quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Foge dos debates como o diabo da cruz...


Como alguém já escreveu aqui, não se sabe onde acaba ou começa o Presidente da Câmara de Ourém, e o candidato à presidência da Câmara de Ourém pelo PSD.

Mas, se esta questão já foi encaminhada para as entidades competentes analisarem e constatarem a violação dos princípios da legalidade em Ourém, resta-nos perguntar qual é o medo de Vítor Frazão?

Paulo Fonseca disponibilizou-se junto da comunicação social concelhia e regional para um debate a dois ou entre todos os candidatos nestas eleições autárquicas.

No Olival realizou-se um e Vítor Frazão faltou.

Em Ourém, no passado dia 28 realizou-se outro e Vitor Frazão faltou.

Dia 8 está agendado outro e Vitor Frazão não consta nos participantes?

Vítor Frazão tem medo de debater com Paulo Fonseca as ideias e os projectos que ambos defendem para este concelho, esclarecendo, assim, os eleitores?

Qual é o medo de Vítor Frazão?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Domingo será o "Dia do Juízo Final!"

Like a movie…

Without remake…

Domingo, vou votar Manuela Ferreira Leite, até porque...

"É impossível não ver no programa eleitoral do PSD ontem apresentado, e no anúncio pela dra. Ferreira Leite de políticas de firme combate a medidas da dra. Ferreira Leite, a mão maoista (ou o que resta dela) de Pacheco Pereira, a da autocrítica.

Assim, se chegar ao Governo, a dra. Ferreira Leite extinguirá o pagamento especial por conta que a dra. Ferreira Leite criou em 2001;

A primeira-ministra dra. Ferreira Leite alterará o regime do IVA, que a ministra das Finanças dra. Ferreira Leite, em 2002, aumentou de 17 para 19%;

Promoverá a motivação e valorização dos funcionários públicos cujos salários a dra. Ferreira Leite congelou em 2003;

Consolidará efectiva, e não apenas aparentemente, o défice que a dra. Ferreira Leite maquilhou com receitas extraordinárias em 2002, 2003 e 2004;

E levará a paz às escolas, onde o desagrado dos alunos com a ministra da Educação dra. Ferreira Leite chegou, em 1994, ao ponto de lhe exibirem os traseiros.

No dia anterior, o delfim Paulo Rangel já tinha preparado os portugueses para o que aí vinha:

"A política é autónoma da ética e a ética é autónoma da política."".

Manuel António Pina
Jornal de Noticias
2009-08-28

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A seguir será a inauguração da abertura da Ambiourém de madrugada...

O desespero da maioria social-democrata no concelho de Ourém já chegou a tal ponto que até já inauguram o parque de estacionamento de um cemitério.

É caso para dizer: “Perdoai-lhes Senhor”.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O Francisco, o Louçã, o BE, o SIS... A ilusão...

Afinal merecem críticas e reparos pelo Provedor do Leitor do Público as notícias fantasiosas do Público com base em fonte anónima, atribuída por Francisco Louça como sendo Fernando Lima da Casa Civil do Presidente da República.

Conforme se constata nesta frase do Provedor do Leitor: Salvo melhor prova, tudo não passa de um indício, sim, mas de paranóia, oriunda do Palácio de Belém. Só que tal manifestação é em si já notícia, porque revela a intenção deliberada de alguém próximo do Presidente da República minar a relação institucional (ou a “cooperação estratégica”) com o governo.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Análise de um homem de direita, sobre Francisco Louçã

Depois de assistir ao debate de ontem à noite entre Francisco Louçã e
José Sócrates a primeira coisa que me passou pela cabeça foi telefonar
a Manuel Alegre e perguntar-lhe por que demónio anda ele a catrapiscar
o BE. Depois lembrei-me das afinidades trotskistas e da decorrente
inutilidade de me intrometer naquele namoro.

Admito que a minha opinião sobre o que se passou no debate seja
suspeita porque é sabido que não morro de amores por nenhum dos
contendores. Mas confesso que não estava a "contar com aquela
despesa", pois se o Dr. Louçã nunca me iludiu sobre os objectivos
políticos que persegue, tinha poucas dúvidas sobre o brilho da sua
inteligência e acerca da sua bagagem cultural.

Pois bem, o que ele patenteou no frente-a-frente com o PM foi um
cabotinismo sem paralelo na política portuguesa, um acentuado défice
de inteligência e uma pungente ignorância para um líder de um partido
em ascensão, fenómeno muito mais indecifrável a partir da noite passada.
Expliquemo-nos:

1. Insiste no que ele considera um pecado sem perdão a insignificante
contribuição de Portugal na acção levada a cabo pelos Aliados no
Iraque, demonstrando desconhecer as obrigações do nosso país no seio
da NATO, cujo incumprimento conduziria ao abandono da organização.
Como ninguém é tão ignorante ele só pode dizer esse tipo de coisas por
presunção, por querer atrair as atenções para a sua pessoa, atitude
que se repete no afã com que defende todo e qualquer item que
considere "fracturante". Por isso digo que ele é cabotino.
2. Mostrou alguma insensatez ao negar o fim da recessão, quando
qualquer leigo sabe que após dois meses de crescimento do PIB, durante
uma recessão, esta está tecnicamente finda. Esta interpretação pode
não decorrer da leitura dos canhenhos académicos, mas é um conceito
comummente aceite, até para um leigo como eu, mas absolutamente
inaceitável num professor de Economia. Por isso digo que ele é pouco
inteligente.
3. Preconiza uma série de nacionalizações nos sectores da banca, dos
seguros e das petrolíferas, o que resultaria na saída imediata de
Portugal da União Europeia. Conclusão: não leu o Tratado de Roma, se
não saberia que tudo isto é incompatível com a sua letra. Por isso
digo que ele é ignorante.

Moral da história: com Louçã em primeiro-ministro Portugal sairia da
NATO e seria expulso da União Europeia ("de Durão Barroso", como ele
irresponsavelmente frisou). Foi pena Sócrates não se ter lembrado de
concluir que assistiríamos igualmente à clonagem da Coreia do Norte na
Europa, só que na mira de mendigar um pouco de trigo a uma das
potências para não morrermos à fome.

Como desconfio de que apenas uma ínfima parte dos novos 800 mil
votantes, jovens entre os 18 e os 22 anos, terá assistido ao debate,
apelo a todos para que façam circular este mail para que esses jovens
não digam depois que ninguém os avisou sobre a irresponsabilidade que
frequenta a mente deste cabotino.

João Braga

Más línguas!!!


Sabem por que nome é conhecida Manuela Ferreira Leite nas hostes socialistas mais metidos nas coisas do futebol?...

a 'juventus'!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sabia que...


Sabia que... a Drª Manuela Ferreira Leite propõe-se:

- Extinguir o imposto "pagamento especial por conta (PEC)"
Quando no Orçamento do Estado para 2003 o Governo e a maioria
PSD/CDS-PP impuseram um brutal agravamento da carga fiscal sobre as
micro, pequenas e médias empresas com o aumento de 28% da tributação
em regime simplificado que passou, no IRS, de € 2436 para € 3125 e no
IRC, de € 4872,14 para € 6250 e, sobretudo, com o enorme aumento do
Pagamento Especial por Conta. Assim, o limite mínimo do PEC aumentou
de € 498,80 para € 1250 e o limite máximo de € 1496,39 para € 200.000.
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

- Alterar o regime do IVA.
Foi por ela alterado em 2002, aumentando a taxa de 17% para 19%.
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

- Promover a motivação e valorização dos funcionários públicos.
O aumento dos salários na função pública, foram por ela congelados em 2003.
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

- Consolidar efectiva e não aparentemente, o défice.
Que ela maquilhou com receitas extraordinárias em 2002, 2003 e 2004.
O défice no final do seu mandato era superior a 6,4% e não existia
nenhuma crise internacional.
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

- Levar a paz às escolas.
Onde o desagrado dos alunos com a ministra da Educação dra. Ferreira Leite
chegou, em 1994, ao ponto de lhe exibirem os traseiros (não que isso
justificasse tal comportamento).
Obs: Ministra da Educação do Governo de Cavaco Silva entre 1993 e 1995


Sabia que...
No governo da dra. Manuela Ferreira Leite o Défice da balança
comercial aumentou 19,2% em 2004?
Obs: Ministra de Estado e das Finanças (2002/2004)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Manuela Ferreira Leite tem razão!

É verdade!

Manuela Ferreira Leite tem razão sobre a asfixia democrática que existe em Portugal.

Ela existe, e há muitos anos, no concelho de Ourém.

Ela presiste quando alguém da Câmara telefona para algumas pessoas que declararam a sua vontade de mudança na lista de apoiantes de Paulo Fonseca, e de lá do poiso do poder refastelados no seu: “quero, posso e mando” aconselham a retirar nomes...

Talvez por isso as sondagens não revelem os apoios que Vitor Frazão pensar ter.

Talvez por isso aqueles que estão desprovidos de sentido ético e moral, se agarrem, como à vida, ao lugar, ao poder. Só pelo poder…

Talvez por isso "nem que engendrem um golpe palaciano" a liberdade de escolha e de opção continue condicionada...

Manuela Ferreira Leite, tem razão. Há asfixia democrática em Portugal. Ourém, é um bom exemplo.

Não sejas ovelha! Bebe Be Groselha!!!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

09-09-09

Há quem diga que estes dias são de sorte!

Sorte no amor, no futebol, na vida…

Mais do que a sorte, o caminho faz-se caminhando como alguém referiu.

Sem sabermos se andamos por aí, se desaparecemos e aparecemos, importa sempre, e na nossa opinião, não vergar aos princípios, às promessas feitas e aos caprichos de alguns.

Entre tudo isto e a sinalética que conquistou os sinais de fumo, há um lugar para viver, um Suplemento de Alma em cada um de nós…

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Dos tempos da adolescência... Ainda há?

Afinal, dizem que era do "CDS" e de outros...

Liberdade versus dignidade, por Daniel Proença de Carvalho

“Voltou em força ao debate eleitoral a questão da liberdade de expressão em especial no campo da Comunicação Social.

Claro que a liberdade de expressão é um valor inerente à Democracia, está inscrito na nossa Constituição como um dos direitos fundamentais e cabe à entidade independente ERC zelar pelo seu escrupuloso respeito. Compreendo que as oposições estejam atentas à preservação desse valor. Convém no entanto não esquecer que a liberdade de expressão tem como limite outros direitos fundamentais de todos os cidadãos, de igual dignidade constitucional: o direito "à integridade moral", o direito "ao bom nome e reputação", o direito "à reserva da intimidade da vida privada e familiar", o direito à presunção de inocência. Se quisermos com objectividade avaliar o grau de respeito pelos dois valores constitucionais em causa, a conclusão parece óbvia: em Portugal, os meios de Comunicação Social pura e simplesmente ignoram e desrespeitam diariamente os direitos de personalidade. Sob o pretexto da liberdade de expressão e de crítica, são espezinhados os direitos ao bom nome e à reputação; e quanto à presunção de inocência, foi substituída pela presunção de culpa, quando se trata de cidadãos com notoriedade e em particular dos políticos. Sou dos que pensam que não há verdadeira e saudável democracia sem o respeito tanto pela liberdade de expressão como pelos direitos que sustentam a dignidade das pessoas.

Este desequilíbrio vem envenenando o espaço público. A discussão dos nossos problemas políticos, económicos ou sociais, deu lugar a campanhas de pura difamação e calúnia, perante a indiferença geral. Os políticos babam-se de gozo quando os adversários são causticados com suspeições sem objectividade, insinuações pérfidas ou acusações sem fundamento. Assim se vai degradando o espaço político. Vai longe o tempo em que os fundadores da nossa Democracia e que se bateram pela sua institucionalização - Mário Soares, Sá Carneiro, Freitas do Amaral, Mota Pinto - compreenderam a absoluta necessidade de preservar esses valores ligados à dignidade das pessoas.

Quando Sá Carneiro foi cobardemente vilipendiado pelo jornal "Diário", do Partido Comunista, não me recordo de o Partido Socialista ou o CDS terem alinhado, por acção ou omissão, nessa campanha, nem vi alguém acusá-lo de por em causa a liberdade de imprensa quando perseguiu criminalmente nos tribunais os responsáveis pela calúnia. Quando Leonor Beleza foi vilmente perseguida com acusações absurdas, vi levantar-se a voz do socialista Mário Soares e do democrata cristão Freitas do Amaral contra essa perseguição. Quando Roberto Carneiro (que foi ministro pelo CDS) foi acusado pelo MP, sem ponta de fundamento, não só nenhum político do PS ou do PSD se aproveitou dessa injustiça, como os seus líderes se solidarizaram com a vítima do justicialismo que o acusou.

No actual momento, decretou-se um requiem pelos valores da pessoa no altar da liberdade de expressão. Perante a indiferença geral, cometem-se todos os dias crimes de violação do segredo de justiça para imolar cidadãos indefesos. Os responsáveis pela justiça não cumprem o seu dever de sancionar esses comportamentos ilícitos, sendo mesmo suspeitos de os praticarem. Cobardia de uns, aproveitamento de outros, pagaremos caro essa deriva.”

Daniel Proença de Carvalho, Dr.

sábado, 5 de setembro de 2009

O iogurte do avô barbas...

Dois litros de leite atravessaram a rua e foram atropelados.

Um morreu, o outro não. Porquê?
- Por que um deles era Longa Vida.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Foi uma distensão muscular, só pode!

É por estas e outras é que a mudança é precisa.

Em última instância, pela mudança e rectificação de comportamentos e práticas…

Sem anarquias...

"As hierarquias são como as prateleiras,
quanto mais altas mais inúteis."


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Da brincadeira para a realidade...

“É a notícia do dia, a ASAE decidiu inspeccionar uma missa na Sé de Lisboa para inspeccionar as condições de higiene dos recipientes onde é guardado o vinho e as hóstias usadas na celebração. Depois de sugerir ao cardeal que se assegurasse que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabara por prender o cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.


A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho verificam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que cardeal dê o anel beijar aos crentes procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.


Sabe que a ASAE ainda inspeccionou a sacristia para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois tanto quanto se sabe o inspector-geral
da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.


A ASAE pondera também a hipótese de a comunhão ter que ser dada com luvas higiénicas para evitar possíveis pandemias.”

Em Janeiro de 2008 circulava na internet este email, onde, curiosamente, no último parágrafo se ponderava em termos irónicos a necessidade de dar a comunhão com luvas higiénicas.

A vulnerabilidade do Homem, levou a que a brincadeira e o extremar de situações caricaturadas possa ser hoje uma realidade.

aqui tinham alertado para a questão.

Sem alarmismos, mas com bom senso, não seria de adoptar algumas medidas?