quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Dá que pensar...

Nunca um coxo treinou atletas para a maratona nem um mudo deu aulas de dicção.
Só os padres não prescindem de dar conselhos sobre a reprodução e a sexualidade!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Diferenças...

"Um amigo faz-se rapidamente.

Já a amizade é fruto que amadurece lentamente".

Aristóteles


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

É gente...

Que raio de gente são aqueles, que quando as pessoas detêm poder, fazem-se de amigos e disponibilizam-se para tudo e mais alguma coisa.

Mas, quando o poder desaparece das mãos dos seus conhecidos, também eles desaparecem.

Não foi comigo, mas vi...

É triste. Não são pessoas. É mesmo gente...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Entusiasmo de viver...

"Os anos enrugam a pele, mas renunciar

ao entusiasmo de viver faz enrugar a alma."

Albert Schweitzer

Nos dias de hoje...

Um aluno vira-se para a professora e diz:
- Não quero alarmá-la, mas o meu pai diz que se as minhas notas
não melhorarem, alguém vai levar uma sova!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

"Terrorismo é uma coisa, estupidez é outra" por Ricardo Araújo Pereira

Os serviços secretos de Espanha andam a brincar connosco. Há uns séculos, os espanhóis levaram uns bofetões de uma profissional da indústria da panificação, e não deve passar um dia em que não pensem na vingança. Na semana passada comunicaram-nos que a Al Qaeda ameaça praticar actos terroristas em Portugal. E nós, parvos, acreditámos. Até onde chega a credulidade dos portugueses… Primeiro acreditámos no Sócrates, e agora nos espanhóis. Há que aprender a lição.
Como é evidente, só um terrorista muito estúpido é que vem exercer a profissão para cá. Com a vigilância que existe, hoje em dia, nos aeroportos, os terroristas só podem entrar no País de carro. E vir andar de carro para as nossas estradas é das decisões mais obtusas que uma pessoa pode tomar. É verdade que eles são suicidas, mas não exageremos. Vai uma grande diferença entre ser suicida e ser burro.
Por outro lado, os terroristas que tiverem a infeliz ideia de entrar no País terão de construir a bomba cá. Não se faz uma viagem Paquistão-Portugal com um engenho explosivo debaixo do braço. Há que ir a uma loja comprar peças. E é aqui que as chatices começam. «Esta peça, só mandando vir do estrangeiro, chefe. Daqui a duas semanas mete-se o Carnaval, por isso agora só em Março.»
Se o explosivo levar combustível, pior ainda. Eles que vejam o preço a que está a nossa gasolina, a ver se continua a apetecer-lhes rebentar coisas. É muito fácil apanhar terroristas em Portugal. São os tipos de turbante que estão nas bombas da Galp a chorar. Os que lá andam a chorar sem turbante somos nós.
E depois temos as contingências inerentes a uma actividade tão perigosa como é o fabrico de um engenho explosivo. O terrorista corre inúmeros riscos, o maior dos quais é ir parar a um hospital português. Basicamente, o sistema de saúde português oferece-lhe três hipóteses: pode morrer no caminho, pode morrer na sala de espera e pode morrer já dentro do hospital. É certo que o esperam 71 virgens no Paraíso, mas aposto que, para morrer num hospital português, o terrorista fica em lista de espera até as virgens serem septuagenárias, altura em que a virgindade perde muito do seu encanto.
Quando, finalmente, os terroristas conseguem reunir condições para construir a bomba, o prédio que tinham planeado mandar pelos ares já explodiu há dois meses, ou por mau funcionamento da canalização do gás, ou porque o esquentador de quatro ou cinco condóminos está instalado na casa de banho. Portugal pode ser um bom destino turístico, mas para fazer terrorismo não tem condições nenhumas.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Gandhi

Um dia, Gandhi fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
"Porque é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, porquê gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?"
Questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retorquiu outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?"
O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações
afastam-se muito. Para cobrir esta distância precisam gritar, para
poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para se ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E porquê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."
Por fim, o pensador concluiu, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia
em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Qualquer lugar que seja...

"A verdade é mais estranha do que a ficção"
(Ad Universi Terrarum Orbis Summi Architecti Gloriam)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Como o tempo passa...

Para a minha menina, que faz hoje 7 meses.

O tempo tem voado. Ela, crescido.

Acompanhada de risos, dedicação e ternura.

Uma filha criada com muito amor.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Querem ver???

Dois GNR na berma da estrada vêem passar um tipo a mais de 120.
Diz um para o outro.
"Aquele não é o gajo a quem apreendemos a carta a semana passada por excesso de velocidade?"
"Era pois,"
r
espondeu o segundo.
"Vamos caçá-lo!"
Uns Kms mais adiante já com o tipo parado, um dos GNR, chega-se ao pé dele e pergunta-lhe:
"A sua Carta de Condução?...."
"Mau! " - Responde o mânfio -"Querem ver que agora perderam-na...!"

Máscaras e Serviço Público

“Já aqui há tempos o respeitável inspector- -geral da ASAE tinha dito, no Expresso da Meia- -Noite, que alguns agentes do seu serviço surgem de carapuça nas feiras porque poderia ser desagradável para eles, que por vezes são vizinhos de gente ligada aos feirantes, serem reconhecidos na vida de todos os dias.

Esta forma de assegurar um bom ambiente convivial de vizinhança e a informação sobre o treino do pessoal da ASAE com serviços secretos e polícias estrangeiras é que produziram em mim o déclic triunfal. Eis a solução para muitos problemas!

Pensei logo nos professores. (...) Os professores têm sido vítimas das mais inqualificáveis violências, quer da parte de alunos, quer da parte dos pais deles. Pois bem, se tiverem preparação militar, aprenderem a manejar uma pistola de guerra ou uma bazuca e se apresentarem nas escolas de cabeça coberta e com uniforme acolchoado correspondente, as vantagens saltam aos olhos."

Vasco Graça Moura, DN