quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010

Que 2010 seja um ano de ligações:

nos afectos;

nas relações sociais;

na profissão;

na orgânica intrínseca de cada um de nós.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Que o sol brilhe...

Enquanto a esta hora as famílias se reúnem, pelo mundo fora há quem não tenho o que comer…

Estava à mesa a pensar nisto e não consegui deixar de vir aqui partilhar esta preocupação…

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

As mudanças mundiais...

"Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela
que reagir melhor às mudanças" Darwin
(Ad Universi Terrarum Orbis Summi Architecti Gloriam)

Um pensamento para reflexão nesta época em que todos se amam e desejam paz (a chamada trégua), para regressarem ao mecanicista reinante sistema de vida em Janeiro de 2010…

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Ao amigo...

Neste fim de semana, ao sair de uma superfície comercial encontrei um bom amigo que se fazia acompanhar da esposa e filha.

Não vale a pena referir o seu nome, até porque as verdadeiras amizades, que nos ligam pelos afectos, não precisam de referências nominais. Bastam, somente, as sentimentais.

E, de sentimento se trata.

De admiração pela pessoa simples e franca. Objectiva e profunda em sabores e sensações, pelas artes do falar, do ler e do escrever.

Engana-se quem julga que só quem escreve um livro, é que é escritor.

Mais do que ler, saber ler, saber de quem se lê, de quem se ouve, espelha uma imagem muito mais nítida de quem nós somos.

Este amigo, vencedor na vida que conquista dia após dia, (e com o qual teimo em adiar o jantar há quatro anos apostado), tem um sorrir espontâneo e aberto.

É um homem livre e de bons costumes, sem que tenha sido iniciado, mas que o é por natureza intrínseca.

Viu-me crescer. Com ele, ainda que com a distância física e do convívio, edifiquei o meu ser.

E a nossa riqueza, é termos, com carinho e amizade, pessoas como ele.

Que consigamos jantar este ano!

Um abraço

sábado, 5 de dezembro de 2009

34 anos a viver a vida...

Na vida contamos os anos a cada aniversário que passa.

Dia 3 contei 34 anos.

E nestes, durante estes, passei e percorri caminhos que me fizeram chegar ao hoje.

Neles passei por lugares onde cheguei e saí.

Com a convicção dos valores e das ideias espero conseguir continuar a ter orgulho no percurso de vida.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A flop...

A solidão, por mais que possa ser física, torna-se terrivelmente penosa quando resulta do vazio de ideias, comportamentos, acções ou valores.
E aí, despe a pele de solidão e revela-se um flop…

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Esta tudo grosso, ou quê?


“Vários edifícios do governo regional, bem como centros de saúde, escolas e outros bens imóveis, podem vir a ser penhorados.

Os referidos edifícios foram dados como garantia bancária - e logo sujeitos a penhora - no negócio que envolveu o Governo Regional da Madeira e a PATRIRAM (Titularidade e Gestão de Património Público Regional, SA - uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos).

Pelos contornos do negócio, o CDS-M quer o secretário Regional do Plano e Finanças, Ventura Garcês, na Assembleia Legislativa a explicar "onde foi investido o montante envolvido de 150 milhões de euros e qual o impacto que terá nos orçamentos regionais futuros", referiu em conferência de imprensa no Funchal, o deputado Lino Abreu.

Os pedidos de esclarecimento do deputado surgem depois de ter sido divulgado o relatório de uma auditoria efectuada pela secção Regional do Tribunal de Contas (TC), numa análise ao contrato de compra e venda de créditos futuros que o executivo madeirense celebrou com a PATRIRAM e uma instituição financeira internacional, que na altura considerou que o contrato provocou "um aumento do endividamento da região".

"A classe média está hipotecada com a casa, o carro e agora o governo regional ainda hipoteca a escola e o centro de saúde", desabafou.

Lino Abreu vai mais longe e estranha "como pôde o executivo regional fazer um negócio deste tipo, sem o conhecimento prévio da Assembleia Legislativa Regional", "colocando à penhora 41 imóveis que pertencem à região", referiu.

Da lista divulgada pelo TC foram dados como passíveis de cassação imóveis como o Laboratório de Saúde Pública por 650.742,86 euros, a Casa Museu Frederico de Freitas, por 12.612.491,13 euros, a Escola Secundária Jaime Moniz por 13.488.734,27 euros, a Direcção Regional de Assuntos Culturais por 3.781.280,00 euros, o edifício sede da Secretaria Regional do Equipamento Social por 20.663.000,00 e a própria Direcção de Finanças do Funchal por 4.224.000,00, entre outros.”

terça-feira, 10 de novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

“kata ten geneseos anankaian ousian”


O conhecimento é a ferramenta da construção interior de cada um de nós. A natureza mais que metafísica, a importância moral para a realização da felicidade individual, com pretensões racionais.
Sócrates e Platão procuraram os fundamentos em diálogos primitivos interligando-os com a realidade inteligível que norteia o bem.
O bem será sempre dúbio, questionável, duvidoso escuro e escondido quando por diferentes olhos for visto e analisado.
Os ideais humanos, as virtudes e a procura da perfeição escorregam nas pedras do caminho onde pela sociedade incorporamos números, validamos leis e práticas, reforçamos culturas, engrossamos projectos directa e indirectamente empenhados.
Os ideais serão sempre aqueles que só das folhas de papel, de um pensamento ou no lençol, superam a magia dos sonhos e numa ilusão ganham corpo.
Tantas letras que se juntam, tantas palavras que não se encaixam na estereotipada cábula e fórmula social de comunicar, dirão.
Tantas letras e tantas palavras que só perguntas e dúvidas, persistências ou desistências da leitura farão os curiosos perseguir.
Que maturidade individual, que acções humanas podemos reformular nesta sociedade de onde pertencemos?
Que medidas justas, que misturas de elementos na quantidade certa precisamos de calcular, de aplicar, de fazer levar aos outros que se passeiam nas ruas e nas mesmas pedras dos caminhos alheios a cada um de nós?
O idealismo, nunca passará dele mesmo? Nunca subirá mais um degrau? Nunca levará mais ninguém além? É de desistir? É de persistir?
Vale a pena lutar por uma sociedade mais transparente e limpa, mais pura e objectiva, mais humana e virtuosa?
Será somente satisfeita a saciedade com bens materiais?
O ideal humano cumpre-se com a felicidade que nos oferecem em forma de catálogo, ou não há uma palete de cores que nos permite pintar o quadro da vida?
Em suma: somos nós os arquitectos do nosso caminho, sentido e percurso, ou não?

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Recebido por email, e dando que pensar...

A desordem que tenho que limpar depois de uma festa,

significa que... estive rodeado de familiares e amigos!

As roupas que estão apertadas,

significa que...tenho mais do que o suficiente para comer!

O trabalho que tenho em limpar a casa,

significa que... tenho uma casa!

As queixas que escuto acerca do governo,

significa que... tenho liberdade de expressão!

Não encontro estacionamento,

significa que... tenho carro!

Os gritos das crianças,

significa que... posso ouvir!

O cansaço no final do dia,

significa que... posso trabalhar!

O despertador que me acorda todas as manhãs,

significa que… estou vivo!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

E é João Semedo do BE... Terá passado férias na Coreia do Norte?

João Semedo do Bloco de Esquerda considera que os deputados são imprescindíveis no caso de uma pandemia, aceitando assim ser já vacinado.

Não vacinem todos os funcionários do sistema nacional de saúde, os bombeiros, as pessoas que trabalham directamente com serviços de água, rede eléctrica e gás, e depois venham cá com a história de que os deputados é que salvam a nação no caso de uma pandemia…

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

E ainda houve quem votasse nesta gente para mais 4 anos...

A Câmara Municipal de Ourém informou as escolas de que iria entregar um kit para a Gripe A.

Algumas escolas já começaram a receber: num saco da Câmara três máscaras e dois pares de luvas!

Contaminados com bactérias, porque já foram mexidos. Além de dar vontade de rir, dá, simultaneamente, vontade de saber de quem foi a ideia peregrina.

Dá vontade de perguntar se andam a brincar às “casinhas” ou se precisam de um pouco de bom senso…

Dá vontade de pedir-lhes que tirem férias até à tomada de posse para que não se cometam mais erros.

E agora quem paga o alcatrão e as obras de campanha?

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Parabéns Paulo. Parabéns PS. Parabéns Oureenses.


Deu-se o 25 de Abril em Ourém.

Através dos votos conquistaram-se novos horizontes.

Abriram-se novas portas, com o brilho do sorrir, com o rasgar do olhar, com a emoção palpitante das batidas dos corações que encheram ruas, o largo do município…

Recordaram-se com saudade os que já não puderam dar o abraço físico e que de onde quer que eles estejam, foram recordados por muitos…

Este legado – o de ganhar e dar liberdade aos ourienses – foi um objectivo traçado, um caminho percorrido, uma bandeira agitada durante décadas.

Perdoem-se aos que a tudo deitaram mão para corromper a democracia.

Perdoem-se aos que menosprezaram a vontade das gentes deste concelho, que pensam por si e que se impuseram pela expressão do voto.

Soltem-se as amarras.

Recorde-se o passado, somente, para não repetir erros.

Construa-se o hoje. Edifique-se o futuro.

Recorramos aos braços dos nossos, como pilares, onde assente o brasão do concelho de Ourém, por Todos Nós!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Selecção concelhia


Uma boa equipa, é sempre uma boa equipa.

Que encha restaurantes, que engrosse uma mudança, que faça brilhar os olhos…

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Não há machado que corte a raiz ao pensamento...

Há 18 anos que percorro as estradas do concelho de Ourém em caravanas do Partido Socialista.

Nunca, em período eleitoral havia assistido a uma massa de veículos, conduzidos por pessoas determinadas em mudar e dar o seu contributo para a mudança.

Foram quase 10 horas de carro a percorrer as localidades deste concelho.

Recebidos com abraços, bandeiras, manifestações de alegria.

E se nem a chuva abrandou a caravana do PS, também, nem a chuva evitou que as pessoas saíssem de suas casas à passagem, deixando-nos ver o sorrir, a felicidade desta onda de vitória.

A política faz-se também de afectos.

A política ultrapassa siglas partidárias e ideais estatutários.

A política, na sua essência, e pela escola de Aristóteles, é aquela que leva o pensamento humano individual, a juntar-se ao colectivo, e este a constituir-se como social.

Em Ourém, a mudança, neste tempos, constrói-se assim…

domingo, 4 de outubro de 2009

FIAT no Quim FIAT...


Não queria colocar este post.

Nas eleições legislativas há mais do que comícios, caravanas e debates…

Há ideias e projectos.

Mas, o dia de hoje merece destaque.

Vítor Frazão e a sua equipa fizeram uma Mega Caravana. Começaram por sair 5 carros de Ourém… Lá engrossou pelo concelho, tendo muita gente cumprido o calvário “por ter de ser”...

Com Quim Barreiros ao fim do dia seria de esperar uma enchente.

Estranham os mais atentos que só estiveram cerca de 1500 pessoas.

1500? Então no início da campanha Vítor Frazão não juntou no Centro de Negócios 1600 pessoas a pagar o jantar?

E com Quim Barreiros só estiveram hoje 1500 pessoas?

Em 2001 Paulo Fonseca juntou no mercado mais de 3mil… E não ganhou as eleições...

É assim tão evidente o decréscimo e o esvaziamento desta equipa que se apoderou do PSD, e que preconiza este projecto?

Porque será?

sábado, 3 de outubro de 2009

A mudança está à porta...


"Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela
que reagir melhor às mudanças"

Darwin

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Foge dos debates como o diabo da cruz...


Como alguém já escreveu aqui, não se sabe onde acaba ou começa o Presidente da Câmara de Ourém, e o candidato à presidência da Câmara de Ourém pelo PSD.

Mas, se esta questão já foi encaminhada para as entidades competentes analisarem e constatarem a violação dos princípios da legalidade em Ourém, resta-nos perguntar qual é o medo de Vítor Frazão?

Paulo Fonseca disponibilizou-se junto da comunicação social concelhia e regional para um debate a dois ou entre todos os candidatos nestas eleições autárquicas.

No Olival realizou-se um e Vítor Frazão faltou.

Em Ourém, no passado dia 28 realizou-se outro e Vitor Frazão faltou.

Dia 8 está agendado outro e Vitor Frazão não consta nos participantes?

Vítor Frazão tem medo de debater com Paulo Fonseca as ideias e os projectos que ambos defendem para este concelho, esclarecendo, assim, os eleitores?

Qual é o medo de Vítor Frazão?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Domingo será o "Dia do Juízo Final!"

Like a movie…

Without remake…

Domingo, vou votar Manuela Ferreira Leite, até porque...

"É impossível não ver no programa eleitoral do PSD ontem apresentado, e no anúncio pela dra. Ferreira Leite de políticas de firme combate a medidas da dra. Ferreira Leite, a mão maoista (ou o que resta dela) de Pacheco Pereira, a da autocrítica.

Assim, se chegar ao Governo, a dra. Ferreira Leite extinguirá o pagamento especial por conta que a dra. Ferreira Leite criou em 2001;

A primeira-ministra dra. Ferreira Leite alterará o regime do IVA, que a ministra das Finanças dra. Ferreira Leite, em 2002, aumentou de 17 para 19%;

Promoverá a motivação e valorização dos funcionários públicos cujos salários a dra. Ferreira Leite congelou em 2003;

Consolidará efectiva, e não apenas aparentemente, o défice que a dra. Ferreira Leite maquilhou com receitas extraordinárias em 2002, 2003 e 2004;

E levará a paz às escolas, onde o desagrado dos alunos com a ministra da Educação dra. Ferreira Leite chegou, em 1994, ao ponto de lhe exibirem os traseiros.

No dia anterior, o delfim Paulo Rangel já tinha preparado os portugueses para o que aí vinha:

"A política é autónoma da ética e a ética é autónoma da política."".

Manuel António Pina
Jornal de Noticias
2009-08-28

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A seguir será a inauguração da abertura da Ambiourém de madrugada...

O desespero da maioria social-democrata no concelho de Ourém já chegou a tal ponto que até já inauguram o parque de estacionamento de um cemitério.

É caso para dizer: “Perdoai-lhes Senhor”.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O Francisco, o Louçã, o BE, o SIS... A ilusão...

Afinal merecem críticas e reparos pelo Provedor do Leitor do Público as notícias fantasiosas do Público com base em fonte anónima, atribuída por Francisco Louça como sendo Fernando Lima da Casa Civil do Presidente da República.

Conforme se constata nesta frase do Provedor do Leitor: Salvo melhor prova, tudo não passa de um indício, sim, mas de paranóia, oriunda do Palácio de Belém. Só que tal manifestação é em si já notícia, porque revela a intenção deliberada de alguém próximo do Presidente da República minar a relação institucional (ou a “cooperação estratégica”) com o governo.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Análise de um homem de direita, sobre Francisco Louçã

Depois de assistir ao debate de ontem à noite entre Francisco Louçã e
José Sócrates a primeira coisa que me passou pela cabeça foi telefonar
a Manuel Alegre e perguntar-lhe por que demónio anda ele a catrapiscar
o BE. Depois lembrei-me das afinidades trotskistas e da decorrente
inutilidade de me intrometer naquele namoro.

Admito que a minha opinião sobre o que se passou no debate seja
suspeita porque é sabido que não morro de amores por nenhum dos
contendores. Mas confesso que não estava a "contar com aquela
despesa", pois se o Dr. Louçã nunca me iludiu sobre os objectivos
políticos que persegue, tinha poucas dúvidas sobre o brilho da sua
inteligência e acerca da sua bagagem cultural.

Pois bem, o que ele patenteou no frente-a-frente com o PM foi um
cabotinismo sem paralelo na política portuguesa, um acentuado défice
de inteligência e uma pungente ignorância para um líder de um partido
em ascensão, fenómeno muito mais indecifrável a partir da noite passada.
Expliquemo-nos:

1. Insiste no que ele considera um pecado sem perdão a insignificante
contribuição de Portugal na acção levada a cabo pelos Aliados no
Iraque, demonstrando desconhecer as obrigações do nosso país no seio
da NATO, cujo incumprimento conduziria ao abandono da organização.
Como ninguém é tão ignorante ele só pode dizer esse tipo de coisas por
presunção, por querer atrair as atenções para a sua pessoa, atitude
que se repete no afã com que defende todo e qualquer item que
considere "fracturante". Por isso digo que ele é cabotino.
2. Mostrou alguma insensatez ao negar o fim da recessão, quando
qualquer leigo sabe que após dois meses de crescimento do PIB, durante
uma recessão, esta está tecnicamente finda. Esta interpretação pode
não decorrer da leitura dos canhenhos académicos, mas é um conceito
comummente aceite, até para um leigo como eu, mas absolutamente
inaceitável num professor de Economia. Por isso digo que ele é pouco
inteligente.
3. Preconiza uma série de nacionalizações nos sectores da banca, dos
seguros e das petrolíferas, o que resultaria na saída imediata de
Portugal da União Europeia. Conclusão: não leu o Tratado de Roma, se
não saberia que tudo isto é incompatível com a sua letra. Por isso
digo que ele é ignorante.

Moral da história: com Louçã em primeiro-ministro Portugal sairia da
NATO e seria expulso da União Europeia ("de Durão Barroso", como ele
irresponsavelmente frisou). Foi pena Sócrates não se ter lembrado de
concluir que assistiríamos igualmente à clonagem da Coreia do Norte na
Europa, só que na mira de mendigar um pouco de trigo a uma das
potências para não morrermos à fome.

Como desconfio de que apenas uma ínfima parte dos novos 800 mil
votantes, jovens entre os 18 e os 22 anos, terá assistido ao debate,
apelo a todos para que façam circular este mail para que esses jovens
não digam depois que ninguém os avisou sobre a irresponsabilidade que
frequenta a mente deste cabotino.

João Braga

Más línguas!!!


Sabem por que nome é conhecida Manuela Ferreira Leite nas hostes socialistas mais metidos nas coisas do futebol?...

a 'juventus'!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sabia que...


Sabia que... a Drª Manuela Ferreira Leite propõe-se:

- Extinguir o imposto "pagamento especial por conta (PEC)"
Quando no Orçamento do Estado para 2003 o Governo e a maioria
PSD/CDS-PP impuseram um brutal agravamento da carga fiscal sobre as
micro, pequenas e médias empresas com o aumento de 28% da tributação
em regime simplificado que passou, no IRS, de € 2436 para € 3125 e no
IRC, de € 4872,14 para € 6250 e, sobretudo, com o enorme aumento do
Pagamento Especial por Conta. Assim, o limite mínimo do PEC aumentou
de € 498,80 para € 1250 e o limite máximo de € 1496,39 para € 200.000.
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

- Alterar o regime do IVA.
Foi por ela alterado em 2002, aumentando a taxa de 17% para 19%.
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

- Promover a motivação e valorização dos funcionários públicos.
O aumento dos salários na função pública, foram por ela congelados em 2003.
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

- Consolidar efectiva e não aparentemente, o défice.
Que ela maquilhou com receitas extraordinárias em 2002, 2003 e 2004.
O défice no final do seu mandato era superior a 6,4% e não existia
nenhuma crise internacional.
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

- Levar a paz às escolas.
Onde o desagrado dos alunos com a ministra da Educação dra. Ferreira Leite
chegou, em 1994, ao ponto de lhe exibirem os traseiros (não que isso
justificasse tal comportamento).
Obs: Ministra da Educação do Governo de Cavaco Silva entre 1993 e 1995


Sabia que...
No governo da dra. Manuela Ferreira Leite o Défice da balança
comercial aumentou 19,2% em 2004?
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Manuela Ferreira Leite tem razão!

É verdade!

Manuela Ferreira Leite tem razão sobre a asfixia democrática que existe em Portugal.

Ela existe, e há muitos anos, no concelho de Ourém.

Ela presiste quando alguém da Câmara telefona para algumas pessoas que declararam a sua vontade de mudança na lista de apoiantes de Paulo Fonseca, e de lá do poiso do poder refastelados no seu: “quero, posso e mando” aconselham a retirar nomes...

Talvez por isso as sondagens não revelem os apoios que Vitor Frazão pensar ter.

Talvez por isso aqueles que estão desprovidos de sentido ético e moral, se agarrem, como à vida, ao lugar, ao poder. Só pelo poder…

Talvez por isso "nem que engendrem um golpe palaciano" a liberdade de escolha e de opção continue condicionada...

Manuela Ferreira Leite, tem razão. Há asfixia democrática em Portugal. Ourém, é um bom exemplo.

Não sejas ovelha! Bebe Be Groselha!!!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

09-09-09

Há quem diga que estes dias são de sorte!

Sorte no amor, no futebol, na vida…

Mais do que a sorte, o caminho faz-se caminhando como alguém referiu.

Sem sabermos se andamos por aí, se desaparecemos e aparecemos, importa sempre, e na nossa opinião, não vergar aos princípios, às promessas feitas e aos caprichos de alguns.

Entre tudo isto e a sinalética que conquistou os sinais de fumo, há um lugar para viver, um Suplemento de Alma em cada um de nós…

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Dos tempos da adolescência... Ainda há?

Afinal, dizem que era do "CDS" e de outros...

Liberdade versus dignidade, por Daniel Proença de Carvalho

“Voltou em força ao debate eleitoral a questão da liberdade de expressão em especial no campo da Comunicação Social.

Claro que a liberdade de expressão é um valor inerente à Democracia, está inscrito na nossa Constituição como um dos direitos fundamentais e cabe à entidade independente ERC zelar pelo seu escrupuloso respeito. Compreendo que as oposições estejam atentas à preservação desse valor. Convém no entanto não esquecer que a liberdade de expressão tem como limite outros direitos fundamentais de todos os cidadãos, de igual dignidade constitucional: o direito "à integridade moral", o direito "ao bom nome e reputação", o direito "à reserva da intimidade da vida privada e familiar", o direito à presunção de inocência. Se quisermos com objectividade avaliar o grau de respeito pelos dois valores constitucionais em causa, a conclusão parece óbvia: em Portugal, os meios de Comunicação Social pura e simplesmente ignoram e desrespeitam diariamente os direitos de personalidade. Sob o pretexto da liberdade de expressão e de crítica, são espezinhados os direitos ao bom nome e à reputação; e quanto à presunção de inocência, foi substituída pela presunção de culpa, quando se trata de cidadãos com notoriedade e em particular dos políticos. Sou dos que pensam que não há verdadeira e saudável democracia sem o respeito tanto pela liberdade de expressão como pelos direitos que sustentam a dignidade das pessoas.

Este desequilíbrio vem envenenando o espaço público. A discussão dos nossos problemas políticos, económicos ou sociais, deu lugar a campanhas de pura difamação e calúnia, perante a indiferença geral. Os políticos babam-se de gozo quando os adversários são causticados com suspeições sem objectividade, insinuações pérfidas ou acusações sem fundamento. Assim se vai degradando o espaço político. Vai longe o tempo em que os fundadores da nossa Democracia e que se bateram pela sua institucionalização - Mário Soares, Sá Carneiro, Freitas do Amaral, Mota Pinto - compreenderam a absoluta necessidade de preservar esses valores ligados à dignidade das pessoas.

Quando Sá Carneiro foi cobardemente vilipendiado pelo jornal "Diário", do Partido Comunista, não me recordo de o Partido Socialista ou o CDS terem alinhado, por acção ou omissão, nessa campanha, nem vi alguém acusá-lo de por em causa a liberdade de imprensa quando perseguiu criminalmente nos tribunais os responsáveis pela calúnia. Quando Leonor Beleza foi vilmente perseguida com acusações absurdas, vi levantar-se a voz do socialista Mário Soares e do democrata cristão Freitas do Amaral contra essa perseguição. Quando Roberto Carneiro (que foi ministro pelo CDS) foi acusado pelo MP, sem ponta de fundamento, não só nenhum político do PS ou do PSD se aproveitou dessa injustiça, como os seus líderes se solidarizaram com a vítima do justicialismo que o acusou.

No actual momento, decretou-se um requiem pelos valores da pessoa no altar da liberdade de expressão. Perante a indiferença geral, cometem-se todos os dias crimes de violação do segredo de justiça para imolar cidadãos indefesos. Os responsáveis pela justiça não cumprem o seu dever de sancionar esses comportamentos ilícitos, sendo mesmo suspeitos de os praticarem. Cobardia de uns, aproveitamento de outros, pagaremos caro essa deriva.”

Daniel Proença de Carvalho, Dr.

sábado, 5 de setembro de 2009

O iogurte do avô barbas...

Dois litros de leite atravessaram a rua e foram atropelados.

Um morreu, o outro não. Porquê?
- Por que um deles era Longa Vida.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Foi uma distensão muscular, só pode!

É por estas e outras é que a mudança é precisa.

Em última instância, pela mudança e rectificação de comportamentos e práticas…

Sem anarquias...

"As hierarquias são como as prateleiras,
quanto mais altas mais inúteis."


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Da brincadeira para a realidade...

“É a notícia do dia, a ASAE decidiu inspeccionar uma missa na Sé de Lisboa para inspeccionar as condições de higiene dos recipientes onde é guardado o vinho e as hóstias usadas na celebração. Depois de sugerir ao cardeal que se assegurasse que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabara por prender o cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.


A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho verificam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que cardeal dê o anel beijar aos crentes procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.


Sabe que a ASAE ainda inspeccionou a sacristia para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois tanto quanto se sabe o inspector-geral
da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.


A ASAE pondera também a hipótese de a comunhão ter que ser dada com luvas higiénicas para evitar possíveis pandemias.”

Em Janeiro de 2008 circulava na internet este email, onde, curiosamente, no último parágrafo se ponderava em termos irónicos a necessidade de dar a comunhão com luvas higiénicas.

A vulnerabilidade do Homem, levou a que a brincadeira e o extremar de situações caricaturadas possa ser hoje uma realidade.

aqui tinham alertado para a questão.

Sem alarmismos, mas com bom senso, não seria de adoptar algumas medidas?

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Opinião de Mário Crespo

Entre mais-valias na carteira de acções do professor Cavaco Silva e o solilóquio de Oliveira e Costa no Parlamento, morreu o cavaquismo. As horas de aflitivo testemunho enterraram o que restava do mito. Oliveira e Costa e Dias Loureiro foram delfins de Cavaco Silva. Activos, incansáveis, dinâmicos, competentes, foram para Cavaco indefectíveis, prestáveis, diligentes e serventuários. Nas posições que tinham na SLN e no BPN estavam a par da carteira de acções de Cavaco Silva e família. Os dois foram os arquitectos dos colossais apoios financeiros que nas suas diversas incarnações o cavaquismo conseguiu mobilizar logo que o vislumbre de uma hierarquia de poder em redor do antigo professor de Economia se desenhava. Intermediaram com empresários e financeiros. Hipotecaram, hipotecaram-se e (sabemos agora) hipotecaram-nos, quando a concretização dos sonhos de poder do professor exigia mais um esforço financeiro, mais uma sede de campanha, mais uma frota de veículos para as comitivas, mais uns cartazes, um andar inteiro num hotel caro ou uma viagem num avião fretado. Dias Loureiro e Oliveira e Costa estiveram lá e entregaram o que lhes foi requerido e o que não foi.

Como as hordas de pedintes romenos, esgravataram donativos entre os menos milionários e exigiram contribuições aos mais milionários. Cobraram favores passados e venderam títulos de promissórias sobre futuros favores. O BPN é muito disso. Nascido de um surpreendente surto de liquidez à disposição do antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de Cavaco Silva, foi montado como uma turbina de multiplicação de dinheiros que se foi aventurando cada vez mais longe, indo em jactos executivos muito para lá do ponto de não regresso. Não era o banco de Cavaco Silva, mas o facto de ser uma instituição gerida pelos homens fortes do regime cavaquista onde, como refere uma nota da Presidência da República, estava parte da ( ) "gestão das poupanças do prof. Cavaco Silva e da sua mulher", funcionou como uma garantia de confiança, do género daquele aval de qualidade nas conservas de arenque britânico onde se lê "by special appointment to His Royal Majesty " significando que o aromático peixe é recomendado pela família real. Portugal devia ter sabido pelo seu presidente que a sua confiança nos serviços bancários de Oliveira e Costa era tal que tinha investido poupanças suas em acções da holding que detinha o banco. Mas não soube. Depois, um banco de Cavaco e família teria de ser um banco da boa moeda. E não foi. Pelo que agora se sabe, confrontando datas, já o banco falia e Cavaco Silva fazia sentar na mesa do Conselho de Estado, por sua escolha pessoal, Dias Loureiro, que entre estranhos negócios com El Assir, o libanês, e Hector Hoyos, o porto-riquenho, passou a dar parecer sobre assuntos de Estado ao mais alto nível. Depois, vieram os soturnos episódios de que Oliveira e Costa nos deu conta no Parlamento, com as buscas alucinadas por dinheiro das Arábias. Surpreendentemente, quase até ao fim houve crédulos que entraram credores de sobrolho carregado para almoços com Oliveira e Costa nas históricas salas privadas do último andar da sede do BPN e saíram accionistas dos dois mil milhões de bolhas especulativas que agora os portugueses estão a pagar. Surpreendentemente também, o Banco de Portugal nada detectou. Surpreendentemente, o presidente da República protegeu o seu conselheiro, mesmo quando as dúvidas diminuíam e as certezas se avolumavam. De Oliveira e Costa no Parlamento fica ainda no ar o seu ameaçador: "eu ainda não contei tudo". Quando o fizer, provavelmente, cai o regime. Francamente, com tudo o que se sabe, já não é sem tempo.