domingo, 26 de dezembro de 2010

Arquitectura e espaço humano...

Mensagens e votos.

Umas sentidas e outras motivadas pela “moda” da proximidade das pessoas que, efectivamente, estão distantes.

Cumprimentam-se nesta altura as pessoas que nos restantes dias do ano se “escondem”, fazem invisíveis ou ignoram serem conhecidas.

Há um positivismo a registar nesta época: o mexer da economia.

Tirando isso, só talvez os dias de reforço do convívio familiar seja o destaque humano.

Aguardam-se agora os próximos dias para mais votos sobre 2011.

Um dia, talvez o inatingível, as pessoas se unam em torno das taxas e dos juros das verdadeiras relações humanas.

Somos tão voláteis...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Em vez do: "Eu" porque não o: "Nós"?....

Não me canso de ver o filme “O Gladiador”. Conta a historia de um general romano que no ano de 180 d.C., serve com fidelidade o Imperador Marco Aurélio. Cômodo, filho do Imperador, sabendo da intenção deste passar o comando do Império Romano para o general Máximus, mata-o e assume-se como o novo Imperador.

Cômodo coloca em vigor a política do pão e circo, a política do entretenimento do povo enquanto corrompe o Senado para garantir o poder. Contrariando a vontade de seu pai que tinha proibido as arenas e os espetáculos de violência onde gladiadores lutavam até a morte, Cômodo decreta que haverá jogos por mais de 300 dias onde a carnificina acontece para divertimento da plebe e da realeza. Sem sucesso, muitos Senadores desejavam o regresso da República em substituição ao poder ditatorial do Imperador.

Apesar da historia não ser verídica o filme retrata, fidedignamente, a Roma e os seus costumes políticos onde algumas personagens chegavam às cadeiras do poder através de uma política de caserna, sem respeito pelos outros, desconhecendo valores, a moral e os limites do aceitável.

Na sociedade dos dias de hoje, a “Roma” é cada vez mais visível, descaradamente palpável e observável.

Para alguns, talvez a vergonha das últimas décadas tenha desaparecido, ao mesmo tempo que a sede de protagonismo, de pedestal e de projecção se impõe sobre tudo e todos.

No filme também existem os Pretores (funcionários públicos que verificavam o limite da lide - discussão, confrontos de interesse).

Talvez a sociedade dos dias de hoje precise de mais Pretores, de mais vigilantes e de Senadores idóneos, sustentados em valores e ricos em experiência de vida para que possamos obter conselhos, orientações, zelo e protecção pela Democracia.

domingo, 19 de dezembro de 2010

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Reflexões de um aprendiz da vida diária...

À medida que os anos passam, e que as experiências de vida se acumulam pela diversidade de vivências, questiono, olho e descubro um mundo diferente.

A existência humana e os seus relacionamentos, a vida, a própria construção do Homem enquanto ser, e as razões dos seus múltiplos desenvolvimentos têm sido arestas para as quais tenho direccionado a observação, a interpretação de sinais, a par da audição dos homens e mulheres de cabelos brancos. Nestas recolhas de pensares e ensinamentos obtenho pequenos elementos, que como se peças de um gigantesco puzzle se tratassem, junto e bebo. Líquidas e sábias palavras, textos e estudiosas estórias que nos bancos da escola deviam pertencer a um qualquer suplemento arrancado dos manuais...

Entre estas e outras leituras tenho compreendido que sempre existiu uma ligação entre o poder e a construção humana. Para mim o poder não reside na sua forma, mas sim na espontaneidade com que ocorre. O poder não é, de todo, a força da ordem. O poder reside em todos aqueles que procuram atingir a perfeição da construção partilhada, pelos objectivos comuns. Esse é o poder!

Mas, para isso, a sintonia estrutural, mormente assente em valores de educação instrínseca, deve estar, efectivamente, sintonizada, Qual simbólica romã...

Um mestre de ofício reservado um dia disse-me que a união só se consegue quando, realmente, não há interesses individuais. Despir as fardas do egocentrismo concentrado no umbigo, em pleno Inverno, não só é medicamente desaconselhável, como não é desejável para quem não abdica do conforto pessoal, em detrimento do projecto comum. Quando este barbas mo referiu, dei uma volta na memória das acções consideradas boas, ocorridas nos tempos utópicos em que a amizade conduzia o barco da vida, e por ali já vislumbrei alguns sinais do que, paulatinamente, a vida foi aclarando.

Sei que as vontades só estão ao alcance daqueles que agem de acordo com os seus princípios, sem pressas, ouvindo mais do que falando, lendo mais do que discursando.

Em segredos e mistérios está envolta muita da história da humanidade, do pensamento desta espécie, que, como me referiu um colaborador do último ano de Verourém, “o Homem tem capacidade para criar muito...”.

Não quero, não sou propenso, nem desejo desvendar segredos, mistérios. Quero primeiro, e acima de tudo, aperfeiçoar-me na prática diária dos valores e condutas humanas pessoais.

E, se, ocasionalmente, ou por vontade dos meus amigos, for reforçando os elos que nos ligam nessa mesma naturalidade da partilha de vida, sentir-me-ei mais rico, mais feliz. Mais como um livro aberto onde se possam ler as secretas palavras que alicerçam os homens livres, de moral e ética humana.

Recentemente, num encontro político, e no uso da palavra, destaquei a necessidade de se obter uma mudança de paradigma. Utopias e boas intenções dirão os racionalistas. Porém, desde a escola grega que o humanista tem como imperativo da sua natureza, o respeito pela lei moral.

A articulação entre conhecimento, moral e virtude tem estado no meu horizonte diário, a par das minhas acções.

Como humano tenho errado, e além destes as omissões que os meus amigos me apontam. Como valorizo esses reparos. Só assim posso continuar a trabalhar a pedra bruta do meu ser, com determinação, levando-me a corrigir e a melhorar a minha construção individual para que numa cadeia de união, a que alguns chamam de sociedade, possa cumprir o meu papel, e, tranquilamente, valorizar a essência da vida.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Coloquem-se lâmpadas economizadoras...

Nesta época ligam-se mais luzes.

Teoricamente, durante todo o ano, devem estar sempre ligados os filamentos do valor humano, da solidariedade, do positivismo.

Nem sempre os encontramos.

Talvez porque o sol cega, porque o tempo não permite, porque o egoismo não aceite tal ousadia.

A ousadia do humanismo utópico, durante todo o ano, infelizmente só é possível no Natal.

Não há uma sociedade hipócrita.

Não há um mediatismo económico mais intenso nesta época.

Há uma fraqueza humana, que nos faz esquecer que o Natal não é somente agora, mas em todos os dias do ano.

Perdoai-nos Deus... Alá... G.’.A.’.D.’.U.’....

domingo, 28 de novembro de 2010

Porque é o caminho...

Porque é o caminho que conta e faz a história, não é a origem da nossa existência que impede ou determina os passos a dar.

Esses, consolidam-se com os amigos que ao nosso lado, ou junto a nós, reclamam a força para puxar pelo que de bom existe, para solidificar o futuro partilhado.

Nesse caminho, de tempo e certezas que surgem naturalmente em consonância, acrescem as responsabilidades de garantir na mesa dos valores, as éticas que dispensam normativos, face às exigências que se impõem, também, espontaneamente...

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Perderam os ausentes...

No passado sábado, no Cineteatro Municipal de Ourém, e patrocinado pela Embaixada da Indonésia em Portugal, actuou o Grupo de Música e Danças Tradicionais, Ria Agung Nusuntara do Norte da ilha de Sumatra.

Com a presença do Embaixador Indonésio, e de mais de 300 pessoas do concelho de Ourém, assistiu-se a um lato momento cultural, com riqueza e dimensão, avaliado pelas palmas do público e pela satisfação dos protagonistas.

A história que existe entre Portugal e a Indonésia, de mais de 500 anos, não se limita ao percurso dos navegadores portugueses. Partilha-se em mais de 200 palavras, em desejos de intercâmbio cultural, social e económico.

Estas são as novas pontes que consolidam a internacionalização do concelho de Ourém.

Participar nestes momentos, reforçar os laços e sentir a génese de uma cultura do mundo foi um suplemento eclético, sem se ter vivido um ecletismo bacoco (como por vezes ocorre "noutras danças")...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

(hoje, sem título)

Não estamos, nem estaremos preparados para a morte. Nunca.

Em vida, e depois dela, para os que ficam pesa a saudade presente, o vazio em falta e o limite dos horizontes sobre o pano da existência humana.

Os dias voam, as semanas e os meses dão já 8 anos de silêncio, ao dia de hoje.

No sorriso inocente de uma criança, nos traços genéticos e na memória dos corações permanece o amor…

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Sem estar à espera...

Esta noite, ao passar em frente a um centro comercial, a Leonor perguntou-me se o shopping estava aberto.

Respondi-lhe que sim.

Subtilmente, disse-me que podíamos lá ir.

Perguntei-lhe: para fazer o quê?

Ao que ela respondeu, com aquele jeito feminino: fazer umas compras.

A essência feminina, está, efectivamente, nos genes, que despertam (por exemplo) uma criança de 3 anos...

sábado, 30 de outubro de 2010

Último artigo da coluna "Suplemento de Alma". Até já.

Nesta edição podia analisar os problemas económicos o ziguezague do PSD relativamente à aprovação do orçamento de estado e as dificuldades financeiras, mas, hoje, impõe-se outro tema.

Nesta edição podia enaltecer o rigor e o empreendedorismo dos empresários do concelho de Ourém que continuam a apresentar produtos e resultados de dimensão nacional e internacional, mas, hoje, impõe-se outro tema.

Nesta edição podia referir a fragilidade dos mais desfavorecidos e o dever moral de solidariedade e de justiça entre todos indivíduos com vista à prossecução do apoio a crianças e jovens, à família, assim como a integração social e comunitária. Dever esse que nem sempre se constata no concelho de Ourém, contrariado por quem mais responsabilidades possui, mas, hoje, impõe-se outro tema.

Nesta edição podia destacar a operação de resgate dos mineiros chilenos que tem levado à (re)mobilização sobre o valor da vida humana, mas, hoje, impõe-se outro tema.

Nesta edição podia destacar o vigésimo aniversário da Escola Profissional de Ourém que tem desenvolvido um significativo e relevante trabalho na área do ensino no concelho, afirmando-se regional e nacionalmente, mas, hoje, impõe-se outro tema.

E, depois de ter destacado estes importantes temas (de entre outros), hoje relembro os últimos anos em que nesta segunda página do Ourém e o seu concelho analisei, contestei, projectei, expus e apresentei ideias, projectos e linhas de orientação ao som da batuta do suplemento de alma que me alimenta, me reforça e que emerge do meu ser face às turbulências sociais, políticas, económicas e pessoais, que dia a dia me molham, me aquecem e me gelam.

Sem ter procurado consensos, textos politicamente correctos, “fatos à medida” e mantendo a escrita como a razão da existência da coluna (ao contrário de outros que se limitam a escrever em períodos pré-eleitorais com consequentes desaparecimentos findas as eleições), toquei as teclas das letras, para em texto fazer ecoar a voz de uma geração, de um pensar, e até mesmo de uma ousadia (a da escrita, com o alvo da exposição pública).

Deste espaço e desta coluna nasceu um blogue (http://suplementodealma.blogspot.com) onde me debrucei em outras análises e dimensões da escrita, que geraram controvérsia, sentimento e reflexão.

Impõe-se um agradecimento a todos aqueles que na rua, pela família, via email e de outras formas me manifestaram apoio, incentivo, concordância, e até a crítica (porque da crítica válida retiramos diferentes visões e perspectivas que se tornam em pontos de encontro neste encruzilhar de sociabilidade).

Ao Rui Melo, e a toda equipa da Tipografia Ouriense um abraço de amizade e estima pessoal.

Com toda a alma, que me alimenta o coração e o pensamento, na frontalidade intrínseca que me move e guia termino com um: até já.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Duas opiniões e uma boa realidade...

Dizem as notícias que a Venezuela está na "direção certa" e avança a "grande velocidade" para a redução do percentual de pessoas que sofrem de fome, uma das metas do milénio estabelecidas até 2015, avaliou, recentemente, o representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no país sul-americano, Alfredo Missair.

Sem se defender qualquer tipo de ditadura ou de regime susceptível de dúvidas, num mundo desumanizado, esta redução do número de pessoas sem fome é, sem dúvida, louvável.

Curiosamente (ou não), Bento XVI denunciou recentemente que, muitas vezes, a ênfase das políticas económicas e agrícolas é desviada para interesses que ignoram os legítimos direitos e a dignidade da pessoa.

Dos dois enfoques, há muitas semelhanças, ainda que dos dois lados exista a diferença entre quem faz e quem, somente, denuncia…

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

11 de Outubro de 2009 - um novo horizonte

Há um ano atrás, por esta hora, as ruas de Ourém brotavam esperança e uma nova energia.

Efectivava-se uma mudança política por um concelho de todos e para todos, num novo espaço com futuro.

A democracia e o desejo da maioria provaram que da Freixianda a Fátima temos riqueza humana, valor económico, capacidade empreendedora e potencialidades várias para conquistar patamares superiores de qualidade de vida.

A atitude positiva, a determinação, o derrubar barreiras e obstáculos são acções diárias que se tomam com o objectivo de dar a todos o que é de todos.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Na direcção certa...

A cada dia que passa mais convencido fico, e estou, de que é preferível errar nas decisões que se tomam, do que errar por omissão.

E a juntar a esta, o facto de se agir na altura certa ser meio caminho para a correcção de caminhos e posturas salvaguardando o futuro.

Em última instância, e completando estas análises, o canalizar diário de energias para diferentes objectivos e processos, reforça-nos na determinação das convicções...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Erro. Lá está! Primeiro dia de Outono...

21h, sentado à mesa para jantar. Peguei no comando da televisão (erro!) e liguei a SIC Notícias. Passei para a RTPN. Mas, logo de seguida, para a TVI24.

Se num chovia, no outro trovejava, e por último vi relâmpagos!

Se estivesse bem disposto, e o dia corrido bem, ao passar nestes três canais, teria razões para ficar angustiado, ponderar fazer as malas e emigrar para um país do norte da Europa (que é onde toda a gente diz que há boas escolas, hospitais e índicies internacionais dos mais prósperos – só se esquecem é de referir as cargas fiscais que nestes países se pagam, entre outros).

Aliás, há uns séculos atrás já os puritanos abandonaram a Holanda e no Mayflower foram povoar o território que mais tarde se fundou como os Estados Unidos da América. Porque não uma debandada geral para recomeçar o país, num novo território já que Portugal, na boca de tanta gente, não serve, não consegue, não tem...? Porque é que esta gente, que aspira à categoria de pessoa, não funda o território das certezas, num outro canto do mundo?

Senti esse desejo (só pode!) daquele dirigente do PSD de cabelos brancos, quiçá desesperado por ter assistido à sua vida vivida longe dos pedestais das televisões, na SIC, e no momento do mediatismo fazer um retrato digno de um qualquer filme de Hitchcock para o lado do negro (isto porque os filmes do Alfred além de serem de suspence foram feitos no tempo do preto e branco – tal como o senhor do PSD (lá está)).

Na RTPN um qualquer Dr., Economista (convém escrever assim por extenso que os economistas – pelo menos os que conheço - são muito manientos com estas porras das siglas) ou lá o que era, todo lavadinho, traçava mais uma sina com missa rezada, às contas e políticas do governo. Virei.

Na TVI 24 lá estava o ex-Ministro das Finanças, da Economia ou da Indústria, Mira Amaral a cuspir mais umas quantas teorias (que não soube implementar enquanto foi ministro – porque terá sido?).

O país pode ter problemas graves – que tem – tal como outros pelo mundo fora, mas estarem 3 “zandingas” a falarem para 3 jornalistas em horário nobre, é dose!

Depois a comunicação social desculpa-se com a teoria de que ilustra o país real.

Ai ilustra? Então venham a Ourém ver o que são contas sem saldo, déficits, passivos sem receitas e problemas, seguidos de incógnitas a terminar em dúvidas...

E se quiserem trocar algumas palvras com gente assim para o saloia, também se encontram e recomendam. Do mesmo género, feitio e tipologia, com siglas de Dr. ou Economistas.

Sadia paciência. Sadia coragem. Sadia determinação têm aqueles que conseguem viver, trabalhar, alcançar, vencer e crescer.

Não é fácil no meio de tanto negativismo, miséria, tiros e estórias de faca e alguidar (nas manhãs do Goucha, nas tardes da Júlia e nas noites do Crespo)...

Talvez, mas só talvez, tudo isto tenha acontecido hoje porque acabou o Verão e no calendário começou o Outono...

Que Deus lhe pague!

Um homem sente-se mal no meio da rua, caiu, e foi levado para a urgência de um hospital particular, pertencente à igreja, administrado totalmente por freiras.

Lá, verificou-se que teria de ser urgentemente operado ao coração, o que foi feito com êxito.

Quando acordou, a seu lado estava a freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:

- Caro senhor, a sua operação foi bem sucedida e o senhor está salvo. Entretanto, há um assunto que precisa da sua urgente atenção: como é que o senhor pretende pagar a conta do hospital? O Senhor tem seguro de saúde?

- Não, irmã.

- Tem cartão de crédito?

- Não, irmã.

- Pode pagar em dinheiro?

- Não tenho dinheiro, irmã.

- Em cheque, então?

- Também não, irmã.

- Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?

- Ah... irmã, eu tenho uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.

E a Freira corrigindo-o:

- Desculpe que o corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com Deus!

- Magnífico! Então, por favor, mande a conta para o meu cunhado!

Foi então que nasceu a expressão:

"Deus lhe pague!"

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Conquistar é a ousadia...

Cada desafio é uma conquista que se ganha, quando se avança.

Fácil é desistir.

Fácil é não fazer.

Fácil é ficar quieto.

Difícil é seguir em frente mesmo desconhecendo o caminho por onde se avança.

Há quem deixe de comer um chocolate com medo de gostar, e voltar a repetir.

Felizes os que vencem os medos.

Felizes os que enfrentam os dias com a incerteza, mas determinados em seguir...

Não há melhor lugar no mundo, ou que se possa comparar, do que o bem estar interior que resulta do nosso querer.

O nosso sorrir é um estado superior da essência humana.

Conquistá-lo é a ousadia...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Talvez... mas só: talvez...

Volateis dias e dias que se passam em chamadas, reuniões, computadores e viagens de trabalho.

Viagens. Essas que nos permitem o pensar profundo.

Pensar, (talvez) esse repugnante acto que tantas vezes nos impede de somente olhar, sentir, tocar, ou escutar o simples barulho do nosso respirar...

Somos donos de nós prórpios, mas (talvez) só até ao ponto em que não colidimos com as responsabilidades...

Seremos escravos de uma sociedade que nos molda, a quem devemos o ser social, que de nós precisa como o valor social?

Talvez. Mas deixemos esses estudos para os antropólogos e sociólogos de serviço à incompreensível natureza humana, sempre incerta e imprevista.

É essa! A imprevissão! Aquele momento que (talvez) nos quebra o controlo da vida, dos caminhos planeados, dos objectivos a atingir...

Que ganhos nos dá a imprevissibilidade da vida?

O tempo que (talvez) nos trai, sem alma e sem gente, acaba por ser aquele que nos guia e orienta contrariados, consumidos e limitados...

Talvez...

domingo, 12 de setembro de 2010

Há falta de empenho e dedicação...

Telma Monteiro conquistou a medalha de prata em Judo. Assim, hoje Portugal marcou pontos no tapete, mesmo que a selecção nacional tenha levado um banho de bola no hóquei frente à Espanha, com os resultados caseiros da selecção nacional, do Benfica e do Sporting que contrariam os milhões investidos em brasileiros, uruguaios, chilenos...

Assim, e com as dificuldades financeiras que o país atravessa, à porta da discussão do orçamento de estado e com o PSD a propor uma revisão constitucional, os portugueses preocupam-se com o emprego e a triologia de Fátima, Futebol e Fado volta a ganhar adeptos na faixa norte do país. Porquê? Porque no norte o Porto continua a marcar e a somar, a fé é a última coisa a perder, e o fado representa o triste cenário dos sulistas que agora querem pôr o pessoal a pagar as SCUT’S...

Deveres? Quais deveres. Falem é dos direitos que as pessoas têm: saúde gratuita; educação gratuita; apoios sociais; SCUT’S gratuitas; juros baixos; fuga ao IRS e ao IVA sempre que se conseguir...

Crise? Qual crise? Que se batam as bolas, que se cante e reze. Até lá e durante todos estes momentos, passam os minutos e até se esquecem os problemas da economia, das empresas e da sustentabilidade da produção nacional como contra-pesso às importações que aumentam a cada dia...

Há dias, numa conversa de ocasião, um esclarecido trabalhador dizia-me que se empenhava no trabalho e protegia o seu patrão para garantir o seu posto de trabalho. Não duvido que aquele homem será o último a ser despedido caso a empresa não consiga continuar a exportar a sua produção. Mas, também não duvido de que a maioria dos outros funcionários da empresa não pensam desta forma.

Continuar a fazer o mínimo e indispensável para somente justificar o emprego e o salário, foi “chão que já deu uvas”... Enganam-se os que pensam desta forma, e que se recostam na almofada do subsídio de desemprego. Até porque, com tantas pessoas a usufruir desta recurso, o estado e todos nós que descontamos, não seremos suficientes para tantos subsidio-dependentes. Não sendo a parte pelo todo ou vice-versa, valha-nos o judo, o salto em comprimento, o trialto... Como súmula (um conceito em voga) que nos valha o Atletismo onde os resultados se alcançam pelo esforço, dedicação, empenho, trabalho e suor daqueles que individualmente olham o céu com um objectivo em mente... e conseguem!

sábado, 11 de setembro de 2010

Os edifícios que nos fazem...

Esta noite entrei no jardim-de-infância onde a Leonor vai começar o seu percurso escolar na próxima segunda-feira, dia 13.

No mesmo edifíco onde a minha mãe deu aulas do 1º ciclo há mais de 30 anos.

No mesmo edificio onde, posteriormente, esteve sedeada a Delegação Escolar do concelho de Ourém, e onde o meu pai trabalhou.

No mesmo edificio onde em pequeno estive com a minha mãe, onde em adolescente ia ter com o meu pai, e onde a partir de segunda feira deixarei a Leonor no começo do dia para a sua construção social, humana e intrínseca, que ali alinhará.

Poderia escrever que os percursos do Homem repetem-se em cada rotina prevista e programada.

Porém, na incerteza da vida e da volatilidade laboral, nada previa que estas coincidências repartidas por mais de três décadas, hoje, e em mim, fariam despertar o sorrir pela memória do meu pai, pelo respeito e admiração à minha mãe, e pelo amor que tenho à minha filha.

Desviando do centralismo familiar da ocorrência, permito-me ainda registar a solidez das estruturas educativas, o empenho das famílias e a alegria das crianças que neste fim de tarde e princípio de noite confirmaram o conceito de comunidade educativa. Essas duas palavras que tantas vezes ou somente escritas nos livros teóricos dos estudiosos da educação, da psicologia e da política se encontram.

Os edificios são pedras, madeira, tijolos. Mas neles vivem, crescem, aprendem, e se fazem estórias na linha da vida dos Homens. Esses edificios tornam-se assim elos de ligações entre o frio Inverno do normativo e o quente respirar de quem neles e deles faz o seu caminho...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A paixão da vida...

O ópio da vida.

O ar que respiramos, nos dias completos pelas horas, e vividos nos segundos do bater do coração.

Somos todos e um só, em nós e nos outros.

Pelo que erramos em omissão, excedemos em falta e multiplicamos em silêncio.

Para o contrariar importa erguer, construir e edificar as pontes das relações e da partilha humana do que em rede sentimos, necessitamos e potenciamos.

Sou e seremos o que de nós depende, o que por nós podemos fazer.

A fraude do mistério da inexistência da paixão... pela vida... é surreal...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

As colunas da vida...

As colunas da sabedoria, da força e da beleza sustentam os homens livres e de bons costumes em cada obra humana. São elas, em sentido figurado, que consolidam o edifício mental, a estrutura intelectual e a acção diária individualizada.

Há quem chegue a elas fisicamente, mas que se distancia, e jamais as edifica dentro de si. Habitualmente tal deve-se e acontece a quem possui uma específica característica: o egocentrismo.

O egocentrismo não permite, efectivamente, que de forma livre se procurem e alcancem conhecimentos através de ensinamentos de outros, na aprendizagem constante que nos pinta os cabelos de branco e nos abre as rugas no rosto.

E porque em sociedade vivemos, e dela fazemos parte, recai nas nossas acções de humanidade a essência individual que comportamos como peças do grande rio da vida.

Cada vez mais só uso o espelho para confirmar as rugas, os cabelos brancos e a limpeza do rosto. Até porque quem usa o espelho falando e indagando em todas as acções diárias, acaba por em cada gesto, decisão ou posição, só, e somente, tomar o seu sentido pessoal.

Porém, em nossas mãos estão os outros, que connosco fazem o dia-a-dia de cumplicidade, de entreajuda, de ensinamentos mútuos, de conquista, de entrega e suor partilhado.

E assim, de pé, ouvimos, falamos e fazemos o que de todos e para todos pode nascer.

E assim, pelo que de bom alcançamos conjuntamente, brilhamos como seres humanos, aos olhos daqueles que desprendidamente assumem a vida.

Não são as chaves que abrem as portas do sentimento, do coração, da conquista, da amizade e do respeito. O reconhecimento só se alcança com tolerância, simplicidade, frontalidade, verdade e confiança.

Ainda que para muitos os títulos constituam a distinção entre os Homens, acredito que a sabedoria, a força e a beleza individual são a essência que faz a diferença.

E assim ontem regressei a casa. Com a consciência de que o caminho que percorri num passado muito recente, se pautou pelo que, desprendidamente, alcancei. Sem o procurar, o reconhecimento e os frutos surgem espontaneamente. Senti-me abençoado por ter partilhado o conhecimento, o dia-a-dia, a estima, a conquista e a amizade de tantas pessoas. Senti-me rico em conforto, em tranquilidade e em missão cumprida.

Mesmo já tendo a vida se encarregado de me mostrar que nem sempre sorrimos e vencemos, reforço e partilho o pensar de que a força está no que em conjunto, como sociedade, conseguimos alcançar...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Um pensamento nesta noite quente, sobre a vida...

O difícil. O difícil da vida é fazer o que se teme, sem que o que se tema seja intransponível para além das nuvens do céu aos olhos de quem ousa sonhar e se limita à lamúria.

E usando o rir como a arma mais alta que quebra as barreiras, que vence os obstáculos na vertente da pele arrepiada, conquista-se a determinação na essência da vida.

Aquecer a vida é arrancar do coração dos outros, pelo que de bom, em conjunto e no mesmo sentido se partilha em energia espontaneamente liberta… lado a lado… desprendidos de amarras, preconceitos ou estereótipos…

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Quando duas pessoas, são mais do que gente...

Madre Teresa de Calcutá chega ao Céu.

-Tendes fome? - Pergunta Deus.

Madre Teresa acena afirmativamente com a cabeça. Deus prepara para cada um uma sandes de atum de conserva em pão de centeio.

Entretanto, a virtuosa mulher olha lá para baixo e vê os glutões no Inferno a devorarem bifes, lagostas, ameijoas, doces e vinho.

No dia seguinte, Deus convida-a para outra refeição. Mais uma vez, o pão de centeio seco com atum de lata....

Mais uma vez, ela vê os do Inferno a regalarem-se com uma verdadeira orgia gastronómica...

No dia a seguir, ao ser aberta a terceira lata de atum, Madre Teresa pergunta humildemente:

- Senhor, estou grata por me encontrar aqui Convosco como recompensa pela vida casta, regrada e devotada que levei.

Mas não compreendo: só comemos pão com atum, enquanto do outro lado comem como reis...

-Ó Teresinha, sejamos realistas - diz Deus com um suspiro - achas que vale a pena cozinhar só para duas pessoas?

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Parecendo e sendo...

O ser humano não é um mero número…

Do nascer ao pôr-do-sol e durante a noite, a nossa composição de sentir, pensar e viver é a riqueza da humanidade.

E essa riqueza, não se contabiliza.

Sente-se, partilha-se e efectiva-se a cada dia…

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Gente...

Numa esplanada um grupo de adolescentes bebia umas cervejas.

Teriam,no máximo 16 anos e falavam da vida.

Um deles saiu-se com a seguinte análise: eu gostava de ser reformado para não fazer nada, e para receber sem trabalhar.

Se damos o devido desconto por serem adolescentes, também sabemos que há muita gente a pensar desta forma. E por isso a sociedade não avança.

E por isso esta gente não chega a pessoa...

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Neste dia...

Entre o sol que do céu me aquece o corpo, e na velocidade com que o tempo passa, ficam nas gotas do suor todos os locais onde não vou, mas persistindo a vontade de ir…

terça-feira, 27 de julho de 2010

Uma explicação sobre a Vida...

No primeiro dia, Deus criou a vaca.

Deus disse:

- Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma vida de 60 anos.

A vaca disse:

- É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente 20 e eu devolvo-te os outros 40.

E Deus concordou.

No segundo dia, Deus criou o cão.

E disse:

- Senta-te o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer pessoa que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.

O cão disse:

- Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te os outros 10.

Deus concordou.

No terceiro dia, Deus criou o macaco.

E disse:

- Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.

O macaco disse:

- Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!? Acho que não. O cão devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, ok?

Deus concordou.

No quarto dia, Deus criou o Homem e disse:

- Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada. Simplesmente diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.

O Homem disse:

- O quê!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40 anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80. Pode ser?

- Sim - disse Deus - negócio fechado.

É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos, fazemos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada. Os 40 anos seguintes, sofremos ao sol para sustentar a nossa família. Os 10 seguintes fazemos figura de macaco para entreter os nossos netos e os últimos 10 anos sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.

Está explicada a Vida...

domingo, 11 de julho de 2010

Para a minha filha...

Há 3 anos atrás vivi o momento mais belo da vida de um homem:

Assistir ao nascimento de uma filha.

E já 3 anos passaram, por entre os dias, em que os sorrisos e os olhares de cumplicidade marcam os genes da natureza humana e dos laços da afectividade.

Parabéns Leonor...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Limitados nos horizontes...

Há blogues concelhios onde só se preocupam em publicar e publicitar as notícias tipo de capa, contracapa e conteúdo de diários tão conhecidos como o Diabo ou o 24 Horas.

Com o devido respeito aos jornalistas profissionais do Diabo e do 24 Horas, há aprendizes de realização para novelas mexicanas, a quem a Viterra, ou a Magnesona fazem falta.

Esquecem-se do presente que temos, condicionado pelo passado que nos foi deixado.

E sem erguer ou levantar os olhos para o futuro, não se destacam as boas iniciativas, o que de bom e honestamente os funcionários do município, os cidadãos anónimos, os dirigentes associativos constroem e contribuem para o nível superior da sociedade global…

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A luz não é um mero momento, mas uma constante...

No fim de um dia em que passei na nova exposição do Museu Municipal dedicada à República em Ourém, e na celebração de uma parceria na Ucharia do Conde (no Castelo) registo com agrado as palavras ditas no olhar das pessoas, sobre o sentido de que esta terra está no bom caminho. E tal só é possível pela força daqueles que aqui vivem, trabalham e dedicam o seu suor a construir…

terça-feira, 29 de junho de 2010

O brilho do coração...

De estátuas se fazem a memória, de homens e mulheres.

De sentimentos se fazem os laços afectivos que nos conduzem pela vida fora.

Porque o maior brilho, não é o do bronze ou da diamante.

A maior riqueza é a capacidade de crescer, partilhando e conquistando cada pulsar do coração...

Hoje, ao fim do dia, espero esta imagem...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Guronsan para a mente...

Se o mundo fosse olhado pela inocência de uma criança, e na transparência da sua interpretação, talvez ele se transformasse num mundo melhor…

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nivea

A vida é uma aprendizagem constante.

A cada dia que passa tenho consolidado o conselho que um amigo, já com cabelos brancos, me deu recentemente:

“Não dês importância a quem não a tem”.

E é verdade. Para quê preocupar-me com gente, quando há tantas pessoas que merecem a minha atenção…!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Se podia ser diferente? Podia, mas não seria natural…

Entre os momentos de euforia da noite eleitoral de 11 de Outubro e os dias de hoje, muita tinta podia ser usada nas letras das histórias, acções e trabalho desenvolvido.
Se algumas das opções escolhidas podem já ser arrumadas na prateleira das “apostas ganhas”, outras só com o tempo poderemos avaliar.
Mas, como o tempo não pára, importa insistir e rumar contra a maré das dívidas dos anteriores mandatos, que todos os dias teimam em surgir, com a manutenção dos espaços públicos degradados que durante décadas foram esquecidos, com projectos para o futuro…
Em vários momentos, neste mesmo espaço escrevemos que também na actividade política, quando não existe capacidade de reciclar comportamentos, pensamentos e algumas pessoas não conseguem efectuar uma auto-crítica assente nas suas acções diárias, a democracia tem de agir, efectuando a mudança.
E a mudança em Ourém deu-se, efectivamente, porque era impossível continuar a aguentar uma Câmara endividada, empresas municipais acorrentadas a compromissos politicamente errados, estruturas desportivas, municipais, culturais e outras com graves problemas de
qualidade, segurança e em estado de “divórcio” com os cidadãos…
E se oito meses já passaram sobre a tomada de posse nos órgãos autárquicos, nos mesmos seis para as principais três empresas municipais, “o milagre da multiplicação dos pães” não se deu. Não ocorreu, nem ocorrerá enquanto existirem milhões de euros a pagar a fornecedores, legislação para cumprir, legalidades para efectivar, segurança pública para garantir, assim como qualidade e padrões de rigor que sustentem o reerguer de um concelho fustigado por uma gestão autárquica sem rumo.
E se se escolhem as palavras que aqui se escrevem, para não melindrar algumas pessoas que tiveram responsabilidades neste “estado da arte”, igualmente não se devem deixar de relatar as contas, os processos, as incúrias e as irresponsabilidades que se vão encontrando.
Há algumas manhãs, tardes e até dias em que algumas figuras ainda pensam que estão em 1992 ou em 2002. Arrogantes, possuidoras de uma pesada importância no seu interior, mas tão pequenas em humildade, respeito, dever de lealdade institucional e humanismo…
Na comum mortalidade que nos atravessa, o respeito e esse humanismo são pedras diferenciadas e diferenciadoras da acção humana. Mesmo com a espiritualidade de Fátima aqui tão perto, parece que, por entre vícios e costumes de outrora, isso escapa a algumas personagens da praça.
Mas, pior do que não mostrar a essas pessoas “dos antigamente”, que o céu continua a ser azul, mas que há regras e métodos a cumprir, seria deixarmo-nos contaminar por essa “oxiuríase” apanhando da mesma “doença”, passando a fazer parte do problema e não da solução.
O silêncio é para muitas pessoas uma forma de defesa. Para outras, o fazer de conta que nada se passa. Há quem também fuja para não constatar a realidade. Outros escrevem.
Sem falsos moralismos, errando como ser humano, mas continuando a dizer e escrever o que se pensa, aqui nos encontramos há alguns anos. Porque o nosso tempo nunca foi de eleitoralismos, intelectualites acéfalas, interesses colectivos, pessoais ou do politicamente bom de ler e digerir. Se se podia disfarçar para agradar a algumas pessoas que têm o comportamento humano estereotipado? Podia. Mas não seria natural…

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Chamem os Homens e os acrobatas!

No dia de Portugal chamem os mágicos da alegria, pelas epopeias deste nobre povo que escreve páginas na história do planeta…

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Lobos com pele de cordeiro?

Este foi um dos filmes que marcou a minha adolescência.

Pela força da união, quando se luta por um objectivo as batalhas travam-se.

Pela força da união, mesmo quando os “possivelmente companheiros de luta” se revelam peões de outros interesses, não contribuindo para o todo, e procuram minar o grupo.

Mas, assim, ainda mais força se ganha.

Mas, assim, ainda mais determinação se nos coloca.

E assim se conhecem as pessoas com quem podemos contar e confiar, e aquelas a quem nem a mão teremos de estender para cumprimentar…