Nas últimas eleições autárquicas, a sorte de Vítor Frazão e da restante equipa foi mesmo de ter perdido o acto eleitoral.
A vitória aconteceu mesmo porque isto não aguentava mais...
Porque as contas não são fundas: são uma vala aberta...
Porque a segurança não estava garantida: não existia...
Porque a legalidade não era cumprida: não se praticava...
Eu, se tivesse tido responsabilidades directas na gestão autárquica, como têm algumas pessoas deste concelho, remetia-me ao silêncio e pintava a cara de negro.
Procurarei, no dia a dia, continuar a ter o discernimento do que é urgente e do que é prioritário, em detrimento do que dá votos e dos favores que estão sempre a pedir. Até porque a responsabilidade de trabalhar impõe a responsabilidade efectiva da legalidade, da transparência, do rigor e da justiça.
A justiça. Aquela que anos e anos foi confundida nesta terra com o facto de se ter ou não ficha de militante do PSD…


































