quarta-feira, 17 de novembro de 2010

(hoje, sem título)

Não estamos, nem estaremos preparados para a morte. Nunca.

Em vida, e depois dela, para os que ficam pesa a saudade presente, o vazio em falta e o limite dos horizontes sobre o pano da existência humana.

Os dias voam, as semanas e os meses dão já 8 anos de silêncio, ao dia de hoje.

No sorriso inocente de uma criança, nos traços genéticos e na memória dos corações permanece o amor…

7 comentários:

Isabel Moreira Rego disse...

Passei. Parei. Gostei do que vi. E não saí sem ler o que aqui encontrei...
Parabéns!

Anónimo disse...

Ontem, hoje, amanhã e para sempre...entre os dias que se contam, na saudade perene...perante a unica certeza que a vida nos dá e nunca nos prepara...conforta-nos olhar o horizonte, recordar e sorrir pelo que de bom se partilhou.:)


Vaps

mlu disse...

Li há tempos uma definição feita por uma criança e não vou esquecê-la:«saudade é o amor que fica»!

Um abraço grande.

João Heitor disse...

Obrigado Isabel
:)

João Heitor disse...

VAPS,
Obrigado
:)

João Heitor disse...

Mlu,
Essa definição é sublime...
Obrigado
:)

maria mar disse...

Saudade é a luz que fica dos dias que passaram e que nos deixaram recordações lindas, com a força para continuar em frente.
Grande beijinho amigo