sexta-feira, 30 de setembro de 2005

Quem lá estará?

Atrás de uma cortina se ama!

Atrás de uma cortina está sempre a incógnita…

Neste caso, e nesta publicidade, o que está por detrás, e quem está por detrás é a grande curiosidade…

Mais um post que vai causar grande controvérsia, mas é para isso que cá estamos!

Quão pequenos somos...

A beleza e simultaneamente a assustadora força da natureza que por vezes se nos apresenta, mostra-nos o quão pequenos somos, neste planeta que habitamos…

quinta-feira, 29 de setembro de 2005

Pensamento...

“O amor é a causa do movimento da natureza.”

Platão

Frei Tomás é que tinha razão...

«Pedro Santana Lopes vai passar a receber já a partir do mês de Outubro uma pensão da Caixa Geral de Aposentações no valor de 3 178,47 euros por mês como presidente de câmara, aos 49 anos»…

Era este homem que há 6 meses queria ser 1º Ministro de Portugal...

quarta-feira, 28 de setembro de 2005

Razão...

“Razão de que me serve o teu socorro?

Mandas-me não amar, eu ardo, eu amo;

Dizes-me que sossegue, eu peno, eu morro.”

Bocage

Missões possíveis...

Nem todas as missões são impossíveis.

Amar é possível…

Ganhar é possível…

Ser feliz é possível…

Basta lutar pelos nossos objectivos, ideais, sonhos…

terça-feira, 27 de setembro de 2005

Distracção...

Já que no anterior post os meus visitantes acabaram tanto a falar sobre amor, aqui está a prova de um amor intenso que levou a uma pequena distracção da rapariga ao “compor-se”…

Esta, decerto que esteve a amar…

segunda-feira, 26 de setembro de 2005

Realidade diária...

“É impossível para um Homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.”

Epicteto

sexta-feira, 23 de setembro de 2005

Filme de terror...

Há quem vá a Centros Comerciais e Cinemas ver filmes, mas já pensaram que se as galinhas fossem a uma churrasqueira assistiriam a um constante filme de terror?...

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

Ajuda...

Bem se pode afirmar que esta publicidade ajuda os automobilistas…

Já imaginaram situações destas em Portugal com marcas portuguesas?

Certificado de qualidade...

Branco mais branco, não há!

quarta-feira, 21 de setembro de 2005

Grandes Homens IV

Lente de Matemática da Universidade de Coimbra e oficial de artilharia. Deputado à Assembleia Nacional Constituinte de 1911. Ministro do Fomento do primeiro governo constitucional, chefiado por João Chagas e, depois, ministro das Finanças no Ministério presidido por Augusto de Vasconcelos. Representou o governo nas manifestações do 1.° aniversário da implantação da República.

Em 17 de Agosto de 1912 foi nomeado ministro de Portugal em Berlim, cargo que desempenhou até que a Alemanha nos declarou guerra, em 9 de Março de 1916.

Em Dezembro de 1917 Sidónio Pais inicia o movimento revolucionário. Cria um governo constituído quase exclusivamente de republicanos «históricos». Com o país em constantes conspirações e reviravoltas políticas, e com os monárquicos a chegar aos postos mais importantes da governação pública, o Parlamento foi encerrado e o país passou a ser governado em ditadura, enchendo-se as prisões de condenados políticos.

No ano de 1918 as greves aumentam, há revoltas e a 14 de Dezembro quando da partida de Sidónio para o Porto foi alvejado, na estação do Rossio.

Egas Moniz após a sua morte refere: «Homem cheio de virtudes a extraordinárias qualidades que um desvairo messiânico perdeu».

terça-feira, 20 de setembro de 2005

segunda-feira, 19 de setembro de 2005

E tinha...

A curiosidade é um perigo constante.

A par desta, o fogo também o é.

Pior que as duas, é a ignorância…

quinta-feira, 15 de setembro de 2005

Vale a pena pensar nisto...

Para quem fuma e tem amor à vida, convém pensar nisto…

Porque o cinismo da campanha, nem comento…

quarta-feira, 14 de setembro de 2005

Solução!

Manuel Pinho, Ministro da Economia, podia pegar nesta ideia para recuperar as Fábricas de Calçado do Vale do Ave…

O que acham?

domingo, 11 de setembro de 2005

Credibilidade?

«Nas mais diversas Câmaras Municipais do País há projectos imobiliários que só podem ter sido aprovados por corruptos ou atrasados mentais».
Paulo Morais, vice-presidente da Câmara do Porto com pelouro do urbanismo

«Visão», 25-8-05.

É este PSD que quer dar um novo rumo a Portugal?

É que o Paulo Morais foi afastado das listas do PSD por alguma razão…

Não valia a pena alterar e acabar com estas pseudo-situações?

Parabéns Sporting!

Ontem, no primeiro grande derby, o Sporting levou vantagem.

Uma vantagem justa, na minha tendenciosa opinião enquanto sportinguista…

sábado, 10 de setembro de 2005

Mamã, mamã...

Por vezes esforçamo-nos tanto por ter uma boa imagem, e nem sempre conseguimos produzir boas imagens…

Mas olhem só este jovem, que corre para a mãe, animado, mostrando o seu primeiro “rabisco”… Que classe!

sexta-feira, 9 de setembro de 2005

Reflexão...

Como é bom, e sabe bem, ao fim do dia pensar, reflectir sobre a vida, os que nos rodeiam e o mundo onde vivemos…

quinta-feira, 8 de setembro de 2005

terça-feira, 6 de setembro de 2005

Daqui a 3 meses...

Hoje, na Segurança Social, depois de entregar os papéis a senhora disse:

“Está tudo! Daqui a 3 meses começa a receber o Subsídio de Desemprego!”

Daqui a 3 meses!?! Até lá vive-se de quê? Do ar?

Se me virem a acartar baldes de cimento numa qualquer obra,

não se admirem!

segunda-feira, 5 de setembro de 2005

Desempregado...

Estou, a partir do dia de hoje, oficialmente desempregado!

Entreguei no Centro de (Des)Emprego os papéis, visto não ter sido colocado.

Aceito propostas de trabalho…

sábado, 3 de setembro de 2005

A vergonha nacional...

O que temos assistido nos EUA só acontece porque a Administração Bush sabe que quem vivia naquela cidade, teve tempo e dinheiro para de lá sair. Não é por acaso que as pessoas que vemos na tv são negros pobres, que deambulam na água por entre as ruínas.

Acham mesmo que os EUA, o país todo-poderoso que vai à lua de um dia para o outro, não consegue socorrer os próprios cidadãos que fazem parte da sua riqueza nacional?

Ou será que com tanta tecnologia, conhecimento, estratégia, economia, armamento, não têm sentimentos, coração e amor-próprio?

sexta-feira, 2 de setembro de 2005

Soneto da Fidelidade...


De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa (me) dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinícius de Moraes

quinta-feira, 1 de setembro de 2005

Conformismo...

“O conformismo é carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento.”

John Kennedy

Grandes Homens III


Alexandre Herculano nasceu em Lisboa em 1810, faleceu em Vale de Lobos, Santarém em 1877. Foi inimigo de todas as opressões, e estrénuo defensor da liberdade. Uniu-se aos constitucionais, e sendo implicado na malograda revolta de infantaria n.º 4 de 1831, teve de fugir e embarcar para Rennes, capital da Bretanha, onde existia um depósito de emigrados portugueses. Nesta cidade aproveitava todas as horas de que podia dispor, a estudar na biblioteca os livros e manuscritos. Os emigrados embarcaram em 1832 para Belle-Isle. Alexandre Herculano fez parte da expedição, em que também se encontrava Garrett como praça de soldado de caçadores, e muitos outros homens notáveis. Herculano assentou praça como voluntário da rainha D. Maria II. No cerco do Porto, Herculano foi um dos mais valentes e dos que mais se distinguiram; achou-se nos mais temíveis transes, brilhando na sua nota de serviços datas gloriosas, como a do reconhecimento da cidade de Braga até Bouro, o de Valongo, a acção de Ponte Ferreira no ano de 1832. No mesmo ano foi dispensado do serviço militar para coadjuvar o bibliotecário do paço episcopal até quando rebentou a 10 de Setembro de 1836 o movimento em Lisboa contra a Carta Constitucional. Alexandre Herculano demitiu-se dizendo que partia para Lisboa, porque prestara a maior fé à Carta Constitucional. El-rei D. Fernando nomeou-o em 1839 seu bibliotecário, com o vencimento anual de 600$000 réis, pagos do seu bolso, dando-lhe também casa para residir. Herculano, sem exigir mais remuneração, encarregou-se de organizar as bibliotecas reais da Ajuda e das Necessidades. Engolfado entre os livros que eram todo o seu pensar, continuou a vida de escritor, a quem o futuro reservara o justificado título de poeta filosófico, romancista eminente, e historiador profundo e consciencioso. Era cavaleiro da ordem da Torre e Espada. Apenas aceitou a eleição, por um dos círculos do Porto, para deputado em 1840, e a de vereador, e depois a de presidente da câmara de Belém em 1852. Enquanto viveu na sua casa da Ajuda, recebia todos os sábados a visita de muitos dos seus amigos, na maior parte escritores e poetas distintos, que o respeitavam como mestre, e com quem discutia politica e literatura. Os últimos anos da sua vida foram dedicados aos trabalhos agrícolas, em Vale de Lobos, onde acabou por falecer.