Um anónimo colocou aqui este comentário, no post anterior.
“Jao, ja sei que nao vais publicar este comentario, porque como nao te vai agradar vais passar a censura, alias como faz o teu capitao socrates.
Tens o descaramento de acusar toda a gente de corrupcao quando tu estas na camara por favores, por cunha???
E preciso teres descaramento.
Se isto nao e verdade, apresenta o concurso publico pelo qual entraste na camara.”
E como importa esclarecer algumas dúvidas, coloquei esta resposta (nos comentários) que aqui fica para todos os visitantes lerem.
Ao anónimo.
Censura tentaram fazer alguns senhores da Câmara Municipal de Ourém, ao longo de muitos anos, junto do meu falecido pai, só porque eu escrevia uns artigos no Notícias de Ourém a dizer algumas verdades, que só um puto podia escrever, por puto ser... Faltava a coragem a muito boa gente que se acomodava ao sistema.
Censura, aqui não. Mas, há regras. E por isso hoje permito esta publicação para dar umas quantas respostas aqueles que continuam a não ter coragem de dar a cara e revelar a identidade.
Desde os meus 15 anos que sempre dei a cara pela alternativa política neste concelho. E hoje ela pratica-se na gestão municipal.
Mas, mesmo assim, quero esclarecer que Capitão não é Sócrates. Capitão foi Salgueiro Maia que comandou a voz do descontentamento e deu-nos a liberdade (que pessoas como esta que cobardemente aqui postou um comentário, não sabem valorizar).
Não estou a trabalhar na Câmara Municipal. Fui nomeado Administrador da Verourém. Vim abraçar este projecto por convicção e não por conveniência. Não estava desempregado e vim auferir um salário inferior ao que estava a ganhar. E se amanhã quiser sair da Verourém tenho onde continuar a trabalhar. Cunhas são peças que se colocam nos sapatos. Mas essas cunhas que refere eram as práticas do antigo regime do PSD de Ourém.
Concursos públicos são processos administrativos.
Currículo para desenvolver o trabalho que partilho com uma equipa dedicada e empenhada no dia a dia, conquistei-o academicamente numa licenciatura, mum mestrado em gestão e na direcção de uma instituição de ensino superior. Sou o que sou porque aprendi a escutar antes de falar, porque aprendi que a vida em sociedade só se efectiva pelo valor do ser humano.
Tenho muito a aprender, tenho dúvidas e erro. Sou um ser humano. Mas não sou leviano, irresponsável, incongruente, autoritário, mesquinho, cobarde, corrupto, conivente e outros mais adjectivos qualificativos que podemos colocar a umas quantas pessoas, por um sem número de casos gritantes que foram ocorrendo.
As pessoas deste concelho devem saber as verdades e o que aqui se passou durante décadas. O pior que se pode fazer é esquecer o passado. Até porque o estado presente da “arte” = gestão camarária (caos) deve-se a uma herança que nem o Salazar deixou quando tragicamente caiu da cadeira (é que esse deixou os cofres do Banco de Portugal cheios de ouro, mesmo passando fome a maioria da população)...
Caro anónimo: como disse um amigo meu na freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias a uma fanática mulher: "Deus lhe perdoe..."