sexta-feira, 15 de julho de 2011

São estes e outros os ensinamentos esquecidos...


“Os 3 últimos desejos de "Alexandre O Grande” foram expressos à beira da morte e perante os seus generais os enunciou:



1º Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;



2º Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);



3º Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.



Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:



1º Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles não têm o poder de cura perante a morte;



2º Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;



3º Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.”



E no intervalo entre estas palavras e uma reflexão interna, em escassos segundos, a nossa alma pode encaminhar-se para dezenas de ocorrências, de questões, de incomodos pessoais e sociais.


Pessoais, pela condição humana de que somos feitos...


Sociais, pelos condicionalismos a que somos sujeitos...


E, também no intervalo entre ambos, pisando, imaginariamente, os mosaicos pretos e brancos da pureza do nosso viver, importa afirmar que na primeira e na última instância, somos os construtores da nossa essência...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A idade vista pelos "colegas de liceu"...


“Já lhe aconteceu olhar para pessoas da sua idade e pensar: não posso estar assim tão velho(a)?!


Veja o que conta uma rapariga/senhora:


- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava exposto na parede.


Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei-me de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome.


Era da minha turma do liceu, há uns 25 anos atrás, e eu perguntei-me: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?


Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado... era demasiadamente velho para ter sido a minha paixão secreta.


Depois de ele ter examinado o meu dente, perguntei-lhe se ele tinha estudado no liceu.


- Sim, respondeu-me.


- Quando terminou? Perguntei.


- 1965. Por que pergunta? Respondeu.


- É que... bem... o senhor era da minha turma! Exclamei eu.


E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido perguntou-me:


- A Sra. era professora de quê?”

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Não vale tudo...


Um representante de Palestina começou assimo seu discurso na Assembleia das Nações Unidas: "Antes de começar a minha intervenção, quero dizer-lhes algo sobre Moisés. Quando partiu a rocha e inundou tudo de água, pensou: "que oportunidade boa de tomar um banho!". Tirou a roupa, colocou-a ao lado sobre a rocha e entra na água. Quando saiu e quis vestir-se, a roupa tinha desaparecido. Um Israelita tinha-as roubado".


O representante Israelita saltou furioso e disse, "que é que você está a dizer? Os Israelitas não estavam lá nessa altura."


O representante Palestiniano sorriu e disse: "e agora que se tornou tudo claro, vou começar o meu discurso."

Para que um dia não sejamos, somente, história...


O António depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.



Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic) barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).


Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).



Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.



Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.



Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.



Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...