do homem, o seu assistente disse aos aldeões: "Olhem todos estes macacos na jaula que o homem vos comprou. Eu vendo-os por 35€ a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vende-los por 50€ cada." Os aldeões, na ânsia de ganhar, foram buscar todas as suas economias e compraram todos os macacos ao assistente. Depois do negócio, o assistente desapareceu e o homem não regressou da cidade. Passaram a ver-se, somente, macacos por todos os lados.

segunda-feira, 24 de março de 2008

sexta-feira, 21 de março de 2008

Composição da Gramática Portuguesa

"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, ilábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos. O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro. Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo. Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo. Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa
pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros. Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais. Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular. Ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisto a porta abriu-se repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício. Que loucura, meu Deus. Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que, as condições eram estas. Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva."

segunda-feira, 17 de março de 2008

quarta-feira, 12 de março de 2008

Pensamento...

"A mais importante de todas as ciências é o conhecimento da criatura
humana".

Thomas Alva Edison, cientista, inventou a lâmpada eléctrica e
aperfeiçoou o telefone, EUA, 1847-1931

(aproveito para dedicar este pensamento aos meus alunos de Sol. 1º ano)


segunda-feira, 10 de março de 2008

Desta é que foi!

Um casal tinha dois filhos, um de 8 e outro de 10 anos, que eram umas pestes. Os pais sabiam que se houvesse alguma travessura onde moravam, eles com certeza estariam metidos. A mãe das crianças ficou sabendo que o novo padre da cidade tinha tido bastante sucesso em disciplinar crianças. Então, ela pediu ao padre que falasse com os meninos. O padre concordou, mas pediu para vê-los separadamente. A mãe, então, mandou primeiro o filho mais novo. O padre, um homem alto com uma voz de trovão, sentou o puto e perguntou-lhe austeramente:
- Onde está Deus?

O puto abriu a boca, mas não conseguiu emitir nenhum som, ficou sentado,
com a boca aberta e os olhos arregalados. Então, o padre repetiu a pergunta
num tom ainda mais severo:

- Onde está Deus?

Mais uma vez o puto permaneceu de boca aberta sem conseguir emitir nenhuma resposta. Então, o padre levantou ainda mais a voz, e com o dedo no rosto do puto berrou:
- ONDE ESTÁ DEUS?

O puto saiu a correr da igreja directamente para casa e trancou-se no quarto. Quando o irmão mais velho o encontrou, perguntou-lhe:

- O que é que aconteceu?

O irmão mais novo, ainda tentando recuperar o fôlego, respondeu:

- Desta vez estamos mesmo lixados... Deus desapareceu e acham que fomos nós!

domingo, 9 de março de 2008

?

Por vezes desconfio do destino que algumas pessoas querem dar ao nosso país…

sexta-feira, 7 de março de 2008

Ourém na TV

“ ... dois agentes da PSP da esquadra de Ourém deslocaram-se a duas escolas da cidade para saber quantos professores iam participar na manifestação de sábado, em Lisboa. O Comando Distrital da PSP de Santarém assegura desconhecer a situação.”

Mas, “o adjunto do comandante da esquadra de Ourém, Basílio Duarte, pediu para transmitir ao PÚBLICO que os agentes se limitaram a “cumprir uma solicitação do Comando de Santarém”.”

Como se a Polícia de Ourém não tivesse mais nada para fazer, ou, por iniciativa própria fizesse isto...

Estas práticas são condenáveis, venham elas do Comando Distrital ou Nacional da PSP ou da GNR.

Num estado de direito democrático a manifestação é um direito consagrado na Constituição da República Portuguesa.
Exige-se o mínimo de seriedade e rigor.

A autoridade não se ganha pelo medo. A autoridade ganha-se com o respeito...

quarta-feira, 5 de março de 2008

Plano Tecnológico - causas futuras...

Cruzamento de dados em 2012:
- Telefonista: Pizza Hot, boa noite!
- Cliente: Boa noite, quero encomendar Pizzas...
- Telefonista: Pode-me dar o seu NIN?
- Cliente: Sim, o meu Número de Identificação Nacional é o 6102 1993 845.
- Telefonista: Obrigada, Sr. Lacerda. O seu endereço é na Avenida Paes de Barros, 19, Apartamento 11, e o número do seu telefone é o 21 54942 36, certo? O telefone do seu escritório na Lincoln Seguros, é o 21 574
52 30 e o seu telemóvel é o 96 266 25 66, correcto?
- Cliente: Como é que conseguiu todas essas informações?
- Telefonista: Porque estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.
- Cliente: Ah, sim, é verdade! Quero encomendar duas Pizzas: uma Quatro Queijos e outra Calabresa...
- Telefonista: Talvez não seja boa ideia...
- Cliente: O quê...?
- Telefonista: Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a saúde.
- Cliente: Claro! Tem razão! O que é que sugere?
- Telefonista: Por que é que não experimenta a nossa Pizza Superlight, com Tofu e Rabanetes? O senhor vai adorar!
- Cliente: Como é que sabe que vou adorar?
- Telefonista: O senhor consultou a página "Receitas Gulosas com Soja" da Biblioteca Municipal, no dia 15 de Janeiro, às 14:27 e permaneceu ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...
- Cliente: Ok, está bem! Mande-me então duas Pizzas tamanho familiar!
- Telefonista: É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e os vossos quatro filhos, pode ter a certeza.
- Cliente: Quanto é?
- Telefonista: São 49,99.
- Cliente: Quer o número do meu Cartão de Crédito?
- Telefonista: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu Cartão de Crédito foi ultrapassado.
- Cliente: Tudo bem. Posso ir ao Multibanco levantar dinheiro antes que chegue a Pizza.
- Telefonista: Duvido que consiga. A sua Conta de Depósito à Ordem está com o saldo negativo.
- Cliente: Meta-se na sua vida! Mande-me as Pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?
- Telefonista: Estamos um pouco atrasados. Serão entregues em 45 minutos. Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas Pizzas na moto, não é lá muito aconselhável. Além de ser perigoso...
- Cliente: Mas que história é essa? Como é que sabe que eu vou de moto?
- Telefonista: Peço desculpa, mas reparei aqui que não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga e então, pensei que fosse utilizá-la.
- Cliente: Fooonnnnixxxxx!
- Telefonista: Gostaria de pedir-lhe para não ser mal educado... Não se esqueça de que já foi condenado em Julho de 2006 por desacato em público a um Agente Regional.
- Cliente: Estava só a publicitar a rede móvel dos CTT…
- Telefonista: Mais alguma coisa?
- Cliente: Não. É só isso... Não. Espere... Não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.
- Telefonista: O regulamento da nossa promoção conforme citado no artigo 095423/12, proíbe a venda de bebidas com açúcar a pessoas diabéticas...
-Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou atirar-me pela janela!!!!!
- Telefonista: E torcer um pé? O senhor mora no rés-do-chão...!

terça-feira, 4 de março de 2008

sábado, 1 de março de 2008

Camilo Castelo Branco (...)

Faltam Homens, nas sociedades democráticas, onde o poder se joga para além dos limites.
Onde o poder sobe à cabeça e leva os seus detentores a práticas inaceitáveis…

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Dá que pensar...

Nunca um coxo treinou atletas para a maratona nem um mudo deu aulas de dicção.
Só os padres não prescindem de dar conselhos sobre a reprodução e a sexualidade!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Diferenças...

"Um amigo faz-se rapidamente.

Já a amizade é fruto que amadurece lentamente".

Aristóteles


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

É gente...

Que raio de gente são aqueles, que quando as pessoas detêm poder, fazem-se de amigos e disponibilizam-se para tudo e mais alguma coisa.

Mas, quando o poder desaparece das mãos dos seus conhecidos, também eles desaparecem.

Não foi comigo, mas vi...

É triste. Não são pessoas. É mesmo gente...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Entusiasmo de viver...

"Os anos enrugam a pele, mas renunciar

ao entusiasmo de viver faz enrugar a alma."

Albert Schweitzer

Nos dias de hoje...

Um aluno vira-se para a professora e diz:
- Não quero alarmá-la, mas o meu pai diz que se as minhas notas
não melhorarem, alguém vai levar uma sova!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

"Terrorismo é uma coisa, estupidez é outra" por Ricardo Araújo Pereira

Os serviços secretos de Espanha andam a brincar connosco. Há uns séculos, os espanhóis levaram uns bofetões de uma profissional da indústria da panificação, e não deve passar um dia em que não pensem na vingança. Na semana passada comunicaram-nos que a Al Qaeda ameaça praticar actos terroristas em Portugal. E nós, parvos, acreditámos. Até onde chega a credulidade dos portugueses… Primeiro acreditámos no Sócrates, e agora nos espanhóis. Há que aprender a lição.
Como é evidente, só um terrorista muito estúpido é que vem exercer a profissão para cá. Com a vigilância que existe, hoje em dia, nos aeroportos, os terroristas só podem entrar no País de carro. E vir andar de carro para as nossas estradas é das decisões mais obtusas que uma pessoa pode tomar. É verdade que eles são suicidas, mas não exageremos. Vai uma grande diferença entre ser suicida e ser burro.
Por outro lado, os terroristas que tiverem a infeliz ideia de entrar no País terão de construir a bomba cá. Não se faz uma viagem Paquistão-Portugal com um engenho explosivo debaixo do braço. Há que ir a uma loja comprar peças. E é aqui que as chatices começam. «Esta peça, só mandando vir do estrangeiro, chefe. Daqui a duas semanas mete-se o Carnaval, por isso agora só em Março.»
Se o explosivo levar combustível, pior ainda. Eles que vejam o preço a que está a nossa gasolina, a ver se continua a apetecer-lhes rebentar coisas. É muito fácil apanhar terroristas em Portugal. São os tipos de turbante que estão nas bombas da Galp a chorar. Os que lá andam a chorar sem turbante somos nós.
E depois temos as contingências inerentes a uma actividade tão perigosa como é o fabrico de um engenho explosivo. O terrorista corre inúmeros riscos, o maior dos quais é ir parar a um hospital português. Basicamente, o sistema de saúde português oferece-lhe três hipóteses: pode morrer no caminho, pode morrer na sala de espera e pode morrer já dentro do hospital. É certo que o esperam 71 virgens no Paraíso, mas aposto que, para morrer num hospital português, o terrorista fica em lista de espera até as virgens serem septuagenárias, altura em que a virgindade perde muito do seu encanto.
Quando, finalmente, os terroristas conseguem reunir condições para construir a bomba, o prédio que tinham planeado mandar pelos ares já explodiu há dois meses, ou por mau funcionamento da canalização do gás, ou porque o esquentador de quatro ou cinco condóminos está instalado na casa de banho. Portugal pode ser um bom destino turístico, mas para fazer terrorismo não tem condições nenhumas.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Gandhi

Um dia, Gandhi fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
"Porque é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, porquê gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?"
Questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retorquiu outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?"
O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações
afastam-se muito. Para cobrir esta distância precisam gritar, para
poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para se ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E porquê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."
Por fim, o pensador concluiu, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia
em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Qualquer lugar que seja...

"A verdade é mais estranha do que a ficção"
(Ad Universi Terrarum Orbis Summi Architecti Gloriam)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Como o tempo passa...

Para a minha menina, que faz hoje 7 meses.

O tempo tem voado. Ela, crescido.

Acompanhada de risos, dedicação e ternura.

Uma filha criada com muito amor.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Querem ver???

Dois GNR na berma da estrada vêem passar um tipo a mais de 120.
Diz um para o outro.
"Aquele não é o gajo a quem apreendemos a carta a semana passada por excesso de velocidade?"
"Era pois,"
r
espondeu o segundo.
"Vamos caçá-lo!"
Uns Kms mais adiante já com o tipo parado, um dos GNR, chega-se ao pé dele e pergunta-lhe:
"A sua Carta de Condução?...."
"Mau! " - Responde o mânfio -"Querem ver que agora perderam-na...!"

Máscaras e Serviço Público

“Já aqui há tempos o respeitável inspector- -geral da ASAE tinha dito, no Expresso da Meia- -Noite, que alguns agentes do seu serviço surgem de carapuça nas feiras porque poderia ser desagradável para eles, que por vezes são vizinhos de gente ligada aos feirantes, serem reconhecidos na vida de todos os dias.

Esta forma de assegurar um bom ambiente convivial de vizinhança e a informação sobre o treino do pessoal da ASAE com serviços secretos e polícias estrangeiras é que produziram em mim o déclic triunfal. Eis a solução para muitos problemas!

Pensei logo nos professores. (...) Os professores têm sido vítimas das mais inqualificáveis violências, quer da parte de alunos, quer da parte dos pais deles. Pois bem, se tiverem preparação militar, aprenderem a manejar uma pistola de guerra ou uma bazuca e se apresentarem nas escolas de cabeça coberta e com uniforme acolchoado correspondente, as vantagens saltam aos olhos."

Vasco Graça Moura, DN

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Esta notícia é um "Suplemento de Alma" para os Professores...

Os professores são a profissão em que os portugueses mais confiam e também aquela a quem confiariam mais poder no país, segundo uma sondagem mundial efectuada pela Gallup para o Fórum Económico Mundial (WEF).
Os professores merecem a confiança de 42 por cento dos portugueses, muito acima dos 24 por cento que confiam nos líderes militares e da polícia, dos 20 por cento que dão a sua confiança aos jornalistas e dos 18 por cento que acreditam nos líderes religiosos.
Os políticos são os que menos têm a confiança dos portugueses, com apenas 7 por cento.
Relativamente à questão de quais as profissões a que dariam mais poder no seu país, os portugueses privilegiaram os professores (32 por cento), os intelectuais (28 por cento) e os dirigentes militares e policiais (21 por cento), surgindo em último lugar, com 6 por cento, as estrelas desportivas ou de cinema.
A confiança dos portugueses por profissões não se afasta dos resultados médios para a Europa Ocidental, onde 44 por cento dos inquiridos confiam nos professores, seguindo-se tal como em Portugal os líderes militares e policiais, com 26 por cento.
Os advogados, que em Portugal apenas têm a confiança de 14 por cento dos inquiridos, vêm em terceiro lugar na Europa Ocidental, com um quarto dos europeus a darem-lhes a sua confiança, seguindo-se os jornalistas, que são confiáveis para 20 por cento.
Em ultimo lugar na confiança voltam a estar os políticos, com 10 por cento.
A nível mundial, os professores são igualmente os que merecem maior confiança, de 34 por cento dos inquiridos, seguindo-se os líderes religiosos (27 por cento) e os dirigentes militares e da polícia (18 por cento).
Uma vez mais, os políticos surgem na cauda, com apenas 8 por cento dos 61.600 inquiridos pela Gallup, em 60 países, a darem-lhes a sua confiança.
Os professores surgem na maioria das regiões como a profissão em que as pessoas mais confiam.
Os docentes apenas perdem o primeiro lugar para os líderes religiosos em África, que têm a confiança de 70 por cento dos inquiridos, bastante acima dos 48 por cento dos professores, e para os responsáveis militares e policiais no Médio Oriente, que reúnem a preferência de 40 por cento, à frente dos líderes religiosos (19 por cento) e professores (18 por cento).
A Europa Ocidental daria mais poder preferencialmente aos intelectuais (30 por cento) e professores (29 por cento), enquanto a nível mundial voltam a predominar os professores (28 por cento) e os intelectuais (25 por cento), seguidos dos líderes religiosos (21 por cento).
A Gallup perguntou «em qual deste tipo de pessoas confia?», indicando como respostas possíveis políticos, líderes religiosos, líderes militares e policiais, dirigentes empresariais, jornalistas, advogados, professores e sindicalistas ou «nenhum destes», tendo esta última resposta sido escolhida por 28 por cento dos portugueses, 26 por cento dos europeus ocidentais e 30 por cento no mundo.
A Gallup questionou «a qual dos seguintes tipos de pessoas daria mais poder no seu país?», dando como opções políticos, líderes religiosos, líderes militares e policiais, dirigentes empresariais, estrelas desportivas, músicos, estrelas de cinema, intelectuais, advogados, professores, sindicalistas ou nenhum destes.
A opção «nenhum destes» foi escolhida por 15 por cento em Portugal, 19 por cento na Europa Ocidental e 23 por cento a nível internacional.
Diário Digital / Lusa

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Pensamento real...

"Homens do `haveremos de fazer' nunca farão nada".

Padre António Vieira 1608-1697


quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Deficiências - por Mário Quintana

'Deficiente' é aquele que não consegue modificar a sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco’ é
quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é
aquele que não vê o próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para os seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo'
é aquele que não tem tempo para ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é
aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é
quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam da sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é
quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
A amizade é um amor que nunca morre.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

1º Post do Ano de 2008

Que o novo ano seja repleto de mágicos momentos, resultantes do nosso esforço, do nosso valor e do que de bom podemos dar e receber como seres humanos.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Boas Festas!


Que os pingos de chuva sejam gotas de amor

Que o frio da noite seja a metáfora da vida, pelo calor de viver…

Hoje e sempre.

Pelo Natal e nos restantes dias do Ano.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Credo!

Nesta época, os seres humanos mais abastados deixam-se levar pela frebre do consumismo.

Do que de melhor podem e devem comprar. Mas, compram.

Até inventaram um tal de Pai Natal.

Não sei se é este, mas se ele fosse “passado a ferro” não se perdia nada...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Vou recorrer a este exemplo...

Uma professora universitária acabava de dar as últimas orientações aos alunos acerca do exame que ocorreria no dia seguinte.

Finalizou alertando que não haveria desculpa para a falta de nenhum aluno, com excepção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo.

Um aluno armado em engraçado, que estava sentado no fundo da sala, perguntou:

"De entre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por actividade sexual?"

A classe explodiu em gargalhadas, com a professora a aguardar pacientemente que o silêncio fosse estabelecido.

Assim que isso aconteceu, ela olhou para o aluno e respondeu:

"Isso não é um motivo justificado. "

- e continuou serenamente –

"Como o exame será de escolha múltipla, pode vir para a sala e escrever com a outra mão...

Ou, se não se puder sentar, pode responder de pé."

Cimeiras dão nisto...

Patrão fora, caos na loja.

Esta bem podia ser a manchete de um qualquer diário nacional após o avanço e recuo sobre a cobrança de 5 cêntimos por cada saco de plástico, por parte do Ministério do Ambiente.

Se Sócrates não estivesse envolvido na Cimeira Europa/África alguma vez isto acontecia?

Claro que não. Ou avançavam e não recuavam. Ou, nem sequer isso era tema de conversa...

E agora? Esperamos que não venha o comboio...

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Para o sótão...

Por mais que pareça não existir caminho, para além do que observamos, nunca devemos desistir...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Estranho...ou nao...

O Homem partiu para a Lua, há várias décadas, sem conhecer o interior do seu próprio planeta, nos dias de hoje...

terça-feira, 27 de novembro de 2007

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Como somos pequenos...

O vento e a chuva chegaram e marcaram a natureza, que vive em cada um de nós.

Sim, porque a natureza, identificada pelo ambiente exterior ao Homem, não deixa de ser também, a nossa natureza.

Somos, tal como as árvores, sujeitos às forças da natureza.

Por vezes, esquecemo-nos. Ou, julgamo-nos superiores.

Porém, estas forças, fazem de nós, pequenos seres humanos...

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Não deve faltar muito...

Com o endividamento das autarquias, avizinham-se aumentos nos parquimetros, para o gasóleo dos carros das vereações e dos Presidentes...