sábado, 24 de dezembro de 2011
(re)Descobrir o mundo "again?"
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Somos 5 vezes mais prejudicados do que as taxas moderadoras
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Na dúvida? Na dúvida é melhor perguntar!
Assim continuamos até quando?
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
O governo tinha outras opções...
A consolidação orçamental, o combate aos ataques especulativos às dívidas soberanas, as medidas de estímulo ao crescimento económico, a competitividade das empresas e a exportação de produtos portugueses promovendo o emprego, o reforço do investimento do sector estratégico, a simplificação de procedimentos nas áreas do ordenamento do território e a reabilitação urbana serão sempre as medidas a tomar por qualquer governo, independentemente de estarmos, ou não, em crise.
Este ataque aos funcionários públicos, aos reformados e agora aos funcionários do sector privado não é justo quando se conhecem desperdícios estatais, e se existem 1421 milhões de euros de margem orçamental. Havendo 1421 milhões de euros de margem orçamental, devolver um subsídio (de férias ou de Natal) aos funcionários públicos e aos pensionistas custaria cerca de 1.000 milhões de euros que iriam estimular a economia, e que não comprometeriam o cumprimento do défice.
O aumento da carga fiscal sobre o consumo é outro erro estrutural que vai criar mais desemprego e consequentes aumentos nas prestações sociais de desemprego… Mas, se o governo pretendesse, podia efectuar uma distribuição mais justa dos sacrifícios, devolvendo um dos subsídios de férias ou de Natal aos funcionários públicos. Como? Aumentando 3,5% nas taxas liberatórias sobre juros e dividendos, aumentando em 5% sobre o IRS de montantes superiores a 500.000 euros, assegurando a efectiva tributação em Portugal dos dividendos distribuídos a empresas, incluindo as sujeitas a tributação inferior noutras jurisdições fiscais.
O governo podia ainda recorrer a outras medidas tais como deliberar que o vencimento e os abonos para despesas de representação para membros dos gabinetes ministeriais não podiam ser superiores ao do respectivo membro do governo, e que passava a ser proibido a acumulação das subvenções políticas com salários ou vencimentos.
O apoio ao crescimento da economia e ao emprego passava pela manutenção do IVA na restauração nos 13%, nas actividades culturais e na alimentação infantil nos 6%. Como medidas de compensação o governo podia manter a aplicação da taxa de IRC de 12,5% aos lucros até 12 500 euros das empresas, assumindo como medidas de compensação o aumento da sobretaxa sobre lucros acima dos 10 M€ para 7,5%. A renegociação com o Banco Europeu de Investimentos de uma linha de crédito às empresas, com prioridade ao sector exportador à produção nacional de bens e serviços transaccionáveis, no montante mínimo de 5 mil milhões de euros e a obrigação de repatriar para Portugal os capitais não tributados colocados no exterior eram outras soluções viáveis.
Porém, não foi esse o caminho escolhido. Nunca será tarde para o recuperar (o caminho) e encontrar outras respostas que sejam menos penalizadoras para todos nós. Em tempo de crise é importante retirar um “s” ficando com um desiderato para todos nós: “crie”!
sábado, 26 de novembro de 2011
A verdade dos números...
Estas contratações devem-se à necessidade de reforçar sectores determinantes e estruturais do Município, como o ensino e a acção social, por exemplo. Nenhum pai ou encarregado de educação entenderia o motivo pelo qual deixassem de existir assistentes operacionais nos estabelecimentos de ensino do seu educando. Nenhum eleito ou autarca responsável, aceitaria que o Município de Ourém não cumprisse com as suas responsabilidades de gestão, manutenção e dinamização nas áreas da educação, dos equipamentos escolares, desportivos, culturais e municipais.
Nos últimos dois anos a AmbiOurém, a VerOurém e agora a OurémViva (com a fusão da AmbiOurém, VerOurém e Centro de Negócios), devolveram a dignidade a estas instalações com um conjunto de intervenções que se concretizam diariamente e que procuram garantir a tão desejada qualidade de vida para todos nós. Fazem-no contribuindo simultaneamente, para ganhos de eficácia e eficiência. Ainda há muito para fazer e melhorar. Mas, com rigor e objectividade conseguiremos de mãos dadas com os executivos de junta e as comunidades locais superar as dificuldades existentes.
Os cidadãos esperariam, decerto, da parte do PSD uma oposição responsável e partilhada, assente na assumpção dos erros cometidos, e, simultaneamente, tendente para uma convergência na procura de soluções para os problemas, de braço pelos superiores interesses concelhios. Porém, não tem sido essa a postura. Assistimos ao inverso. Até quando, pergunta-se? Terá a ambição um limite?
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Mesmo assim...
Vamos viver para Lisboa?
As preocupações dos (alguns) vereadores do PSD
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Doce, sexy e sensual... :)
Na penumbra do descrédito...
Nas Geometrias das Prioridades...
Saúde, no concelho de Ourém
Serviços de Saúde são um investimento!
Os Serviços de Saúde são um investimento que o Estado paga com os impostos de todos nós, e que permite a prevenção, o controlo e o tratamento das doenças que condicionam e prolongam a vida das populações. A qualidade e a esperança média de vida, a capacidade laboral e a inclusão social dependem dos serviços e cuidados de saúde prestados junto do Homem.
Insistindo o actual governo nestes cortes e necessitando de acesso a serviços de saúde, ou nos deslocamos às nossas custas para hospitais distritais (pagando taxas moderadoras que vão subir para 40 euros por episódio de urgência!!!), ou nos deslocamos às nossas custas para clínicas e médicos privados pagando a respectiva consulta. Em ambas as situações cai em cima do utente do Serviço Nacional de Saúde um acréscimo de despesas e deslocações, em momentos de aflição, ansiedade, dor, acidentes e tragédias. E quem não tem forma de se deslocar, nem dinheiro para pagar deslocações e taxas absurdas?
Estes cortes nos acessos aos cuidados de saúde merece o total repúdio pela forma leviana e irresponsável com que o governo está tratar a nossa maior riqueza – o valor da vida humana das nossas populações. Por isso, o momento é de protesto.
Há que cortar na despesa do Estado? Então, por exemplo, o governo que ordene a imediata fusão e extinção de empresas municipais, como já foi feito pelo actual executivo camarário em Ourém. Aqui, juntou-se a Verourém, a Ambiourém e o Centro de Negócios numa só empresa municipal: a OurémViva. De seis vencimentos que se pagavam a administradores e Presidentes dos Conselhos de Administração passaram a existir somente dois. Com esta medida reduziram-se ainda custos com alugueres de instalações, despesas administrativas e pagamentos de facturas entre as Empresas Municipais. Rentabilizaram-se ainda recursos humanos e materiais que garantem novas, funcionais e qualificadas respostas.
Constata-se que nas últimas décadas houve falta de controlo municipal e uma tentação de poder do executivo que conduziu o Município a grandes encargos para o erário público. Para além de um excessivo número de Empresas Municipais, o anterior executivo criou ainda as parcerias público-privadas: MéciaGolfe, MaisOurém e FuturOurém. Estas parcerias levaram a que a maioria do património do Município de Ourém tivesse passado a pertencer a várias sociedades onde a Câmara só detém 49% do capital. Ou seja, os restantes 51% pertencem a privados. Assim, os terrenos na envolvente do Estádio de Fátima, os terrenos em Caxarias, os terrenos do Areeiro no Carregal e o terreno e edifício do Antigo Mercado de Ourém deixaram de estar na pertença municipal. À troca de quê, pergunta-se? De uma mão cheia de nada de positivo e um punhado de estudos, escrituras, documentos e despesas assumidas pelos anteriores executivos municipais, mas pagas durante os últimos dois anos…
A parceria público-privada da FuturOurém já foi extinta. O antigo Mercado de Ourém e o terreno onde está sedeada a Rodoviária do Tejo voltou a ser de todos nós. Um processo moroso, mas bem conduzido pelo Presidente do Município de Ourém.
Quem está em lugares de decisão seja ao nível local, regional ou nacional comete erros e conquista vitórias. Em termos locais é sabida a pesada herança financeira do Município. Porém, com o empenho e a colaboração daqueles que pretendem encontrar soluções de futuro, acredito que conseguiremos dar um novo rumo ao concelho de Ourém.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Cruzes canhoto!
domingo, 9 de outubro de 2011
Políticas de proximidade...

Parabéns Presidente
definitivamente a Portugal e facilitar o seu contacto com outros serviços;
investimento e desenvolvimento locais;
domingo, 25 de setembro de 2011
Sem Geometria possível...
construído 46 Aeroportos a 500 milhões de euros cada um, ou 70 Hospitais, ou 2100 escolas... Nada disso foi feito. Parabéns, Alberto João!
Assim ocorre em Ourém. Não temos médicos, enfermeiros e outros técnicos no Centro de Saúde porque o actual Ministro da Saúde cortou com o financiamento dos contratos existentes com as empresas que garantiam o fornecimento destes recursos humanos. Cortaram os contratos e ficámos sem médicos de família, comprometendo, simultaneamente, a existência do Serviço de Atendimento Permanente, entre as 8h e as 22h no Centro de Saúde de Ourém.
domingo, 18 de setembro de 2011
Geometra...

Regressei às palavras escritas, publicadas com tinta, em papel de jornal. Semana após semana, no concelho de Ourém debruçar-me-ei sobre estruturas e organizações, pessoas e políticas, eventos e projectos, obras, e o valor da pessoa... Numa coluna que dá pelo nome de: "Geometria das Palavras"...
Temos direitos!
Neste espaço que aqui ocupo, neste (re)encontro, registamos as palavras, os projectos, os desejos e as ambições partilhadas com os homens e as mulheres de Ourém.
A matéria-prima de um concelho é composta pelas pessoas, que se tocam nos opostos, e se encontram no espaço comum dos interesses colectivos.
Não caminhamos nos mesmos percursos que outros traçaram. Respeitamos as estradas deixadas e erguidas em nome da prosperidade de outrora, mas hoje desactualizadas pelas imposições da inovação, da exigência, do rigor e dos desafios diários que as populações impõem.
A roda não se voltará a inventar. Sabemos. Mas, em Ourém, ela está em andamento através da energia que a maioria aplica na construção de novos trilhos, nas acções diárias da esfera municipal, associativa, económica e social.
As recentes decisões políticas concelhias têm assentado, e tido como horizonte de cada projecto, as pessoas e o nosso território no seu todo.
Também assim se exige que o actual governo proceda. Não queremos acreditar (nem aceitamos) que o recente corte que o governo decidiu em matéria de serviços de saúde, e que irá prejudicar as populações do concelho de Ourém, não seja invertido.
Há dois anos havia catorze mil ourienses sem médico de família. Existia falta de profissionais de saúde disponíveis no Serviço Nacional de Saúde. O Presidente da Câmara de Ourém, Paulo Fonseca, e a Ministra da Saúde do governo PS, chegaram a um acordo. Foi realizado um concurso e foram contratadas empresas que combateram este deficit.
Agora, este corte assumido pelo governo PSD/CDS em 60 % destas contratações fez com que as empresas já tivessem denunciado o contrato a 1 de Setembro. Um retrocesso incompreensível!
Assim, se o governo persistir nesta medida o concelho vai ter o Centro de Saúde de Ourém fechado a partir das 18h, o encerramento de extensões nas freguesias, e mais de vinte mil cidadãos sem médico de família. Deixaremos de ter não só médicos, como também enfermeiros, especialistas e auxiliares em número suficiente para as nossas necessidades.
Há dois anos o governo do PS ajudou. Agora o governo do PSD/CDS cortou. Cortam numa área fundamental para qualquer país: o acesso a unidades de cuidados de saúde básicos.
Não contem com o silêncio e a concordância dos eleitos e dos cidadãos deste concelho. Podem-nos cortar o subsídio de Natal, (re)cortar nos salários, aumentar o IVA, mas não ousem deixar desprotegidos mais de metade dos cidadãos deste concelho. Isso seria a maior das vergonhas!
Cortem nas empresas do estado e nos ordenados dos seus administradores. Tributem as empresas que mais facturam, como contributo solidário para as necessidades do país e ajudem-nas com outras contrapartidas. Dêem a independência imediata à Madeira e devolvam a factura dos 500 milhões de dívidas. E, por último, cumpram o programa eleitoral pelo qual se apresentaram ao eleitorado!
A maior riqueza do nosso concelho são as suas pessoas. O executivo municipal continuará, decerto, firme e intransigente, ao lado das suas populações. O valor da pessoa humana não tem preço, não é quantificável tal é a preciosidade da vida. Será que há quem não entenda isso?!?
João Heitor












