domingo, 9 de janeiro de 2011

Esse papel não é meu?

Ao longo dos séculos que o Homem sente necessidade de marcar o seu território.

A posse, de bens ou de poderes, foi e continua a ser um objectivo premente para algumas mentes.

A legitimidade com que se “vive”, “faz” e “convive”, eticamente deve ser proporcional à moral que se apregoa.

Que a frontalidade impere, e que a elevação se instale... de vez!

A gerência e a sociedade, agradecem...

4 comentários:

mlu disse...

Sábias palavras para sérias reflexões! "Que tiver entendimento, que entenda" e ponha em prática.

Bjinho

maria mar disse...

Mais um desabafo dos teus!...Esses critérios que referes aplicam-se a muito boa gente que se esconde atrás de valores que apregoam mas não cumprem.
Beijinho

João Heitor disse...

Mlu,

A reflexão deve ser a companhia presente da acção...

Um beijo

João Heitor disse...

Maria Mar,

Homens que atiram pedras esquecem-se que elas servem para erguer, e não para atirar...

:)

Beijinho