quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Quando duas pessoas, são mais do que gente...

Madre Teresa de Calcutá chega ao Céu.

-Tendes fome? - Pergunta Deus.

Madre Teresa acena afirmativamente com a cabeça. Deus prepara para cada um uma sandes de atum de conserva em pão de centeio.

Entretanto, a virtuosa mulher olha lá para baixo e vê os glutões no Inferno a devorarem bifes, lagostas, ameijoas, doces e vinho.

No dia seguinte, Deus convida-a para outra refeição. Mais uma vez, o pão de centeio seco com atum de lata....

Mais uma vez, ela vê os do Inferno a regalarem-se com uma verdadeira orgia gastronómica...

No dia a seguir, ao ser aberta a terceira lata de atum, Madre Teresa pergunta humildemente:

- Senhor, estou grata por me encontrar aqui Convosco como recompensa pela vida casta, regrada e devotada que levei.

Mas não compreendo: só comemos pão com atum, enquanto do outro lado comem como reis...

-Ó Teresinha, sejamos realistas - diz Deus com um suspiro - achas que vale a pena cozinhar só para duas pessoas?

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Parecendo e sendo...

O ser humano não é um mero número…

Do nascer ao pôr-do-sol e durante a noite, a nossa composição de sentir, pensar e viver é a riqueza da humanidade.

E essa riqueza, não se contabiliza.

Sente-se, partilha-se e efectiva-se a cada dia…

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Gente...

Numa esplanada um grupo de adolescentes bebia umas cervejas.

Teriam,no máximo 16 anos e falavam da vida.

Um deles saiu-se com a seguinte análise: eu gostava de ser reformado para não fazer nada, e para receber sem trabalhar.

Se damos o devido desconto por serem adolescentes, também sabemos que há muita gente a pensar desta forma. E por isso a sociedade não avança.

E por isso esta gente não chega a pessoa...

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Neste dia...

Entre o sol que do céu me aquece o corpo, e na velocidade com que o tempo passa, ficam nas gotas do suor todos os locais onde não vou, mas persistindo a vontade de ir…

terça-feira, 27 de julho de 2010

Uma explicação sobre a Vida...

No primeiro dia, Deus criou a vaca.

Deus disse:

- Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma vida de 60 anos.

A vaca disse:

- É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente 20 e eu devolvo-te os outros 40.

E Deus concordou.

No segundo dia, Deus criou o cão.

E disse:

- Senta-te o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer pessoa que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.

O cão disse:

- Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te os outros 10.

Deus concordou.

No terceiro dia, Deus criou o macaco.

E disse:

- Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.

O macaco disse:

- Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!? Acho que não. O cão devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, ok?

Deus concordou.

No quarto dia, Deus criou o Homem e disse:

- Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada. Simplesmente diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.

O Homem disse:

- O quê!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40 anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80. Pode ser?

- Sim - disse Deus - negócio fechado.

É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos, fazemos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada. Os 40 anos seguintes, sofremos ao sol para sustentar a nossa família. Os 10 seguintes fazemos figura de macaco para entreter os nossos netos e os últimos 10 anos sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.

Está explicada a Vida...

domingo, 11 de julho de 2010

Para a minha filha...

Há 3 anos atrás vivi o momento mais belo da vida de um homem:

Assistir ao nascimento de uma filha.

E já 3 anos passaram, por entre os dias, em que os sorrisos e os olhares de cumplicidade marcam os genes da natureza humana e dos laços da afectividade.

Parabéns Leonor...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Limitados nos horizontes...

Há blogues concelhios onde só se preocupam em publicar e publicitar as notícias tipo de capa, contracapa e conteúdo de diários tão conhecidos como o Diabo ou o 24 Horas.

Com o devido respeito aos jornalistas profissionais do Diabo e do 24 Horas, há aprendizes de realização para novelas mexicanas, a quem a Viterra, ou a Magnesona fazem falta.

Esquecem-se do presente que temos, condicionado pelo passado que nos foi deixado.

E sem erguer ou levantar os olhos para o futuro, não se destacam as boas iniciativas, o que de bom e honestamente os funcionários do município, os cidadãos anónimos, os dirigentes associativos constroem e contribuem para o nível superior da sociedade global…

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A luz não é um mero momento, mas uma constante...

No fim de um dia em que passei na nova exposição do Museu Municipal dedicada à República em Ourém, e na celebração de uma parceria na Ucharia do Conde (no Castelo) registo com agrado as palavras ditas no olhar das pessoas, sobre o sentido de que esta terra está no bom caminho. E tal só é possível pela força daqueles que aqui vivem, trabalham e dedicam o seu suor a construir…

terça-feira, 29 de junho de 2010

O brilho do coração...

De estátuas se fazem a memória, de homens e mulheres.

De sentimentos se fazem os laços afectivos que nos conduzem pela vida fora.

Porque o maior brilho, não é o do bronze ou da diamante.

A maior riqueza é a capacidade de crescer, partilhando e conquistando cada pulsar do coração...

Hoje, ao fim do dia, espero esta imagem...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Guronsan para a mente...

Se o mundo fosse olhado pela inocência de uma criança, e na transparência da sua interpretação, talvez ele se transformasse num mundo melhor…

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nivea

A vida é uma aprendizagem constante.

A cada dia que passa tenho consolidado o conselho que um amigo, já com cabelos brancos, me deu recentemente:

“Não dês importância a quem não a tem”.

E é verdade. Para quê preocupar-me com gente, quando há tantas pessoas que merecem a minha atenção…!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Se podia ser diferente? Podia, mas não seria natural…

Entre os momentos de euforia da noite eleitoral de 11 de Outubro e os dias de hoje, muita tinta podia ser usada nas letras das histórias, acções e trabalho desenvolvido.
Se algumas das opções escolhidas podem já ser arrumadas na prateleira das “apostas ganhas”, outras só com o tempo poderemos avaliar.
Mas, como o tempo não pára, importa insistir e rumar contra a maré das dívidas dos anteriores mandatos, que todos os dias teimam em surgir, com a manutenção dos espaços públicos degradados que durante décadas foram esquecidos, com projectos para o futuro…
Em vários momentos, neste mesmo espaço escrevemos que também na actividade política, quando não existe capacidade de reciclar comportamentos, pensamentos e algumas pessoas não conseguem efectuar uma auto-crítica assente nas suas acções diárias, a democracia tem de agir, efectuando a mudança.
E a mudança em Ourém deu-se, efectivamente, porque era impossível continuar a aguentar uma Câmara endividada, empresas municipais acorrentadas a compromissos politicamente errados, estruturas desportivas, municipais, culturais e outras com graves problemas de
qualidade, segurança e em estado de “divórcio” com os cidadãos…
E se oito meses já passaram sobre a tomada de posse nos órgãos autárquicos, nos mesmos seis para as principais três empresas municipais, “o milagre da multiplicação dos pães” não se deu. Não ocorreu, nem ocorrerá enquanto existirem milhões de euros a pagar a fornecedores, legislação para cumprir, legalidades para efectivar, segurança pública para garantir, assim como qualidade e padrões de rigor que sustentem o reerguer de um concelho fustigado por uma gestão autárquica sem rumo.
E se se escolhem as palavras que aqui se escrevem, para não melindrar algumas pessoas que tiveram responsabilidades neste “estado da arte”, igualmente não se devem deixar de relatar as contas, os processos, as incúrias e as irresponsabilidades que se vão encontrando.
Há algumas manhãs, tardes e até dias em que algumas figuras ainda pensam que estão em 1992 ou em 2002. Arrogantes, possuidoras de uma pesada importância no seu interior, mas tão pequenas em humildade, respeito, dever de lealdade institucional e humanismo…
Na comum mortalidade que nos atravessa, o respeito e esse humanismo são pedras diferenciadas e diferenciadoras da acção humana. Mesmo com a espiritualidade de Fátima aqui tão perto, parece que, por entre vícios e costumes de outrora, isso escapa a algumas personagens da praça.
Mas, pior do que não mostrar a essas pessoas “dos antigamente”, que o céu continua a ser azul, mas que há regras e métodos a cumprir, seria deixarmo-nos contaminar por essa “oxiuríase” apanhando da mesma “doença”, passando a fazer parte do problema e não da solução.
O silêncio é para muitas pessoas uma forma de defesa. Para outras, o fazer de conta que nada se passa. Há quem também fuja para não constatar a realidade. Outros escrevem.
Sem falsos moralismos, errando como ser humano, mas continuando a dizer e escrever o que se pensa, aqui nos encontramos há alguns anos. Porque o nosso tempo nunca foi de eleitoralismos, intelectualites acéfalas, interesses colectivos, pessoais ou do politicamente bom de ler e digerir. Se se podia disfarçar para agradar a algumas pessoas que têm o comportamento humano estereotipado? Podia. Mas não seria natural…

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Chamem os Homens e os acrobatas!

No dia de Portugal chamem os mágicos da alegria, pelas epopeias deste nobre povo que escreve páginas na história do planeta…

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Lobos com pele de cordeiro?

Este foi um dos filmes que marcou a minha adolescência.

Pela força da união, quando se luta por um objectivo as batalhas travam-se.

Pela força da união, mesmo quando os “possivelmente companheiros de luta” se revelam peões de outros interesses, não contribuindo para o todo, e procuram minar o grupo.

Mas, assim, ainda mais força se ganha.

Mas, assim, ainda mais determinação se nos coloca.

E assim se conhecem as pessoas com quem podemos contar e confiar, e aquelas a quem nem a mão teremos de estender para cumprimentar…

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Vinagre, etanol ou sumo de laranja...?

Já várias pessoas me aconselharam a utilizar outro material, que não o vinagre, para apanhar moscas.

A metáfora seria sempre aplicável se de pessoas se tratasse.

Como ser pessoa pressupõe um nível de qualidade humana que não está ao alcance de qualquer um, não é com vinagre ou com qualquer outro líquido que se consegue algo.

Mas, não há nada como o fogo. Para que depois das cinzas renasçam as boas sementes...

Que fazer de mim? Nada. Sou mesmo assim.

Digo o que penso e escrevo o que digo.

Não acredito na paz podre, nem na conversão de hereges para católicos.

Felizmente consigo distinguir aqueles que hoje falam, dos mesmos que durante anos se serviram no silêncio das boas práticas do “coça para dentro”.

Se sou inconveniente para alguns Dr. e Eng. instalados nas suas divisas?

Talvez.

Mas, também foi para isso que se votou numa mudança…

Gente falsa...

Falsos… como Judas de Kariotes… eles andam aí…

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Solidariedade...

Essa palavra que tão cara tem saído aos bravos da humanidade.

Essa palavra pela qual a história tem escrito história.

Essa palavra que existe nas vértebras de boas pessoas, e que é desconhecida de muita gente.

Essa palavra que faz falta efectivar a cada momento, quando dela se esquecem na essência do seu âmago.

Sem que alguém possa ser dono da verdadeira solidariedade, racionalmente podemos entender que existem diversas dimensões solidárias, diversas concepções sobre o conteúdo da palavra, que vão muito para além das letras do alfabeto, e da fonética de uma gramática.

Há lições de vida, que só mesmo a lei da natureza fará mostrar a muita gente, de que a vida é feita…

Não fumo, obrigado!

A partilha da informação flui a cada segundo do dia, pela internet, pelos telemóveis, pela partilha de ficheiros informáticos.

O papel, dos livros e dos jornais, tem resistido aos avanços tecnológicos, às ameaças constantes que se juntam às dificuldades financeiras de livrarias, jornais, tipografias e projectos.

Cada vez mais os projectos distritais e regionais ganham mais acuidade, mais dimensão, mais protagonismo.

Vejam-se as comunidades urbanas, as associações distritais…

E também no jornalismo, marcam pontos os jornais que chegam a um público mais heterogéneo, mais numeroso.

Os jornais Mirante e Jornal de Leiria são disso um bom exemplo relativamente ao concelho de Ourém. Usam a internet como motor de divulgação, noticiam no momento, reproduzem a informação colhida e usam da coerência jornalística um percurso de afirmação.

Curiosamente, estes jornais divulgam actividades e informações sobre o concelho de Ourém que os jornais do concelho menosprezam.

Estranha-se porque é que o que uns revelam e disponibilizam, é esquecido pelos, teoricamente, mais interessados…

quarta-feira, 12 de maio de 2010

É preciso continuar a acreditar em Portugal!

Os destaques de hoje do INE e Eurostat relativos ao crescimento da economia no 1º trimestre de 2010.

Portugal apresenta o maior crescimento da UE em termos de variação trimestral (1,0%) e o segundo maior em termos de variação homóloga (1,7%)

Em termos trimestrais:

Portugal apresenta o maior crescimento económico (1,0%) de toda a UE.

Portugal cresce cinco vezes mais que a UE e Zona Euro (ambas com crescimento de 0,2%)

Na zona euro, a Grécia continua em recessão (-0,8%).

Espanha e França apresentam crescimentos de 0,1% e Alemanha de 0,2%

Em termos homólogos:

Portugal apresenta o maior crescimento da zona euro e o segundo maior de toda a UE (a Eslováquia apresenta o maior crescimento ressalvando-se, no entanto, que os dados deste Estado não estão ajustados da sazonalidade) .

Portugal cresce mais do triplo da zona euro (0,5%) e cinco vezes mais que a toda a UE.

Portugal apresenta um crescimento positivo da economia, após 5 trimestres de crescimentos negativos (desde o 4º trimestre de 2008 que o crescimento do PIB português era negativo).

Na zona euro, Grécia e Espanha continuam a apresentar crescimentos negativos (-2,3% e -1,3%, respectivamente).

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Fernando Nobre?

Manuel Alegre ou Fernando Nobre?

Entre um poeta e um médico. Entre um militante ou um apartidário. Entre um repetente e um estreante.

Tenho dúvidas.

Admiro Manuel Alegre pelo percurso de vida e pela escrita.

Respeito Fernando Nobre pela dedicação aos mais necessitados e pela exemplar intervenção cívica.

Se me perguntassem hoje em quem votaria, inclinar-me-ia para Fernando Nobre.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Duplas infalíveis!

Dois GNR na berma de uma estrada no distrito de Beja vêem passar um carro a mais de 160 km/h.

Diz um para o outro:

- Aquele não é o homem a quem apreendemos a carta a semana passada por excesso de velocidade?

- Era pois. - Respondeu o segundo. Vamos caçá-lo!

Um quilómetro mais adiante, já com o carro parado, um dos GNR chega-se ao pé dele e pergunta-lhe:

- A sua Carta de Condução?....

- Mau! - Responde o alentejano. - Atão perderam-na?!

domingo, 25 de abril de 2010

24 de Abril de 2010 - repita-se o bom, termine-se de vez com o que não interessa.

Ontem cumpriu-se, como sempre, a tradição de um jantar de homens e mulheres que há 35 anos celebram a liberdade, com rostos familiares dos amigos presentes

Junto à Câmara Municipal de Ourém um conjunto de iniciativas antecederam a noite de ontem e o dia de hoje.

No momento mais simbólico – o de cantar a Grândola Vila Morena – encontram-se ainda por afinar práticas, métodos e protagonistas desenquadrados com a tradição. A mesma tradição da música de bombo, gaita de folhes e tambores presentes...

Até porque, o início da Grândola Vila Morena pela voz do Presidente da Câmara e de todas as mulheres, homens e jovens que no local se encontravam, dispensava qualquer som de áudio que, ao surgir, veio esmorecer o rosto daqueles que pelas cordas vocais exprimiam o sentir da liberdade conquistado a 11 de Outubro de 2009.

A música cantada pela voz é aquela que vem do coração e da alma… Mas, quem não a tem precisará sempre do suporte digital para colmatar essas ausências.

Para o ano repetir a feira do livro, as conferências, um grupo de músicas tradicionais e retomar a tradição dos que na Câmara cantavam sem micros ou mestres de cerimónia.

No final, o discurso emocionado de um Presidente de Câmara, que como o 25 de Abril de 1974, veio trazer de braços dados com a população do concelho, uma nova esperança no futuro que se constrói hoje, e em cada dia da construção de todos nós enquanto seres humanos…

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Provérbios populares...

Este menino não pára quieto, parece que tem bicho-carpinteiro.

O correcto:

Este menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro.

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.

Enquanto o correcto é:

Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.

Cor de burro quando foge.

O correcto é:

Corro de burro quando foge.

Quem tem boca vai a Roma.

O correcto é:

Quem tem boca vaia Roma. (do verbo vaiar)

Cuspido e escarrado. (quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa)

O correcto é:

Esculpido em Carrara. (do mármore)

Quem não tem cão, caça com gato.

O correcto é:

Quem não tem cão, caça como gato. (ou seja, sozinho)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Desde a última campanha eleitoral...

Em Ourém há um tipo de gente (que ainda não chegou – e duvido que chegue – à categoria de pessoa) que precisava de ir a uma festa ali para os lados da Azambuja, no próximo Verão.

Fazer o quê?

Levar umas cornadas, no habitual convívio entre umas vacas bravas e uns destemidos bois.

Pode ser que lá lhes calhe, antes de Agosto… Andam-se a candidatar…

terça-feira, 13 de abril de 2010

Relaxando...

Um homem vivia sozinho e decidiu que a sua vida seria melhor se tivesse um animal de estimação como companhia.

Assim, foi a uma loja de animais e disse ao dono que queria um bichinho que fosse fora do vulgar. Depois de algum tempo de discussão, chegaram à conclusão que ele deveria ficar com uma centopeia. Centopeia é mesmo um bichinho de estimação fora do vulgar...

Um bichinho tão pequeno, com 100 pés... é realmente fora do vulgar!

A centopeia veio dentro de uma caixinha branca, para ser usada como casinha...

Bom... ele levou a caixinha para casa, arranjou um bom lugar para a colocar a casinha.

Achou que o melhor para a sua nova companhia seria levá-la a tomar uma cervejinha... Assim, perguntou à centopeia, que estava dentro da caixinha:

- Gostavas de ir comigo ao Solar tomar uma cerveja?

Não houve resposta da sua nova amiguinha.... Meio chateado com isso, ele esperou um pouco e perguntou de novo:

- Que tal ir comigo ao bar tomar uma cervejinha, hein?

De novo, nada de resposta da nova amiguinha... Ele esperou mais um pouco, pensou e pensou sobre o que estava acontecer... e decidiu perguntar de novo.

Mas desta vez, chegou bem perto da caixinha e gritou:

- Ei, surda! Queres ir ou não comigo ao Solar beber uma cerveja?

Então, ouve-se uma vozinha lá de dentro da caixinha:

- Fóoooooonixxxxxxxx! Já ouvi! Estou a calçar os sapatos!!!

sábado, 10 de abril de 2010

Latina America no Mendes.Come em Ourém

Ontem, no Cineteatro Municipal de Ourém, inserido no espectáculo de Fernando Mendes, soube muito bem ouvir ao vivo o Luís Portugal. Porque não só de teatro e comédia se faz um espectáculo...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

They are big!

Passada uma semana sobre o congresso de Ourém, e numa fria análise, concluo que o primeiro passo (o mais importante) está dado.

Se aos pseudo-politólogos cabe a função da crítica, eu, objectivamente, preocupo-me com o que pode ser melhorado.

A começar, o modelo utilizado (que se revelou pouco eficaz para o debate que se pretendia com os cidadãos).

No próximo congresso poder-se-ia alcançar a objectividade, com menos pessoas no comité organizativo (acreditando que a liberdade em Ourém já está assegurada, e que todos os partidos políticos podem intervir).

Até porque acredito que a organização cabe ao município, dirigindo este o congresso para todos os oureenses, sejam eles rosas, amarelos, laranjas, cinzentos, vermelhos ou incolores.

Se o mesmo se conseguir, dissipamos a imagem de que existem duas classes no concelho: os pensantes e os outros.

Se a especificidade da formação de cada um de nós nos torna pessoas únicas, é na diversidade das nossas gentes que granjeamos valor e capacidade de intervenção real.

Este primeiro congresso da era democrata foi, efectivamente, o ponto de partida para repetir o que correu bem e corrigir o dispensável.

Servirá para convidar os objectivos, capacitados e nobres oradores, e não dar importância a quem não a tem, a quem nunca a teve, e aos que já não a merecem.

Reduzir o número não é perigoso, até porque não é a quantidade que conta. Isto não é ao kilo. É um local de encontro, de troca de ideias e experiências, onde o diálogo deve superar o monólogo, em que as estatísticas devem ser actuais, e em que os elogios, auto elogios e as vaidades podem ficar em casa, ou limitados ao hall de entrada.

Deste congresso que passou, a divulgação deve efectivar-se e chegar a todo o concelho. Até porque nem todas as pessoas lêem jornais, acedem à internet, ou passeiam de carro. O erro será sempre, e constantemente, no momento em que a urbe se esqueça da restante paróquia, como outrora aconteceu, vezes sem conta. Mas, até isso foi identificado por alguns oradores: há dois concelhos. Não, não é o de Fátima e o de Ourém. É o concelho rico e urbano versus o concelho rural e pobre. E eles (do concelho rural) até foram os mestres da mudança política neste concelho (quem diria!!!).

O politicamente correcto não existe na concepção da objectividade de um congresso concelhio. Até porque haverá sempre quem discorde, quem não aceite, quem diga: "não" para se evidenciar, quem seja convidado e trate mal quem o convidou, quem, simplesmente, não saiba dizer bem...

São estas, e outras, as características do nobre povo conquistador, do ouro do Brasil e das especiarias da Índia, que no Terreiro do Paço dos seus intelectos, olham com um um olhar questionável face ao comum mortal que ouse contrariar tais cabeças pensantes.

A humildade é um valor tão belo e simples, como o por de sol, como a espontaneidade de um sorrir, como a vontade de crescer...

A humildade é um valor tão belo e simples, como o regadio, a construção civil, a limpeza dos campos, a agricultura de subsistência...

O que é que umas coisas têm a ver umas com as outras? Tudo. Só quem pensa o dia a dia de luta e sacrifício pode projectar a realidade no futuro que se quer construir.

Não serão as Deloites, ou as apresentações de power point que nos farão subir o degrau, ultrapassar os obstáculos, construir os laços, erguer as obras necessárias. Será a união de objectivos, a união de vontades, a união no essencial e o menosprezo para com o acessório.

Não pertenço, nem quero pertencer a essa estirpe de pessoas que parecem dominar todos os assuntos, opinando e regurgitando teorias. Se alguma vez por aí estiver a caminhar, então que os meus amigos me avisem, pois poderei ter sido contaminado com o vírus da inteletualite, e preciso de me desinfestar.

Precisei de colocar um recuperador de calor na sala. Podia ter comprado um equipamento numa qualquer superfície comercial e pedir a uma pessoa de biscates para o montar, mas chamei um técnico qualificado. Porquê? Porque é para isso que as pessoas existem. Porque devemos ouvir e chamar quem sabe. Porque é para e por isso que vivemos em sociedade. Por precisarmos das capacidades de uns e dos outros. Por nos completarmos. Por só assim conseguirmos aperfeiçoar a humanidade, no seu sentido lato, e não no sentido do umbigo.

O meu é giro, mas é só meu (que essa coisa de olhar para o umbigo dos outros é coisa abichanada).

Qualquer parecença entre este devaneio e a realidade é pura coincidência.

terça-feira, 30 de março de 2010

Do anónimo ao nobre de distinção académica...

Situações como esta (a da imagem) resultam de um amor muito forte aos animais (seja ele um papagaio, um peru ou um cavalo).

Podem resultar também do isolamento intelectual (aquele raciocínio que só na cabeça do animal racional tem aplicabilidade, mas que não se enquadra, de todo, no amplo e vasto leque social de normalidade).

Há aí muita gente assim. Respeitamo-los porque no fundo eles são vítimas deles próprios.

Do altruísmo ao fanatismo da “partidarite”, passando pela canalhice, de braço dado com a incompetência…

quarta-feira, 24 de março de 2010

O homem sabe do que fala... (agora com as incorrecções rectificadas)

Há pouco, na SIC, o Dr. Silva Lopes explicava algumas das medidas do Programa de Estabilidade e Crescimento, contestando umas e reafirmando outras.

Não voltando a referir o seu currículo, amplamente conhecido de todos, fico triste por os eleitores de Ourém não lhe terem dado a confiança de liderar a Assembleia Municipal deste concelho.

Perdemos, mais uma vez, uma oportunidade única…

No dia-a-dia...

Moliére dizia que: “Quanto maior for o obstáculo maior será a glória de tê-lo superado”.

Sem olhar à glória, que é dispensável, o tamanho do desafio é, sem dúvida, um estímulo para o reforço de energias a conquistar…

segunda-feira, 22 de março de 2010

Cada vez que penso nas contas do municipio de Ourém, só me lembro desta imagem...


Chegou a PrimaVera...

O grande segredo não passa somente por alcançar um objectivo.

Passa por saber merecê-lo a cada dia que passa, com bom senso e acima de tudo, com humildade.

A arrogância é inimiga da perfeição, porque só com os outros podemos aperfeiçoar o estado da arte.

E quem não o entender, será sempre do contra... tudo... e todos...

quinta-feira, 18 de março de 2010

Quem condena também peca?

A divulgação da existência de dez casos de pedofilia em Portugal protagonizados por padres, vem provar, mais uma vez que:

Os Homens são todos iguais…

E, acrescido a este pensamento, podemos juntar outro:

Encobrir casos é pactuar com os mesmos.

Logo, o silêncio não é de ouro…

quarta-feira, 17 de março de 2010

Como falam (PSD) na lei da rolha, aqui fica um saca rolhas...

Um anónimo colocou aqui este comentário, no post anterior.

“Jao, ja sei que nao vais publicar este comentario, porque como nao te vai agradar vais passar a censura, alias como faz o teu capitao socrates.

Tens o descaramento de acusar toda a gente de corrupcao quando tu estas na camara por favores, por cunha???

E preciso teres descaramento.

Se isto nao e verdade, apresenta o concurso publico pelo qual entraste na camara.”

E como importa esclarecer algumas dúvidas, coloquei esta resposta (nos comentários) que aqui fica para todos os visitantes lerem.

Ao anónimo.
Censura tentaram fazer alguns senhores da Câmara Municipal de Ourém, ao longo de muitos anos, junto do meu falecido pai, só porque eu escrevia uns artigos no Notícias de Ourém a dizer algumas verdades, que só um puto podia escrever, por puto ser... Faltava a coragem a muito boa gente que se acomodava ao sistema.
Censura, aqui não. Mas, há regras. E por isso hoje permito esta publicação para dar umas quantas respostas aqueles que continuam a não ter coragem de dar a cara e revelar a identidade.

Desde os meus 15 anos que sempre dei a cara pela alternativa política neste concelho. E hoje ela pratica-se na gestão municipal.
Mas, mesmo assim, quero esclarecer que Capitão não é Sócrates. Capitão foi Salgueiro Maia que comandou a voz do descontentamento e deu-nos a liberdade (que pessoas como esta que cobardemente aqui postou um comentário, não sabem valorizar).
Não estou a trabalhar na Câmara Municipal. Fui nomeado Administrador da Verourém. Vim abraçar este projecto por convicção e não por conveniência. Não estava desempregado e vim auferir um salário inferior ao que estava a ganhar. E se amanhã quiser sair da Verourém tenho onde continuar a trabalhar. Cunhas são peças que se colocam nos sapatos. Mas essas cunhas que refere eram as práticas do antigo regime do PSD de Ourém.
Concursos públicos são processos administrativos.
Currículo para desenvolver o trabalho que partilho com uma equipa dedicada e empenhada no dia a dia, conquistei-o academicamente numa licenciatura, mum mestrado em gestão e na direcção de uma instituição de ensino superior. Sou o que sou porque aprendi a escutar antes de falar, porque aprendi que a vida em sociedade só se efectiva pelo valor do ser humano.
Tenho muito a aprender, tenho dúvidas e erro. Sou um ser humano. Mas não sou leviano, irresponsável, incongruente, autoritário, mesquinho, cobarde, corrupto, conivente e outros mais adjectivos qualificativos que podemos colocar a umas quantas pessoas, por um sem número de casos gritantes que foram ocorrendo.
As pessoas deste concelho devem saber as verdades e o que aqui se passou durante décadas. O pior que se pode fazer é esquecer o passado. Até porque o estado presente da “arte” = gestão camarária (caos) deve-se a uma herança que nem o Salazar deixou quando tragicamente caiu da cadeira (é que esse deixou os cofres do Banco de Portugal cheios de ouro, mesmo passando fome a maioria da população)...
Caro anónimo: como disse um amigo meu na freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias a uma fanática mulher: "Deus lhe perdoe..."