terça-feira, 29 de junho de 2010

O brilho do coração...

De estátuas se fazem a memória, de homens e mulheres.

De sentimentos se fazem os laços afectivos que nos conduzem pela vida fora.

Porque o maior brilho, não é o do bronze ou da diamante.

A maior riqueza é a capacidade de crescer, partilhando e conquistando cada pulsar do coração...

Hoje, ao fim do dia, espero esta imagem...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Guronsan para a mente...

Se o mundo fosse olhado pela inocência de uma criança, e na transparência da sua interpretação, talvez ele se transformasse num mundo melhor…

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nivea

A vida é uma aprendizagem constante.

A cada dia que passa tenho consolidado o conselho que um amigo, já com cabelos brancos, me deu recentemente:

“Não dês importância a quem não a tem”.

E é verdade. Para quê preocupar-me com gente, quando há tantas pessoas que merecem a minha atenção…!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Se podia ser diferente? Podia, mas não seria natural…

Entre os momentos de euforia da noite eleitoral de 11 de Outubro e os dias de hoje, muita tinta podia ser usada nas letras das histórias, acções e trabalho desenvolvido.
Se algumas das opções escolhidas podem já ser arrumadas na prateleira das “apostas ganhas”, outras só com o tempo poderemos avaliar.
Mas, como o tempo não pára, importa insistir e rumar contra a maré das dívidas dos anteriores mandatos, que todos os dias teimam em surgir, com a manutenção dos espaços públicos degradados que durante décadas foram esquecidos, com projectos para o futuro…
Em vários momentos, neste mesmo espaço escrevemos que também na actividade política, quando não existe capacidade de reciclar comportamentos, pensamentos e algumas pessoas não conseguem efectuar uma auto-crítica assente nas suas acções diárias, a democracia tem de agir, efectuando a mudança.
E a mudança em Ourém deu-se, efectivamente, porque era impossível continuar a aguentar uma Câmara endividada, empresas municipais acorrentadas a compromissos politicamente errados, estruturas desportivas, municipais, culturais e outras com graves problemas de
qualidade, segurança e em estado de “divórcio” com os cidadãos…
E se oito meses já passaram sobre a tomada de posse nos órgãos autárquicos, nos mesmos seis para as principais três empresas municipais, “o milagre da multiplicação dos pães” não se deu. Não ocorreu, nem ocorrerá enquanto existirem milhões de euros a pagar a fornecedores, legislação para cumprir, legalidades para efectivar, segurança pública para garantir, assim como qualidade e padrões de rigor que sustentem o reerguer de um concelho fustigado por uma gestão autárquica sem rumo.
E se se escolhem as palavras que aqui se escrevem, para não melindrar algumas pessoas que tiveram responsabilidades neste “estado da arte”, igualmente não se devem deixar de relatar as contas, os processos, as incúrias e as irresponsabilidades que se vão encontrando.
Há algumas manhãs, tardes e até dias em que algumas figuras ainda pensam que estão em 1992 ou em 2002. Arrogantes, possuidoras de uma pesada importância no seu interior, mas tão pequenas em humildade, respeito, dever de lealdade institucional e humanismo…
Na comum mortalidade que nos atravessa, o respeito e esse humanismo são pedras diferenciadas e diferenciadoras da acção humana. Mesmo com a espiritualidade de Fátima aqui tão perto, parece que, por entre vícios e costumes de outrora, isso escapa a algumas personagens da praça.
Mas, pior do que não mostrar a essas pessoas “dos antigamente”, que o céu continua a ser azul, mas que há regras e métodos a cumprir, seria deixarmo-nos contaminar por essa “oxiuríase” apanhando da mesma “doença”, passando a fazer parte do problema e não da solução.
O silêncio é para muitas pessoas uma forma de defesa. Para outras, o fazer de conta que nada se passa. Há quem também fuja para não constatar a realidade. Outros escrevem.
Sem falsos moralismos, errando como ser humano, mas continuando a dizer e escrever o que se pensa, aqui nos encontramos há alguns anos. Porque o nosso tempo nunca foi de eleitoralismos, intelectualites acéfalas, interesses colectivos, pessoais ou do politicamente bom de ler e digerir. Se se podia disfarçar para agradar a algumas pessoas que têm o comportamento humano estereotipado? Podia. Mas não seria natural…

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Chamem os Homens e os acrobatas!

No dia de Portugal chamem os mágicos da alegria, pelas epopeias deste nobre povo que escreve páginas na história do planeta…

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Lobos com pele de cordeiro?

Este foi um dos filmes que marcou a minha adolescência.

Pela força da união, quando se luta por um objectivo as batalhas travam-se.

Pela força da união, mesmo quando os “possivelmente companheiros de luta” se revelam peões de outros interesses, não contribuindo para o todo, e procuram minar o grupo.

Mas, assim, ainda mais força se ganha.

Mas, assim, ainda mais determinação se nos coloca.

E assim se conhecem as pessoas com quem podemos contar e confiar, e aquelas a quem nem a mão teremos de estender para cumprimentar…