sexta-feira, 17 de novembro de 2006
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
terça-feira, 14 de novembro de 2006
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
domingo, 12 de novembro de 2006
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
sábado, 4 de novembro de 2006
sexta-feira, 3 de novembro de 2006
Equilíbrios...
Manter o equilíbrio nem sempre é fácil.Há quem goste de andar na corda bamba.
Outros há que qualquer que seja a corda, não se equilibram.
Até há quem defenda que essa coisa do equilíbrio é mais uma das regras impostas pela sociedade.
A moda também é culpada por equilíbrios de tendências.
Eu, no meio de tanta dúvida e questão, prefiro sentir a chuva no rosto quando saio à rua, ou o sol que evapora as águas deste Outono, onde dia após dia, olho o mundo e os outros com outra calma e paz de espírito.
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
De cabeça erguida...
Hoje foi mais um dia. Aquele dia em que as famílias se deslocam para visitar os familiares que já partiram, deste mundo.Nestes dias encontramos os cemitérios cheios de gente.
Mais um talhão foi aberto, mais uns quantos homens e mulheres partiram naquela viagem a que todos nos espera, um dia.
Depois da nascença, a morte é o facto mais certo da vida. Assunto melindroso. Mas, que mexe cá dentro.
Saibamos viver com alegria, paixão, dedicação e carinho. Saibamos partilhar o positivo e desvalorizar o negativo.
Consigamos viver de cabeça erguida, conscientes do nosso percurso e da honra que os nossos nomes carregam, pela memória dos nossos antepassados…
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
Ler e reler...
Leio e releio este pensamento. Vezes sem conta. É uma fonte inspiradora. Uma bússola a guiar-nos, aquando das tempestades da vida...l
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
Pablo Neruda
domingo, 29 de outubro de 2006
sábado, 28 de outubro de 2006
quinta-feira, 26 de outubro de 2006
quarta-feira, 25 de outubro de 2006
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
sábado, 21 de outubro de 2006
Andar a pé faz bem à saúde!
Por vezes seguimos caminhos secundários e ignoramos as estradas principais.
Mesmo com GPS há quem se perca.
Com veículos ecológicos ou não, melhor do que andar a pé não há, dizem os médicos…
sexta-feira, 20 de outubro de 2006
quarta-feira, 18 de outubro de 2006
Sobre a má fama dos professores
Há duas realidades essenciais ligadas aos problemas do ensino em Portugal em primeiro lugar, a ministra da educação tem razão na absoluta maioria das medidas adoptada (contesto fortemente o papel despropositado concedido aos pais e encarregados de educação na avaliação dos professores, que terá consequências muito perigosas na estabilidade das escolas); em segundo lugar, se há culpas a atribuir pelo estado calamitoso de que se revestem alguns aspectos do ensino em Portugal, elas cabem - por maioria - aos técnicos do próprio ministério e à burocracia "pedagógica e ideológica" que se instala periodicamente na Avenida 5 de Outubro (sindicatos incluídos).Neste complexo, os professores - os que estão instalados no terreno - são o elo mais fraco de uma cadeia de comando em que, frequentemente, têm sido cobaias de vários génios, certamente talentosos, que, à distância, "imaginam" o ensino
Se alguém se ocupar, durante alguns dias, a analisar grande parte dos documentos de natureza pedagógica e ideológica que emanam do ministério da educação acerca de coisas tão díspares como matemática, português ou disciplina na sala de aula, fica com a impressão de que um grupo de esquizofrénicos se entretém a punir professores e alunos com uma gramática desconhecida e absurda. Este é apenas um exemplo, mas haveria muitos. Leiam os materiais de apoio e rejubilem.
A ministra trata os professores como uma corporação, à semelhança do que o governo entende fazer com os farmacêuticos ou os juízes e médicos. Errado. Depois de disciplinar a vida da escola, a verdadeira corporação resiste e sobrevive nos vários andares daquele pobre ministério cheio de - repito - génios certamente carregados de talento, mas que tudo têm feito para tentar destruir o ensino. Os professores são o elo mais fraco nessa cadeia de pequenos ideólogos formados à pressa nos anos setenta e que se encarregaram de matérias científicas, sindicais e pedagógicas com empenho semelhante. Isto pode não preocupar a ministra para já. Mas os professores sabem do que falo. E esse é o próximo desafio, se houver seriedade.
Francisco José Viegas
terça-feira, 17 de outubro de 2006
segunda-feira, 16 de outubro de 2006
sexta-feira, 13 de outubro de 2006
Dia 13.Explicação Histórica
“É sexta-feira, 13 de Outubro do Ano da Graça de 1307... Os Cavaleiros do Templo são "surpreendidos" pela inveja e sede de poder de Filipe o Belo, rei de França, com o intuito de extinguir a Ordem e apoderar-se dos seus bens. Todo a Europa fica chocada pelas acusações feitas aos cavaleiros e em Esta é a explicação histórica que podemos encontrar em algumas enciclopédias de editoras nacionais e estrangeiras, para a sexta-feira 13. Dia em que foi extinta a Ordem dos Templários.
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
Que não andem noutro país...
Não sei qual será a conclusão que Sócrates, o governo e o PS, retiraram hoje após a manifestação da Função Pública, onde milhares de pessoas encheram as ruas de Lisboa.Era bom não ignorarem estes sinais.
A manifestação do passado dia 5 de Outubro, com 20 mil professores foi o primeiro sinal...
Este o segundo...
Devem andar a brincar com os contribuintes!
quarta-feira, 11 de outubro de 2006
terça-feira, 10 de outubro de 2006
Gripe
Na época das gripes, voltam as galinhas e os pássaros a também terem de receber a vacina, que não foi produzida em número suficiente, a fim de ser vendida nas farmácias.Eu até precisava de comprar.
Não é que tenha galinhas, mas anda por aí boa gente, com a crista levantada, que bem precisava de uma picada…
domingo, 8 de outubro de 2006
sábado, 7 de outubro de 2006
20 mil, pela Educação
20 mil professore manifestaram-se na passada quinta feira, dia 5 de Outubro, naquela que foi a maior manifestação desta classe desde o 25 de Abril.Não fizeram greve. Foi num dia feriado, que abdicaram de estar com as suas famílias que se manifestaram, pelos seus direitos e por uma Educação em Portugal, assente em políticas justas e correctas. Caíram por terra os argumentos dos habituais “cronistas” que diziam que as greves dos professores e consequentes manifestações só se realizavam às sextas feiras, para não trabalharem. Resta agora saber até que ponto o Governo, o Presidente da República e as demais cabeças pensantes deste país, ponderam, ou não, as reformas anunciadas pelo Ministério da Educação. Não só pelos professores, mas também pelos alunos e pelas famílias de Portugal.
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
5 de Outubro de 1910
Durante o breve reinado de Manuel II de Portugal - D. Manuel II; que ascendeu ao trono logo após o Regicídio de 1908 - atentado a Carlos I de Portugal - D. Carlos, donde resultou também a morte do seu filho herdeiro Luís Filipe, Duque de Bragança, o republicanismo - movimento republicano acentuou-se, chegando mesmo a ridicularizar a monarquia. A 3 de Outubro de 1910 estalou a Revolução de 5 de Outubro de 1910 - revolta republicana que já se avizinhava no contexto da instabilidade política. Embora muitos envolvidos se tenham esquivado à participação; chegando mesmo a parecer que a revolta tinha falhado; foi também graças à incapacidade de resposta do Governo em reunir tropas que dominassem os cerca de duzentos revolucionários que resistiam de armas na mão. Comandava as forças monárquicas, em Lisboa, o General Manuel Rafael Gorjão Henriques, que se viu impotente para impedir a progressão das forças comandadas por Machado dos Santos. Com a adesão de alguns navios de guerra, o Governo rendia-se, os republicanos proclamavam a República e D. Manuel II era exilado.quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Paciência!
Blog em remodelações.
Perdi todos os comentários e as ligações L
Mas, vamos trabalhar para dar um novo look ao espaço!
Carros melhores, mas...
Ainda me lembro da polícia da minha terra ter carros que deitavam mais fumo, do que andavam.
Hoje, as forças policiais parecem ter melhores veículos.
Só faltam mesmo, os subsídios de risco, os coletes à prova de bala e os uniformes também serem fornecidos pelo Ministério…
Mas isso é uma fatia muito grande do orçamento, dizem os governantes, mandato após mandato.
É pena. Porque a polícia para exercer a sua função em pleno, merece as condições mínimas de segurança.
terça-feira, 3 de outubro de 2006
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Passa...
sábado, 30 de setembro de 2006
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
Alternativa, ecológica!
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Língua Portuguesa
domingo, 24 de setembro de 2006
Piada com nível...
A Ministra da Educação estava apaixonada por Sócrates, mas este nem percebia... Um dia depois do expediente, entrou na sala dele com um vestido provocante, bastante decotado e colante, fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até à mesa, com ares de Monica Lewinski e propôs-lhe:- Sr. Primeiro Ministro, vamos fazer uma sacanice?
- Vamos! Onde é que eu assino?
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
Esse senhõr...
Hugo Chaves não se cansa de chamar alcoólico e cowboy a Bush.Acho que esta é a forma de Chaves ganhar popularidade e de se manter vivo.
De outra forma Chaves arriscava-se a desaparecer misteriosamente ou a sofrer um golpe de estado…
Enquanto isso, fica aqui uma das fotos mais recentes de Bush, neste Verão.
terça-feira, 19 de setembro de 2006
Júlio Dinis
segunda-feira, 18 de setembro de 2006
domingo, 17 de setembro de 2006
Voltamos ao tempo do Santana
sábado, 16 de setembro de 2006
quarta-feira, 13 de setembro de 2006
Relações de poder...
Esta imagem reflecte bem a ligação que sempre existiu e perdura na sociedade, quando analisamos as relações entre poderes.Os que detêm o poder de decidir face aos que detêm o dever de cumprir.
Talvez esta tenha de ser uma eterna situação e questão, sem alternativa possível.
Todavia, o que pode mudar, o que pode ser diferente, o que pode diminuir a distância entre poderes, assenta na forma como o poder é exercido e comunicado.
Depende da forma como o poder é estabelecido, na dualidade de critérios que se podem dissipar.
Em suma, havendo diálogo, compreensão, flexibilidade, humanismo e sentido de responsabilidade, a relação de poder efectivar-se-á com mais sucesso e empenho de ambas as partes.
E onde encaixamos isto?
Nas relações laborais, nas relações de política camarária, ministerial, governamental.
Nas relações entre povos…
sábado, 9 de setembro de 2006
Docência com Ética e Brio - artigo de opinião
Na véspera de início de mais um ano lectivo, a colocação de professores constitui um momento decisivo para a classe docente, órgãos de gestão, pais e alunos.
Talvez encontremos problemas e injustiças nos concursos mais recentes. Talvez um docente no início de carreira tenha de se habituar a ficar deslocado da sua residência, auferindo 700 euros para pagar aluguer de casa/quarto, mais as despesas de deslocação e viver com o restante... Talvez os professores sejam uma classe “nómada”, sem terra fixa, enviados para onde os mandam, sem recursos ou privilégios, como muitos dizem possuírem.
O que talvez ainda leve a maioria dos professores a continuarem no ensino, seja o gosto de ensinar e educar.
Todavia, a cada dia que passa encontramos escolas e políticos apenas preocupados com o sucesso escolar dos alunos e vocacionadas para as qualificações profissionais. E estas, só assim, não respondem inteiramente aos interesses da sociedade.
A formação do carácter dos alunos não pode ser ignorada. Pelo contrário, deve estar sempre presente de modo a ministrar-lhes hábitos costumes e valores.
Possuir uma estrutura ética que nos permita raciocinar sobre os valores morais que regem a sociedade, é tão importante como saber ler, escrever, contar ou possuir outras competências.
A docência tem também uma função socializadora, que passa pela transmissão de normas e valores. O professor, ao contribuir para a formação dos seus alunos, está igualmente a ajudar na configuração da sociedade, dentro dos interesses gerais e valores que a orientam.
A função docente assume, assim, um serviço público, uma função social, uma actividade profissional ao serviço dos interesses gerais.
Perante este mandato da sociedade, o professor, individualmente considerado, imprime uma dimensão ética à sua actividade.
O que se espera do professor não é apenas a formação dos indivíduos, mas também uma prática de autoridade moral.
Que os docentes, neste ano lectivo que se inicia, consigam, apesar das contrariedades, medidas questionáveis e dúbias impostas pelo Ministério da Educação, continuar a possuir o rigor e brio profissional, para a prossecução dos seus fins, nas responsabilidades que sobre si recaem.
João Heitor
domingo, 3 de setembro de 2006
Voltas que as pessoas dão...
Pina Moura era um destacado comunista que se desfiliou do PCP e filiou no Partido Socialista. Chegou a ser Ministro das Finanças num governo de Guterres. Elaborou e legislou para a área das energias.
Hoje é representante da empresa espanhola Iberdrola (energias e combustíveis) em Portugal.
De Comunista, passou a Socialista e agora apelidam-no de Capitalista…
Para mim, para rimar, não passa de um oportunista!
sexta-feira, 1 de setembro de 2006
Eu se fosse a si...
José Sócrates abre Fórum Novas Fronteiras no Porto
"A Alfândega do Porto vai ser palco de mais um Fórum Novas Fronteiras, que terá como tema "Os Desafios para um Portugal com Futuro". A sessão de abertura, às 15 horas, contará com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates. Logo a seguir, estarão em discussão três painéis temáticos: o papel da Europa num mundo em mudança, o quadro de Referência Estratégico Nacional – horizonte 2013 e emprego – novas oportunidades. "
Recebi esta informação pelo meu mail.
24 horas depois das segundas colocações do Ministério da Educação.
José Sócrates não devia abrir o Fórum das Novas Fronteiras. Devia era analisar as injustiças que a Ministra e o Secretário de Estado da Educação estão a fazer aos professores.
Mas não são aos contratados como eu. São mesmo os professores com mais de 12 anos de ensino, que foram colocados longe das suas casas e das escolas onde sempre leccionaram…
E nessas escolas foram colocados, posteriormente, professores com menos experiência e anos de serviço…
Anda meio país com professores cuja residência é no outro meio. Ganham a GALP, as oficinas e a quebra dos laços familiares...
É esta a estabilidade que se almeja para corpo docente nacional durante 3 anos?
Sócrates vá abrir os dossiers e analisar a forma como os concursos estão a decorrer.
Conselho de um apoiante seu, que viu uma das razões da queda de Santana Lopes nos índices de popularidade e suporte político após um injusto concurso de professores há 3 anos atrás…
































