domingo, 31 de maio de 2009

Autárquicas 2009 II

"Grandes almas encontraram sempre uma forte oposição de mentes
medíocres".

Albert Einstein

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Autárquicas 2009


Eles andam já no terreno:

Os incendiários.

Função: destabilizar, criar confusão, difamar...

Que a chama da sua língua e das suas práticas, não lhes queime mais, algo de bom que neles possa existir...

domingo, 24 de maio de 2009

Os Cinco e os Raptores

Por aí se têm encontrado sórdidas personagens, de trato oco, superiormente reputados em causa própria e de elevada estripe. Uns nem seguidores têm, outros foram menosprezados por aqueles a quem prestavam vassalagem.

Dentro de uma caixa de ressonância, contam-se, à data, cinco ou seis personagens que o circo que passou na última Feira de Santa Iria, esqueceu, propositadamente, no ano passado, como prenda pelos bilhetes comprados.

Os seus actos podem ser identificados como as marcas de cavalos – a quem dão o nome de raça – arraçados em fidalguias e bravuras rasas, que constam no trapézio e no bidé de feitos temerários.

Uns dias desfazem a barba, outros nem isso, mas lavam a cara todas as manhãs. Talvez a procurar na frescura da água, a inspiração para alimentar a verborreia intelectual que despejam em actos de nobre linhagem e dedicação militante/revolucionária.

Entre um texto, um post, ou no envio de emails para gerar a confusão, atiçar feras famintas de informação, contra informação, polémica, intriga e calúnia, sorriem. Levantam a cara, num ar superior, próprio de lordes detentores da verdade suprema, jamais inquestionável. Escrevem escondidos entre folhas de papel, despojadas de valores e humildade suficiente que os faça descer à terra, visto que, são seres muito bons, no espelho de suas casas.

Jogam damas de manhã, xadrez à tarde e chinquilho à noite. Chinquilho à noite porque a sua mestria permite-lhes ver aquilo que outros não vêem. O som do ferro a bater no pau é a certeza das palavras, dos juízos, dos domínios de competência, saber e real cagança ostentada no momento oportuno.

Uns querem entrar nos Lions, outros nos Rotários. Andam de mota, de carro, de cavalo, mas pouco a pé! São de trato fino e valor acrescentado, diminuto na medida consequente em humildade. Poucas pessoas lhes compravam um carro, e até os familiares desconfiam deles por episódios anteriores compostos de silêncios e jogadas.

Nas suas adolescências pouco se soube de entre os seus pares. Alguns eram identificados como putos estranhos. Provam-se assim as teorias psicológicas que dizem que os comportamentos em idade adulta advêm de traumas de infância, irreversíveis, e só mesmo capazes de terapia com tratamento de água benta, confissões, rezas e aulas no Seminário.

São seres saltitantes. De terra em terra, de casa em casa, de mesa em mesa por onde se alimentam e sobrevivem.

Quais vampiros?

Quem falou em vampiros? A estória daqueles dois putos que ousaram escrever um dia sobre a terra onde os Senhores comem tudo e não deixam nada? Ficou na história do NO, e das semanas posteriores à publicação, em que as atenções se dirigiram para a pesquisa de informação sobre os terroristas que ousaram difamar o regime instalado. Ai Zeca Afonso estás demais presente, pelo pensamento que depois de mais de três décadas continua actual…

Regressando aos fiéis devotos de egocentrismo infantil, para quem só o que eles fazem tem sentido, só o que eles pensam está correcto, saltam de partido se for preciso. Deixam um Senhor, para querer prestar vassalagem a outro. Por vezes dão coices, num acto de rebeldia, mas que desejavam ser entendida como característica natural de quem por si pensa, age e faz.

Perdem a coluna vertebral - tornando-se invertebrados - e, consequentemente, maleáveis às transformações sociais e políticas do grande mundo que os rodeia – no seu pensamento – mas que tão diminuto se trata, que nem as lições de boa cama e boa mesa lhes servem na prática diária.

E serão estas palavras ditas por um douto sábio? Não.

Aqui o conhecimento escasseia, à medida que se procura saber mais, ouvir mais do que falar, ler mais do que escrever. Aqui acredita-se nos erros que cometemos, nas falhas que nos tornam seres humanos, no percurso de vida feito de escolhas, de circunstâncias, de pedras que no caminho tivemos de ultrapassar. Aqui viveu-se uma adolescência irreverente, alicerçada por valores inquebráveis. E essa irreverência ao tempo da adolescência permitiu crescer e ser Homem sem a tentação da lição aos outros (mas não nos peçam para fechar os olhos ao que se passa, e fazer de conta que estes factos e personagens não circulam por aí), sem sermos os tipos do chico-espertismo, sem sermos os rapazes do oportunismo, da conveniência e da conivência. Ah, não que não teria sido mais fácil ter dito sempre que sim. Mas, não. Bateu-se o pé. Defendeu-se uma linha e um pensamento ensinado por Homens de cabelo branco, poucas palavras, muita postura, dignidade e provas dadas na terra. Alguns, felizmente, ainda cá estão. Mas, passaram esses valores aos seus, garantindo a fiabilidade e a viabilidade de pessoas nascidas e criadas em Ourém.

Aqui não se herdou, felizmente, nome de estado ou estatuto superior de hierarquia social. Aqui herdaram-se atitudes, valores, ideias e ideais a quem a fidelidade não permite quebras.

A nascer e a morrer somos e seremos todos iguais. Entre um e o outro momento, será a postura de afirmação, de construção, de crescimento, de engrandecimento social pelo que aos outros podemos dar, que fará de nós seres, mais ou menos respeitados, por outros, mais ou menos pares nestes sentimentos e pensamentos, ou, adversos, na relação contrária.

Aqui entendem-se as divergências de opiniões como salutares diferenças de concepção social, política e humana. E a diferença não faz, nem trás, nefastas consequências para o cômputo geral, no que de individual representamos e pelo todo que nos engloba.

Nietzsche dizia que “A virtude que eu amo é terrestre, não há nela qualquer malícia e também não tem muito senso comum.”. E já Maquiavel escreveu que “Se se pudesse mudar de natureza como mudam os tempos e as coisas, a sorte nunca sofreria alterações”.

Dois pensamentos e autores díspares. Dois temas e assuntos distintos. Como a água e o azeite. Assim, estão os outros para Aqui, como Daqui para lá...

Marinho Pinto

Era interessante este advogado passar pela Câmara Municipal de Ourém…

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A cada novo dia que passa...

Há uns meses escrevi aqui o regresso.

Hoje escrevo e deixo o registo que a força reforça-se a cada dia que passa.


Será mais do que um esquadrão.

Na mais singela e nobre actuação democrática protagonizada por todos e para Todos.



O concelho de Ourém merece...

terça-feira, 5 de maio de 2009

Meir Samel


Não, não é o buraco financeiro da Câmara Municipal de Ourém...

Mas, podia ser...