Ontem, no Cineteatro Municipal de Ourém, inserido no espectáculo de Fernando Mendes, soube muito bem ouvir ao vivo o Luís Portugal. Porque não só de teatro e comédia se faz um espectáculo...
É aquele que nos alimenta e nos reforça. O que emerge do nosso ser face às turbulências sociais, políticas, económicas e pessoais, que dia a dia nos molham, nos aquecem e nos gelam. Com toda a nossa Alma, que nos alimenta o coração e o pensamento!
Ontem, no Cineteatro Municipal de Ourém, inserido no espectáculo de Fernando Mendes, soube muito bem ouvir ao vivo o Luís Portugal. Porque não só de teatro e comédia se faz um espectáculo...
Passada uma semana sobre o congresso de Ourém, e numa fria análise, concluo que o primeiro passo (o mais importante) está dado.
Se aos pseudo-politólogos cabe a função da crítica, eu, objectivamente, preocupo-me com o que pode ser melhorado.
A começar, o modelo utilizado (que se revelou pouco eficaz para o debate que se pretendia com os cidadãos).
No próximo congresso poder-se-ia alcançar a objectividade, com menos pessoas no comité organizativo (acreditando que a liberdade em Ourém já está assegurada, e que todos os partidos políticos podem intervir).
Até porque acredito que a organização cabe ao município, dirigindo este o congresso para todos os oureenses, sejam eles rosas, amarelos, laranjas, cinzentos, vermelhos ou incolores.
Se o mesmo se conseguir, dissipamos a imagem de que existem duas classes no concelho: os pensantes e os outros.
Se a especificidade da formação de cada um de nós nos torna pessoas únicas, é na diversidade das nossas gentes que granjeamos valor e capacidade de intervenção real.
Este primeiro congresso da era democrata foi, efectivamente, o ponto de partida para repetir o que correu bem e corrigir o dispensável.
Servirá para convidar os objectivos, capacitados e nobres oradores, e não dar importância a quem não a tem, a quem nunca a teve, e aos que já não a merecem.
Reduzir o número não é perigoso, até porque não é a quantidade que conta. Isto não é ao kilo. É um local de encontro, de troca de ideias e experiências, onde o diálogo deve superar o monólogo, em que as estatísticas devem ser actuais, e em que os elogios, auto elogios e as vaidades podem ficar em casa, ou limitados ao hall de entrada.
Deste congresso que passou, a divulgação deve efectivar-se e chegar a todo o concelho. Até porque nem todas as pessoas lêem jornais, acedem à internet, ou passeiam de carro. O erro será sempre, e constantemente, no momento em que a urbe se esqueça da restante paróquia, como outrora aconteceu, vezes sem conta. Mas, até isso foi identificado por alguns oradores: há dois concelhos. Não, não é o de Fátima e o de Ourém. É o concelho rico e urbano versus o concelho rural e pobre. E eles (do concelho rural) até foram os mestres da mudança política neste concelho (quem diria!!!).
O politicamente correcto não existe na concepção da objectividade de um congresso concelhio. Até porque haverá sempre quem discorde, quem não aceite, quem diga: "não" para se evidenciar, quem seja convidado e trate mal quem o convidou, quem, simplesmente, não saiba dizer bem...
São estas, e outras, as características do nobre povo conquistador, do ouro do Brasil e das especiarias da Índia, que no Terreiro do Paço dos seus intelectos, olham com um um olhar questionável face ao comum mortal que ouse contrariar tais cabeças pensantes.
A humildade é um valor tão belo e simples, como o por de sol, como a espontaneidade de um sorrir, como a vontade de crescer...
A humildade é um valor tão belo e simples, como o regadio, a construção civil, a limpeza dos campos, a agricultura de subsistência...
O que é que umas coisas têm a ver umas com as outras? Tudo. Só quem pensa o dia a dia de luta e sacrifício pode projectar a realidade no futuro que se quer construir.
Não serão as Deloites, ou as apresentações de power point que nos farão subir o degrau, ultrapassar os obstáculos, construir os laços, erguer as obras necessárias. Será a união de objectivos, a união de vontades, a união no essencial e o menosprezo para com o acessório.
Não pertenço, nem quero pertencer a essa estirpe de pessoas que parecem dominar todos os assuntos, opinando e regurgitando teorias. Se alguma vez por aí estiver a caminhar, então que os meus amigos me avisem, pois poderei ter sido contaminado com o vírus da inteletualite, e preciso de me desinfestar.
Precisei de colocar um recuperador de calor na sala. Podia ter comprado um equipamento numa qualquer superfície comercial e pedir a uma pessoa de biscates para o montar, mas chamei um técnico qualificado. Porquê? Porque é para isso que as pessoas existem. Porque devemos ouvir e chamar quem sabe. Porque é para e por isso que vivemos em sociedade. Por precisarmos das capacidades de uns e dos outros. Por nos completarmos. Por só assim conseguirmos aperfeiçoar a humanidade, no seu sentido lato, e não no sentido do umbigo.
O meu é giro, mas é só meu (que essa coisa de olhar para o umbigo dos outros é coisa abichanada).
Qualquer parecença entre este devaneio e a realidade é pura coincidência.
Situações como esta (a da imagem) resultam de um amor muito forte aos animais (seja ele um papagaio, um peru ou um cavalo).
Podem resultar também do isolamento intelectual (aquele raciocínio que só na cabeça do animal racional tem aplicabilidade, mas que não se enquadra, de todo, no amplo e vasto leque social de normalidade).
Há aí muita gente assim. Respeitamo-los porque no fundo eles são vítimas deles próprios.
Do altruísmo ao fanatismo da “partidarite”, passando pela canalhice, de braço dado com a incompetência…
Há pouco, na SIC, o Dr. Silva Lopes explicava algumas das medidas do Programa de Estabilidade e Crescimento, contestando umas e reafirmando outras.
Não voltando a referir o seu currículo, amplamente conhecido de todos, fico triste por os eleitores de Ourém não lhe terem dado a confiança de liderar a Assembleia Municipal deste concelho.
Perdemos, mais uma vez, uma oportunidade única…
O grande segredo não passa somente por alcançar um objectivo.
Passa por saber merecê-lo a cada dia que passa, com bom senso e acima de tudo, com humildade.
A arrogância é inimiga da perfeição, porque só com os outros podemos aperfeiçoar o estado da arte.
E quem não o entender, será sempre do contra... tudo... e todos...
Um anónimo colocou aqui este comentário, no post anterior.
“Jao, ja sei que nao vais publicar este comentario, porque como nao te vai agradar vais passar a censura, alias como faz o teu capitao socrates.
Tens o descaramento de acusar toda a gente de corrupcao quando tu estas na camara por favores, por cunha???
Se isto nao e verdade, apresenta o concurso publico pelo qual entraste na camara.”
E como importa esclarecer algumas dúvidas, coloquei esta resposta (nos comentários) que aqui fica para todos os visitantes lerem.
Ao anónimo.
Censura tentaram fazer alguns senhores da Câmara Municipal de Ourém, ao longo de muitos anos, junto do meu falecido pai, só porque eu escrevia uns artigos no Notícias de Ourém a dizer algumas verdades, que só um puto podia escrever, por puto ser... Faltava a coragem a muito boa gente que se acomodava ao sistema.
Censura, aqui não. Mas, há regras. E por isso hoje permito esta publicação para dar umas quantas respostas aqueles que continuam a não ter coragem de dar a cara e revelar a identidade.
Desde os meus 15 anos que sempre dei a cara pela alternativa política neste concelho. E hoje ela pratica-se na gestão municipal.
Mas, mesmo assim, quero esclarecer que Capitão não é Sócrates. Capitão foi Salgueiro Maia que comandou a voz do descontentamento e deu-nos a liberdade (que pessoas como esta que cobardemente aqui postou um comentário, não sabem valorizar).
Não estou a trabalhar na Câmara Municipal. Fui nomeado Administrador da Verourém. Vim abraçar este projecto por convicção e não por conveniência. Não estava desempregado e vim auferir um salário inferior ao que estava a ganhar. E se amanhã quiser sair da Verourém tenho onde continuar a trabalhar. Cunhas são peças que se colocam nos sapatos. Mas essas cunhas que refere eram as práticas do antigo regime do PSD de Ourém.
Concursos públicos são processos administrativos.
Currículo para desenvolver o trabalho que partilho com uma equipa dedicada e empenhada no dia a dia, conquistei-o academicamente numa licenciatura, mum mestrado em gestão e na direcção de uma instituição de ensino superior. Sou o que sou porque aprendi a escutar antes de falar, porque aprendi que a vida em sociedade só se efectiva pelo valor do ser humano.
Tenho muito a aprender, tenho dúvidas e erro. Sou um ser humano. Mas não sou leviano, irresponsável, incongruente, autoritário, mesquinho, cobarde, corrupto, conivente e outros mais adjectivos qualificativos que podemos colocar a umas quantas pessoas, por um sem número de casos gritantes que foram ocorrendo.
As pessoas deste concelho devem saber as verdades e o que aqui se passou durante décadas. O pior que se pode fazer é esquecer o passado. Até porque o estado presente da “arte” = gestão camarária (caos) deve-se a uma herança que nem o Salazar deixou quando tragicamente caiu da cadeira (é que esse deixou os cofres do Banco de Portugal cheios de ouro, mesmo passando fome a maioria da população)...
Caro anónimo: como disse um amigo meu na freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias a uma fanática mulher: "Deus lhe perdoe..."
Nas últimas eleições autárquicas, a sorte de Vítor Frazão e da restante equipa foi mesmo de ter perdido o acto eleitoral.
A vitória aconteceu mesmo porque isto não aguentava mais...
Porque as contas não são fundas: são uma vala aberta...
Porque a segurança não estava garantida: não existia...
Porque a legalidade não era cumprida: não se praticava...
Eu, se tivesse tido responsabilidades directas na gestão autárquica, como têm algumas pessoas deste concelho, remetia-me ao silêncio e pintava a cara de negro.
Procurarei, no dia a dia, continuar a ter o discernimento do que é urgente e do que é prioritário, em detrimento do que dá votos e dos favores que estão sempre a pedir. Até porque a responsabilidade de trabalhar impõe a responsabilidade efectiva da legalidade, da transparência, do rigor e da justiça.
A justiça. Aquela que anos e anos foi confundida nesta terra com o facto de se ter ou não ficha de militante do PSD…
A senhora é pessimista por natureza.
Numa altura em que a economia portuguesa recupera acima da média europeia, a Senhora dá em dizer que Portugal vai acabar como a Grécia.
Bem, visto que a Grécia está com graves convulsões sociais derivada das novas medidas para contenção da crise, a Senhora além de pessimista é derrotista e talvez incentivadora à estabilidade social.
Uma afirmação destas no tempo do outro Senhor daria caminho directo para Caxias.
Hoje, como toda a gente e algumas pessoas podem dizer o que querem e bem lhes apetece, pode ser que a Senhora venha a Fátima ver o Papa e pedir perdão…
A mesma água não passará mesmo por baixo desta ponte.
O mesmo minuto não será o de amanhã à mesma hora do de hoje.
Entre todas estas certezas certas, continua a incerteza de saber se há quem pense que o ser humano não é de carne e osso.
É que um dia destes pode haver uma surpresa… E de carne e osso, passa a ferro…
Hoje, em Ourém a população voltou a fazer o Carnaval, a fazer a festa, a construir o presente e a solidificar o futuro.
Para tudo isto bastou, como sempre, a vontade das gentes da nossa terra.
Que a Câmara Municipal possa devolver ainda mais iniciativas à população, à muito esquecidas e menosprezadas pelo anterior poder instituído…
“Foi hoje aprovada em conselho de ministros uma das bandeiras socialistas para esta legislatura: a conta-poupança para recém-nascidos com um depósito inicial de 200 euros.
No dia em que se assinalam 100 dias do segundo Governo de José Sócrates, o Governo concretizou a criação da Conta Poupança-Futuro, tal como o Diário Económico antecipou na edição de hoje.
Na conferência de imprensa que se seguiu à reunião dos ministros, Tiago Silveira explicou que, com uma poupança de 100 euros por ano, um jovem pode chegar aos 18 anos com um saldo entre 2.500 e 2.700 euros (1.800 euros mais os 200 euros pagos pelo Estado, acrescidos de juros).
Feitas as contas, a medida deve custar "20 a 25 milhões de euros por ano mais algum dinheiro com os benefícios fiscais".
"A conta Poupança-Futuro visa ajudar os jovens nos seus hábitos de poupança, ajudar a que se complete a escolaridade obrigatória e é também um importante instrumento para a construção do projecto de vida de um jovem e um forte apoio às famílias", afirmou o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.
O governante enumerou depois as quatro características desta iniciativa legislativa: é um investimento para as crianças e os jovens a longo prazo, conta com juros mais favoráveis, os pais podem depositar o dinheiro e obter incentivos fiscais em sede de IRS e, por último, pode ser movimentada aos 18 anos e beneficia de todas as condições favoráveis se o jovem terminar a escolaridade obrigatória.
O Governo calcula que esta medida social chegue a 100 mil crianças.”
Tenho passado alguns dos dias debruçado em análises, situações, objectos e determinações. Entre todas elas e eles a reflexão e o amadurecimento pessoal tem surgido, espontaneamente, num crescer de aprender, num encruzilhar das linhas do sisal e do linho, escapando a alguns snipers que vestem casaco de pura lã virgem...
Tenho dado diário seguimento ao condimento diário da arte. A arte. Todos falam do estado da arte. A arte é mesmo para os artistas. Os que de uma mão vazia enchem a outra são aqueles que se denominam por artistas… Alguns deles começaram a correr em Outubro, depois de longos períodos de lesão…
Proximamente será decidido por aí, ou por aqui, uma adjudicação em concurso público para o estado da arte. Ando a ver as cores do espectro político-partidário concelhio e parece-me que o Inverno até tem os seus encantos...
Pior do que não saber o que se encontra por detrás de um processo, de uma estrada ou caminho, de uma vida, é recear e voltar costas.
Fazer é sempre mais difícil do que cingirmo-nos a uma pré-sentença ditada pelo comodismo.
Mas é essa dificuldade – a do fazer – que nos dá a essência da conquista, do prazer de ser e fazer…
"Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela
que reagir melhor às mudanças" Darwin
(Ad Universi Terrarum Orbis Summi Architecti Gloriam)
Um pensamento para reflexão nesta época em que todos se amam e desejam paz (a chamada trégua), para regressarem ao mecanicista reinante sistema de vida em Janeiro de 2010…
Neste fim de semana, ao sair de uma superfície comercial encontrei um bom amigo que se fazia acompanhar da esposa e filha.
Não vale a pena referir o seu nome, até porque as verdadeiras amizades, que nos ligam pelos afectos, não precisam de referências nominais. Bastam, somente, as sentimentais.
E, de sentimento se trata.
De admiração pela pessoa simples e franca. Objectiva e profunda em sabores e sensações, pelas artes do falar, do ler e do escrever.
Engana-se quem julga que só quem escreve um livro, é que é escritor.
Mais do que ler, saber ler, saber de quem se lê, de quem se ouve, espelha uma imagem muito mais nítida de quem nós somos.
Este amigo, vencedor na vida que conquista dia após dia, (e com o qual teimo em adiar o jantar há quatro anos apostado), tem um sorrir espontâneo e aberto.
É um homem livre e de bons costumes, sem que tenha sido iniciado, mas que o é por natureza intrínseca.
Viu-me crescer. Com ele, ainda que com a distância física e do convívio, edifiquei o meu ser.
E a nossa riqueza, é termos, com carinho e amizade, pessoas como ele.
Que consigamos jantar este ano!
Um abraço
Na vida contamos os anos a cada aniversário que passa.
Dia 3 contei 34 anos.
E nestes, durante estes, passei e percorri caminhos que me fizeram chegar ao hoje.
Neles passei por lugares onde cheguei e saí.
Com a convicção dos valores e das ideias espero conseguir continuar a ter orgulho no percurso de vida.
A solidão, por mais que possa ser física, torna-se terrivelmente penosa quando resulta do vazio de ideias, comportamentos, acções ou valores.
E aí, despe a pele de solidão e revela-se um flop…

“Vários edifícios do governo regional, bem como centros de saúde, escolas e outros bens imóveis, podem vir a ser penhorados.
Os referidos edifícios foram dados como garantia bancária - e logo sujeitos a penhora - no negócio que envolveu o Governo Regional da Madeira e a PATRIRAM (Titularidade e Gestão de Património Público Regional, SA - uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos).
Pelos contornos do negócio, o CDS-M quer o secretário Regional do Plano e Finanças, Ventura Garcês, na Assembleia Legislativa a explicar "onde foi investido o montante envolvido de 150 milhões de euros e qual o impacto que terá nos orçamentos regionais futuros", referiu em conferência de imprensa no Funchal, o deputado Lino Abreu.
Os pedidos de esclarecimento do deputado surgem depois de ter sido divulgado o relatório de uma auditoria efectuada pela secção Regional do Tribunal de Contas (TC), numa análise ao contrato de compra e venda de créditos futuros que o executivo madeirense celebrou com a PATRIRAM e uma instituição financeira internacional, que na altura considerou que o contrato provocou "um aumento do endividamento da região".
"A classe média está hipotecada com a casa, o carro e agora o governo regional ainda hipoteca a escola e o centro de saúde", desabafou.
Lino Abreu vai mais longe e estranha "como pôde o executivo regional fazer um negócio deste tipo, sem o conhecimento prévio da Assembleia Legislativa Regional", "colocando à penhora 41 imóveis que pertencem à região", referiu.
Da lista divulgada pelo TC foram dados como passíveis de cassação imóveis como o Laboratório de Saúde Pública por 650.742,86 euros, a Casa Museu Frederico de Freitas, por 12.612.491,13 euros, a Escola Secundária Jaime Moniz por 13.488.734,27 euros, a Direcção Regional de Assuntos Culturais por 3.781.280,00 euros, o edifício sede da Secretaria Regional do Equipamento Social por 20.663.000,00 e a própria Direcção de Finanças do Funchal por 4.224.000,00, entre outros.”

A desordem que tenho que limpar depois de uma festa,
significa que... estive rodeado de familiares e amigos!
As roupas que estão apertadas,
significa que...tenho mais do que o suficiente para comer!
O trabalho que tenho em limpar a casa,
significa que... tenho uma casa!
As queixas que escuto acerca do governo,
significa que... tenho liberdade de expressão!
Não encontro estacionamento,
significa que... tenho carro!
Os gritos das crianças,
significa que... posso ouvir!
O cansaço no final do dia,
significa que... posso trabalhar!
O despertador que me acorda todas as manhãs,
significa que… estou vivo!
João Semedo do Bloco de Esquerda considera que os deputados são imprescindíveis no caso de uma pandemia, aceitando assim ser já vacinado.
Não vacinem todos os funcionários do sistema nacional de saúde, os bombeiros, as pessoas que trabalham directamente com serviços de água, rede eléctrica e gás, e depois venham cá com a história de que os deputados é que salvam a nação no caso de uma pandemia…
A Câmara Municipal de Ourém informou as escolas de que iria entregar um kit para a Gripe A.
Algumas escolas já começaram a receber: num saco da Câmara três máscaras e dois pares de luvas!
Contaminados com bactérias, porque já foram mexidos. Além de dar vontade de rir, dá, simultaneamente, vontade de saber de quem foi a ideia peregrina.
Dá vontade de perguntar se andam a brincar às “casinhas” ou se precisam de um pouco de bom senso…
Dá vontade de pedir-lhes que tirem férias até à tomada de posse para que não se cometam mais erros.

Deu-se o 25 de Abril em Ourém.
Através dos votos conquistaram-se novos horizontes.
Abriram-se novas portas, com o brilho do sorrir, com o rasgar do olhar, com a emoção palpitante das batidas dos corações que encheram ruas, o largo do município…
Recordaram-se com saudade os que já não puderam dar o abraço físico e que de onde quer que eles estejam, foram recordados por muitos…
Este legado – o de ganhar e dar liberdade aos ourienses – foi um objectivo traçado, um caminho percorrido, uma bandeira agitada durante décadas.
Perdoem-se aos que a tudo deitaram mão para corromper a democracia.
Perdoem-se aos que menosprezaram a vontade das gentes deste concelho, que pensam por si e que se impuseram pela expressão do voto.
Soltem-se as amarras.
Recorde-se o passado, somente, para não repetir erros.
Construa-se o hoje. Edifique-se o futuro.
Recorramos aos braços dos nossos, como pilares, onde assente o brasão do concelho de Ourém, por Todos Nós!
Há 18 anos que percorro as estradas do concelho de Ourém em caravanas do Partido Socialista.
Nunca, em período eleitoral havia assistido a uma massa de veículos, conduzidos por pessoas determinadas em mudar e dar o seu contributo para a mudança.
Foram quase 10 horas de carro a percorrer as localidades deste concelho.
Recebidos com abraços, bandeiras, manifestações de alegria.
E se nem a chuva abrandou a caravana do PS, também, nem a chuva evitou que as pessoas saíssem de suas casas à passagem, deixando-nos ver o sorrir, a felicidade desta onda de vitória.
A política faz-se também de afectos.
A política ultrapassa siglas partidárias e ideais estatutários.
A política, na sua essência, e pela escola de Aristóteles, é aquela que leva o pensamento humano individual, a juntar-se ao colectivo, e este a constituir-se como social.
Em Ourém, a mudança, neste tempos, constrói-se assim…

Não queria colocar este post.
Nas eleições legislativas há mais do que comícios, caravanas e debates…
Há ideias e projectos.
Mas, o dia de hoje merece destaque.
Vítor Frazão e a sua equipa fizeram uma Mega Caravana. Começaram por sair 5 carros de Ourém… Lá engrossou pelo concelho, tendo muita gente cumprido o calvário “por ter de ser”...
Com Quim Barreiros ao fim do dia seria de esperar uma enchente.
Estranham os mais atentos que só estiveram cerca de 1500 pessoas.
1500? Então no início da campanha Vítor Frazão não juntou no Centro de Negócios 1600 pessoas a pagar o jantar?
E com Quim Barreiros só estiveram hoje 1500 pessoas?
Em 2001 Paulo Fonseca juntou no mercado mais de 3mil… E não ganhou as eleições...
É assim tão evidente o decréscimo e o esvaziamento desta equipa que se apoderou do PSD, e que preconiza este projecto?
Porque será?