Ontem, durante a tarde recebi uma chamada de um amigo a felicitar-me pela minha colocação. Sim, este facto, nos dias que correm, é motivo de alegria! Ironicamente, perguntou-me se já havia notado que o meu destino era ir trabalhar para Santarém. Perguntei-lhe, porquê?Disse-me que ele e outros amigos em comum, conterrâneos e gentes da política esperavam que eu tivesse ido trabalhar para Santarém há alguns meses atrás, pelas minhas capacidades e provas dadas ao longo dos anos…
Felizmente, logo “mudou o disco” e proferiu que a minha ida para Santarém, leccionar e ensinar, prova que o meu valor não só reside na intervenção política, mas também no modo como trabalho e me dedico a qualquer função, lidando com simplicidade junto dos outros. E que estas características são intrínsecas da minha pessoa… Amigo é mesmo assim: exagera, por vezes, fazendo-nos crer que subimos “degraus de uma escada, que nós até desconhecemos”.
E “ser juiz em causa própria” também não fica bem...
Mas, as palavras dele confortaram-me o coração.
Como sabe bem ter amigos!
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