
Sabem por que nome é conhecida Manuela Ferreira Leite nas hostes socialistas mais metidos nas coisas do futebol?...
a 'juventus'!
É aquele que nos alimenta e nos reforça. O que emerge do nosso ser face às turbulências sociais, políticas, económicas e pessoais, que dia a dia nos molham, nos aquecem e nos gelam. Com toda a nossa Alma, que nos alimenta o coração e o pensamento!
É verdade!
Manuela Ferreira Leite tem razão sobre a asfixia democrática que existe em Portugal.
Ela existe, e há muitos anos, no concelho de Ourém.
Ela presiste quando alguém da Câmara telefona para algumas pessoas que declararam a sua vontade de mudança na lista de apoiantes de Paulo Fonseca, e de lá do poiso do poder refastelados no seu: “quero, posso e mando” aconselham a retirar nomes...
Talvez por isso as sondagens não revelem os apoios que Vitor Frazão pensar ter.
Talvez por isso aqueles que estão desprovidos de sentido ético e moral, se agarrem, como à vida, ao lugar, ao poder. Só pelo poder…
Talvez por isso "nem que engendrem um golpe palaciano" a liberdade de escolha e de opção continue condicionada...
Manuela Ferreira Leite, tem razão. Há asfixia democrática em Portugal. Ourém, é um bom exemplo.
Há quem diga que estes dias são de sorte!
Sorte no amor, no futebol, na vida…
Mais do que a sorte, o caminho faz-se caminhando como alguém referiu.
Sem sabermos se andamos por aí, se desaparecemos e aparecemos, importa sempre, e na nossa opinião, não vergar aos princípios, às promessas feitas e aos caprichos de alguns.
Entre tudo isto e a sinalética que conquistou os sinais de fumo, há um lugar para viver, um Suplemento de Alma em cada um de nós…
“Voltou em força ao debate eleitoral a questão da liberdade de expressão em especial no campo da Comunicação Social.
Claro que a liberdade de expressão é um valor inerente à Democracia, está inscrito na nossa Constituição como um dos direitos fundamentais e cabe à entidade independente ERC zelar pelo seu escrupuloso respeito. Compreendo que as oposições estejam atentas à preservação desse valor. Convém no entanto não esquecer que a liberdade de expressão tem como limite outros direitos fundamentais de todos os cidadãos, de igual dignidade constitucional: o direito "à integridade moral", o direito "ao bom nome e reputação", o direito "à reserva da intimidade da vida privada e familiar", o direito à presunção de inocência. Se quisermos com objectividade avaliar o grau de respeito pelos dois valores constitucionais em causa, a conclusão parece óbvia: em Portugal, os meios de Comunicação Social pura e simplesmente ignoram e desrespeitam diariamente os direitos de personalidade. Sob o pretexto da liberdade de expressão e de crítica, são espezinhados os direitos ao bom nome e à reputação; e quanto à presunção de inocência, foi substituída pela presunção de culpa, quando se trata de cidadãos com notoriedade e em particular dos políticos. Sou dos que pensam que não há verdadeira e saudável democracia sem o respeito tanto pela liberdade de expressão como pelos direitos que sustentam a dignidade das pessoas.
Este desequilíbrio vem envenenando o espaço público. A discussão dos nossos problemas políticos, económicos ou sociais, deu lugar a campanhas de pura difamação e calúnia, perante a indiferença geral. Os políticos babam-se de gozo quando os adversários são causticados com suspeições sem objectividade, insinuações pérfidas ou acusações sem fundamento. Assim se vai degradando o espaço político. Vai longe o tempo em que os fundadores da nossa Democracia e que se bateram pela sua institucionalização - Mário Soares, Sá Carneiro, Freitas do Amaral, Mota Pinto - compreenderam a absoluta necessidade de preservar esses valores ligados à dignidade das pessoas.
Quando Sá Carneiro foi cobardemente vilipendiado pelo jornal "Diário", do Partido Comunista, não me recordo de o Partido Socialista ou o CDS terem alinhado, por acção ou omissão, nessa campanha, nem vi alguém acusá-lo de por em causa a liberdade de imprensa quando perseguiu criminalmente nos tribunais os responsáveis pela calúnia. Quando Leonor Beleza foi vilmente perseguida com acusações absurdas, vi levantar-se a voz do socialista Mário Soares e do democrata cristão Freitas do Amaral contra essa perseguição. Quando Roberto Carneiro (que foi ministro pelo CDS) foi acusado pelo MP, sem ponta de fundamento, não só nenhum político do PS ou do PSD se aproveitou dessa injustiça, como os seus líderes se solidarizaram com a vítima do justicialismo que o acusou.
No actual momento, decretou-se um requiem pelos valores da pessoa no altar da liberdade de expressão. Perante a indiferença geral, cometem-se todos os dias crimes de violação do segredo de justiça para imolar cidadãos indefesos. Os responsáveis pela justiça não cumprem o seu dever de sancionar esses comportamentos ilícitos, sendo mesmo suspeitos de os praticarem. Cobardia de uns, aproveitamento de outros, pagaremos caro essa deriva.”
Daniel Proença de Carvalho, Dr.
É por estas e outras é que a mudança é precisa.
Em última instância, pela mudança e rectificação de comportamentos e práticas…
“É a notícia do dia, a ASAE decidiu inspeccionar uma missa na Sé de Lisboa para inspeccionar as condições de higiene dos recipientes onde é guardado o vinho e as hóstias usadas na celebração. Depois de sugerir ao cardeal que se assegurasse que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabara por prender o cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.
A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho verificam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que cardeal dê o anel beijar aos crentes procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.
Sabe que a ASAE ainda inspeccionou a sacristia para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois tanto quanto se sabe o inspector-geral
da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.
A ASAE pondera também a hipótese de a comunhão ter que ser dada com luvas higiénicas para evitar possíveis pandemias.”
Em Janeiro de 2008 circulava na internet este email, onde, curiosamente, no último parágrafo se ponderava em termos irónicos a necessidade de dar a comunhão com luvas higiénicas.
A vulnerabilidade do Homem, levou a que a brincadeira e o extremar de situações caricaturadas possa ser hoje uma realidade.
Já aqui tinham alertado para a questão.
Sem alarmismos, mas com bom senso, não seria de adoptar algumas medidas?
Entre mais-valias na carteira de acções do professor Cavaco Silva e o solilóquio de Oliveira e Costa no Parlamento, morreu o cavaquismo. As horas de aflitivo testemunho enterraram o que restava do mito. Oliveira e Costa e Dias Loureiro foram delfins de Cavaco Silva. Activos, incansáveis, dinâmicos, competentes, foram para Cavaco indefectíveis, prestáveis, diligentes e serventuários. Nas posições que tinham na SLN e no BPN estavam a par da carteira de acções de Cavaco Silva e família. Os dois foram os arquitectos dos colossais apoios financeiros que nas suas diversas incarnações o cavaquismo conseguiu mobilizar logo que o vislumbre de uma hierarquia de poder em redor do antigo professor de Economia se desenhava. Intermediaram com empresários e financeiros. Hipotecaram, hipotecaram-se e (sabemos agora) hipotecaram-nos, quando a concretização dos sonhos de poder do professor exigia mais um esforço financeiro, mais uma sede de campanha, mais uma frota de veículos para as comitivas, mais uns cartazes, um andar inteiro num hotel caro ou uma viagem num avião fretado. Dias Loureiro e Oliveira e Costa estiveram lá e entregaram o que lhes foi requerido e o que não foi.
Como as hordas de pedintes romenos, esgravataram donativos entre os menos milionários e exigiram contribuições aos mais milionários. Cobraram favores passados e venderam títulos de promissórias sobre futuros favores. O BPN é muito disso. Nascido de um surpreendente surto de liquidez à disposição do antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de Cavaco Silva, foi montado como uma turbina de multiplicação de dinheiros que se foi aventurando cada vez mais longe, indo em jactos executivos muito para lá do ponto de não regresso. Não era o banco de Cavaco Silva, mas o facto de ser uma instituição gerida pelos homens fortes do regime cavaquista onde, como refere uma nota da Presidência da República, estava parte da ( ) "gestão das poupanças do prof. Cavaco Silva e da sua mulher", funcionou como uma garantia de confiança, do género daquele aval de qualidade nas conservas de arenque britânico onde se lê "by special appointment to His Royal Majesty " significando que o aromático peixe é recomendado pela família real. Portugal devia ter sabido pelo seu presidente que a sua confiança nos serviços bancários de Oliveira e Costa era tal que tinha investido poupanças suas em acções da holding que detinha o banco. Mas não soube. Depois, um banco de Cavaco e família teria de ser um banco da boa moeda. E não foi. Pelo que agora se sabe, confrontando datas, já o banco falia e Cavaco Silva fazia sentar na mesa do Conselho de Estado, por sua escolha pessoal, Dias Loureiro, que entre estranhos negócios com El Assir, o libanês, e Hector Hoyos, o porto-riquenho, passou a dar parecer sobre assuntos de Estado ao mais alto nível. Depois, vieram os soturnos episódios de que Oliveira e Costa nos deu conta no Parlamento, com as buscas alucinadas por dinheiro das Arábias. Surpreendentemente, quase até ao fim houve crédulos que entraram credores de sobrolho carregado para almoços com Oliveira e Costa nas históricas salas privadas do último andar da sede do BPN e saíram accionistas dos dois mil milhões de bolhas especulativas que agora os portugueses estão a pagar. Surpreendentemente também, o Banco de Portugal nada detectou. Surpreendentemente, o presidente da República protegeu o seu conselheiro, mesmo quando as dúvidas diminuíam e as certezas se avolumavam. De Oliveira e Costa no Parlamento fica ainda no ar o seu ameaçador: "eu ainda não contei tudo". Quando o fizer, provavelmente, cai o regime. Francamente, com tudo o que se sabe, já não é sem tempo.
O episódio passa-se no Templo de Shaolin:
Discípulo: Sábio Mestre poderia ensinar-me a diferença entre a pérola e a mulher?
Mestre: A diferença, humilde gafanhoto, é que numa pérola pode-se enfiar por dois lados, enquanto numa mulher somente por um lado.
Discípulo (um tanto confuso): Mestre, longe de mim contradizer vossa himalaica sabedoria, mas ouvi dizer que certas mulheres permitem ser enfiadas pelos dois lados!
Mestre (com um fino sorriso): Nesse caso, curioso gafanhoto, não se trata de uma mulher, mas sim de uma pérola...
Há quem diga que o isolamento que aplicaram a João Moura se deveu à sua “ousadia” em se candidatar à Presidência da Comissão Política Concelhia do PSD ao mesmo tempo que Victor Frazão.Talvez. Todavia, parece-nos que a grande afronta deu-se quando João Moura foi o mandatário de Menezes no distrito, ao mesmo tempo que Mário Albuquerque assumiu as mesmas funções por Marques Mendes.
Repetiu-se com a candidatura de Pedro Passos Coelho com João Moura de um lado e Mário Albuquerque de outro. Victor Frazão, publicamente, não tomou posição.
A democracia é muito bonita para ser defendida, exaltada, afincadamente e publicamente válida, mas, e sempre, fora de portas…
A afronta ao concebo Social Democrata teria um preço.
Tendo mesmo granjeado 40% dos votos para liderar a Comissão Política Concelhia, João Moura teria de “pagar a ofensa”.
Logo, e nas contas do “Deve e Haver” o PSD do concelho de Ourém permitiu e deu-se ao “luxo” de remeter para a Assembleia Municipal o seu melhor quadro político jovem.
Afinal, o segredo de alguns jovens que entram directamente para a política reside no facto de chamarem filho da puta àqueles com quem não partilham as mesmas ideias.É justo. Encham-se, então, e novamente, os tribunais com processos de difamação…
É que educação e nível, devem ser transversais à sociedade onde vivemos.
Independentemente do credo e da religião, da economia e da probreza, do sexo homo ou hetero...
Penso eu de que... com dizia o outro. Ou, se calhar sou eu que estou errado...
“Professor catedrático e pró-reitor da Universidade do Minho escreveu uma carta aberta à líder do PSD afirmando que as listas para as legislativas são "golpes terríveis na democracia".
Luís Filipe Lobo-Fernandes, que em carta aberta à líder do partido intitulada "O grau zero da política" anuncia a sua desfiliação do PSD, lamenta que Ferreira Leite tenha "imposto" a inclusão nas listas de Helena Lopes da Costa e António Preto, "presentemente arguidos em processos judiciais".
"Ora isto são golpes terríveis na democracia. Alguma 'esperança' que V.Exa aparentava protagonizar morreu na primeira curva. Afigura-se-me, ademais, que se perdeu todo o pudor e todo o respeito pelos cidadãos. Como militante do PSD (...) só posso concluir que a renovação de que a Senhora Drª Manuela Ferreira Leite fala assume foros de embuste", afirma este professor de ciência política.
Considerando que esta situação é "inaceitável", Luís Filipe Lobo-Fernandes disse confessar não saber "com que cara" Ferreira Leite "se apresentará aos eleitores nas próximas eleições. Mas será que não existem cidadãos cumpridores, cidadãos exemplares, sem processos de arguido, que possam integrar a lista de deputados?".
Referindo-se também ao caso específico do distrito de Braga, onde reside, o professor universitário considera que as listas escolhidas pelo PSD para as legislativas mostram que "a falta de pudor político e de respeito pelos cidadãos atingiu aqui igualmente as raias do intolerável".
"Ao invés de se escolherem candidatos com provas dadas nas várias frentes do exercício profissional, técnico, e de cidadania activa, opta-se pelo carreirismo, pelos 'amigalhaços'
Para Lobo-Fernandes, "o cortejo [de candidatos] é, por certo, extraordinário: Miguel Macedo, João de Deus Pinheiro, tal como, pasme-se, um filho de um presidente de câmara de uma das autarquias locais do distrito. A indicação do Prof. Deus Pinheiro para cabeça de lista pelo distrito de Braga não faz qualquer sentido. Saiu de Braga em 1984, há mais de vinte e cinco anos. Em bom rigor, é (...) um autêntico atestado de menoridade ao terceiro distrito do país".
"Lamento dizê-lo com tanta crueza, mas isto é o PSD no seu pior!", diz, perguntando directamente à líder do PSD: "Onde pára, Senhora Dr.ª Manuela Ferreira Leite, a ética da responsabilidade? Onde está o espírito de serviço público? Mas será que ninguém presta contas?"
"Pergunto: como vai mobilizar a sociedade portuguesa se muitos dos protagonistas são arguidos, estão envolvidos em processos obscuros ou primam pela omissão? É imperioso, por outro lado, abrir os partidos a novos valores, empreender a renovação séria e consequente, e também pugnar por uma maior e melhor distribuição das elites", acrescenta.
Face a este cenário, Lobo-Fernandes, decidiu desfiliar-se do partido "precisamente vinte anos depois de entrar", considerando que o devia fazer "dando a cara" e explicando a sua saída antes das eleições.”
“Floreiras embelezam praças
Foi uma das primeiras iniciativas do actual Presidente da Câmara, Vítor Frazão: providenciar a colocação de floreiras nas praças de Ourém e, em breve, também nas praças de Fátima.
…
O investimento da autarquia foi de cerca de 11 mil euros e implicou a instalação de 48 floreiras na cidade de Ourém. Em Fátima prevê-se gastar cerca de 12.500 euros em 41 floreiras.”
Sempre pensei que as primeiras iniciativas de um presidente de Câmara fossem actos relevantes para o município. Pelos vistos, para este foi a colocação de floreiras…
Incomoda-me, de facto, a necessidade de gastar um total de 13.500 euros em floreiras, depois de terem transformado os largos de Ourém e Fátima em pedreiras a céu aberto.
Deitaram árvores e arbustos abaixo. Cortaram-nos. Calcetaram tudo. Cometem o erro do projecto em duas cidades e agora gastam-se mais de dois mil contos em floreiras…
É este tipo de pensamento, face às reais necessidades do concelho que apregoam como continuadores da confiança e da obra feita junto dos oureenses?
Assim se percebem os quase 10 milhões de contos de passivo da Câmara Municipal…
Há falta de argumentos e entram no ataque pessoal.Assim tem sido pelo PSD nacional, e assim continua a ser em Ourém, por parte de algumas pessoas que continuam a mandar na estrutura local do PPD/PSD.
É pena. Lamenta-se, realmente, que não consigam debater ideias e ataquem as pessoas.
São, inclusivamente os próprios militantes do PSD que se desmarcam destes comportamentos, de bafo e cheiro a naftalina.
Já não basta deixarem a Câmara endividada e ainda criticam as pessoas que vão dar um rumo a este concelho.
É caso para dizer: “É preciso ter lata!”.
Cada ofício tem uma tarefa. Cada tarefa, e ofício, tem a sua caixa de ferramentas. Saber usá-la fará do artífice capaz ou não, de, em boa fé, receber a jorna pelo seu trabalho.
Nestes novos processos tecnológicos, onde os fluxos digitais ultrapassam os saudosos momentos em que a abertura de espírito e alma nos convenciam que as conversas eram nossas, correm agora outros tempos. Outros, ou os mesmos, aliados aos cabelos brancos que aumentam em ambas as cabeças, sem que a minha seja ou eu desejo que seja – pensante.
Despropositado, este comentário, mas sempre em e de boa fé, alertam-se os vizinhos, os amigos, os camaradas e os padrinhos, ou padrinho – sem que a máfia esteja preocupada com este texto!
Até porque da caixa de ferramentas já saltaram textos mais ou menos pessoais, globais, locais, secretos, audaciosos, pecadores e ousados…
Desconfia-se da mudança, dos novos, dos projectos e regressa-se ao beija-mão sem que se dêem ouvidos aos valores da esquerda radical que outrora levavam ao desbocar de pensamentos e expressões de sorriso aberto e sincero, que parecia.
Não se duvida de ninguém. Não se quer ser primeiro, nem tão pouco especial, único, supremo ou americano. Elevemos, então, a conversa.
Falemos claro e deixemos a imagem da isenção de lado.
Quem chegou primeiro foi quem levou?
Está adjudicado!
Aliás, sempre pertenceu a essa pessoa!
Qualquer ilusão do contrário, só comprova, efectivamente, a ilusão!
Mais dois coices.
Os clãs foram importantes para a consolidação dos povos, mas, há milhares de anos… Hoje já não se usam. O mais parecido com isso, nos dias de hoje são as famílias.
As relações custo/benefício devem ser avaliadas com isenção, por quem tal coisa consiga escrever tal coisa, sem que para isso possa, ou não, deixar de defender “a sua dama”.
É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
Palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.socorram-me, subi no onibus em marrocos.
anotaram a data da maratona
assim a aia ia a missa
a diva em argel alegra-me a vida
a droga da gorda
a mala nada na lama
a torre da derrota
luza rocelina, a namorada do manuel, leu na moda da romana: anil é cor azul
o céu sueco
o galo ama o lago
o lobo ama o bolo
o romano acata amores a damas amadas e roma ataca o namoro
rir, o breve verbo rir
saíram o tio e oito marias
zé de lima rua laura mil e dez
José Silva Lopes, economista e ex-ministro das Finanças, vai ser o candidato do PS a presidente da Assembleia Municipal de Ourém.
José Silva Lopes já foi Ministro das Finanças, Governador do Banco de Portugal, Consultor do FMI e do Banco Mundial, Deputado eleito pelo Partido Renovador Democrático entre 1985 e 1987, Administrador do Banco Montepio…
O oureense José Silva Lopes, quer ajudar o concelho de Ourém, através da sua experiência e mérito reconhecido em todo o país, a resolver os problemas financeiros da Câmara Municipal.
O apoio deste destacado economista é a prova de que a candidatura de Paulo Fonseca e do Partido Socialista à nossa autarquia tem as pessoas certas para as necessidades sentidas.
Esta candidatura, por TODOS, tem encontrado em TODOS a vontade da mudança!
Talvez me tenha esquecido de alguns, depois de, conscientemente, ter separado os amigos dos conhecidos.
Se bem que conhecidos possam ser muitos, os amigos são sempre menos.
Isto porque a amizade impõe um conjunto de processos, que só o tempo, o camuflar das acções e das provas partilhadas e vividas, nos permitem saborear tal valor: a amizade.
Talvez seja como o vinho. Só algum tempo de repouso, após as uvas terem sido esmagadas, e na pausa do tempo cuidado com a sabedoria de quem o faz, tenha o paladar que faz as delícias dos seus apreciadores.
O vinho. Aquele que se saboreia com um amigo.
Não sei porquê, mas quando escrevo ou ouço a palavra vinho, lembro-me sempre da expressão “o pão e a vida… cálice…” do vinho, ou da vida.
Talvez por isso tenha escolhido esta foto que tirei, um dia, do cimo de um altar de uma igreja.
Aos olhos de muitos, aquilo que dizem ser a Santíssima Trindade.
Nem outra coisa podia ser.
Seríamos hereges ao duvidar de tal explicação.
Até porque, o desconhecimento, continua, após séculos e séculos a favorecer determinadas classes.
Falta de fé? Não. Azia. Combate-se com Kompensan, eu sei, mas hoje nem um chá de digestão fácil me acalma a inquietação da alma, do espírito e da lógica racional das coisas.
Exigente? Não. Ou, talvez sim. Comigo. Demasiado. Ao ponto de fazer cumprir certas linhas e certos objectivos, que mais não são do que representações lógicas do pensamento alicerçado sobre os barrotes dos valores intrínsecos.
E vale a pena continuar assim? Valerá. Pela tranquilidade da consciência e do dever cumprido.
Regressando aos amigos de quem me lembrei, faço o acto reflectido do sorrir, pela espontaneidade das relações e laços estabelecidos, ainda que as distâncias existam.
Por último uma palavra a um amigo especial. A um amigo a quem não tem faltado a rectidão das palavras e dos actos. Uma palavra a quem tem usado os instrumentos e traçado as linhas sem um único desvio. A quem depois de retirada a venda me deu um abraço. Já se acredita menos, no que lá fora se vive e passa. Mas, entre a família que se conta pelos dedos de um pé ou de uma mão, que não nos falte a força para usar o escopro.
Que assim seja!