terça-feira, 28 de fevereiro de 2006

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

Tantos dias sem dar notícias...

Por vezes parece que andamos nas nuvens…

Como os aviões.

Pelo trabalho, pela vida…

Mas este avião está perto demais…!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

O regresso dos que não foram...

Segundo um jornal diário, um ano após a demissão da presidência do CDS/PP, Paulo Portas está de regresso à vida política activa.

Já no próximo mês de Março, o deputado iniciará um espaço de opinião na SIC Notícias.

Portas deixou de estar calado e já advertiu, na passada semana, que não está ausente da vida político-partidária.

Agora, só falta o regresso de Santana Lopes...

sábado, 18 de fevereiro de 2006

Tácticas Infalíveis...

"Diz a toda a gente o quanto gostas dela.

E não te importes se os pais dela estiverem ao pé."

Manuel - 8 anos

"Levá-la a comer batatas fritas, costuma funcionar."

Bernardo - 9 anos

"Eu gosto de hamburgueres e também gosto de ti."

Luis - 6 anos

"Abanamos as ancas e rezamos para que tudo corra pelo melhor."

Carla - 9 anos

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006

Um texto que vale a pena ler. Para reflectir.

O Cerco

Já faltou mais para que um dia destes tenha de passar à clandestinidade ou, no mínimo, tenha de me enfiar em casa a viver os meus vícios secretos. Tenho um catálogo deles e todos me parecem ameaçados: sou heterossexual «full time»; fumo, incluindo charutos; bebo; como coisas como pezinhos de coentrada, joaquinzinhos fritos e tordos em vinha d’alhos; vibro com o futebol; jogo cartas, quando arranjo três parceiros para o «bridge» ou quando, de dois em dois anos, passo à porta de um casino e me apetece jogar «black-jack»; não troco por quase nada uma caçada às perdizes entre amigos; acho a tourada um espectáculo deslumbrante, embora não perceba nada do assunto; gosto de ir à pesca «ao corrido» e daquela luta de morte com o peixe, em que ele não quer vir para bordo e eu não quero que ele se solte do anzol; acredito que as pessoas valem pelo seu mérito próprio e que quem tem valor acaba fatalmente por se impor, e por isso sou contra as quotas; deixei de acreditar que o Estado deva gastar os recursos dos contribuintes a tentar «reintegrar» as «minorias» instaladas na assistência pública, como os ciganos, os drogados, os artistas de várias especialidades ou os desempregados profissionais; sou agnóstico (ou ateu, conforme preferirem) e cada vez mais militantemente, à medida que vou constatando a actualidade crescente da velha sentença de Marx de que «a religião é o ópio dos povos»; formado em direito, tornei-me descrente da lei e da justiça, das suas minudências e espertezas e da sua falta de objectividade social, e hoje acredito apenas em três fontes legítimas de lei: a natureza, a liberdade e o bom senso.

Trogloditas como eu vivem cada vez mais a coberto da sua trincheira, numa batalha de retaguarda contra um exército heterogéneo de moralistas diversos: os profetas do politicamente correcto, os fanáticos religiosos de todos os credos e confissões, os fascistas da saúde, os vigilantes dos bons costumes ou os arautos das ditaduras «alternativas» ou «fracturantes». Se eu digo que nada tenho contra os casamentos homossexuais, mas que, quanto à adopção, sou contra porque ninguém tem o direito de presumir a vontade «alternativa» de uma criança, chamam-me homofóbico (e o Parlamento Europeu acaba de votar uma resolução contra esse flagelo, que, como está à vista, varre a Europa inteira); se a uma senhora que anteontem se indignava no «Público» porque detectou um sorriso condescendente do dr. Souto Moura perante a intervenção de uma deputada, na inquirição sobre escutas na Assembleia da República, eu disser que também escutei a intervenção da deputada com um sorriso condescendente, não por ela ser mulher mas por ser notoriamente incompetente para a função, ela responder-me-ia de certeza que eu sou «machista» e jamais aceitaria que lhe invertesse a tese: que o problema não é aquela deputada ser mulher, o problema é aquela mulher ser deputada; se eu tentar explicar por que razão a caça civilizada é um acto natural, chamam-me assassino dos pobres animaizinhos, sem sequer quererem perceber que os animaizinhos só existem porque há quem os crie, quem os cace e quem os coma; se eu chego a Lisboa, como me aconteceu há dias, e, a vinte quilómetros de distância num céu límpido, vejo uma impressionante nuvem de poluição sobre a cidade, vão-me dizer que o que incomoda verdadeiramente é o fumo do meu cigarro, e até já em Espanha e Itália, os meus países mais queridos, tenho de fumar envergonhadamente à porta dos bares e restaurantes, como um cão tinhoso; enfim, se eu escrever velho em vez de «idoso», drogado em vez de «tóxicodependente», cego em vez de «invisual», preso em vez de «recluso» ou impotente em vez de «portador de disfunção eréctil», vou ser adoptado nas escolas do país como exemplo do vocabulário que não se deve usar. Vou confessar tudo, vou abrir o peito às balas: estou a ficar farto desta gente, deste cerco de vigilantes da opinião e da moral, deste exército de eunucos intelectuais.

Agora vêm-nos com esta história dos «cartoons» sobre Maomé saídos num jornal dinamarquês. Ao princípio a coisa não teve qualquer importância: um «fait-divers» na vida da liberdade de imprensa num país democrático. Mas assim que o incidente foi crescendo e que os grandes exportadores de petróleo, com a Arábia Saudita à cabeça, começaram a exigir desculpas de Estado e a ameaçar com represálias ao comércio e às relações económicas e diplomáticas, as opiniões públicas assustaram-se, os governantes europeus meteram a viola da liberdade de imprensa ao saco e a srª comissária europeia para os Direitos Humanos (!) anunciou um inquérito para apurar eventuais sintomas de «racismo» ou de «intolerância religiosa» nos «cartoons» profanos. Eis aonde se chega na estrada do politicamente correcto: a intolerância religiosa não é de quem quer proibir os «cartoons», mas de quem os publica!

A Dinamarca não tem petróleo, mas é um dos países mais civilizados do mundo: tem um verdadeiro Estado Social, uma sociedade aberta que pratica a igualdade de direitos a todos os níveis, respeita todas as crenças, protege todas as minorias, defende o cidadão contra os abusos do Estado e a liberdade contra os poderosos, socorre os doentes e os velhos, ajuda os desfavorecidos, acolhe os exilados, repudia as mordomias do poder, cobra impostos a todos os ricos, sem excepção, e distribui pelos pobres. A Arábia Saudita tem petróleo e pouco mais: é um país onde as mulheres estão excluídas dos direitos, onde a lei e o Estado se confundem com a religião, onde uma oligarquia corrupta e ostentatória divide entre si o grosso das receitas do petróleo, onde uma polícia de costumes varre as ruas em busca de sinais de «imoralidade» privada, onde os condenados são enforcados em praça pública, os ladrões decepados e as «adúlteras» apedrejadas em nome de um código moral escrito há quase seiscentos anos. E a Dinamarca tem de pedir desculpas à Arábia Saudita por ser como é e por acreditar nos valores em que acredita?

Eu não teria escrito nem publicado «cartoons» a troçar com Maomé ou com a Nossa Senhora de Fátima. Porque respeito as crenças e a sensibilidade religiosa dos outros, por mais absurdas que elas me possam parecer. Mas no meu código de valores - que é o da liberdade - não proíbo que outros o façam, porque a falta de gosto ou de sensibilidade também têm a liberdade de existir. E depois as pessoas escolhem o que adoptar. É essa a grande diferença: seguramente que vai haver quem pegue neste meu texto e o deite ao lixo, indignado. É o seu direito. Mas censurá-lo previamente, como alguns seguramente gostariam, isso não.

É por isso que eu, que todavia sou um apaixonado pelo mundo árabe e islâmico, quanto toca ao essencial, sou europeu - graças a Deus. Pelo menos, enquanto nos deixarem ser e tivermos orgulho e vontade em continuar a ser a sociedade da liberdade e da tolerância.

Miguel Sousa Tavares

Pinturas famosas VI

Bronczino Venus

sábado, 11 de fevereiro de 2006

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

É preciso respeito!

As eleições presidenciais ficaram resolvidas à primeira volta. Por mais 30 mil votos, num universo de 9 milhões de eleitores, Cavaco Silva foi eleito para os próximos 5 anos. As análises ficarão a cargo dos “politólogos”…
Hoje, quero manifestar a minha indignação pela forma como as pessoas denominavam a candidatura de Mário Soares, aquando da campanha eleitoral.
Muita gente, de várias idades, estratos sociais e económicos, abordaram-me e perguntaram-me se eu ia votar no “velho”… No “velho”?!? Questionava eu? Sim, repetiam as pessoas sem qualquer pudor…
Agora que as eleições passaram, e tendo as pessoas escolhido democraticamente quem quiseram, permitam-nos questionar o que é “o velho”?
O “velho” a que se referiram as pessoas, além de ser o político mais experiente que existe em Portugal, com mais contactos, relações e respeito internacional, de ter salvo o país da “banca rota”, de ter lutado pela democracia, de ter permitido a entrada de Portugal na CEE, etc… é um ser humano!
Não é por se ter 81 anos que as pessoas deixam de ter valor ou capacidades.
Se falavam de Mário Soares, como o “velho” com tamanha desfaçatez, então, o que significam para aqueles que “não são velhos” os milhares de homens e mulheres que vivem em lares, ou nas suas casas, sozinhos, doentes, deixados ao abandono só por já terem atingido uma determinada idade e não servirem para trabalhar?!?
Serão estas pessoas, que eu cumprimento e respeito, que constituem e alimentam uma sociedade que se nos apresenta como hipócrita e cruel?
Sim, porque só uma sociedade que não encara a velhice como uma mais valia, é que trata assim, seres humanos como Mário Soares. Seres humanos que também se chamam João, Maria, Manuel, Joaquim, Teresa…
Existirá uma idade fixa para podermos dizer que alguém é “velho”? Ou será o facto de se estar capaz para trabalhar que conta? Serão os cabelos brancos? As rugas na cara? A solidão? Talvez essa, sim, já conte…
Temos algum cálculo, que permita às pessoas que chamam “velhos” aos outros, medir o significado da palavra e o peso da mesma sobre as pessoas em causa?
Serão “velhos” aqueles “incapacitados” que já viveram mais segundos, horas, dias e anos do que nós?!?
A velhice é, também, uma etapa da vida do ser humano. A mais certa. Impossível de parar pelo passar dos mesmos segundos, dos mesmos minutos, dos mesmos dias, dos mesmos meses e dos mesmos anos que também os autores desta infeliz expressão, vivem.
Mas a velhice não é sinónimo de incapacidade!
O conceito de velhice ainda não acompanhou a mesma evolução do que os telemóveis, ou os computadores. Talvez, porque a sociedade pensa que precisa mais de telemóveis e computadores, do que aqueles que ao longo da vida acumularam experiência, conhecimento, história viva…
Há quem se preocupe com a chamada “terceira idade”, mas a maioria das pessoas vive alheia e esquecida.
As mudanças a nível biológico, psicológico e social que se vão verificando no ser humano à medida que os anos passam, exigem deste um esforço de adaptação a novas condições de vida nos vários patamares de relacionamentos inter-pessoais e afectivos. Mas, serão estes motivos para os excluirmos, tratarmos de forma discriminatória, esquecer, menosprezar?
Com a redução das capacidades motoras, intelectuais, com a ruptura com a actividade laboral, com a redução dos níveis de rentabilidade económica, e muitas vezes com o “despejo” dos idosos em lares, não estará a sociedade a descurar aqueles que foram fundamentais para a existência do nosso presente, por aquilo que eles construíram no passado?
Para onde caminhamos, nesta vida e neste dia a dia, do corre corre, onde os laços familiares são mais fracos, onde o isolamento dos idosos em lares é uma realidade, onde expressões como “o velho” são proferidas desta forma?
Será que não pensam que um dia seremos nós?

domingo, 5 de fevereiro de 2006

Ensinamentos II


"O amor é a melhor coisa que existe no mundo. Mas o futebol ainda é melhor!"

Guilherme - 8 anos

"Sou a favor do amor, desde que ele não aconteça quando estão a dar desenhos animados."

Ana - 6 anos

"O amor encontramos mesmo quando nós tentamos nos esconder dele. Eu fujo dele desde os 5 anos mas as raparigas conseguem sempre encontrar-me."

Nuno-8 anos

"O amor é a loucura. Mas quero experimentar um dia."

Fabio - 9 anos

sábado, 4 de fevereiro de 2006

Desabafos de um professor...

Desabafos de um professor, colega meu.

"Sou Professor. Sou um privilegiado! Levanto-me, de manhã, muito cedo para fazer uma viagem de 45 km até à minha escola. Gasto 6L em gasolina todos os 5 dias da semana só para ir trabalhar. Tenho aulas em 8 dos dez turnos (manhãs e tardes) da semana, o que significa que almoço na escola 3 vezes por semana, à média de 6 euros por refeição. Por semana são 54 euros, mais ou menos 230 em cada mês. Há dias em que tenho uma aula às 08:30 e depois só volto a ter aulas às 13:30. Durante aquelas duas horas nada posso fazer senão olhar para o boneco que a escola não tem condições para se poder trabalhar. Chego a casa por volta das 18:00, tão cansado como qualquer outro português depois de um dia de trabalho. Mas há dias em que chego mais tarde, porque tenho reuniões de grupo, de departamento, de conselho pedagógico, de coordenação do centro de recursos, com os pais, de directores de turma, etc, etc… Sou contratado há 11 anos. Embora as empresas privadas sejam obrigadas, por lei, a inserir nos quadros de pessoal todos os funcionários com 3 anos de casa", o Estado dá-me um valente pontapé nos fundilhos todos os dias 31 de Agosto de cada ano. Até 2000, nem subsídio de desemprego recebia; e os que recebi após essa data fui obrigado a devolver porque, segundo as finanças, os meus ganhos são "muito elevados". Todos os anos mudo de escola: quando me começo a habituar ao sítio onde estou, já estou de partida. Os meus alunos perguntam-me se serei professor deles no próximo ano: respondo-lhes que não sei, sequer, se serei professor novamente na vida. No dia em que efectivar, se for vivo quando lá chegar, terei de partir para a diáspora: migro para uns valentes 200 ou 300 km de distância, na esperança de conseguir uma escola ao pé de casa - a uns 45 km, como actualmente - quando já for velhinho. Desde que comecei a leccionar já dei mais de 20 níveis diferentes, o que dá uma média de 2 níveis novos em cada ano. Já nem tenho espaço no escritório para tantos dossiers... A cada semana que passa dou 20 horas de aulas, distribuídas por 6 turmas e 150 alunos. Para cada hora de aulas preciso de pelo menos outra hora para as preparar. É que, como imaginarão, não vou às aulas sem saber o que vou lá fazer... Se mandar os meus 150 alunos fazer um trabalho de casa por semana e os corrigir em casa, precisarei de pelo menos 10 minutos para corrigir cada um: ou seja, corrijo 6 trabalhos por hora. Logo, numa semana passo 25 horas a corrigir trabalhos e/ou testes. Dando 20 horas de aulas por semana. Mais 20h para as preparar. Mais 25 para corrigir trabalhos, descubro que trabalho pelo menos 65 horas por semana, ainda que a Senhora Ministra me enfie pelos ouvidos que trabalhamos, nós, os privilegiados, apenas 35h por semana. Tenho rendimentos "obscenos". Como estou no índice 151, ou seja, em situação de pré-carreira, ganho (líquidos)? 1000/mês, qualquer coisa como 250 €/semana. Quem leu os parágrafos anteriores já sabe que trabalho à volta de 65 horas por semana; isso significa que recebo do Estado qualquer coisa como 4 euros por hora. Não tenho empregada doméstica porque elas ganham mais do que isso a cada hora que passa. Os meus colegas que fizeram uma licenciatura noutra área qualquer, que são tão licenciados quanto eu, gabam-se de ganhar pelo menos o dobro do que eu ganho. Ficofeliz por eles, mas não é com isso que encho a barriga. O meu automóvel tem anos, é um Punto dos mais baratitos e não tenciono mudar tão cedo porque não tenho dinheiro para comprar outro. E mesmo que o tivesse, não sei se estarei empregado daqui a 3meses. Sou, portanto, um privilegiado. A minha esposa também é professora. Residimos, enquanto contratados, no Porto. O problema é que no meu grupo disciplinar só é possível efectivar se for para o Alentejo durante dois anitos, depois para a Serra da Estrela, por fim Bragança, Vila Real até chegarmos a Amarante, a apenas 50 km, altura em que me sentirei realizado: estarei perto de casa!!! Como não é possível irmos juntos nessa aventura, já combinamos: eu vou para o Alentejo; depois vai ela, quando eu estiver em Bragança; encontramo-nos a meio do país, no Entroncamento; dividimos os filhos a meias e, quando tivermos 50 anos (temos 30 e poucos nesta altura) voltaremos a ter vida conjugal. Só tenho algum receio de não me lembrar da cara dos meus filhos, se por acaso os encontrar em algum comboio intercidade.. Chego a esta conclusão: para quê dar o litro pelo ensino, se o ensino não me dá nada a mim? Não sou um missionário! Sou um profisssional de educação e isso significa que também tenho barriga! Já me basta ter de “aturar colegas" que não me respeitam, criancinhas “birrentas” e mal educadas pelos pais. Pais que nunca o deveriam ter sido pois não assumem as suas responsabilidades. Trabalho em edifícios degradados e por vezes sem giz para escrever...
E AINDA ME DIZEM QUE NÃO PENSO NOS INTERESSES DOS ALUNOS QUANDO AFIRMO QUE VOU FAZER UMA GREVE???"

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

Calhou bem...mal...

Calhou bem a existência do jantar de Manuel Alegra na Cervejaria Trindade, no mesmo dia em que a Comissão Política Nacional do PS reuniu.

Coincidências? Não parece. Talvez, propositadas coincidências.

Se Manuel Alegre estivesse estado presente na reunião do partido onde sempre aplicou as suas ideologias, e onde a ética Republicana continuam presentes, não ouviria qualquer ataque à sua pessoa ou às opções de se ter candidatado. Pelo contrário.

E o porquê desta fotografia neste texto? Porque existem “muitos interessados” em que o PS exclua o Manuel Alegre e aqueles que o apoiaram nesta candidatura presidencial, para dividir o partido e criar instabilidade política no país.

Mas, os “outros”, sejam lá eles quem forem, não vão ter essa sorte.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006