O meu amigo Luís Cordeiro lançou um projecto, em parceria com outro jovem criador, que dá pelo nome de Holy Fabrics.Criação e venda de roupa. Destaco as t-shirts muito originais.
Um espaço para visitar!!!
É aquele que nos alimenta e nos reforça. O que emerge do nosso ser face às turbulências sociais, políticas, económicas e pessoais, que dia a dia nos molham, nos aquecem e nos gelam. Com toda a nossa Alma, que nos alimenta o coração e o pensamento!
O meu amigo Luís Cordeiro lançou um projecto, em parceria com outro jovem criador, que dá pelo nome de Holy Fabrics.Criação e venda de roupa. Destaco as t-shirts muito originais.
Um espaço para visitar!!!
Com a disponibilidade e a indisponibilidade do seu autor, tem sido local de encontros e desencontros, de pensares e imagens, de comentários e silêncios, de passagens, visitas, reflexões de dias e noites.
Mais do que agradecer aos que visitam este espaço, temos, por obrigação moral, de lembrar a força que nos move e nos faz acreditar, mesmo que recorrendo ao nosso Suplemento de Alma. E à minha amiga Gotinha que me ajudou nos "primeiros passos".
Hoje, fui encontrá-lo referenciado no Aniversário de Blogues.
Por aí anda referenciado em outros blogues de amigos, conhecidos, desconhecidos, mas ciberneticamente ligados ao mundo virtual em que o mundo gira.
Hoje, nasceu o sol, sobre a data do teu primeiro ano de idade que completas.
1 ano de alegria, ternura, carinho, crescimento, beijos e choros, risos e cumplicidades partilhadas entre os que te rodeiam, e que com amor eterno te tratam, te ensinam, te amam...
Mais do que sermos a tua ajuda, somos e seremos a tua companhia na descoberta do mundo em que vives, e que nos rodeia.
Hoje e amanhã, pelo caminho que traçares em cada passo de mulher, que no dia a dia ganha traços no teu rosto de criança, conta com os laços inquebráveis das relações de sangue, dos genes que possuímos, iguais e misturados, à luz do sol e do luar, dos dias e das noites de estrelas.
Dos avós, dos tios, das primas, da mana, e dos teus pais, um FELIZ ANIVERSÁRIO.
A Associação ANIMAL avançou hoje com uma acção judicial contra Durão Barroso e Jorge Sampaio, por estes, aquando das suas funções como 1º Ministro e Presidente da república, respectivamente, terem autorizado os “touros de morte” em Barrancos.Qualquer dia, nas praças de touros em Portugal podemos ter a “Corrida a Galinhas” por exemplo...
No meio de tanto barulho, que as nuvens nem o sol deixam espreitar, passam os dias.No meio dos dias que passam, sobre as horas de distâncias e saudades, agarramo-nos nos reencontros dos dias e dos fins de semana, com um sorriso rasgado sobre o peso do amor.
Hoje, foi o teu primeiro dia da criança, em que “a bebé” encantou a natureza, com a sua essência, por nós olhada, sentida e vivida intensamente…
“Na corrida à liderança do PSD, e nas auscultações que fez às bases do partido, Santana Lopes diz que tem ouvido apelos «no sentido de impor a ordem, a autoridade e fazer uma limpeza na bagunça que é este partido». A sua resposta tem sido clara: «Pois digo, vou ser intransigente nesse caminho».”A questão mais importante passa pela necessidade de ter um partido da oposição credível, activo, interventivo e participativo na política nacional.
Se em Ourém o PSD está igual ou pior do que a nível nacional, a vantagem da direcção nacional passará pelas eleições internas que estão a decorrer escolhendo o líder. A nível local, parece-nos não haver solução…
Assim, nas próximas eleições autárquicas funcionará, decerto, a alternância democrática, a bem do concelho de Ourém…
Quinze dias depois da passagem do ciclone Nargis, as autoridades militares de Myanmar continuam a recusar a ajuda internacional de socorro aos milhares de habitantes que sobreviveram, mas que estão famintos, doentes e feridos.Porque é que os generais birmaneses não distribuem alimentos para todos, não aceitam a ajuda externa em nome do valor da vida humana?
Que homens são estes que desprezam os seus concidadãos?
«Estou aqui, mais uma vez, disponível para o combate». A frase é de Santana Lopes, no final do seu discurso ao Conselho Nacional. À saída, garantiu que a candidatura «tem de valer a pena; para que tudo não fique na mesma».E assim, o derrotado político das últimas legislativas,
Se este homem apanhar uma câmara à frente, já sabemos que teremos mais um candidato a candidato, para a liderança do PSD.E aí, os já candidatos, pseudo-candidatos e desejáveis candidatos: Patinha Antão, Pedro Passos Coelho, Aguiar Branco, Marcelo Rebelo de Sousa, Rui Rio, Manuela Ferreira Leite… tenham cuidado!
Caso Luís Filipe Menezes não se recandidate, não nos esqueçamos do sempre surpreendente Santana Lopes.
O “emplastro” deve ser mais conhecido do que a maioria destes candidatos.
Em termos de audiência televisiva ,e para provocar sorrisos e gargalhadas, só mesmo Santana Lopes poderá concorrer com ele (o “emplastro”).
Manuela Ferreira Leite afrontou os estudantes e vendeu património do estado ao desbarato… Má memória…
Patinha Antão… quem é?
Pedro Passos Coelho é mais um, dos muitos ex-líderes das juventudes partidárias, que na sua juventude lhe projectaram uma carreira política brilhante, mas que depois de “perder o peso” dos votos, foi “abafado” pelas cúpulas de poder partidária.
Aguiar Branco… quem é?
Rui Rio terá algum crédito, não pela sua teimosia mesmo quando sabe que não tem razão, mas porque provou que o Porto não é o Futebol Clube do Porto…
Menezes, depois desta tentativa de vitimização, arriscou demais, e à presente data, as “tropas” que ele tem e que Jardim gostava de ter, estão a desmobilizar… Arriscou demais…
Santana Lopes colar-se-á à candidatura mais promissora, mais astrológica, mais mediática, mesmo nem sendo, a candidatura vencedora. Todavia, será uma com estas características...
Resta, ao PSD, e ao país (porque qualquer estado democrático precisa de bons governos e fortes oposições) Marcelo Rebelo de Sousa. Respeitado. Douto. Astuto. Tem a tempo de antena semanal a seu gosto, e foi aquele que infligiu as derrotas de Guterres, enquanto Presidente do PSD.
Com Cavaco a sorrir e sem saber o que dizer ao ver o PSD a despedaçar-se em candidatos, e com Sócrates a credibilizar o PS face à instabilidade dos Social Democratas, o “emplastro”, se é para continuar a rir em cada noticiário da rádio e da televisão, é, sem dúvida, uma boa hipótese…
As semanas vão passando, pelas horas e pelos dias, que de manhã ou de noite, sobre forma de máquinas e gestos mecânicos repetimos práticas, sobre o instinto de sobrevivência, a par das práticas sociais impostas.Chegamos ao fim de semana cansados e de agenda cheia de tarefas domésticas. Ouvimos a chuva que bate forte, empurrada pelo vento que agita as árvores da rua.
Entre tudo isto há um outro mundo lá fora, onde, decerto, alguém, em comum, tem estas e outras rotinas.
Ainda que cada pessoa seja uma só, que cada família seja uma só, que ligações se estabelecem entre o viver, o sobreviver, o fazer e o querer?
«Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.
Um dia, numa aldeia apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por 10€ cada. Os aldeões sabendo que haviam muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça. O homem comprou centenas de macacos a 10€ e então os aldeões diminuíram o seu esforço na caça. De seguida o homem anunciou que pagaria 20€ por cada macaco. Logo os aldeões renovaram os seus esforços e foram novamente à caça. Assim, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para 25€ e a quantidade de macacos foi reduzindo tanto, que a procura diminuiu. Então, o homem anunciou que passaria a pagar 50€ por cada macaco. Entretanto, como ia à cidade grande, deixaria o seu assistente responsável pela compra dos macacos. Na ausência do homem, o seu assistente disse aos aldeões: "Olhem todos estes macacos na jaula que o homem vos comprou. Eu vendo-os por 35€ a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vende-los por 50€ cada." Os aldeões, na ânsia de ganhar, foram buscar todas as suas economias e compraram todos os macacos ao assistente. Depois do negócio, o assistente desapareceu e o homem não regressou da cidade. Passaram a ver-se, somente, macacos por todos os lados.
"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, ilábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos. O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro. Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Um casal tinha dois filhos, um de 8 e outro de 10 anos, que eram umas pestes. Os pais sabiam que se houvesse alguma travessura onde moravam, eles com certeza estariam metidos. A mãe das crianças ficou sabendo que o novo padre da cidade tinha tido bastante sucesso em disciplinar crianças. Então, ela pediu ao padre que falasse com os meninos. O padre concordou, mas pediu para vê-los separadamente. A mãe, então, mandou primeiro o filho mais novo. O padre, um homem alto com uma voz de trovão, sentou o puto e perguntou-lhe austeramente:O puto abriu a boca, mas não conseguiu emitir nenhum som, ficou sentado,
com a boca aberta e os olhos arregalados. Então, o padre repetiu a pergunta
num tom ainda mais severo:
- Onde está Deus?
Mais uma vez o puto permaneceu de boca aberta sem conseguir emitir nenhuma resposta. Então, o padre levantou ainda mais a voz, e com o dedo no rosto do puto berrou:
- ONDE ESTÁ DEUS?
O puto saiu a correr da igreja directamente para casa e trancou-se no quarto. Quando o irmão mais velho o encontrou, perguntou-lhe:
- O que é que aconteceu?
O irmão mais novo, ainda tentando recuperar o fôlego, respondeu:
- Desta vez estamos mesmo lixados... Deus desapareceu e acham que fomos nós!
“ ... dois agentes da PSP da esquadra de Ourém deslocaram-se a duas escolas da cidade para saber quantos professores iam participar na manifestação de sábado, em Lisboa. O Comando Distrital da PSP de Santarém assegura desconhecer a situação.”Mas, “o adjunto do comandante da esquadra de Ourém, Basílio Duarte, pediu para transmitir ao PÚBLICO que os agentes se limitaram a “cumprir uma solicitação do Comando de Santarém”.”
Como se a Polícia de Ourém não tivesse mais nada para fazer, ou, por iniciativa própria fizesse isto...
Estas práticas são condenáveis, venham elas do Comando Distrital ou Nacional da PSP ou da GNR.
Num estado de direito democrático a manifestação é um direito consagrado na Constituição da República Portuguesa.
Exige-se o mínimo de seriedade e rigor.
A autoridade não se ganha pelo medo. A autoridade ganha-se com o respeito...
Cruzamento de dados em 2012:
Os serviços secretos de Espanha andam a brincar connosco. Há uns séculos, os espanhóis levaram uns bofetões de uma profissional da indústria da panificação, e não deve passar um dia em que não pensem na vingança. Na semana passada comunicaram-nos que a Al Qaeda ameaça praticar actos terroristas em Portugal. E nós, parvos, acreditámos. Até onde chega a credulidade dos portugueses… Primeiro acreditámos no Sócrates, e agora nos espanhóis. Há que aprender a lição.
Um dia, Gandhi fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
Dois GNR na berma da estrada vêem passar um tipo a mais de 120.“Já aqui há tempos o respeitável inspector- -geral da ASAE tinha dito, no Expresso da Meia- -Noite, que alguns agentes do seu serviço surgem de carapuça nas feiras porque poderia ser desagradável para eles, que por vezes são vizinhos de gente ligada aos feirantes, serem reconhecidos na vida de todos os dias.
Esta forma de assegurar um bom ambiente convivial de vizinhança e a informação sobre o treino do pessoal da ASAE com serviços secretos e polícias estrangeiras é que produziram em mim o déclic triunfal. Eis a solução para muitos problemas!
Pensei logo nos professores. (...) Os professores têm sido vítimas das mais inqualificáveis violências, quer da parte de alunos, quer da parte dos pais deles. Pois bem, se tiverem preparação militar, aprenderem a manejar uma pistola de guerra ou uma bazuca e se apresentarem nas escolas de cabeça coberta e com uniforme acolchoado correspondente, as vantagens saltam aos olhos."
Vasco Graça Moura, DN
Os professores são a profissão em que os portugueses mais confiam e também aquela a quem confiariam mais poder no país, segundo uma sondagem mundial efectuada pela Gallup para o Fórum Económico Mundial (WEF).
Os professores merecem a confiança de 42 por cento dos portugueses, muito acima dos 24 por cento que confiam nos líderes militares e da polícia, dos 20 por cento que dão a sua confiança aos jornalistas e dos 18 por cento que acreditam nos líderes religiosos.
Os políticos são os que menos têm a confiança dos portugueses, com apenas 7 por cento.
Relativamente à questão de quais as profissões a que dariam mais poder no seu país, os portugueses privilegiaram os professores (32 por cento), os intelectuais (28 por cento) e os dirigentes militares e policiais (21 por cento), surgindo em último lugar, com 6 por cento, as estrelas desportivas ou de cinema.
A confiança dos portugueses por profissões não se afasta dos resultados médios para a Europa Ocidental, onde 44 por cento dos inquiridos confiam nos professores, seguindo-se tal como em Portugal os líderes militares e policiais, com 26 por cento.
Os advogados, que em Portugal apenas têm a confiança de 14 por cento dos inquiridos, vêm em terceiro lugar na Europa Ocidental, com um quarto dos europeus a darem-lhes a sua confiança, seguindo-se os jornalistas, que são confiáveis para 20 por cento.
Em ultimo lugar na confiança voltam a estar os políticos, com 10 por cento.
A nível mundial, os professores são igualmente os que merecem maior confiança, de 34 por cento dos inquiridos, seguindo-se os líderes religiosos (27 por cento) e os dirigentes militares e da polícia (18 por cento).
Uma vez mais, os políticos surgem na cauda, com apenas 8 por cento dos 61.600 inquiridos pela Gallup, em 60 países, a darem-lhes a sua confiança.
Os professores surgem na maioria das regiões como a profissão em que as pessoas mais confiam.
Os docentes apenas perdem o primeiro lugar para os líderes religiosos em África, que têm a confiança de 70 por cento dos inquiridos, bastante acima dos 48 por cento dos professores, e para os responsáveis militares e policiais no Médio Oriente, que reúnem a preferência de 40 por cento, à frente dos líderes religiosos (19 por cento) e professores (18 por cento).
A Europa Ocidental daria mais poder preferencialmente aos intelectuais (30 por cento) e professores (29 por cento), enquanto a nível mundial voltam a predominar os professores (28 por cento) e os intelectuais (25 por cento), seguidos dos líderes religiosos (21 por cento).
A Gallup perguntou «em qual deste tipo de pessoas confia?», indicando como respostas possíveis políticos, líderes religiosos, líderes militares e policiais, dirigentes empresariais, jornalistas, advogados, professores e sindicalistas ou «nenhum destes», tendo esta última resposta sido escolhida por 28 por cento dos portugueses, 26 por cento dos europeus ocidentais e 30 por cento no mundo.
A Gallup questionou «a qual dos seguintes tipos de pessoas daria mais poder no seu país?», dando como opções políticos, líderes religiosos, líderes militares e policiais, dirigentes empresariais, estrelas desportivas, músicos, estrelas de cinema, intelectuais, advogados, professores, sindicalistas ou nenhum destes.
A opção «nenhum destes» foi escolhida por 15 por cento em Portugal, 19 por cento na Europa Ocidental e 23 por cento a nível internacional.
Diário Digital / Lusa
'Deficiente' é aquele que não consegue modificar a sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.