quinta-feira, 30 de novembro de 2006

Ausência

Por problemas pessoais e familiares estarei ausente até que a vida me ajude.

Obrigado.

sábado, 25 de novembro de 2006

Vaga...

Numa altura em que o novo filme de James Bond, agora louro, nos entra em casa pela televisão, pelos jornais e anúncios via telemóvel, vale a pena reforçar a mensagem desta t-shirt…

sexta-feira, 24 de novembro de 2006

Golfinhos, Enguias e Vacas

Se continuar a chover assim em Ourém, esta imagem pode ser possível, junto ao ArtCafé, tendo em conta, que do outro lado da Ribeira de Seiça há uma Vacaria…

Controlo de pés...

Quando estiveres sentado à mesa, faz círculos com o pé direito no sentido dos ponteiros de um relógio.
Enquanto estiveres a fazer este movimento, desenha no ar o número '6' com a tua mão direita, começando por cima.

O movimento do teu pé vai mudar de direcção...

Vai circular ao contrário dos ponteiros de um relógio!

Foi assim que estes caíram...

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Salim casou-se com Samira...

No dia do casamento Samira levou para casa um grande baú, e pediu a Salim respeitasse a sua individualidade, e que nunca abrisse o baú. Durante 50 anos de casamento, apesar da curiosidade Salim nunca abriu o baú.
Na comemoração dos 50 anos Salim não agüentou e perguntou a Samira o que estava dentro daquele baú. Ela então resolveu mostrar-lhe o baú. Ao abrir, Salim viu U$ 60.000,00 e quatro batatas. Curioso ele perguntou o porquê das 4 batatas, e então ela confessou: "Cada vez que te traí coloquei uma batata no baú".
Salim nos primeiros momentos ficou atónito e sem palavras, mas depois de pensar bastante, disse:

"Até que te posso perdoar, quatro batatas em cinquenta anos, isso significa uma traição em cada 12,5 anos".
Perguntou então o que significavam os 60.000 dólares...
Foi quando ela respondeu:
"Cada vez que o baú se enchia de batatas, eu vendia-as".

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

Um dia destes...

Começaram os professores a fazer greve.

Agora os alunos…

Não se ponham os alunos em sentido que a Ministra da Educação ainda os põe a trabalhar assim…

Frases retiradas de revistas femininas das décadas de 50 e 60

Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas.

(Jornal das Moças, 1957)

Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afecto.

(Revista Cláudia, 1962)

A desarrumação numa casa de banho desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa.

(Jornal das Moças, 1965)

A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos.
(Jornal das Moças, 1959)

Se o seu marido fuma, não arranje zanga pelo simples facto de cair cinza nos tapetes. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa.

(Jornal das Moças, 1957)

A mulher deve estar ciente que dificilmente um homem pode perdoar a uma mulher que não tenha resistido a experiências pré-nupciais, mostrando que era perfeita e única, exactamente como ele a idealizara.

(Revista Cláudia, 1962)

Mesmo que um homem consiga divertir-se com sua namorada ou noiva, na verdade ele não irá gostar de ver que ela cedeu.

(Revista Querida, 1954)

O noivado longo é um perigo.

(Revista Querida, 1953)

É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido.

(Jornal das Moças, 1957)

E para finalizar, a mais de todas:

O LUGAR DA MULHER É NO LAR. O TRABALHO FORA DE CASA MASCULINIZA.

(Revista Querida, 1955)

l

Revistas didácticas, carregadas de moral e amor...


segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Língua Portuguesa

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor, português, pintava portas, paredes, portais.

Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.

Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém
posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passouPedro Paulo.

Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo
pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por
pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo...

Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. -Paris! Paris!
Proferiu Pedro Paulo.

-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando
pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.

Porque pintas porcarias?
- Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!

Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.

Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles,
primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram,
porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.

Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.

Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...

Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

l
E há quem ache o máximo dizer: "O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma!"


Um amigo...

Ajuda-te
Valoriza-te
Respeita-te
Acredita em ti
Nunca te goza
Compreende-te
Nunca se ri de ti
Aceita-te como és
Eleva o teu espírito
Caminha a teu lado
Perdoa os teus erros
Admira-te no teu todo
Acalma os teus medos
Oferece-te o seu apoio
Ajuda-te a levantares-te
Diz coisas lindas sobre ti
Ama-te por aquilo que és
Explica-te o que não entendes
Diz-te tudo sobre o teu coração
Entrega-se incondicionalmente
Diz-te a verdade, quando precisas ouvi-la
Grita-te, se necessário quando não queres "ver" a realidade

domingo, 19 de novembro de 2006

Novos acessórios...

Novos acessórios para a escola, tendo em conta os trabalhos de casa, as aulas de substituição e as actividades extracurriculares…

sábado, 18 de novembro de 2006

...

Pai. No Gavião, cortaram os eucaliptos.

Porém, as folhas dos plátanos, ano após ano, continuam a cair.

Tal como as saudades. Que não caem. Sentem-se.

Saudades de até quando me contrariavas.

E tinhas razão em muita coisa.

Avisavas-me.

Como que querias poupar-me ao embate das “pancadas da vida”.

E nestes últimos quatro anos tenho-os sentido.

Mas, de pé.

Ainda que com as pernas a fraquejar, por vezes.

Que um homem fraqueja, como ser humano, falível e sentimental.

Essas coisas dos homens serem fortes, só nas películas dos filmes devem existir...

Ou, se fortes homens há, no silêncio da noite devem chorar, às escondidas.

Eu, de peito aberto, como sempre, e com as vicissitudes que isso comporta, cá vou andando.

Umas vezes bem, outras, revoltado.

Sabes, as injustiças são cada vez maiores.

Os conhecidos aumentam, à medida que percorro outros caminhos.

Mas, os amigos vão diminuindo.

Provavelmente, há vários anos que assim era.

Eu é que não tinha dado conta...

Talvez as relações humanas estejam diferentes.

Tal como a rotatividade da Terra e a ilusão que as nuvens nos dão...

Já estou a divagar.

E tu, que sempre me quiseste com os pés bem assentes na terra.

Nada melhor, pai.

Pés firmes e de cara erguida.

Não pela prepotência, que aqueles que a trazem, tristes figuras fazem de si.

Mas, pela tranquilidade de assumir e praticar os valores fundamentais que tu me transmitiste.

Cá continuam.

Sólidos, como os laços sinceros.

Os valores presentes nos actos.

Tenho limitado os sonhos utópicos ao significado mais singelo que o dicionário lhe atribui. A utopia…

Já vai longo este monólogo, pai.

Todavia, desde há quatro anos que recordo todos os dias o teu olhar e a carícia das tuas mãos, quando, com ternura, me tocavas no rosto…

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Suavemente...

"A minha alegria contagia os meus amigos e destabiliza os meus inimigos".
Aline Voiski

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Será?!?

"É assim que devem ser tratadas as coisas às quais damos mais
valor: a saúde, o amor a carreira - com indiferença.
Jogando com elas, lutando com elas, mas não as interiorizando.

Não confie nelas ou tornar-se-á seu escravo".

Harriet Rubin, escritora


segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Instintos e outros...

Há instintos que são inatos.

Outros, produzidos.

Entre os primeiros e os segundos, percorre o tempo daqueles que se esforçam por chegar a atingir capacidades únicas.

A maior parte das pessoas, não os alcançam.

E quem os saboreia ao fim de um tempo, não consegue extrair o sabor natural, dos primeiros…

domingo, 12 de novembro de 2006

Momentos de oiro...

Nas últimas eleições para o Congresso Norte Amricano os Democratas ganharam…

Bush ficou desesperado.

Um dos fotógrafos da Casa Branca, não deixou passar o momento e registou-o…

sábado, 11 de novembro de 2006

Desabafos privados sobre coisas públicas

Longe vão os tempos em que o pôr-do-sol nos parecia belo, quando desconhecíamos a realidade do mundo.

Aquela realidade da luta constante e desenfreada pelo poder.

O poder, pelo poder.

O poder, pela riqueza.

O poder, pelo pedestal que desejam alcançar e de onde se querem ostentar.

Tudo vale, e vale tudo!

Quem muito tem para dar e distribuir, à sua volta os corvos vão poisar...

Mediatismo efémero?

Talvez. Para uns.

Porém, para outros, de tanto se colocarem em bicos dos pés e de tanta escova e graxa passar, lá continuam, ano após ano...

Desilusões? Quem não as tem…

Só quem não vai à luta...

Mas a luta cansa! Até os mais corajosos…

Agora não me peçam para seguir em carreira como nos rebanhos!

Fui há pouco tempo ao barbeiro e lã, aqui não há!

E como diria o outro: “para esse peditório já dei”…

O que nos faz continuar?

Talvez o resto do sonho.

O da utopia, que em jovem vi na política como meio de ajudar o próximo.

Mas, as decisões e essa possibilidade nunca me foi permitida.

Há sombras que não podem ofuscar o brilho dos holofotes da ribalta…

Há pessoas que convém estarem na sombra.

E se possível a continuar a ajudar e a subir alguém…

Nem que seja para cima do escadote…

É assim que se mudam lâmpadas, montam aquecimentos e vendem telemóveis...

E eu que só queria ter uma escola, alunos para ensinar e dar aulas, que é a minha profissão!

Passaram 15 anos?!?

Talvez tivesse dado mais ouvidos aos sábios e preocupantes conselhos do meu pai...

Mas, valeu a pena.

Vale-me o respeito dos que me acompanharam e o reconhecimento do esforço, mérito e capacidades que na rua me transmitem.

Se isto tem alguma coisa a ver com o Congresso do PS?!?

Não.

… qualquer coincidência com os factos relatados e a vida real, é pura coincidência…

Para ver estrelas, não há nada melhor que as noites frias de Inverno, em que o céu está limpo e limpidamente podemos desabafar…

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Mas...

Deve faltar pouco para os Pais Natal começarem a invadir os Espaços Comerciais e o espírito dos Homens.

Mas, a pobreza e a miséria continuam, Natal após Natal…

sábado, 4 de novembro de 2006

Ainda bem que não é, mas...

Esta foto quase que podia ser tirada na Avenida principal da cidade de Ourém, tal é a quantidade de chuva que a inunda…

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Equilíbrios...

Manter o equilíbrio nem sempre é fácil.

Há quem goste de andar na corda bamba.

Outros há que qualquer que seja a corda, não se equilibram.

Até há quem defenda que essa coisa do equilíbrio é mais uma das regras impostas pela sociedade.

A moda também é culpada por equilíbrios de tendências.

Eu, no meio de tanta dúvida e questão, prefiro sentir a chuva no rosto quando saio à rua, ou o sol que evapora as águas deste Outono, onde dia após dia, olho o mundo e os outros com outra calma e paz de espírito.

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

De cabeça erguida...

Hoje foi mais um dia. Aquele dia em que as famílias se deslocam para visitar os familiares que já partiram, deste mundo.

Nestes dias encontramos os cemitérios cheios de gente.

Mais um talhão foi aberto, mais uns quantos homens e mulheres partiram naquela viagem a que todos nos espera, um dia.

Depois da nascença, a morte é o facto mais certo da vida. Assunto melindroso. Mas, que mexe cá dentro.

Saibamos viver com alegria, paixão, dedicação e carinho. Saibamos partilhar o positivo e desvalorizar o negativo.

Consigamos viver de cabeça erguida, conscientes do nosso percurso e da honra que os nossos nomes carregam, pela memória dos nossos antepassados…